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Terça, 4 Outubro | 22h00
Cinema | Pequeno Auditório
Les Parti Pris des Choses
Collectif Petit Travers

Le Parti Pris des Choses
Estreia no dia 21 de Maio 2005 na Scène Nationale de Dieppe
Por
Le Printemps des croque-morts
(Collectif Petit Travers)

Apresentação da Companhia

O Colectivo Petit Travers é uma associação de artistas cuja a actuação liga vários elementos das áreas do circo, da dança, do teatro, das artes plásticas e da gráfica. Os membros são unidos na convicção que defende uma determinada definição do acto criativo.
No seio do Colectivo, le Printemps des Croque-Morts (A Primavera dos Coveiros), são dois malabaristas e uma trapezista, formados no Lido, que fazem improvisos produzindo rigorosamente um tecido de matéria gestual (malabarismos do corpo e no ar, e trapézios) e conservam no trabalho apenas aqueles elementos que saltam à vista do público pela originalidade e poder evocatório. A Companhia propõe um trabalho baseado no circo para inventar uma linguagem expressiva, portadora de ambiguidades e desequilíbrios que questionam a sensibilidade e revelam as identidades em toda a sua complexidade.
Ela desenvolve uma estética materialista, hedonística, e consequentemente, individualista.
O hedonismo quer a confusão dos géneros éticos e estéticos na vida do indivíduo. O imperativo do prazer dá origem à produção de um estilo, o contrário da uniformidade.
A estética é o momento no qual a vida toma início, se distingue e se informa.
A moral colectiva é uma ilusão, é livre do sentido de salvação ou condenação, um gesto privado de beleza já leva nele a sua própria sanção: a feiúra. O gesto bonito exprime uma subjectividade óbvia, desenvolve-se fora do quadro do afecto e chama outros a essa vontade hedonística. A estética da surpresa impõe-se como tal, e agrada à multidão.
Para evitar qualquer confusão, convém esclarecer que o Colectivo Petit Travers, organização sem fins lucrativos nos termos da lei de 1901, é distinto e não tem ligação à Companhia Petit Travers, nem ao seu espectáculo Le Petit travers criado em Janeiro 2002. A ligação entre o Colectivo Petit travers e a Companhia Petit travers faz-se através do Nicolas Mathis, comediante-malabarista no espectáculo Le Petit Travers mas também presente neste projecto de nova criação.


Le Parti Pris des Choses, Director Brune Campos, Autores Céline Lapeyre, Nicolas Mathis, François Lebas, Colaboradores artísticos Cenários Aude Poirot, Guarda-roupa Nicolas Mathis, François Lebas, Céline Lapeyre, Criação luzes Arno Veyrat, Som e Luzes François Darreys, Distribuição - Céline Lapeyre bailarina-trapezista, Nicolas Mathis malabarista, François Lebas malabarista, Duração provisória do espectáculo 1h10, Data e lugar da criação - Data 21 de Maio 2005, Lugar Dieppe - Scène Nationale « Produção Collectif Petit Travers, uma co-produção com: Dieppe Scène Nationale  / Les Subsistances, Lyon. Résidences Circuits, scène conventionnée cirque, Auch / Scène Nationale de Dieppe / Les Subsistances, Lyon / CDN du Nord à Béthune / Espace Périphérique La Villette, Paris / La Grainerie, Balma /L´Entre-Sort de Furies, Châlons en Champagne / Festival Pisteurs d´étoiles, Obernai. No concurso de DMDTS - ajuda na criação, DRAC Midi-Pyrénées, Conseil Régional Midi-Pyrénées, Conseil Général Haute-Garonne, Ville de Toulouse. Com o apoio do Lido, Toulouse, Espectáculo premiado « Jeunes talents Cirque 2004 »

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