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Sexta, 16 Junho | 22h00
Teatro | Grande Auditório
Azul a Cores
"Sabes aquilo que se diz, a cara-metade? A minha cara-metade? E se a pessoa que nos completa é mais do que a nossa metade? Se sem ela somos um terço, ou um quarto, ou menos? E se a nossa cara-metade for bastante mais que a nossa metade? Se for demais para nós? E se em vez de nos acrescentar, ela nos tira?"
Filipe Homem Fonseca

Uma mulher contrata um homem para a acompanhar até um quarto de hotel e ouvir todos os insultos e desabafos que não pôde dizer ao marido que a abandonou. Este é o ponto de partida para "Azul a Cores", projecto que nasce através de uma participação no espectáculo "Urgências", do Mundo Perfeito e das Produções Fictícias, composto por peças curtas de diversos autores. Na sequência dessa experiência, Filipe Homem Fonseca construiu o texto que agora é interpretado por Margarida Cardeal e Tiago Rodrigues.

Outra das características fundamentais deste trabalho é o facto de não haver uma encenação, ensaios convencionais ou aquilo a que tradicionalmente chamamos "marcações". Margarida Cardeal e Tiago Rodrigues, em conjunto com todos os criativos do projecto, criaram algumas regras sobre como iniciar o espectáculo. No entanto, a interpretação do texto ou a relação entre actores e público depende das escolhas que forem sendo tomadas em cada noite, com o objectivo último de criar um espectáculo vivo e em constante evolução.

Texto Filipe Homem Fonseca, Concepção cénica e interpretação: Margarida Cardeal e Tiago Rodrigues, Cenografia Patrícia Portela, Desenho de luz João D´Almeida, Direcção de produção e fotografia Magda Bizarro
 

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