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O SOM de GMR despede-se, em dezembro, com um concerto dos Smartini. Termina assim um ano de música ao som da energia criativa de Guimarães.
Dezembro traz o último concerto do SOM de GMR, ciclo que rastreou a melhor música feita em Guimarães e na região. A pôr termo a esta iniciativa, os Smartini tomam conta do palco do Café Concerto do CCVF para apresentar “Liquid Peace”, trabalho que sucede a “Sugar Train” (2007) e que marca o regresso da banda, após uma paragem de 9 anos, com a mesma qualidade e energia com que habituaram os fãs em tempos mais longínquos. “Liquid Peace” é uma pequena mas poderosa bomba que explode agora com uma nova maturidade. Ainda que com uma nova roupagem, a banda revisitará também alguns temas de “Sugar Train”, álbum que projetou os Smartini no circuito underground nacional e que os marcou como um dos projetos mais extasiantes do rock português. 
Guimarães Sounds bids a fond adieu with its December concert by Smartini, and thus we round out the year which has celebrated the creative energy of Guimarães.
The month of December marks the final event in Guimarães Sounds, a concert cycle which has highlighted the best music being produced in the city and its environs. To top off a successful year, Smartini will take to the stage of the CCVF Café Concerto to present “Liquid Peace,” a work which follows “Sugar Train” (2007) and marks the band’s return following a 9-year hiatus yet still with the same quality and energy which those fans of long ago became used to. “Liquid Peace” is a small but powerful bomb which now explodes with a new maturity. Even with its new clothes, the band will still perform some of its favourite songs from “Sugar Train,” an album which took Smartini into the limelight of the Portuguese underground scene, making them one of the more exciting groups in the country.
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João Paulo Duarte guitarra
Lourenço Mendes guitarra, voz
Patrício Ferreira bateria
Ricardo Costa baixo
Maiores de 12
Entrada livre
Esta é uma edição que apresenta a exposição permanente da CDMG, Território e Comunidade, bem como os processos da sua criação.
Organiza-se em três tempos: presente – pela partilha de uma parte significativa dos processos que deram origem à nova exposição permanente; passado – da reconversão da Fábrica de Plásticos Pátria em centro cultural; e futuro – propondo projeções sobre as expetativas e desafios da CDMG. Esta edição é coordenada por Inês Moreira, que para ela contribui com um ensaio, assim como José Bastos, Sofia Romualdo, Ana Bragança, Francisco Brito, Andrew Howard, Miguel Guedes e José Carlos Melo Dias, Catarina Pereira, Eduardo Brito, Manuel Morais Sarmento Pizarro; foi desenhada por Andrew Howard. A apresentação contará com uma conversa com a editora e convidados.
This is the edition that puts on display the permanent exhibition of the CDMG, “Territory and Community”, as well as the processes behind its creation.

Three time frames will be presented: The Present – the sharing of a significant part of the processes that gave rise to the new permanent exhibition; The Past – from the reconversion of the Pátria Plastics Factory into a cultural center; and The Future – offering projections on the expectations and challenges facing the CDMG. This edition is coordinated by Inês Moreira, who has contributed with an essay, as well as José Bastos, Sofia Romualdo, Ana Bragança, Francisco Brito, Andrew Howard, Miguel Guedes and José Carlos Melo Dias, Catarina Pereira, Eduardo Brito, Manuel Morais Sarmento Pizarro; the design is by Andrew Howard. The presentation will feature a conversation with the curator and invited guests. 

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Todas as idades

Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
Inês Moreira é arquiteta, curadora e investigadora de Pós-Doutoramento, dedica-se à revitalização de espaços pós-industriais, está afiliada ao Instituto de História da Arte da FCSH e é professora convidada na FBAUP.

A curadoria da coleção da exposição permanente da Casa da Memória de Guimarães, os seus guiões expositivos, foram coordenados por si e com a equipa da Cabincrew, sua empresa. Desde 2010 tem dedicado especial atenção a Guimarães e à sua cultura contemporânea, tendo colaborado com a Fundação Cidade de Guimarães na Capital Europeia da Cultura, tanto no programa de Arte e Arquitetura como na revitalização da Fábrica ASA, onde organizou a exposição e o livro “Edifícios e Vestígios”, entre outros projetos.

Inês Moreira is an architect, curator, and post-doctoral researcher dedicated to the revitalization of post-industrial spaces.

She is affiliated with the Institute for Art History at the FSCH and is an Adjunct Professor at FBAUP. Along with the team from her company, Cabincrew, she is responsible for coordinating and curating the permanent collection and the accompanying literature on the exhibit. Since 2010, Inês Moreira has dedicated special attention to Guimarães and its contemporary culture, having collaborated with the Fundação Cidade de Guimarães during the European Capital of Culture in both its Art & Architecture Program and in the revitalization of the Fábrica ASA, where she organized the exhibition and book entitled, “Edifícios e Vestígios” (“Edifices and Vestiges”), among other projects. 

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Todas as idades

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7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência, Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Apeadeiro”, de Nuno Cardoso, é a terceira etapa de um tríptico de peças composto por “Náufrago” e “Subterrâneo”. Dos três espetáculos, este é o mais autobiográfico de todos.
Tomando como território referencial a vila onde nasceu e cresceu Nuno Cardoso, Canas de Senhorim, “Apeadeiro” tem como pressuposto fundador e repto para a criação a frase “o meu corpo é a minha terra, a minha terra é o meu corpo”. Com esta frase inicia-se a busca de um lugar de criação fundado na memória corporal, no gesto que ficou como marca distintiva de personalidade e que está inextricavelmente ligado ao contexto social e geográfico que o forjou. Este espetáculo não pretende ser uma criação sobre Canas de Senhorim real; é, antes, a anatomia de uma identidade que Nuno Cardoso tem transportado na sua prática como criador. É, no entanto, a paragem desta trilogia que convoca a noção de autobiografia, não projetando sobre textos de outrem o ponto de partida da criação. 
“Apeadeiro”, by Nuno Cardoso, is the third in a triptych of plays appearing alongside “Náufrago” and “Subterrâneo”. Of the three plays, this is the most autobiographical.
Nuno Cardoso, in using Canas de Senhorim, the town where he was born and grew up as a backdrop for his play “Apeadeiro,” seems to be adhering fundamentally to the notion that “my body is my homeland, and my homeland is my body.” With this sentence, the search is begun for a creative place founded on the body`s memory and those gestures which remain as the distinctive mark of one`s personality that is inextricably linked to the social and geographical context that formed them. The show does not intend to be a recreation of the real Canas de Senhorim; rather, it is an anatomy of an identity which Nuno Cardoso has been carrying along with him on his journey as a creator. And in the end, it is this trilogy which has elicited the notion of autobiography, with no other outside texts serving as the inspiration for this endeavor. 
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Criação Nuno Cardoso
Interpretação Nuno Cardoso e Francisco Cardoso
Dramaturgia Nuno Cardoso
Cenografia F Ribeiro
Desenho de luz José Álvaro Correia
Música/Sonoplastia Peixe
Produção executiva Ao Cabo Teatro
Coprodução Centro Cultural Vila Flor, Teatro Municipal do Porto e Centro de Artes de Ovar
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Duração 1h20 min.
Maiores de 16
2,00 EUR
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
Vamos descobrir as formas que os nossos avós inventaram para falar de e declarar o amor. Serão essas as formas que ainda hoje usamos para dizer gosto de ti?
 
Monitora Tatiana Santos
Público-alvo Maiores de 5
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 07 de dezembro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
On the next to the last Sunday of every month, one of the workshops at the Casa da Memória in Guimarães – CDMG opens to the general public. In workshops which seek out new interpretations of historical facts, traditions, legends, or places and objects in the CDMG exhibition space, in the cosy setting of the Casa, we offer conviviality for families, friends, different generations, artists and artisans.
Come discover how our grandparents invented ways to speak about and declare their love. Might these be the same words we use to say ´I love you` today?
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 Maiores de 5

Entrada livre
Guimarães, cidade com uma história milenar e detentora de um património de caráter universal, distingue-se pela forma como soube preservar tanto o seu legado monumental como o imaterial, fruto das decisões de uma comunidade ativa que se apercebeu a tempo das mudanças de consciência que se operaram em torno das questões patrimoniais no decorrer do século passado.

Neste dia de celebração do passado vimaranense, chama-se o tema à conversa, partilham-se trabalhos em curso e revisita-se património em estudo. A Veduta, uma publicação da Oficina dedicada ao património cultural, editada desde 2007, e lançada, anualmente a 13 de dezembro, será um dos motivos para este encontro, assim como a investigação que a régie-cooperativa está a levar a cabo, com o objetivo de atualizar o Caderno de Especificações do Bordado de Guimarães, produção artesanal local certificada desde 2010.

Guimarães, a city with centuries of history and possessor of a universally recognized cultural heritage, has distinguished itself for its preservation of both its legacy of important monuments and its immaterial culture. This is the fruit of the decision-making carried out by an active community which, at the right time, sensed the changing public awareness with respect to heritage issues occurring in recent decades.

On this day of celebrating Guimarães` past, conversations will be had, works in progress will be shared, and the patrimony under study will be revisited. Veduta, an Oficina publication dedicated to cultural heritage and published since 2007 and issued annually on December 13th, will offer yet another reason for this encounter, as well as a glimpse into the research that the cooperative is carrying out in updating the Caderno de Especificações do Bordado de Guimarães (Notebook of Specifications for Guimarães Embroidery), focusing on embroidery, a typical local handicraft subject to Certification since 2010. 

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Todas as idades

Entrada livre
Montijo, Setúbal, Viseu… Guimarães. Depois de três residências artísticas, eis que “Um D. João Português” chega à cidade que acolherá a estreia do espetáculo na sua versão integral, marcada para janeiro de 2018 no Centro Cultural Vila Flor.
Antes, porém, será trabalhado em residência artística o quinto e derradeiro ato da peça, o qual cruza a tradução anónima de cordel com o texto original de Molière. Na versão portuguesa, é o homem quem acaba por ser vencido pela mulher que generosamente o perdoa e força o casamento. Na versão em causa, é a doce argumentação de Elvira que tortura a consciência de D. João e desemboca numa cena de fantasmagoria com espetros e outros acontecimentos espetaculares, transformando o casamento da versão portuguesa numa mascarada de Halloween.
 
UM D. JOÃO PORTUGUÊS
Depois de um percurso de 43 anos à frente do Teatro da Cornucópia, Luis Miguel Cintra regressa ao trabalho com um grupo de atores ligados à companhia que entretanto terminou. Durante o ano de 2017, o grupo visitou quatro cidades – Montijo, Setúbal, Viseu e, agora, Guimarães – e, em cada uma delas, partilhou com os espetadores as diferentes fases de preparação do espetáculo “Um D. João Português”. Este percurso culminará em janeiro de 2018, com a apresentação integral da peça, que terá estreia absoluta no palco do CCVF.
 
SEGUNDA 04 A SÁBADO 09 DEZEMBRO
OFICINA DE CRIAÇÃO COM LUIS MIGUEL CINTRA
A ESCURIDÃO AO FIM DA ESTRADA
 
Aproveitando a residência artística em Guimarães, promove-se uma inédita Oficina de Criação com Luis Miguel Cintra. Uma semana inteira de ensaios abertos da última parte do seu novo espetáculo “Um D. João Português”, em que se poderá ver de perto o método de trabalho de Luis Miguel Cintra com os atores e a equipa criativa. Esta Oficina destina-se aos criadores da Rede Teatro Oficina (criadores, encenadores e/ou dramaturgos do Gangue de Guimarã̃es, Grupos de Teatro de Amadores, Licenciatura em Teatro ILCH-UM e OTO`s).
Montijo, Setúbal, Viseu… and now Guimarães. Following appearances at three artist-in-residences, “Um D. João Português” (“A Portuguese Don Juan”) has come to town, where the play will be premiered in its entirety and slated for January 2018 at the Vila Flor Cultural Center.
The fifth and final act of the play is still to be worked out in via an artist-in-residence, which will combine the anonymity of ´cordel literature` with Molière`s original text. In the Portuguese version, it is the man who is won over by the woman, who generously forgives him and forces him to marry. In this version, it is the sweet arguments of Dona Elvira which tortures Don Juan`s conscience and produces the phantasmagorical scene with spectres and other frightening occurrences, transforming the wedding in the Portuguese version into a Halloween masquerade. 
 
Um D. João Português / A Portuguese Don Juan
After a 43-year career at the helm of the Teatro da Cornucópia, its founder Luís Miguel Cintra returns to work with a group of actors associated with the company, which in the meantime has been discontinued. During the course of 2017, the group visited four cities – Montijo, Setúbal, Viseu and now Guimarães – and in each one shared with audiences the various phases of preparation of the play, “Um D. João Português” (“A Portuguese Don Juan”). This artistic road comes to an end in January of 2018 with the play to be performed in its entirety and premiered on stage at the CCVF.
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Intérpretes Bernardo Souto, Dinis Gomes, Diogo Dória, Duarte Guimarães, Joana Manaças, João Jacinto, João Reixa, Leonardo Garibaldi, Luís Lima Barreto, Nídia Roque, Rita Durão e Sofia Marques
Dramaturgia e encenação Luis Miguel Cintra
Direção de produção e assistência de encenação Levi Martins
Assistência de produção e encenação Maria Mascarenhas
Apoio à montagem de luz e som Rui Seabra
Ilustração André Reis
Maiores de 12
E se o Natal, desta vez, se vestisse de preto de mistério?
E se as renas dessem lugar a criaturas de outra dimensão?
Criaremos um mundo extraordinário onde há enigmas por resolver e onde o Natal será misteriosamente diferente. No final da semana convidamos os pais para este lugar do imaginário. Terão medo?... 
 
Local Centro Cultural Vila Flor 
Horário Acolhimento 09h00 às 10h00 / Oficinas 10h00 às 12h30 e das 14h30 às 16h30 / Saída 17h00 às 18h00
Lotação mín. 8 / máx. 15 participantes
Preço 30,00 eur SEM almoço | 55,00 eur COM almoço
Data limite de inscrição até dia 11 de dezembro ou até ao limite da lotação
As inscrições poderão ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor, na Plataforma das Artes e da Criatividade ou neste site através do preenchimento do formulário disponível online.
 
As inscrições só serão consideradas válidas após realizado o pagamento respetivo. O pagamento poderá ser efetuado em numerário no Centro Cultural Vila Flor ou na Plataforma das Artes e da Criatividade, através de cheque enviado por correio à ordem de “A Oficina, CIPRL”, ou através de referência multibanco a gerar no ato de inscrição, até à data limite designada para o efeito. Em caso de desistência, o valor apenas será reembolsado se a mesma ocorrer até 48h antes do início da atividade.
What if Christmas this year wore a mysterious shade of black? And if the reindeer were replaced by some creatures from another dimension?

Let`s create an extraordinary world where there are enigmas to be solved and where Christmas will be oddly different. At week`s end, we will invite parents to this imaginary place. Will they be frightened?

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Entrada livre
Exposição dos autores selecionados ao Prémio BIG e Prémio BIG Revelação.
Exposição dos autores selecionados ao Prémio BIG e Prémio BIG Revelação: Abigail Ascenso, Alex Gozblau, Ana Biscaia, Ana Braga, André Carrilho, André Ruivo, Ângela Vieira, António Jorge Gonçalves, Bárbara R., Carolina Celas, Cinara Pisco, Constança Araújo Amador, Cristiano Salgado, Cristina Valadas, Daniela Gomes, Esgar Acelerado, Evelina Oliveira, Fatinha Ramos, Filipe Abranches, Gonçalo Viana, Hélder Oliveira, Helena Zália, Inês Machado, Inês Oliveira, João Vaz de Carvalho, Joana de Rosa, Joana Estrela, Joanna Latka, João Fazenda, João Maio Pinto, José Manuel Saraiva, Luís Manuel Gaspar, Mariana, a miserável, Nuno Saraiva, Paulo Buchinho, Rachel Caiano, Renata Bueno, Ricardo Ladeira Carvalho, Ricardo Reis, Rui Vitorino Santos, Sara Bandarra, Sebastião Peixoto, Susa Monteiro, Susana Lima, Susana Matos, Tiago Albuquerque, Tiago Baptista, Tiago Guerreiro, Tina Siuda, Yara Kono.
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Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
Exhibition of the artists selected for the BIG Award (the Bienal de Ilustração de Guimarães) and the BIG Best New Artist.
The artists selected for the BIG Award (the Bienal de Ilustração de Guimarães) and the BIG Best New Artist are: Abigail Ascenso, Alex Gozblau, Ana Biscaia, Ana Braga, André Carrilho, André Ruivo, Ângela Vieira, António Jorge Gonçalves, Bárbara R., Carolina Celas, Cinara Pisco, Constança Araújo Amador,Cristiano Salgado, Cristina, Daniela Gomes, Esgar Acelerado, Evelina Oliveira, Fatinha Ramos, Filipe Abranches, Gonçalo Viana, Hélder Oliveira, Helena Zália, Inês Machado, Inês Oliveira, João Vaz de Carvalho, Joana de Rosa, Joana Estrela, Joanna Latka, João Fazenda, João Maio Pinto, José Manuel Saraiva, Luís Manuel Gaspar, Mariana, a miserável, Nuno Saraiva, Paulo Buchinho, Rachel Caiano, Renata Bueno, Ricardo Ladeira Carvalho, Ricardo Reis, Rui Vitorino Santos, Sara Bandarra, Sebastião Peixoto, Susa Monteiro, Susana Lima, Susana Matos, Tiago Albuquerque, Tiago Baptista, Tiago Guerreiro, Tina Siuda, Yara Kono.
 
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 Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
O desenho é senhor absoluto de toda a sua obra, dos cenários e figurinos para ópera, teatro e bailado à medalhística, da pintura mural, cerâmica, vitral e tapeçaria à ilustração editorial.
Traçada sempre a guache, a sua obra gráfica mais abundante está compreendida entre as décadas de 60 a 90. Luís Filipe de Abreu, o ilustrador homenageado pela BIG - Bienal de Ilustração de Guimarães, interpretou as grandes sagas da literatura portuguesa e universal, revelando sempre um apurado entendimento da condição humana, quer na edição de livros ou em medalhas para as Coleções Philae. É na qualidade narrativa das suas composições, na virtuosa caligrafia a permitir todas as audácias na perspetiva, no traço nervoso e intermitente, de espessura palpável, e no ritmo musical dos seus jogos gráficos, que reside muito do valor singular de Luís Filipe de Abreu na história das artes visuais portuguesas.

Curadoria Jorge Silva
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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
 
CICLO DE PALESTRAS "A TEIA DA ILUSTRAÇÃO"
Ciclo de palestras dedicadas à ilustração e destinadas ao público em geral, alunos do ensino secundário e universitário e artistas interessados. Com a curadoria de Pedro Moura, investigador e ensaísta.
 
Sábado 21 outubro | 15h00 Leonor Riscado
Sexta 24 novembro | 10h30 Mattia Denisse 
Sábado 09 dezembro | 15h00 Paul Hardman
 
Local Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade
Participação gratuita, sujeita a inscrição prévia em http://big.guimaraes.pt
Disponibilidade condicionada à lotação máxima da sala
Graphic design holds absolute reign over all of Luís Filipe de Abreu`s work, from his sets and staging for opera, theatre and ballet to his designs on medals and bank notes, his mural paintings, ceramics, stained glass windows and tapestries, and even paperback book cover illustrations.
Always done in gouache, his most prodigious graphic work spanned the period of the 1960s to the 1990s. Luís Filipe de Abreu, the illustrator being honoured by the BIG Award (the Bienal de Ilustração de Guimarães) has undertaken the great sagas of both Portuguese and world literature, revealing his ever-acute understanding of the human condition, be it in the book publications or medals produced for the Philae Collections. It is the narrative quality of the illustrator`s compositions, his virtuoso calligraphy – expressing all the boldness of perspective, edgy and erratic tracing and palpable thickness – and the musical rhythm of his graphic interplay that embodies so much of Luís Filipe de Abreu’s unique value to the history of the visual arts in Portugal.
 
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
No último ciclo de 2017, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães apresenta percursos essenciais na cena artística nacional, através de exposições seguramente surpreendentes.
Mumtazz, uma das mais singulares artistas do panorama nacional, tem vindo a construir um percurso radicalmente heteróclito, profusamente poético e misteriosamente xamânico que exerce uma intensa influência sobre um largo espetro de artistas. Estreitamente ligado à prática da contracultura, implicado ecologicamente, o trabalho artístico de Mumtazz articula influências e elementos de diferentes culturas, diferentes tempos históricos e as mais diversas linguagens – a poesia, o som, o bordado, a fotografia, a instalação, o efémero, o geométrico e o orgânico. 

Curadoria Nuno Faria
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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
In the final cycle slated for 2017, José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG) presents the essential artist journeys on the current national scene with these assuredly surprising exhibitions.
Mumtazz, one of the most unique figures on the Portuguese artistic panorama, has been constructing a radically eccentric, profusely poetic and mysteriously shamanistic trajectory that exerts intense influence on a broad range of artists. Firmly attached to ecologically implied counterculture practices, Mumtazz`s artistic work articulates the influences and elements of different cultures, different historical eras and the most diverse languages – poetry, sound, embroidery, photography, installations, the ephemeral, the geometrical and the organic.
 
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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Depois de “Oracular Spectacular”, dedicamos o segundo tomo desta investigação ao desenho enquanto prática visionária, oracular e animista. A exposição reunirá um conjunto de universos autorais em torno de um entendimento expandido do desenho, por vezes nem sequer materialmente reconhecível enquanto tal.
Curadoria Nuno Faria 
Com Adriana Molder, Andrea Brandão, Carla Filipe, Catarina de Oliveira, Laetitia Morais, Sara Costa Carvalho, Marta Wengorovius, Dayana Lucas, Sara Bichão 
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
Following “Oracular Spectacular”, we are now dedicating our second volume of research to drawing as a visionary, oraclebased and animistic practice. The exhibition will organize a collection of authorial worlds around an expanded understanding of drawing, at times not materially recognizable as such.
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Entrada livre
Ao longo de toda a sua vida, Raimundo Fernandes colecionou centenas de objetos ligados a Guimarães e à sua região.
Acumulou moedas, pintura, escultura, fotografia, medalhística e demais artefactos de temática vimaranense, com especial incidência na figura de Afonso Henriques. Este é o momento em que o espólio de Raimundo Fernandes – ou melhor, parte dele – se mostra e partilha nesta mesma forma e condição, um gabinete de curiosidades onde cabe Guimarães, em si e no mundo, uma causa persistente, obsessiva e memorialista: um atlas de todas as coisas Guimarães
 
Inauguração da Exposição
Sábado, 04 de novembro, às 16h00
Throughout his life, Raimundo Fernandes has amassed hundreds of objects associated with Guimarães and its regions.

His collection features coins, paintings, sculptures, photography, medals and many other artefacts on the theme of Guimarães, with a keen interest in the figure of Portugal`s first king, Afonso Henriques. This is the moment in which the collection begun by Raimundo Fernandes – or better said, an integral part of him – will be presented in the form of a ´curiosity cabinet` where Guimarães fits snugly, shared with you and the world, and highlighting his continuing memory-based obsession: an atlas of all things Guimarães.

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Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Este será um ano de muita movimentação no espaço da coleção permanente do CIAJG com uma constante alternância entre artistas mais novos e mais experientes e com uma grande variedade de propostas, incluindo a apresentação de obras inéditas de José de Guimarães, patrono do Centro.
Na nova montagem da coleção teremos a oportunidade de revisitar um conjunto de peças históricas de José de Guimarães, que não estão visíveis ao público desde 2012. Com efeito, as peças que integraram a intervenção no Museu de Luanda, em 1968, estão entre o núcleo de peças mais relevantes da obra do autor. Em diálogo com estas peças e os núcleos que constituem a coleção permanente, teremos, ainda, uma ampla mostra de peças de Fernando Lanhas, um dos autores centrais da arte portuguesa da segunda metade do séc. XX, e um conjunto de esculturas de Rui Chafes, um dos mais importantes artistas da atualidade.
 
Curadoria de Nuno Faria
Obras de José de Guimarães, Vasco Araújo, f.marquespenteado, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Jaroslaw Fliciński, Rui Chafes, Filipe Feijão, Mestre Caçoila, Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade
Arte Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
This year will be quite the active one for Permanent Collection space at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, with its offerings alternating between older and more experienced artists, and its wide variety of programs and events in store, which include the display of some never-before-seen works by the Centre`s namesake, José de Guimarães.
In the new arrengment of the collection we will have the opportunity to revisit a set of historic pieces by José de Guimarães, which have not been visible to the public since 2012. In fact, the pieces that integrated the intervention in the Museum of Luanda in 1968 are among the nucleus of the most relevant pieces of the author`s work. In dialogue with these pieces and the nucleus that constitute the permanent collection, we will also have a large exhibition of pieces by Fernando Lanhas, one of the central authors of Portuguese Art of the second half of the 20th century, and a set of sculptures of Rui Chafes, one of the most important artists of the present time.
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3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. Venha conhecer e mergulhar na essência da comunidade viva que identifica e distingue Guimarães!
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors. Come visit and immerse in the essence of the living community that identifies and distinguishes Guimarães!
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Horário 
terça a domingo
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Todas as idades
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