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Quinta, 18 Maio | 22h00
Teatro | Pequeno Auditório
Mostra de Teatro Amador
O Pequeno Auditório do Centro Cultural Vila Flor é palco para as apresentações dos projectos vencedores do Concurso de apoio à criação teatral para os grupos de teatro de amadores. Os grupos seleccionados foram a "Associação Juvenil Citânia", o "Teatro Coelima" e o "TERB - Teatro de Ensaio Raul Brandão" que apresentam nos próximos dias 18, 19 e 20 de Maio as suas peças.

Recorda-se que, considerando que os Festivais Gil Vicente têm, também, o objectivo de apoiar, divulgar e contribuir para enriquecer a formação artística dos grupos de teatro de amadores do concelho de Guimarães e, consequentemente, criar novos públicos para o teatro, a Comissão Organizadora dos Festivais Gil Vicente, constituída pela "A Oficina", pela Câmara Municipal de Guimarães e pelo Círculo de Arte e Recreio, decidiu instituir um concurso de apoio à criação teatral. 

O concurso teve como objectivo promover a criação, a divulgação e o desenvolvimento de obras da dramaturgia de todas as épocas, promover a actividade dos grupos de teatro de amadores do concelho de Guimarães e promover o gosto pela fruição e prática artística na área do teatro.

O primeiro dia da Mostra de Teatro está reservado para Associação Juvenil Citânia que apresenta a peça "A Guerra", uma composição de textos do autor Bertolt Brecht "Mãe Coragem e seus filhos" e do Coral Léon Chancerel "Gota de Mel", na qual o encenador tenta mostrar as fatalidades e alguns dos causadores da história da guerra.

No dia 19 é a vez do Teatro Coelima subir ao palco com a peça "Amo-te Rosinha", de Ruy Fernandes. Os afectos são os ingredientes por excelência desta peça. Uma família nada comum, os seus passos e as suas fragilidades fazem-nos pensar sobre temas actuais na sociedade em que vivemos. Durante a peça, a "rotina" desta família é alterada com a chegada de alguém que vai suscitar em todos um enorme afecto.

O Teatro de Ensaio Raul Brandão apresenta, no último dia da Mostra, a peça "Fernão, Mentes?", de Hélder Costa. Poucos anos depois de ter sido publicada a "Peregrinação", alguém lançou uma piada que ficou célebre: "Fernão, Mentes? Minto.". Fernão Mendes Pinto passou à história como um mentiroso, e o seu livro foi desprezado e escarnecido. No entanto, o tempo passou e a ordem das coisas alterou-se. O Teatro de Ensaio Raul Brandão decide perguntar então: "Fernão, Mentes?", e deixa a decisão "Minto" para os defensores do embuste e da hipocrisia, lutando para que a verdade corajosa deste testemunho surja límpida, clara e exemplar, em relação ao mundo em que vivemos.

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