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Horário da Exposição:
Terça a Sábado: 10h00-12h30 | 14h00-19h00
Domingo: 14h00-19h00
Encerra à Segunda-feira
Sábado, 23 Setembro a Sábado, 16 Dezembro
Exposição | Palácio Vila Flor
Exposição Busca Pólos
Salão Olímpico
Patente até ao próximo dia 16 de Dezembro no Palácio Vila Flor, a exposição "Busca Pólos", da responsabilidade dos artistas do Salão Olímpico, foi concebida especialmente para o Centro Cultural Vila Flor e para o Pavilhão de Portugal, em Coimbra, com a colaboração da Fundação de Serralves.

A inauguração da exposição teve lugar no dia 23 de Setembro, às 15h00, na área expositiva do Centro Cultural Vila Flor onde decorreu, durante todo o dia, uma Feira de Fanzines. Às 16h00, Gustavo Sumpta protagonizou a performance intitulada "Amigo do meu amigo não é meu amigo". Às 17h00, Daniela Paes Leão e João Sousa Cardoso apresentaram, no Pequeno Auditório do CCVF, o filme "Plural - parte 1". A inauguração da exposição terminou às 19h00, no Pequeno Auditório, com a peça de teatro "Alheava - Derrotados" de Manuel Santos Maia com Miguel Cabral e Rute Pimenta.

Esta exposição terá um segundo momento, no próximo dia 25 de Novembro, com a apresentação de um vídeo, às 16h00, de Catarina Felgueiras e Pedro Lima, intitulado "A Viagem". Às 18h00, haverá uma performance da autoria de Alexandre Osório, intitulada "Spoiler".

Criado a partir do conto de Sophia de Mello Breyner "A Viagem", com música de Carlos Paredes "Melodia para um poeta", o vídeo de Catarina Felgueiras e Pedro Lima é uma viagem em dois tempos: uma viagem de um dia que resume um outro tempo, o de uma acção construção/desconstrução a dois.

A fotografia e o vídeo têm sido os meios artísticos em que Catarina Felgueiras se tem destacado. A imagem enquanto representação tem sido o mote de um conjunto de trabalhos que a artista tem vindo a desenvolver e em torno do qual tem questionado os "modos de ver" quer em termos sensoriais quer emocionais ou ideológicos. Pedro Lima tem trabalhado como músico e produtor de música.

Alexandre Osório tem trabalhado na realização de perfomances-instalações que se abrem à exploração dos sentidos num apelo voyerista. A dualidade entre o olhar dos que espreitam e a acção quase privada, pessoal ou familiar dos actuantes provoca uma carga sensorial por detrás do jogo da revelação. Torna-se quase sempre presente uma certa sensualidade e tensão neste jogo do que se vê, se reconhece, se ouve, se cheira, em suma, presencia-se, mas ao mesmo tempo está distante e ambíguo.

Salão Olímpico 
O Salão Olímpico é um espaço físico na Rua Miguel Bombarda, no Porto. O Olímpico define-se como um lugar de confluência de ideias e propostas de soluções, estéticas e plásticas, onde se esperam colaborações.
Propomos uma via paralela para realizar um conjunto de intervenções que não se colocam num plano de curadoria nem qualquer outra veiculação discursiva exterior à acção dos artistas. Pretende-se contudo, reflectir essas intervenções na sua singularidade e pela inscrição da obra num quotidiano que existe em contaminação.
A verdade é que temos todos um papel de agente social, quer sejamos uma empresa, uma associação, um grupo ou um indivíduo e é da nossa responsabilidade fazer tudo que está ao nosso alcance para fomentar a comunicação com o meio social em que nos inserimos. Se não o fazemos, parece-nos porém indispensável admiti-lo.
Não é demais referir que é sempre a cultura a verdadeira vítima de conjunturas e ciclos económicos desfavoráveis ficando esquecida, tornando-se também num indicador de retoma quando a situação económica se alivia. Mas devemos todos nos questionar se realmente é esta a função de cultura? O entretenimento, o acessório com contornos de dispensável. E lembrado somente, quando existe incluída em algum projecto com apoios governamentais. Mas o que nos realmente entristece é que mesmo assim, com todas essas facilidades e apoios concedidas por esses órgãos de decisão que têm obrigações culturais e educacionais, e nessa sequência alimentam isenções fiscais e lei de mecenato, para os que colaboram de alguma maneira com a divulgação cultural. Mesmo assim, a participação de instituições privadas é muito escassa. Colocando novamente o país numa linhagem de velhos do restelo e sem capacidades de visão estratégica e sempre com um horizonte de contradição presente.
A arte vive rotulada de um conceito de sobreproduto, é a escola utilitarista no seu esplendor... porém ela vive, e resiste intemporalmente e independentemente da sua utilidade, porque ninguém nega sua necessidade, a inquietação, ou pelo menos o que de profundamente humano que nela existe.

In http://www.virose.pt/hanta/olimpico/


Programa da Inauguração: 23 de Setembro      
15h00 às 24h00
Inauguração da Exposição
Feira de Fanzines - Organização "A Mula"
Palácio Vila Flor
16h00      
"Amigo do meu amigo não é meu amigo"
Performance de Gustavo Sumpta
Cave do Palácio Vila Flor
17h00  
"Plural - parte 1"
Um filme de Daniela Paes Leão e João Sousa Cardoso
Pequeno Auditório
19h00
"Alheava - Derrotados"
Uma peça de teatro de Manuel Santos Maia com Miguel Cabral e Rute Pimenta
Pequeno Auditório    
          
25 de Novembro     
16h00
"A Viagem"
Um vídeo de Catarina Felgueiras e Pedro Lima  
18h00
"Spoiler"
Performance de Alexandre Osório

Artistas participantes: Alexandre Osório, Amélia Alexandre, André Cepeda, Ângelo Ferreira de Sousa, Arlindo Silva, Carla Filipe, Catarina Felgueiras, Pedro Lima, Daniela Paes Leão, João Sousa Cardoso, Eduardo Matos, Gustavo Sumpta, Isabel Carvalho, Isabel Ribeiro, Mafalda Santos e Manuel Santos Maia.

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