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PREÇO ESPECIAL ESCOLAS ARTES PERFORMATIVAS
4,00 EUR

Através do desconto especial para Escolas de Artes Performativas (que pretende tornar mais acessíveis os espetáculos de dança e de teatro para o público que está em formação especializada), os alunos e professores que pretendam assistir aos espetáculos dos Festivais Gil Vicente poderão aceder a bilhetes no valor de 4,00 euros.
Quinta, 2 Junho a Sábado, 11 Junho | 23h59
Teatro | Outros Locais
Festivais Gil Vicente 2016
As artes sempre se revelaram fundamentais na progressiva tecitura civilizacional urdida pelo homem. E mais do que qualquer outro motor de desenvolvimento social ou cultural, tem sido através das artes e do permanente questionamento de matérias primordiais que o mundo vai avançando. Porque, na verdade, este só se transforma para melhor quando o pensamento engrandece. E é no palco que essa grandiosidade produzida pelas maiores mentes da história humana melhor se representa. Viva o teatro!
Levante-se então a cortina para que os Festivais Gil Vicente nos conduzam através de um programa também ele grandioso. Teremos 4 peças para grande palco. Com grande elenco. E de textos de autores absolutamente incontornáveis (Shakespeare, Molière, Simon Stephens e Tchekhov). Bem como 2 objetos artísticos que desafiam convenções, tal como desejamos que as novas dramaturgias sejam capazes de o fazer. 
Abriremos com Shakespeare. Claro. Passaram 400 anos do seu desaparecimento, mas a sua obra é mais essencial que nunca. E Tónan Quito ao encenar “Ricardo III”, com um elenco que atravessa gerações, traz à cena uma trama muito familiar que não deixou ninguém indiferente após uma longa carreira no TNDMII. Momento glorioso de abertura do festival.
Seguiremos no desafio às convenções. João Garcia Miguel concebeu um objeto teatral a partir de “As Bacantes” e construiu-o em várias partes. A forma e a sua sequência não é totalmente óbvia, propondo-nos um olhar (possivelmente) ritualista sobre uma dita hora em que nos encontramos em território desconhecido.
E a partir da obra de Molière (“O Misantropo”), soube Nuno Cardoso transportar-nos para um jogo de contrastes e incidências que assentam ora na força imparável do texto, ora na eventual desmontagem da negrura que este possa carregar, ao criar um contexto de festa onde o hedonismo se instala e o espetador jamais lhe escapa.
Na segunda semana, Nuno M Cardoso encena em dose dupla com “Águas Profundas + Terminal de Aeroporto”. A primeira estruturada em 3 cenas protagonizadas por um par de atores de grande classe, em cada uma delas. E a segunda num monólogo que trata da mesma matéria da peça anterior. Fala-se de amor e perda. Desolação e condição humana.
Seguir-se-á a importância da memória. Uma exploração dos afetos e da relação que mantemos com objetos que simbolizam para nós a necessidade ligação com significado. Uma peça delicada (“Museu da Existência”) e de proximidade num tempo onde tudo parece deslocar-se com sentidos difusos.
 E o festival fechará com o regresso da companhia belga tg STAN e “The Cherry Orchard”. Um clássico incontornável em versão internacional por um conjunto de atores que tem afirmado a sua importância na história do teatro contemporâneo.
Agora que o programa é público… ocupemos o teatro que é de todos!
 
30,00 eur (acesso a todos os espetáculos + 1 visita às exposições patentes no Centro Internacional das Artes José de Guimarães)
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