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Sábado, 1 Dezembro | 22h00
Música
Ópera dos Três Vinténs



Sábado, 01 de Dezembro - 22h00
Ópera dos Três Vinténs
Ópera
Grande Auditório
Preço:
1ª Plateia - ? 15,00/? 12,50 c/desconto
2ª Plateia - ? 12,50/? 10,00 c/desconto 

Escrita nos gloriosos e turbulentos anos 20, a "Ópera dos Três Vinténs" é uma das óperas mais representadas em todo o mundo. A história é conhecida: Kurt Weill, o compositor, Bertold Brecht, o dramaturgo, decidiram inspirar-se na obra de John Gay "The Beggar´s Opera" (Ópera do Mendigo) e, exactamente duzentos anos mais tarde, em 1928, estrearam "Die Dreigroschenoper" (Ópera dos Três Vinténs). O amor, o poder e a corrupção são os temas centrais desta ópera. Macheath, o chefe de um "gang" de bandidos, é o protótipo do anti-herói, ladrão, delinquente, malandro. O ambiente tem muito fumo de cigarro barato. A melodia é hipnótica, obsessiva, circular e, simultaneamente, arrebatadora. Interminável. Como as vidas dos malandros desta vida.

O sucesso da "Ópera dos Três Vinténs" prova que a criação e a realização deste novo género musical chegou no momento ideal e que veio de encontro à expectativa do público que ansiava pela renovação do seu género preferido de teatro. Com esta ópera conseguiu-se chegar a um público mais alargado que, ou desconhecia o género, ou que pensávamos não ser possível conquistar, para além daquele que habitualmente frequenta o concerto ou a ópera. Visto desta forma, esta ópera enquadra-se no movimento actual dos jovens músicos: o abandono da arte pela arte, a clivagem do princípio individualista da arte e a adesão à simplificação dos meios de expressão musical. Apenas a ópera insiste em permanecer no "esplendor do seu isolamento". O público de ópera representa ainda um grupo elitista que se destaca do restante público de teatro. Ópera e teatro são, portanto, ainda conceitos completamente separados. A ópera afirmou-se como um género artístico da aristocracia e tudo o que se refere à "tradição operática" baseia-se nesse facto. O teatro, pelo contrário, afirmou-se numa direcção que pode ser descrita como socialmente regeneradora. Se a ópera não for capaz de abdicar das suas convenções, impõe-se a desagregação das suas fronteiras. Portanto, com "The Threepenny Opera" esta reconstrução tornou-se possível. O que procuramos criar com esta obra foi o protótipo da ópera. A tarefa que se impunha era a de escrever música que pudesse ser cantada por actores, isto é, por amadores. No início, isto pareceu uma limitação, mas à medida que o trabalho progredia, provou ser um enorme enriquecimento. Apenas a realização de uma linha melódica coerente e identificável tornou possível o verdadeiro objectivo da Ópera dos Três Vinténs: a criação do novo tipo de teatro musical. Kurt Weil (1928)

Mr Peachum (barítono) António Salgado
Mrs. Peachum (soprano) Janete Ruiz
Polly (soprano) Raquel Camarinha
Macheath (tenor) Alberto Sousa
Brown (baixo) Valter Mateus
Lucy (soprano) Liliana Coelho
Jenny (soprano) Joana Valente
Filch (baixo) Ricardo Panela
Smith Moisés De Freitas
Narrador Manuel Barbosa de Matos
O Bando dos bandidos:
Walt Miguel Rodrigues
Jackob Pedro Figueira
Matt Bruno Martins
Jimmy Raquel Araújo
Prostitutas:
Dolly Silvia Pinto
Betty Mariana Pimenta
Vixer Susana Milena
Molly Raquel Fernandes
Pedintes:
Jorge Pires
Sara Cláudio
Tiago Sá
Pedro Batista
Teresa Costa

Direcção Musical António Saiote
Encenação Marcos Barbosa
Figurinos Alheli Guerrero
Desenho de Luz Renato Lemos
Operador de legendagem Pedro Ramos
Direcção de cena Sónia Amorim Correia
Contra-regra Susana Pimenta
Produção Pedro Maia
Assistente geral Mário Castelo
Orquestra
Sinfonieta da Escola
Superior de Música e das
Artes do Espectáculo do Porto
Piano Angél Gonzaléz
Coro do Estúdio de Ópera do
Departamento de Comunicação e
Arte da Universidade de Aveiro

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