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ENTRADA LIVRE
10 anos a estender a Manta. Um hábito que virou ritual e sem o qual já não passamos. Por se ter convertido no ponto de reencontro obrigatório no regresso à cidade, no regresso à temporada artística e ao nosso lugar em comunidade.
O Manta é um dos pontos cardeais da programação do CCVF, porque abre um novo ciclo e porque o faz de modo celebratório num contacto altamente estimulante com as manifestações artísticas de Portugal e do mundo no âmbito da música, linguagem universal por excelência.
Para esta 10ª edição decidimos evocar a memória internacional da Capital Europeia da Cultura, ao promover o regresso em concerto único de Thurston Moore. E também dos Capitão Fausto, que passaram pelo CCVF em formato indoor no ano seguinte. Teremos ainda como fator novidade a abrir para cada um deles: Valter Lobo e Alek Rein. Os Capitão Fausto são a voz do Portugal contemporâneo. Um dos mais bem sucedidos projetos da cena nacional que, depois de uma primeira erupção no panorama musical, afirmam-se agora de forma irreversível. A criar clima para a sua entrada outro músico em crescendo, Valter Lobo, que revelará parte do seu novo álbum a editar muito em breve. Thurston Moore é um ícone em movimento. Regressa a Guimarães para um concerto exclusivo, desta vez nos jardins e traz na bagagem o seu novíssimo álbum, bem como uma incrível banda que o acompanhará nesta digressão. Antes disso a noite abre com Alek Rein, um dos nomes emergentes do momento que tem assumido presença nos principais festivais de verão do país.
E à 10ª edição, o Manta continua tão irreverente, único e essencial como da primeira vez que se revelou ao público. A arte é assim, geradora de novas dinâmicas e instigadora de valores inclusivos tão fundamentais ao mundo que hoje construímos. Por isso… façamos parte!
 
DJ SET APÓS OS CONCERTOS
Sexta, 02 setembro Los Bomboneros
Sábado, 03 setembro Isidro Lisboa
We`ve setting out the ´Manta` for 10 years now – it`s a habit that became a ritual and now is something that we could never do without because the event has been transformed into an obligatory meeting place for both a return to the city and a return to the new artistic season and our place in the community.
Manta is one of the ways that CCVF`s programming gets its bearings because it opens up a new season and adds a celebratory touch par excellence to the truly exciting contact to be had with the artistic creations and creativity on offer in Portugal (and from around the world) in the realm of music, the universal language. 
 For this 10th edition, we have decided to recall a memorable performance from the 2012 European Capital of Culture and offer another unique concert by Thurston Moore. In addition, there will be Capitão Fausto, who gave an indoor concert the following year. And to add something new, the opening act for each one will be Alek Rein and Valter Lobo. The group Capitão Fausto is the voice of contemporary Portugal and one of the most successful on the national level which, following their veritable explosion onto the country`s music scene, has meant that there`s no turning back. Warming up the crowd will be another rising musical star, Valter Lobo, who will present part of his soon-to-be-released new album. Thurston Moore is an icon who is always on the go. He returns to Guimarães for an exclusive concert, this time in the gardens, and he brings with him his latest album as well as an incredible band that will accompany him throughout this tour. Prior to his performance the evening begins with Alek Rein, an up-and-coming name on the summer festival circuit in Portugal. 
For its 10th anniversary, Manta remains as irreverent, unique and essential as the first time it appeared to audiences. Art is like that – it generates new dynamics and sparks inclusive values that are so fundamental to the world we are building today. That`s why we say … everyone should take part!
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 Todas as idades

ENTRADA LIVRE
Os Capitão Fausto são a voz do Portugal contemporâneo. Um dos mais bem sucedidos projetos da cena nacional que, depois de uma primeira erupção no panorama musical, afirmam-se agora de forma irreversível.
Os miúdos largaram as saias da mãe, como dizem em “Os Dias Contados”, e fizeram-se à vida. Do outro lado das comodidades da atividade estudantil, entram agora na idade adulta e começam a sair de casa. É este o mote para o mais recente projeto dos Capitão Fausto. Sem perderem a identidade, mas mudando um pouco de rota em relação aos trabalhos anteriores, “Capitão Fausto têm os dias contados” é um álbum sublime, com letras assertivas, mas que não perdem um certo lirismo. As melodias são de um pop primoroso que nos levam para outras décadas, quase um repescar das influências que ouviam na infância, no gira-discos em casa dos pais. Assim como as canções que compõem este álbum, o Manta é o cenário idílico para ouvir estes rapazes que, com descontração mas também prudência, se fazem homens enquanto produzem um dos mais belos discos do ano.
 
Antes dos Capitão Fausto tomarem as rédeas do palco, o Manta recebe Valter Lobo, que traz aos jardins do CCVF o seu “Mediterrâneo”. Músicas bonitas, a simplicidade majestosa do mar a espreitar a cada acorde. O som da felicidade.
 
DJ SET APÓS OS CONCERTOS
Los Bomboneros
Capitão Fausto is the voice of contemporary Portugal and one of the most successful groups on the national level which. Following their veritable explosion onto the country`s music scene, their popularity means that there`s no turning back.
The kids have left the nest, as they say in “Os Dias Contados,” and have gone off into the world. Leaving behind the comforts of student pursuits, they have reached adulthood and have begun to fend for themselves. This is the underlying theme of the most recent work from Capitão Fausto. You may say that they have gone astray, perhaps deviating a bit from the path taken by previous work, but “Capitão Fausto têm os dias contados” (“Capitão Fausto`s days are numbered”) is a sublime album with strong lyrics but one which still holds on to a certain lyricism. The melodies are reminiscent of early pop tunes that take us back decades, hinting at the music we enjoyed in our youth, played on the turn-tables our parents used to have. Just like the songs which make up this album, Manta is the idyllic setting to hear how these guys, in a relaxed yet prudent way, turn into gentlemen as they perform one of the most beautiful albums of the year. 
Before Capitão Fausto takes to the stage, Manta will receive Valter Lobo, who brings to the CCVF gardens his present work entitled, “Mediterrâneo.” Beautiful songs and the majestic simplicity of the sea are there with each chord. The sound of happiness. 
 
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Valter Lobo
Valter Lobo voz e guitarra
Jorge Moura guitarras e programações
Tiago Borges fliscorne e percussão

Capitão Fausto
Tomás Wallenstein voz e guitarra
Manuel Palha guitarra
Francisco Ferreira teclas
Salvador Seabra bateria
Domingos Coimbra baixo
Todas as idades
ENTRADA LIVRE
Thurston Moore é um ícone em movimento. Regressa a Guimarães para um concerto exclusivo, desta vez nos jardins do CCVF e traz na bagagem o seu novíssimo álbum, bem como uma incrível banda que o acompanhará nesta digressão.
Não há muito que possamos dizer sobre Thurston Moore que ainda não tenha sido dito. Os Sonic Youth, banda da qual foi mentor, permanecem tão relevantes e vitais hoje como sempre foram e Moore mostra que o seu entusiasmo em fazer grandes músicas permanece intacto. Com uma agenda sempre preenchida, ele encontrou tempo para gravar o maravilhoso “The Best Day”. É um disco grande e arrojado, marcado pelas guitarras radicais de Moore bem como laivos à música expansiva da banda com que se consagrou. Para trazer tudo isto à vida, ele reuniu um conjunto de músicos inigualável, The Thurston Moore Group. Aos jardins do Centro Cultural Vila Flor, estes veteranos do rock trazem o segundo álbum, “Rock’N’Roll Consciousness”. Uma noite inesquecível, um cenário deslumbrante e, no palco, uma lenda viva do rock. Aos 10 anos, o Manta continua tão irreverente, único e essencial como da primeira vez que se revelou ao público.
 
Alek Rein atua nos jardins do CCVF, fazendo o aquecimento para a entrada em palco de Thurston Moore. As canções do músico surgem entre a confissão, o protesto e o sonho, alinhado na tradição do psicadelismo folk anglo-saxónico. 
 
DJ SET APÓS OS CONCERTOS
Isidro Lisboa
Thurston Moore is an icon who is always on the go. He returns to Guimarães for an exclusive concert, this time in the gardens, and he brings with him his latest album as well as an incredible band that will accompany him throughout this tour.
There is not much more we can say about Thurston Moore that hasn`t already been said before. Sonic Youth, the band he mentored, remain as relevant and vital today as ever, and Moore continues to show that his enthusiasm for making great songs is still very much intact. With a permanently busy schedule, he has still found time to record the marvelous “The Best Day.” It is a wonderful and daring recording, marked by Moore’s radical guitar as well as hints of the musical style of the band he worked so hard to make famous. To bring all this to life, he has brought together a group of matchless musicians in The Thurston Moore Group. The gardens of the Vila Flor Cultural Center will welcome these veterans of rock and their second album, “Rock`N`Roll Consciousness.” This is sure to be an unforgettable night, with an amazing set and a legend of rock performing on stage. For its 10th anniversary, Manta remains as irreverent, unique and essential as the first time it appeared to audiences. 
Alek Rein will also perform in the CCVF gardens as the warm-up act for Thurston Moore. His songs are a blending of confession, protest, and dreaming, along the lines of the psychedelic Anglo-Saxon folk tradition.
 
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Alek Rein
Alexandre Rendeiro voz e guitarra elétrica
Guilherme Canhão baixo
Luís Barros bateria

The Thurston Moore Group
Thurston Moore voz e guitarra 
Deb Googe baixo
James Sedwards guitarra elétrica
Ich Newman bateria
Todas as idades
ENTRADA LIVRE (até ao limite da lotação da sala)
Levantamento dos bilhetes no dia do espetáculo (17 de setembro), das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00, no Palácio Vila Flor, e a partir das 20h00 na Bilheteira Central do CCVF, no máximo de 2 bilhetes por pessoa.
Para comemorar o seu 11º aniversário, o Centro Cultural Vila Flor oferece ao público um espetáculo único para ser relembrado por longos anos. The Tiger Lillies são a decadência luxuriante do cabaret no seu melhor. Chegam até nós com um espetáculo que é um tributo a Edith Piaf.
The Tiger Lillies contam com uma carreira de aproximadamente um quarto de século e continuam a ser uma das bandas mais originais e provocadoras, que desafiam todos os rótulos e géneros. Com um longo percurso pejado de sucessos e uma marca indelével na história da música britânica, o universo de The Tiger Lillies é negro e peculiar, com momentos que passam pela tristeza profunda, pela beleza imensa ou ainda por um humor controverso. Com uma ironia refinada, este trio vagueia pelos aspetos mais obscuros da vida. A sua música é profundamente marcada pelo cabaret berlinense anterior à guerra, a ópera anárquica e música cigana, com laivos de Bertolt Brecht e Jacques Brel. Não se enganem, para este trio não há limites. Mais do que um concerto, os The Tiger Lillies oferecem ao público uma experiência. Constantemente à procura de novos desafios, prosseguem na sua identidade que choca, encanta e diverte, com performances ao vivo que são triunfais, daquelas de tirar o fôlego. Para o 11º aniversário do CCVF, esta banda icónica traz a Guimarães um concerto que é uma ode à vida e obra de uma mulher que se tornou lenda: Edith Piaf (1915–1963). Ao apagar das 11 velas, o CCVF não podia presentear melhor o seu público. 
To commemorate its 11th anniversary, the Vila Flor Cultural Center is offering audiences a one-of-a-kind show that will be remembered for years to come. The Tiger Lillies are the luxurious decadence of cabaret at its best, and they`re bringing us a show that is a tribute to Edith Piaf.
The Tiger Lillies have enjoyed a career that spans nearly a quarter of a decade, and they continue to be one of the most original and provocative bands on the scene as they defy all sort of labels and genres. A group whose career path is jam-packed with repeated successes and indeed one which has left an indelible mark on the history of British music, The Tiger Lillies reside in a universe that is somber and special, with moments which traverse areas of deep sadness, intense beauty and even a bit of controversial humor. With a keen sense of irony, this trio wanders through the darker aspects of life. Their music is profoundly marked by the pre-war Berlin cabaret scene, counter-opera and gypsy music, with strong nods to the likes of Bertolt Brecht and Jacques Brel. Don`t be fooled, though, because for this trio there are no limits. More than a concert, the Tiger Lillies offer audiences a truly unique experience. Constantly on the lookout for new challenges, the group pursues an identity that at the same time shocks, charms, and entertains, with live shows which are triumphant, ones that take your breath away. For the CCVF`s 11th anniversary, this iconic band brings to Guimarães a concert performance that will be an ode to the life and work of a woman-turned-legend: Edith Piaf (1915-1963). To help celebrate its anniversary, the CCVF could not have found a better present to treat both itself and its faithful audiences. 
 
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Martyn Jaques voz, acordeão, piano, ukulele
Adrian Stout contrabaixo, serrote musical, teremim, voz
Jonas Golland bateria, percussão 
Maiores de 12
COMPRAR BILHETES
10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Paulo Ribeiro regressa ao Centro Cultural Vila Flor para apresentar “A festa (da insignificância)”, espetáculo que assinala os vinte anos da sua Companhia.
 A Companhia Paulo Ribeiro celebra duas décadas e a sua história conta com mais de duas dezenas de criações, comprovando um percurso longo que se funde com a própria história da chamada nova dança portuguesa. Estreada em novembro do ano passado, “A festa (da insignificância)” põe em palco dez bailarinos ao som de músicas de Ben Harper ou Tom Zé e de propostas contemporâneas de Matthew Shlomowitz. Esta criação assume-se como uma festa, na qual o coreógrafo tem a pretensão de dar corpo às motivações interiores e secretas, dar corpo à utopia, à expetativa e à vontade de criar uma plataforma de entendimentos e cumplicidades. Uma festa, uma manifestação de prazer, que se estende do autor ao palco e do palco ao público. E também ao CCVF!
Paulo Ribeiro returns to the Vila Flor Cultural Center to present “A festa (da insignificância),” a show which commemorates his 20th anniversary with his Company.

The Companhia Paulo Ribeiro is celebrating two decades of history of their having created more than two dozen creations which indeed attest to this long artistic journey, not only for itself but within the context of Portuguese dance. Premiered in November 2015, “A festa (da insignificância)” [“The Festival (of insignificance)”] features ten dancers on stage performing to the music of Ben Harper and Tom Zé, choreographed by Matthew Shlomowitz. This is a show that is festive in style and where the choreography intends to flesh out inner and secret motivations, utopia, expectation, and the will to create a platform of understanding and closeness. It is a fiesta, a manifestation of pleasure which spreads from the author to the stage and from the stage to the audience. And to the entire Cultural Center as well!

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Coreografia e Direção Paulo Ribeiro
Interpretação Ana Jezabel, Filipa Peraltinha, Teresa Alves da Silva, Rosana Ribeiro, São Castro, Allan Falieri, André Cabral, António Cabrita, João Cardoso e Valter Fernandes
Música de Tom Zé, Matthew Shlomowitz e Ben Harper
Consultadoria e Direção Musical Miquel Bernat
Músicos ao Vivo Drumming Grupo de Percussão: Miquel Bernat e Miguel Moreira
Figurinos José António Tenente
Desenho de Luz Nuno Meira
Produção Companhia Paulo Ribeiro
Coprodução Théâtre De Chaillot; Scène National De Besançon; Fundação Caixa Geral de Depósitos - Culturgest; Teatro Nacional São João, Teatro Viriato e Câmara Municipal de Viseu
Agradecimentos Margarida Meireles e Companhia Nacional de Bailado
Maiores de 12
O espetáculo “Força Humana”, um projeto de António Fonseca e José Neves, a partir de Os Lusíadas de Luiz de Camões (cuja estreia absoluta está agendada para 30 de setembro, na Plataforma das Artes), terá uma oficina associada, dirigida a professores e estudantes do ensino secundário.
Na primeira sessão da oficina, António Fonseca fará uma introdução geral ao poema e ao modo de abordagem, centrado na oralização e na apropriação da linguagem poética. Segue-se um trabalho prático, orientado por António Fonseca e José Neves, que incluirá a leitura partilhada e o ensaio de dois episódios escolhidos. Entre as duas sessões, os participantes serão desafiados a memorizar um fragmento de Os Lusíadas, que será utilizado na segunda sessão da oficina.
 
Datas 26 e 27 setembro 
Horário 18h00-21h00
Local Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade 
Público-Alvo Professores e Estudantes do Ensino Secundário
Nº máximo de participantes 25
Preço Por participante (professor ou aluno) 5,00 eur / Duplas (professor + aluno) 5,00 eur
Data limite de inscrição 22 setembro
The show “Força Humana” (Human Force”), a project by António Fonseca and José Neves, based on “Os Lusíadas” by Luiz de Camões (the premiére is scheduled for September 30th at Platform of Arts and Creativity), will have an associated workshop, specially conceived to teachers and high school students.

In the first session of the workshop, António Fonseca will give a general introduction to the poem and the way of approach, focused on the oralization and on the appropriation of the poetic language. This will be followed by practical work, directed by António Fonseca and José Neves, that includes shared reading and the rehearse of two selected episodes. Between the two sessions, the participants will be challenged to memorize a fragment of “Os Lusíadas”, that will be used in the second session of the workshop.

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7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Força Humana” é um projeto de António Fonseca e José Neves, a partir de Os Lusíadas de Luiz de Camões, com música de Paulo Furtado, cuja estreia absoluta acontece em Guimarães.
“Força Humana” parte do desejo de encontrar, na vastidão do poema épico, as pistas de decifração do Portugal contemporâneo. Nos quase nove mil versos de Os Lusíadas, poema para ser entoado e não analisado por gramáticos, como disse António José Saraiva, está uma música muito particular que é a língua portuguesa. A pedra de toque deste projeto assenta assim no trabalho de António Fonseca e José Neves, dois atores do prazer das palavras, dois intérpretes capazes de todas as buscas que uma personagem-povo pode propiciar. Depois ainda, a música das palavras dialoga com outras músicas, tão ou mais essenciais, através da partitura de Paulo Furtado, espécie de via múltipla entre a tradição da guitarra portuguesa e a pungência elétrica dos blues, outro dos modos possíveis desta nossa condição de marítimos.
“Força Humana,” a new show from António Fonseca and José Neves, is based on the Lusiads by Luiz de Camões and features music by Paulo Furtado, with this performance in Guimarães being the show`s world premiere.
“Força Humana” (“Human Force”) begins with the desire to enter the vastness which is this epic poem and to encounter clues for deciphering modern Portugal. In the nearly nine thousand verses of The Lusiads – a poem meant to be spoken and not analyzed by grammarians, says António José Saraiva – there is a very specific music to the Portuguese language. The touchstone for this project has been laid upon the work of António Fonseca and José Neves, two actors who love words, two performers able to sound the depths of what the nation-character can offer. Furthermore, the music of the words enters a dialogue with the music composed by Paulo Furtado, as fundamental as the spoken word (if not more so), in a type of ´multi-directional pathway` that intertwines the tradition of Portuguese guitar and the forceful electric vibe of the blues, which is yet another thread of emotion so often woven into the fabric of a Portuguese mariner`s life. 
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Força Humana, a partir de Os Lusíadas, de Luiz de Camões
Dramaturgia, direção e interpretação António Fonseca e José Neves
Música Paulo Furtado
Espaço cénico F Ribeiro
Sonoplastia e desenho de som José Neves e Pedro Costa
Assistência de direção Mirró Pereira
Um projeto Antunes Fidalgo Unipessoal
Em coprodução com Teatro Nacional D. Maria II, Centro Cultural Vila Flor, Centro de Arte de Ovar e CAL - Centro de Artes de Lisboa
Maiores de 12
Entrada livre
[A Bienal aceita a contribuição de 2 ou 5 euros, com direito a Pin`s da Contextile]
Uma exposição inédita que integra 54 obras, de 51 artistas, selecionadas entre 732 propostas (544 artistas) por um júri internacional composto por Lala de Dios, Cláudia Melo, Lívia Papai, Paula Sá e Paulo Leocádio.
Um retrato da criação de arte têxtil contemporânea no panorama artístico nacional e internacional, com obras provenientes de artistas dos quatro cantos do mundo, de países como Japão, Taiwan, Argentina, Brasil, Estados Unidos, Polónia, Inglaterra, Portugal, entre outros. O júri da bienal atribui, também, um Prémio de Aquisição e menções honrosas.
 
Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
An original exhibition showing 54 artworks of 51 artists, selected among 732 proposals (544 artists), selected by an international Jury composed by Lala de Dios, Cláudia Melo, Lívia Papai, Paula Sá e Paulo Leocádio.
A portrait of contemporary textile art in the national and international artistic scope, with artworks of artists from all around the world, of countries such as Japan, Taiwan, Argentina, Brazil, United States, Poland, United Kingdom, Portugal, among others.  The jury of the biennial also attributes an Acquisition Prize and honorable mentions.
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Mais informação em www.contextile.pt
Todas as idades
Entrada livre
Local: Casa da Memória

[A Bienal aceita a contribuição de 2 ou 5 euros, com direito a Pin`s da Contextile]
Exposição das artistas Elena Brebenel (Roménia), Inguna Levsa (Letónia) e Sandra Heffernan (Nova Zelândia) resultado de residências artísticas realizadas em junho e julho, nas empresas têxteis Sampedro e MoreTextiles, e na Oficina (bordadeiras).
A Contextile propôs a estas artistas, selecionadas a partir de uma convocatória nacional e internacional (43 artistas candidatos), uma residência tendo como objetivo a criação e produção de obras artísticas a partir das técnicas de Jacquard, Estampagem e Bordado de Guimarães. Estas residências contribuem para a prossecução dos objetivos estratégicos da bienal: aproximar a Indústria Têxtil e o Bordado (de Guimarães) à arte têxtil contemporânea, possibilitando, aos artistas, novas experiências e novas abordagens criativas a partir das diferentes técnicas de manufaturação do têxtil.
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Exhibition from the artists Elena Brebenel (Romania), Inguna Levsa (Latvia) and Sandra Heffernan (New Zealand) resulting of artistic residencies occurring in June and July in the textile companies Sampedro and MoreTextiles, and at Oficina (embroiderers).
Contextile proposes to these artists, selected of a national and international call (43 artists candidates), a residency that has as objective the creation and production of artistic artworks from theJacquard, Imprint and Embroidery of Guimarães techniques. These residencies contribute to the prosecution of the biennial strategic objectives: to approach Textile Industry and the Embroidery (of Guimarães) to contemporary textile art, enabling artists of new experiences and new creative approaches, from the different techniques of textile manufacturing. 
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Mais informação em www.contextile.pt
Todas as idades
Entrada livre
[A Bienal aceita a contribuição de 2 ou 5 euros, com direito a Pin’s da Contextile]
No âmbito da Contextile 2016, o CIAJG apresenta uma ampla mostra individual de Ilda David’ em torno da produção de bordados que a artista vem realizando tendo como mote central, mas não exclusivo, o universo literário de Maria Gabriela Llansol.
Em paralelo, uma remontagem ampliada do núcleo de têxteis pré-colombianos da valiosa coleção deste Centro.
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
In the Contextile 2016 âmbit, CIAJG presents a vast individual show of Ilda David` around the production of embroidery that the artist has been performing, with the central mot, but not exclusive, on the literary universe of Maria Gabriela Llansol.

 In parallel, an expanded reassembly of the pre-colombian textile of this Centre`s valuable collection core. 

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Mais informação em www.contextile.pt
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Para o filósofo alemão Martin Heidegger, de cuja obra o título desta exposição é pedido de empréstimo, a produção artística é uma forma de posicionamento do homem perante a natureza.
Perguntamos aqui o que significa produzir arte. Enquanto modo específico de produção, a arte produz o quê? Estando na orla, nas margens, na confluência do mundo industrializado com o mundo natural, na obra de arte “ganha forma o próprio acontecimento da clareira do ser”. Uma forma de esclarecimento. De onde vimos, quem somos, para onde vamos? Talvez a arte trilhe um caminho que não leva a parte nenhuma; um caminho de floresta feito para nos perdemos e, na diversidade da natureza, nos reencontrarmos com a origem e os fundamentos do humano. Esta exposição reúne, assim, um conjunto de aproximações e de diálogos com uma certa ideia de natureza, enquanto tematização do diverso, daquilo que nos é estranho, e de como a podemos vir a traduzir, a compreender e a habitar.
 
Com Alberto Carneiro, Celeste Cerqueira, Filipe Feijão, Franklim Vilas Boas, Ilda David, Maria Capelo, Musa paradisiaca + Tomé Coelho, Reis Valdrez
Curadoria de Nuno Faria
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
For the German philosopher Martin Heidegger, whose work has lent its name to the title of the present exhibition, an artistic production is a way of positioning man in the context of nature.

Here we ask what the act of producing art might signify. As a specific mode of production, art produces what exactly? Being on the border, at the shore, at the confluence of the industrial and the natural world, it is said that in the work of art “the very event of the clarity of being takes form.” A type of clarification. Of where we come from, who we are and where we are going? Perhaps art is treading a path which takes us nowhere; we choose to go off the beaten track in a forest in order to go off wandering, and in the diversity of nature we have a reencounter with human origins and foundations. This exhibition thus brings together a set of approximations and dialogues with a certain idea of what nature is in a thematicized exercise on the diverse, on what appears strange to us, and how we might come to translate, understand and inhabit what we experience. 

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Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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A exposição “Objectos Estranhos: ensaio de proto-escultura” tem por objetivo reunir um amplo conjunto de peças do património religioso, popular e arqueológico da região, fazendo-as dialogar com peças de artistas contemporâneos.
Através da extensa paisagem de objetos expostos – que vão desde as pinturas de Mestre Caçoila até ex-votos em cera, passando por peças notáveis de alguns dos mais significativos espólios museológicos do Concelho, como é o caso de S. Torcato, S. Francisco ou Fermentões – pretendemos celebrar a riqueza, a pluralidade e a idiossincrasia de uma terra muito densa, através não só da reunião desses objetos mas, igualmente e sobretudo, de uma plêiade de convidados que, no âmbito e no interior da exposição, ajudarão a perceber as crenças, os hábitos e rituais que organizam a vida das pessoas.
 
Com Mestre Caçoila (pintor aos domingos) e Musa paradisiaca 
Peças das Coleções de Museu de Alberto Sampaio, Sociedade Martins Sarmento, Museu da Agricultura de Fermentões, Venerável Ordem Terceira de São Francisco, Associação Artística da Marcha Gualteriana, Igreja de São Domingos, José de Guimarães / CIAJG e gentis colecionadores particulares 
Curadoria de f.marquespenteado e Nuno Faria
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
The exhibition, “Strange Objects: essay on proto-sculpture” will bring together a broad range of pieces from the region`s religious, archaeological and folk heritage, inviting them to enter a dialogue with pieces from contemporary artists.
Through the extensive landscape of the objects on display, which range from the paintings of Mestre Caçoila to wax ex-votos offerings, in addition to some of the most notable pieces from museum collections in the county – as in the case of objects from São Torcato, São Francisco and Fermentões – the intention is to celebrate the wealth, plurality, and the idiosyncrasy of a land whose traditions are a gift. This exhibition is not just bringing together the objects but also a wide range of people who will participate in the event by helping visitors to understand the beliefs, habits, and rituals that serve as the foundation of the lives of the people. 
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Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
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Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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“Labirinto e Eco” é o mote da nova montagem da coleção permanente do Centro Internacional das Artes José de Guimarães.
Durante o período de um ano, as salas do piso superior do CIAJG vão acolher um extenso e variado conjunto de intervenções de artistas contemporâneos, convidados a dialogar com os notáveis objetos da coleção de José de Guimarães e outros entretanto reunidos no acervo da instituição. O eco da criação artística propaga-se pelos tempos, numa fascinante e misteriosa viagem que descobrimos com renovado espanto a cada visita que fazemos ao museu, a cada museu. No CIAJG não é diferente. Propomos uma experiência única de visita ou revisitação através do labirinto da história pelo próprio pé do espetador ou pela mão dos monitores do nosso Serviço Educativo.
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
“Labirinto e Eco” (“Labyrinth and Echo”) is the name given to the new arrangement of the permanent collection of the José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG).
In the coming year, the exhibition rooms of the upper floor of the CIAJG will welcome an extensive and varied set of contemporary art pieces which are meant to enter a dialogue with notable objects created by the artist José de Guimarães as well as other pieces held in the institution’s collection. The echo of the artistic creation is a sound that carries over the decades and centuries in a fascinating and mysterious journey that unfolds with renewed awe each time we visit the museum, any museum. And the CIAJG is no different. Allow us to propose a unique visitor´s experience through the labyrinth of history – you may tread the path yourself or take the hand of a docent from our Educational Services. 
 
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Todas as idades

3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. Muitas são as histórias e as memórias que Guimarães guarda, e que se guardam sobre Guimarães. Venha conhecer e mergulhar na essência da comunidade viva que identifica e distingue Guimarães.
 
Horário
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h0
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.

Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal`s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors. Many are the stories and the memories kept by Guimarães, and which are kept with regard to Guimarães. Come visit and immerse in the essence of the living community that identifies and distinguishes Guimarães.

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Todas as idades

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