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2,00 EUR
É o dia da grande corrida, Manuela está a postos com o seu carro maravilhoso. Mas, durante o percurso, surge uma série de obstáculos inesperados que são um teste à sua imaginação e sobretudo à sua persistência.
Será que Manuela consegue chegar ao fim? Alcançará ou não o seu sonho de vitória? É o que vamos ficar a saber no final desta história…Venham apoiar a Manuela, que não há outra como ela!
 
Local Sala de Ensaios do CCVF
Horário 16h00
Público-alvo maiores de 6
Duração c. 20 min.
The day of the Great Race has come, and Manuela is at the ready in her marvelous new car. However, during the race a series of unexpected obstacle arise which offer a test to her imagination and above all her persistence.
Will Manuela be able to make to the end? Will she fulfill her dream of winning or not? That’s what we will find out at the end of the story…Come to cheer on Manuela as there is none other like her!
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7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
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Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
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O palco do Grande Auditório do CCVF prepara-se para mais uma noite de festa, pura e dura, que junta na mesma data Throes + The Shine e Moullinex. Imperdível!
Os Throes + The Shine englobam aventura e vitalidade. Usam cada grama da sua criatividade para originarem algo singular e que se concentra numa energia completamente efusiva em palco. Oriundos do Porto e de Luanda, a sua génese prendeu-se com a fusão do kuduro com o rock. Entretanto, alargaram os seus horizontes de forma a albergar uma multitude de culturas que podem ir de África à Europa ou da América do Sul aos Estados Unidos. Após a atuação dos Throes + The Shine, a noite prossegue com Moullinex, nome que já dispensa apresentações. Não é música de dança. É apenas música. Apesar da intensa atividade nesse mundo, Moullinex, o alter-ego de Luís Clara Gomes quer ser, e é, muito mais do que uma mera máquina de fazer dançar. Não que não seja bom a pôr pessoas a abanar, é só que se move igualmente bem entre vários géneros e ambientes, sejam eles a pista, o sofá ou a rua… ou, neste caso, o palco do Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor.
The stage of the CCVF Grand Auditorium is preparing for a festive evening of entertainment, as simple as that, with Throes + The Shine and Moullinex all on the same day. Not to be missed!
Throes + The Shine embody the notion of adventure and vitality. The use every ounce of their creativity to come up with something unique that is pure distilled effusive energy on stage. Hailing from Oporto and from Luanda, the roots of the group lie in the fusion of kuduro and rock, later broadening their horizons to welcome a multitude of cultures which reach from Africa to Europe or from South America to the United States. Following the show by Throes + The Shine, the stage is turned over to Moullinex, a name which needs no introduction. This is not dance music. It´s just music. Although intensely busy with work, Moullinex, the alter-ego of Luís Clara Gomes strives to be, and is, much more than a mere machine pumping out music that makes you want to dance. Not that there is anything wrong with getting people up and dancing, it´s just that it works well too among various genres and environments, be it the dance floor, the sofa or on the street…or in this case, the Vila Flor Cultural Center´s Grand Auditorium. 
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Throes + The Shine
Diron voz
Mob voz
Marco guitarra, teclados
Igor bateria 
Moullinex
Luís Clara Gomes voz, baixo
Diogo Sousa bateria
Miguel Vilhena guitarra
Guilherme Salgueiro teclas
Maiores de 12
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PREÇO ESPECIAL ESCOLAS ARTES PERFORMATIVAS
4,00 EUR

Através do desconto especial para Escolas de Artes Performativas (que pretende tornar mais acessíveis os espetáculos de dança e de teatro para o público que está em formação especializada), os alunos e professores que pretendam assistir aos espetáculos dos Festivais Gil Vicente poderão aceder a bilhetes no valor de 4,00 euros.
As artes sempre se revelaram fundamentais na progressiva tecitura civilizacional urdida pelo homem. E mais do que qualquer outro motor de desenvolvimento social ou cultural, tem sido através das artes e do permanente questionamento de matérias primordiais que o mundo vai avançando. Porque, na verdade, este só se transforma para melhor quando o pensamento engrandece. E é no palco que essa grandiosidade produzida pelas maiores mentes da história humana melhor se representa. Viva o teatro!
Levante-se então a cortina para que os Festivais Gil Vicente nos conduzam através de um programa também ele grandioso. Teremos 4 peças para grande palco. Com grande elenco. E de textos de autores absolutamente incontornáveis (Shakespeare, Molière, Simon Stephens e Tchekhov). Bem como 2 objetos artísticos que desafiam convenções, tal como desejamos que as novas dramaturgias sejam capazes de o fazer. 
Abriremos com Shakespeare. Claro. Passaram 400 anos do seu desaparecimento, mas a sua obra é mais essencial que nunca. E Tónan Quito ao encenar “Ricardo III”, com um elenco que atravessa gerações, traz à cena uma trama muito familiar que não deixou ninguém indiferente após uma longa carreira no TNDMII. Momento glorioso de abertura do festival.
Seguiremos no desafio às convenções. João Garcia Miguel concebeu um objeto teatral a partir de “As Bacantes” e construiu-o em várias partes. A forma e a sua sequência não é totalmente óbvia, propondo-nos um olhar (possivelmente) ritualista sobre uma dita hora em que nos encontramos em território desconhecido.
E a partir da obra de Molière (“O Misantropo”), soube Nuno Cardoso transportar-nos para um jogo de contrastes e incidências que assentam ora na força imparável do texto, ora na eventual desmontagem da negrura que este possa carregar, ao criar um contexto de festa onde o hedonismo se instala e o espetador jamais lhe escapa.
Na segunda semana, Nuno M Cardoso encena em dose dupla com “Águas Profundas + Terminal de Aeroporto”. A primeira estruturada em 3 cenas protagonizadas por um par de atores de grande classe, em cada uma delas. E a segunda num monólogo que trata da mesma matéria da peça anterior. Fala-se de amor e perda. Desolação e condição humana.
Seguir-se-á a importância da memória. Uma exploração dos afetos e da relação que mantemos com objetos que simbolizam para nós a necessidade ligação com significado. Uma peça delicada (“Museu da Existência”) e de proximidade num tempo onde tudo parece deslocar-se com sentidos difusos.
 E o festival fechará com o regresso da companhia belga tg STAN e “The Cherry Orchard”. Um clássico incontornável em versão internacional por um conjunto de atores que tem afirmado a sua importância na história do teatro contemporâneo.
Agora que o programa é público… ocupemos o teatro que é de todos!
 
30,00 eur (acesso a todos os espetáculos + 1 visita às exposições patentes no Centro Internacional das Artes José de Guimarães)
The arts have always been a fundamental element in humanity`s perpetual weaving of the fabric of civilization. It is in the arts and in our constant questioning of our primordial material that we note the supreme driving force, greater than any other, which is at the core of the social and cultural development that moves the world forward. Because in fact, the world can only be transformed for the better when human thought is broadened, and it is on the stage that the magnificence created by some of the greatest minds in human history is best acted out. Long live the theatre!
Thus the curtain rises once again on the Festivais Gil Vicente, and may its programming be worthy of such grandness. This year we will have four large-scale plays with impressive casts of performers tackling the heavy-weights of drama – Shakespeare, Molière, Simon Stephens and Chekhov – as well as two artistic pieces which will challenge conventions in just the way one would expect new playwriting should do. 
We will be opening with Shakespeare, of course. It has been 400 years since his death, yet his works are more than ever the quintessence of the art. Tónan Quito will direct “Richard III” with a cast that spans generations, bringing a very familiar plot to the stage that left no one untouched following his long career at the Dona Maria II National Theatre. What a glorious way to open the festival. 
Next we challenge conventions. João Garcia Miguel has created a theatre piece based on “The Bacchae” and has built it in several parts. The form and the sequence are not totally obvious, thus offering a (possibly) ritualistic glimpse into a given moment in which we find ourselves in uncharted territory.
Taking up Molière’s work, “The Misanthrope”, Nuno Cardoso shows us a game of contrasts and incidences which is based at times on the unstoppable force of the text and at other times on the possible taking apart of the darkness of the text by creating a festive context where hedonism finds a home and the audience is never able to escape.
In the second week of the festival, Nuno M Cardoso will present a tandem of shows, “Águas Profundas + Terminal de Aeroporto” (“Wastwater” + “T5”). The first is structured on three scenes performed by a pair of top class actors in each one. The second is a monologue which takes up the same material of the previous play. They speak of love and loss. Of desolation and the human condition. 
Next comes the importance of memory. An exploration of affection and the relationship we keep with the objects which represent in our minds the need to be linked to meaning. A delicate play, “The Museum of Existence,” brings us close to the time in which everything seems to move off in different directions. 
And the festival will close with the Belgian company tg STAN who returns to Guimarães with “The Cherry Orchard”, an undeniable classic presented in an international version with a group of actors who have established their prominence in the history of contemporary theatre. 
Now that the program has been made public, it’s time for everyone to fill the theatre since indeed the theatre belongs to all of us!
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PREÇO ESPECIAL ESCOLAS ARTES PERFORMATIVAS
4,00 eur
Através do desconto especial para Escolas de Artes Performativas (que pretende tornar mais acessíveis os espetáculos de dança e de teatro para o público que está em formação especializada), os alunos e professores que pretendam assistir aos espetáculos dos Festivais Gil Vicente poderão aceder a bilhetes no valor de 4,00 euros.
Agora que se descobriram os ossos de Ricardo III é o momento perfeito para fazer desenterrar a peça “Ricardo III” (1592), de Shakespeare.
O autor usa a história de Inglaterra e conta-nos a subida ao trono mais maquiavélica de que há memória. Agora, que continuamos a assistir a violentos e sangrentos exercícios de poder, é o momento para contar esta história; deste Ricardo, um rei improvável, um indivíduo que tudo fez para ascender ao poder: matando inimigos, amigos, família, mentido, tecendo incríveis enredos. Agora, também, porque fazer “Ricardo III” é entrar numa zona maldita do ser, disto de se ser humano. Um indivíduo deformado fisicamente, manipulador, amoral, sedento de poder que despreza tudo e todos. É estranho como admiramos este déspota e vemos cada morte como uma conquista. E assim vamos seguindo-o, de morte em morte, de mentira em mentira. Como é que tudo isto foi e é possível? Como foi possível escrever semelhante história? Só mesmo Shakespeare. 
 
30,00 eur (acesso a todos os espetáculos + 1 visita às exposições patentes no Centro Internacional das Artes José de Guimarães)
Now that the bones of Britain`s King Richard III have been discovered and reburied, it seems to be the perfect moment to ‘dig up’ Shakespeare’s 1592 play, “Richard III”.
The celebrated English playwright is using history to recount one of the most Machiavellian rises to the power in human memory. And now, against the violent and bloody backdrop of real facts, it is time to tell the tale of Richard III:  an improbable king, an individual who did everything he could to gain the throne of England by killing enemies, friends, and family alike and by weaving incredibly tangled webs of deceit. And now, once again, we are bringing back “Richard III” because with the play we enter the wicked domains of what it is to be human. A physically deformed individual, a manipulating and amoral person, power-hungry and despising everyone. How strange is it that some may come to admire this despot or that we might view each death as a conquest? And he we follow him from death to death and from lie to lie. How was all of this possible? How could such a story have been written? Only Shakespeare had the talent to do so.
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De William Shakespeare
Tradução Rui Carvalho Homem
Direção artística Tónan Quito
Versão cénica e interpretação António Fonseca, Márcia Breia, Bernardo Almeida, Miguel Moreira, Miguel Sobral Curado, Paulo Pinto, Filipa Matta, Romeu Runa, Sofia Marques, Teresa Sobral, Tónan Quito, Miguel Loureiro, Raquel Castro (elenco original)
Elenco juvenil Carolina Cabrita, Leonor Cabrita, Nuno Represas
Música original e interpretação musical ao vivo Gonçalo Marques (trompete), João Lopes Pereira (percussão)
Cenografia F. Ribeiro
Figurinos José António Tenente
Desenho de luz Daniel Worm
Desenho de som Pedro Costa
Apoio à criação Filipa Matta
Coordenação do elenco juvenil Luís Godinho
Produção executiva Stage One
Produção HomemBala
Coprodução TNDM II e Centro Cultural Vila Flor
Residência artística Espaço Alkantara
Apoio à tradução CETAPS, Faculdade de Letras da Universidade do Porto, FCT
Apoio Htecnic, Murganheira, Servilusa, Câmara Municipal de Lisboa, Quinta da Murta
Duração 150 min. s/ intervalo
Maiores de 12
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Arrebatada pelas possibilidades do texto “As Bacantes”, de Eurípides, a companhia João Garcia Miguel procurou um modelo de abordagem com várias vias secundárias, vários meios caminhos, que contivessem os fins e recomeços.
Que contivessem as questões do corpo e do inconsciente que nos acompanham. Que contivessem o corpo enquanto objeto poético e as suas componentes de animalidade. A peça tem, assim, duas partes. Na primeira parte, temos dois solos. O primeiro, inspirado nos contos de Miguel Torga, “Os Bichos”, aborda o corpo que dança como um ponto parado onde tudo se move por dentro e ao seu redor. No segundo solo, “Leões”, foi escrito um texto que é um diário de um falso Leão que morre e ressuscita. Aqui, sobrevoa-se ainda “As Bacantes” de Eurípides. É um texto para ser dito, cantado, sonhado e sentido. A segunda parte será ocupada por uma performance, “Pés Descalços”, que fala de uma promessa e desejo. Perguntas e enganos, sonhos, múmias e astronautas! Quando poderemos dançar livres do medo de ser devorados pelos cães de caça ou os caçadores da noite?
 
30,00 eur (acesso a todos os espetáculos + 1 visita às exposições patentes no Centro Internacional das Artes José de Guimarães)
Swept away by the possibilities afforded by Euripides` text, “The Bacchae,” the João Garcia Miguel Company has taken an approach of various the secondary paths and off-roads which might offer the possibility of conclusions or restarts.
Or they may contain questions of the body and the subconscious which follow us. Or they may deal with the body as a poetic object along with its animalistic components. The play, thus, has two parts. In the first part, we have two solos. The first, inspired by Miguel Torga`s short stories “Os Bichos” (“The Animals”), takes up the themes of the body which dances although it is a point standing still and everything within it and around it moves. In the second solo, “Leões” (“Lions”) is the diary of a fake lion who dies and is reborn. Then Euripides’ “The Bacchae” flies over. This is a text meant to be spoken, sung, dreamt about and felt. The second part will feature a performance, “Pés Descalços” (“Bare Feet”) which speaks of a promise and of desire. Questions and deceits, dreams, mummies and astronauts! When can we dance free from the fear of being eaten by the hunting dogs or caught by the night hunters?
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Encenação João Garcia Miguel 
Intérpretes Sara Ribeiro, Frederico Barata, Rita Barbita
Imagem Tyrone Ormsby
Apoio ao movimento de Frederico Barata e Rita Barbita Lara Guidetti
Produção Raquel Matos
Produção italiana Fábio Ferretti
Direção técnica Luís Bombico
Direção de som Manuel Chambel
Assistente estagiária Raquel Veloso
Designer gráfico Tyrone Ormsby
Uma coprodução Cia JGM, Sanpapié, Centro Cultural Vila Flor, Centro Cultural de Ílhavo, Teatro Cine Torres Vedras, Teatro Ibérico e Cine Teatro Louletano
A Cia JGM é uma estrutura financiada pela DGArtes e pelo Governo de Portugal
Com apoio de Câmara Municipal de Torres Vedras, Câmara Municipal de Ílhavo, Atelier Real, Rui Viola Produções, Coisa e AUDEX
Duração 50 + 45 min. (c/intervalo) + 30 min. (performance na Cafetaria)
Maiores de 12
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Texto satírico de enorme subtileza e inegável apuro formal, “O Misantropo”, de Molière, é uma análise impiedosa da sociedade e das suas regras que se mantém surpreendentemente atual, expondo diferentes relações de poder e jogos de enganos, numa oscilação constante entre a sinceridade e a hipocrisia, entre a atração e a repulsa pelas convenções.
A encenação de Nuno Cardoso, que aqui reincide na abordagem ao teatro clássico francês, um ano depois de “Britânico”, de Racine, conta com uma nova tradução de Alexandra Moreira da Silva, capaz de um discurso concreto, material, tangível, no seu pleno respeito formal pelo texto original. Ao encenar esta obra-prima de Molière, Nuno Cardoso decide levar o teatro para a discoteca ao transformar o palco numa pista de dança retro. Um espaço hedonista e festivo, mas, ao mesmo tempo, com uma brancura de morgue que permite fazer uma anatomia teatral.

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An enormously subtle satiric text and one of unequalled formal precision, Molière`s “The Misanthrope” is a merciless critique of society and its rules, a play which is surprisingly current with its exposure of a variety of power relationships and games of duplicity in a constant back-and-forth between sincerity and hypocrisy and between the attraction and repulsion of convention.

Directed by Nuno Cardoso, who has returned to classical French theatre following last year`s performance of Racine`s “Britannicus,” the performance will feature a new translation by Alexandre Moreira da Silva, who offers a concrete, material and tangible discourse which nevertheless fully respects the formality of the original text. Taking up this masterpiece by Molière, Nuno Cardoso has decided to transform the theatre into a discotheque by turning the stage into a retro dance floor. It will be a hedonistic and festive venue but one that at the same time dons the white jackets of the morgue for an anatomy lesson on theatre arts. 

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Encenação Nuno Cardoso
Tradução Alexandra Moreira da Silva
Elenco Afonso Santos, António Parra, Carolina Amaral, Joana Carvalho, Luís Araújo, Mário Santos, Micaela Cardoso, Pedro Frias, Rodrigo Santos
Assistência de encenação Ana Luena
Cenografia F Ribeiro
Desenho de luz José Álvaro Correia
Operação de luz João Teixeira
Sonoplastia e operação de som Pedro Lima
Direção de produção Pedro Jordão
Produção executiva Alexandra Novo
Direção administrativa e financeira José Luís Ferreira
Design gráfico Drop.pt
Coprodução Teatro Nacional São João, São Luiz Teatro Municipal, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Viriato
Apoios CACE Cultural do Porto, Anjos Urbanos
Ao Cabo Teatro é uma estrutura apoiada pela DGArtes e pelo Governo de Portugal
Duração 135 min. s/intervalo
Maiores de 12
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“Águas Profundas + Terminal de Aeroporto” é “Wastwater” e “T5”, díptico de peças do dramaturgo britânico Simon Stephens, situadas nas imediações de um aeroporto.
As peças tratam de amor e perda de diferentes formas, bem como a experiência da vida moderna numa cidade onde se chega, se espera ou se parte. É sobre relações e sobre decisões, a desolação sem a esperança e a fuga. Localizado nas imediações do aeroporto de Heathrow, “Wastwater” é um instantâneo de três diferentes casais que têm de fazer uma escolha que definirá as consequências do seu futuro. “T5” foi originalmente escrito como sendo uma parte de “Wastwater”. Retrata uma viagem pelo coração invisível de uma cidade através de um voo mágico e sombrio pelos limites do nosso século. Na sua linguagem precisa, dura e amarga, Simon Stephens leva-nos através de um dia que inicia normalmente mas que, de seguida, diverge da norma num mundo de irrealidade familiar. “T5” é um grito em espiral reprimido. É um suor frio. É hiperventilação, dissociação, evasão.
 
30,00 eur (acesso a todos os espetáculos + 1 visita às exposições patentes no Centro Internacional das Artes José de Guimarães)
“Águas Profundas + Terminal de Aeroporto” is “Wastwater” and “T5,” a tandem of plays from the English playwright Simon Stephens which take place near an airport.

The plays deal with the themes of love and loss in different ways as well as the experience of modern life in a city where one arrives, one waits, and one departs. The question is one of relationships, decisions, hopeless desolation, and escape. Set in an area near Heathrow, “Wastwater” focuses on three couples who must each make a choice which will define the consequences of their future. “T5” was originally written as part of “Wastwater,” and it recounts a journey through the invisible heart of a city on a magic and dark flight through the limitations of the 21st century. In his precise, tough, and bitter language, Simon Stephens catches us on a day that begins normally enough but which then deviates from the norm within a world of familiar unreality. “T5” is a spiraling, stifling scream. It is cold sweat. It is hyperventilation, disassociation, and evasion. 

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Águas Profundas de Simon Stephens
Tradução Jorge Palinhos
Dramaturgia e Encenação Nuno M Cardoso
Assistência de Encenação Mafalda Lencastre
Interpretação Albano Jerónimo, António Durães, Íris Cayatte, Maria João Luís, Olinda Favas, Pedro Almendra, Nuno M Cardoso
Figuração Ana Príncipe
Cenografia Pedro Tudela
Figurinos Helena Guerreiro
Luz Rui Monteiro
Som / Música Marco Pereira / Miguel Pereira
Produção Executiva Stage One
Produção Técnica Ana Rocha | Luísa Osório
Estagiária Lisandra Caires
Fotografia Inês d’Orey
Vídeo Juliana Constantino
Produção Cão Danado
Coprodução Centro Cultural Vila Flor, Teatro Nacional São João
Apoio à residência O Espaço do Tempo
Espetáculo coproduzido no âmbito da rede 5 Sentidos
o Cão Danado e Companhia é uma estrutura financiada pela DGArtes | Secretário de Estado da Cultura
Duração 90 min. aprox. c/ intervalo
Maiores de 14
 
Terminal de Aeroporto de Simon Stephens
Tradução Jorge Palinhos
Dramaturgia e Encenação Nuno M Cardoso
Assistência de Encenação Mafalda Lencastre
Interpretação Rita Brütt
Cenografia Catarina Braga Araújo
Figurinos Nuno Baltazar
Luz Rui Monteiro
Música David Santos | noiserv
Produção Executiva Stage One
Produção Técnica Ana Rocha | Luísa Osório
Estagiária Lisandra Caires
Fotografia Inês d’Orey
Vídeo Juliana Constantino
Produção Cão Danado
Coprodução Centro Cultural Vila Flor, Teatro Nacional São João
Apoio à residência O Espaço do Tempo
Espetáculo coproduzido no âmbito da rede 5 Sentidos
o Cão Danado e Companhia é uma estrutura financiada pela DGArtes | Secretário de Estado da Cultura
Duração 30 min. aprox.
Maiores de 14
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PREÇO ESPECIAL ESCOLAS ARTES PERFORMATIVAS
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Através do desconto especial para Escolas de Artes Performativas (que pretende tornar mais acessíveis os espetáculos de dança e de teatro para o público que está em formação especializada), os alunos e professores que pretendam assistir aos espetáculos dos Festivais Gil Vicente poderão aceder a bilhetes no valor de 4,00 euros.
Nova criação da Associação Amarelo Silvestre, “Museu da Existência” é uma peça inspirada na obra “Um Modesto Manifesto para Museus”, de Orhan Pamuk, escritor turco, prémio Nobel da Literatura 2006; e o “Museu da Inocência”, projeto concretizado em Istambul por um homem, Kemal Bey, com objetos da mulher que ele mais desejou.
O espetáculo parte da ideia “de que o futuro dos museus está na casa das pessoas”. Durante a preparação da peça, a Amarelo Silvestre esteve em casa de pessoas que cederam as suas histórias, os seus objetos. O resultado é o espólio que integra a própria dramaturgia do espetáculo. Um Museu com objetos que as pessoas fazem existir. Se não fosse o valor que as pessoas lhes atribuem, esses objetos não existiam. Expondo os objetos, as pessoas existem também. De outra forma, as pessoas nasciam, morriam e acabavam. Assim, ficam. Nascem, morrem e ficam as pessoas através dos objetos. Existem. 

30,00 eur (acesso a todos os espetáculos + 1 visita às exposições patentes no Centro Internacional das Artes José de Guimarães)
A new creation from the Associação Amarelo Silvestre, “Museu da Existência” (“The Museum of Existence”) is a play inspired by “A Modest Manifesto for Museums” by Orhan Pamuk, Turkish writer and 2006 Nobel Prize Winner for Literature and “The Museum of Innocence,” a project carried out in Istanbul by a man, Kemal Bey, who collects objects relating to the woman that he so strongly desires.
The show is based on the idea “that future of museums is in people`s houses.” During the preparation of the show, Amarelo Silvestre was in the homes of those people who presented their stories and their belongings. The result is the collection which makes up the very content of the show. A museum with objects that people have caused to come alive. If it weren`t for the value that people attribute to them, the objects wouldn`t exist. By exhibiting the objects, the people exist as well. In other words, the people would be born, would die and it would be over. Now, they stay on. They are born, die and remain as persons through their objects. They exist. 
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Direção Artística Fernando Giestas e Rafaela Santos
Dramaturgia Fernando Giestas
Encenação Rafaela Santos
Cocriação e Interpretação João Melo
Conceção plástica, Cenografia e Figurinos Ana Seia de Matos
Conceção e Design dispositivo cénico Henrique Ralheta
Conceção plástica digressão Carolina Reis
Apoio espaço sonoro Ana Bento
Desenho de luz Jorge Ribeiro
Fotografia e Design gráfico Luís Belo
Consultoria museológica Susana Medina
Produção executiva Paula Trepado
Criação Amarelo Silvestre
Coprodução Amarelo Silvestre, Teatro Viriato e Centro Cultural Vila Flor 
Projecto cofinanciado pela Direção-Geral das Artes (Apoio Pontual 2015)
Parceria As Casas do Visconde, Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim
Apoio Câmara Municipal de Nelas, Lusofinsa e Borgstena 
Agradecimentos Chapelaria Confiança, Sapataria Custódio Domingos, Ourivesaria Lifon e Relojoaria Suíça (Viseu), Ourivesaria Joyarte, A Velocipédica, Ernesto Augusto dos Santos e Residencial Rossio (Canas de Senhorim); a todos os que contribuíram para este projeto, com histórias e objetos
Lotação 30 lugares (cada sessão)
Duração 90 min. aprox. s/ intervalo
Maiores de 12
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Através do desconto especial para Escolas de Artes Performativas (que pretende tornar mais acessíveis os espetáculos de dança e de teatro para o público que está em formação especializada), os alunos e professores que pretendam assistir aos espetáculos dos Festivais Gil Vicente poderão aceder a bilhetes no valor de 4,00 euros.
A conceituada companhia belga tg STAN encerra a edição de 2016 dos Festivais Gil Vicente com “The Cherry Orchard”, a última peça escrita por Tchekhov, estreada em 1904, ano da sua morte.
Em “The Cherry Orchard” estão presentes todos os elementos típicos de uma peça de Tchekhov: o movimento contínuo das personagens, o tempo e a intensidade em constante mudança; diálogos abruptamente interrompidos por intervenções aparentemente irrelevantes; informações e sentimentos importantes que surgem sem aviso prévio; a elegância dos pormenores; a economia das palavras e das expressões. Tchekhov trabalhou neste texto ao longo de anos, ponderante, hesitante, mudando de tom, enquanto lutava contra o seu estado de saúde. “The Cherry Orchard” é, por isso, considerada uma peça polémica. A natureza trágica ou cómica do texto tem dividido gerações de críticos e criadores. A companhia belga tg STAN junta-se, agora, a esta controvérsia com dez atores a apropriarem-se, de forma ímpar, deste texto amplamente debatido.
30,00 eur (acesso a todos os espetáculos + 1 visita às exposições patentes no Centro Internacional das Artes José de Guimarães)
The renowned Belgian company tg STAN will close the 2016 edition of the Festivais Gil Vicente with “The Cherry Orchard,” the last play written by Chekhov, which premiered in 1904, the year of the playwright`s death.
“The Cherry Orchard” offers audiences all the elements typically associated with Chekhov: the continuous movement of the characters, the concept of time and intensity undergoing constant change, dialogues halted abruptly by apparently irrelevant interruptions, important information and feelings coming surprisingly to the surface, the elegance of detail, and the sparseness of words and expressions. Chekhov worked on this play for a number of years, pondering, hesitating, and changing tone while struggling with his own state of health. “The Cherry Orchard” is therefore considered a problematic play. The tragic or comic nature of the text has divided generations of critics and performers alike. The Belgian company tg STAN has joined the controversy with ten actors who have uniquely taken hold of this amply debated text. 
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Texto Anton Tchekhov
Criação e interpretação Evelien Bosmans, Evgenia Brendes, Robby Cleiren, Jolente De Keersmaeker, Lukas De Wolf, Bert Haelvoet, Minke Kruyver, Scarlet Tummers, Rosa Van Leeuwen, Stijn Van Opstal, Frank Vercruyssen
Desenho de luz Thomas Walgrave
Figurinos An d`Huys
Cenário em colaboração com Damiaan De Schrijver
Equipa Técnica Tom Van Aken, Chris Vanneste, Tim Wouters
Produção STAN
Agradecimentos Cynthia Loemij, Woedy Woet, Kopspel vzw
Estreia da versão alemã 14 maio 2015, Théâtre Varia l Kunstenfestivaldesarts, Brussels
Estreia da versão francesa 24 setembro 2015, Théâtre Garonne, Toulouse
Estreia da versão inglesa 7 outubro 2015, Dublin Theatre Festival, Ireland
Coprodução Kunstenfestivaldearts, Festival d`Automne (Paris), Théâtre de la Colline (Paris), TnBA (Bordeaux), Le Bateau Feu (Dunkerque), Théâtre de Nîmes, Théâtre Garonne (Toulouse) e STAN 
Este projeto é coproduzido por NXTSTP, com o financiamento de Culture Programme of the European Union
STAN são Jolente De Keersmaeker, Sara De Roo, Damiaan De Schrijver, Sigrid Janssens, Ann Selhorst, Renild Van Bavel, Veerle Vandamme, Frank Vercruyssen, Thomas Walgrave e Tim Wouters
STAN é financiado por The Flemish Community
STAN é associado do Théâtre Garonne Toulouse
Espetáculo em língua inglesa
Apoio à apresentação Alkantara, NXTSTP/Programa Cultura da União Europeia
Duração 140 min. aprox. s/ intervalo
Maiores de 12
A Lark é um laboratório internacional de teatro, com sede em Nova Iorque, que se dedica a apoiar dramaturgos e histórias que sejam o reflexo da comunidade.
A sua missão, que se cruza novamente com a do Teatro Oficina, invade o festival de teatro da cidade, para uma reescrita da forma como escrevemos, enquanto nos interrogamos que teatro queremos. Laureen Yee e Rogelio Martinez juntam-se a Jacinto Lucas Pires, dramaturgo residente do Teatro Oficina em 2016, para este laboratório de escrita, convidando autores, atores, estudantes e interessados na criação teatral a pensar connosco as regras e princípios da palavra no palco.
 
Data 01 a 08 de junho
Horário 10h00-13h00 e 14h00-16h30
Local Sala S1 do Palácio Vila Flor
Orientação Laureen Yee, Rogelio Martinez e Jacinto Lucas Pires
Público-alvo estudantes e profissionais da área do teatro
Nº máximo de participantes 30
Data limite de inscrição 30 de maio
Preço 50,00 eur (com direito a bilhete para os espetáculos dos Festivais Gil Vicente que se realizam no Grande Auditório do CCVF)
 
As inscrições poderão ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor, na Plataforma das Artes e da Criatividade, ou neste site através do preenchimento do formulário disponível online.
 
As inscrições só serão consideradas válidas após realizado o pagamento respetivo. O pagamento poderá ser efetuado em numerário no Centro Cultural Vila Flor ou na Plataforma das Artes e Criatividade, através de cheque enviado por correio à ordem de “A Oficina, CIPRL”, ou através de referência multibanco a gerar no ato de inscrição, até à data limite designada para o efeito. Em caso de desistência, o valor apenas será reembolsado se a mesma ocorrer até 48h antes do início da atividade.
Lark is an international theatre laboratory located in New York and dedicated to supporting the playwrights and the stories which are a reflection of the community.
Its mission (which overlaps with Teatro Oficina`s) is to invade the city`s theatre festival for a rewriting of the way we write and of how we question ourselves about the type of theatre we want. Laureen Yee and Rogelio Martinez will join Jacinto Lucas Pires, resident playwright at the Teatro Oficina in 2016, for this writing laboratory, which invites authors, actors, students, and others interested in the theatre arts to ponder the rules and principles surrounding the spoken word on stage.  
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Local_PAC/Cafetaria
“Há conversa com...” acontece regularmente após um espetáculo com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir dos objetos artísticos. No âmbito dos Festivais Gil Vicente, teremos uma conversa com João Garcia Miguel sobre o processo de criação da peça “Ciclo Novas Bacantes”.

Moderação Francesca Rayner

“Conversations with...” is a post-show event that takes place frequently as a way to expand the vocabulary needed when artists and audience members come together to discuss a performance. The goal is to encourage the ‘critical spirit’ and to enhance one`s appreciation of the arts. During the Festivais Gil Vicente, our guest will be João Garcia Miguel, who will speak about the creative processes involved in putting together the show “Ciclo Novas Bacantes”.
 
 
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Todas as idades

Entrada Livre
Local_CAR - Círculo de Arte e Recreio
400 anos após a sua morte, assinalados em 2016, William Shakespeare mantém-se como uma das mais influentes figuras do teatro contemporâneo, dada a essência e atualidade da sua obra.
Decidimos assim debater, nesta edição dos Festivais Gil Vicente, a paixão e o fascínio em torno da sua personalidade por parte de criadores que ciclicamente com ele se encontram para formular novas ideias a partir do seu universo. Será Shakespeare uma fonte de inspiração inesgotável? A convocatória para o debate está feita.
 
Moderação Francesca Rainer 
Painel Marcos Barbosa, Jacinto Lucas Pires, João Pedro Vaz
The year 2016 marks the 400th anniversary of the death of William Shakespeare, who nevertheless remains as one of the most influential figures in the modern theatre given the profound essence and contemporary relevance of his work.
At the Festivais Gil Vicente we have thus decided to debate the passion and fascination surrounding his personality with performers who are regularly spurred on to approach new ideas by entering the Bard`s universe. Is Shakespeare truly a limitless source of inspiration? The invitation to the debate has been made, so come join us. 
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Todas as idades

Local_Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade
“Há conversa com...” acontece regularmente após um espetáculo com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir dos objetos artísticos. No âmbito dos Festivais Gil Vicente, teremos uma conversa com Rafaela Santos e Fernando Giestas sobre o espetáculo “Museu da Existência”.

Moderação Francesca Rayner

“Conversations with...” is a post-show event that takes place frequently as a way to expand the vocabulary needed when artists and audience members come together to discuss a performance. The goal is to encourage the ‘critical spirit’ and to enhance one’s appreciation of the arts. During the Festivais Gil Vicente, our guests will be Fernando Giestas and Rafaela Santos, who will speak about the show “Museu da Existência”.
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Todas as idades

Durante os Festivais Gil Vicente, o Círculo de Arte e Recreio será um ponto de encontro do festival, onde artistas e público se poderão juntar num espaço de partilha, debate e convívio. Um espaço de festa e um espaço comum dos que amam o teatro e convivem com o teatro.
During the Gil Vicente Festivals, the Arts and Recreation Circle will be a meeting point of the festival, where artists and audience can join in a sharing environment to debate and enjoy social gathering. A place to celebrate and a place that is a common area for those who love theatre and live with theatre.
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Todas as idades

2,00 EUR
No ano de 1513 o rei D. Manuel I trouxe um rinoceronte da Índia para ir viver no seu palácio.
No CIAJG vamos viajar para conhecer peças da coleção e desenhar cartografias e lugares com o objetivo de representar o que é real e imaginário, o que é visível e desconhecido.
 
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Horário 16h00
Público-alvo maiores de 4
Duração 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 48h de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt 
It was in the year 1513 that King Manuel I brought a rhinoceros from India to live in the royal palace.

At CIAJG, we will travel about as a way to get to know the pieces from the collection and to draw charts and maps and dream of places with our goal being to represent what is real and what is imagination, what is visible and what is unknown. 

 
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Space Sound Shelter é uma performance sonora para espaço público com reduzida poluição luminosa. Um concerto performance onde a parte visual é assegurada por um céu límpido e estrelado.
A performance tem como instrumentos base diapasões, onde as frequências são calculadas através da sequência numérica de Fibonacci e uma seleção de poemas de Inger Christensen. O público terá consigo auscultadores wireless, podendo desta maneira viajar no espaço, tornando, se desejar, a experiência nómada e assumindo a responsabilidade de escolha do sítio para usufruir do espetáculo. Com esta performance pretende-se que o espetador (re)encontre a beleza de uma paisagem não domesticada e esculpida  à escala humana, experienciando sónica e visualmente a sua força “bruta”.  Experienciar a natureza, de uma forma desmedida, sem tentar, racionalmente, entender esse encontro/confronto; poder observar e ouvir para ser parte dela.  
 
Locais:
Sexta 17 | Moreira de Cónegos
Quinta da Quintã
Rua Santa Tecla, nº 61
4815-330 Moreira de Cónegos
41.378431, -8.348496
Inscrições na Junta de Freguesia de Moreira de Cónegos através dos contactos: 253 563 028 / 253 525 955
Sábado 18 | Oleiros
Quinta Casal São Romão do Meio
Rua de Santo Romão 2171
4805-609 Oleiros
41.466323, -8.411740
Inscrições na Junta de Freguesia de Oleiros através do contacto: 914 237 829 
Mais informação através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt 
Space Sound Shelter is an outdoor open-space sound performance with reduced light pollution, meaning a unique concert performance where the visual backdrop is the clear, starry night sky.

Featured instruments in the performance are tuning forks whose frequencies are set to the Fibonacci number sequence and played to accompany the poems of Inger Christensen. The audience will be given wireless headphones and will thus have the option to travel through space, even adding a touch of the nomad (if desired) by wandering off to select your very own spot to enjoy the show. The goal of the show is to have the concert-goer (re)encounter the beauty of an untamed landscape that is sculpted on a human scale and to experience its ‘brute’ force in both sound and visuals. The idea is to experience nature in its fullness without trying to rationalize this encounter/confrontation and to observe and listen in as a way to become a part of nature. 

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Maiores de 12

Com a chegada das férias do verão chegam também as três semanas de muitas atividades artísticas e lúdicas para os mais jovens. A cada dia uma oficina/atividade diferente. Para vir num só dia ou durante três semanas, sozinhos ou em pequeno grupo.
Informação mais detalhada brevemente.
With summer holidays about to kick in, there is something else on the horizon: three weeks of fun artistic activities being prepared for young people. Every day will feature a different workshop or activity. Come and join us – be it for just one day or the entire three weeks, or by yourself or with a group of friends. Don`t miss it!
More information soon.
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2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Estive no Líbano entre os dias 5 e 14 de janeiro. Deambulei pelas ruas desertas e movimentadas de Beirute, captando imagens e tentando compreender esta cidade complexa.
Por toda a parte deparava com vestígios da história e de guerras prévias. No dia 12 de janeiro, o governo libanês caiu. Um taxista passou por mim e gritou: Não temos governo! As mesmas ruas estavam agora repletas de militares e o acto de fotografar deixou de ser tão simples como anteriormente. Avancei para a baixa da cidade junto ao mar e tirei a minha última foto em Beirute. Fotografei o mar, de um azul profundo e muito plácido… a vida prossegue.
 
Horário da Exposição
terça a sexta-feira
09h30-13h00 | 14h30-19h00
sábado
10h00-13h00 | 15h00-19h00
I was in Lebanon from the 5th to the 14th of January. I strolled around both the empty and busy streets of Beirut, taking photos and trying to come to grips with this complex city. Traces of history and previous wars were to be found everywhere.
On the 12th of January, the Lebanese government collapsed. A taxi driver passed by and shouted We have no government! Suddenly the same streets were now filled with military soldiers and taking photos as not as simple as before. I walked downtown by the seaside and did my last photo in Beirut. I photographed the sea, deep blue and very placid... still there.  
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Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Com a exposição “Civilizações de Tipo I, II e III”, Rui Toscano prossegue, aprofunda e, em certa medida, expande a investigação em torno do universo de exploração espacial, que o artista havia já abordado em peças isoladas e de um tema ao qual dedicou recentes exposições.

A presente exposição reúne um conjunto de peças inéditas bem elucidativo do vasto espetro de suportes que Rui Toscano explora, que vão do som à luz, passando pela imagem fotográfica, a pintura, o desenho e o vídeo, mas também das estratégias que vem persistentemente desenvolvendo ao longo do seu trabalho, há já mais de 20 anos. A exposição constitui uma parceria com o Museu do Chiado - Museu Nacional de Arte Contemporânea. 

 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
With the exhibition, “Civilizações de Tipo I, II e III”, (“Type I, II and III Civilizations”), Rui Toscano is moving forward with, deepening and to a certain extent expanding his investigation of the universe of the exploration of space, a theme which the artist has already touched upon in isolated works in the past and has dedicated recent exhibitions.
The present exhibition brings together a group of unseen and quite revealing pieces from the vast spectrum of media which Rui Toscano delves into, which range from sound to light and include photographic images, painting, drawing, and video and which incorporate strategies that he has persistently developed along his more than 20 year career. This exhibition is made possible via a partnership with Museu do Chiado – Museu Nacional de Arte Contemporânea.
 
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Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Na exposição “A idade do perigo”, João Grama, artista formado no Ar.Co, sistematiza uma interrogação sobre a aproximação entre as entidades humana e animal, relação arcaica e repleta de estranheza, alteridade e reconhecimento.
Focando a atenção na figura da armadilha, enquanto artifício que propicia o encontro, João Grama demanda paisagens e lugares longínquos, no mar ou na montanha, no litoral ou no exterior, para refletir sobre a temporalidade e a metafísica da existência. 
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
In the exhibition entitled “A idade do perigo” (“The age of danger”), João Grama, an artist who studied at Ar.Co, systemizes the inquiry of the closeness between human and animal entities, the archaic and fully unusual relationships of alternation and recognition.

Focusing his attention on a type of trap which might serve as a pretense to spark an encounter, João Grama recalls faraway landscapes and places, both at sea or in the mountains, on the shore or on the inland plains, as a way to reflect the temporality and the metaphysics of existence. 

 
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Francisco Janes é um artista português formado no Ar.Co e que, atualmente, vive em Vilnius, na Lituânia.
O trabalho que desenvolve integra o filme, a fotografia e o som para abordar sítios particulares construídos pela mão do homem onde os ciclos da natureza e a ressonância do cosmos se confundem com os rituais humanos de celebração do lugar. 
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Francisco Janes is a Portuguese artist who studied at Ar.Co and who currently lives in Vilnius, Lithuania.
His most recently developed work is what comprises the film, the photography, and the sound as a way to approach the special places built by the hand of man where the cycles of nature and the resonance of the cosmos meld with the human rituals of the celebration of place.
 
 
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Labirinto e Eco” é o mote da nova montagem da coleção permanente do Centro Internacional das Artes José de Guimarães.
Durante o período de um ano, as salas do piso superior do CIAJG vão acolher um extenso e variado conjunto de intervenções de artistas contemporâneos, convidados a dialogar com os notáveis objetos da coleção de José de Guimarães e outros entretanto reunidos no acervo da instituição. O eco da criação artística propaga-se pelos tempos, numa fascinante e misteriosa viagem que descobrimos com renovado espanto a cada visita que fazemos ao museu, a cada museu. No CIAJG não é diferente. Propomos uma experiência única de visita ou revisitação através do labirinto da história pelo próprio pé do espetador ou pela mão dos monitores do nosso Serviço Educativo.
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
“Labirinto e Eco” (“Labyrinth and Echo”) is the name given to the new arrangement of the permanent collection of the José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG).
In the coming year, the exhibition rooms of the upper floor of the CIAJG will welcome an extensive and varied set of contemporary art pieces which are meant to enter a dialogue with notable objects created by the artist José de Guimarães as well as other pieces held in the institution’s collection. The echo of the artistic creation is a sound that carries over the decades and centuries in a fascinating and mysterious journey that unfolds with renewed awe each time we visit the museum, any museum. And the CIAJG is no different. Allow us to propose a unique visitor´s experience through the labyrinth of history – you may tread the path yourself or take the hand of a docent from our Educational Services. 
 
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