Pedro da Silva morre no Rio de Janeiro. Deixa um manuscrito que, desde as primeiras palavras “Era eu um rapaz de catorze anos, e não sabia quem era.” nos mergulha no mistério e em extravagantes coincidências.
Uma condessa roída pelo ciúme e sedenta de vingança; um aristocrata libertino que se torna padre justiceiro transformando-o ora em cigano, ora em poeta romântico; um pirata sanguinário tornado próspero homem de negócios atravessam a história do séc. XIX e a procura de identidade do personagem numa história repleta de paixões, duelos e negócios tenebrosos numa atribulada viagem por Portugal, França, Itália e Brasil.