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3,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Mathilda é o alter-ego musical de Mafalda Costa, jovem compositora, cantora e instrumentista vimaranense.
Mafalda refugia-se neste termo, que não é mais do que uma variação do germânico Mahalta, de onde deriva o seu nome, para expor fragilidades, acompanhada ora por um ukulele, ora por uma guitarra elétrica. Ao vivo, faz-se acompanhar por Diogo Alves Pinto, mais conhecido pela sua one-man band Gobi Bear, que desenvolve arranjos com percussões e guitarra. Ao Café Concerto do CCVF, Mathilda traz o seu álbum de estreia, “Lost Between Self Expression and Self Destruction”, editado com o selo Planalto Records, em novembro de 2017, e que tem sido muito bem recebido pela crítica. “Infinite Lapse”, a primeira amostra musical, levanta o véu para um trabalho que jorra sensibilidade e que será, com certeza, mais um promissor projeto nascido em Guimarães. Mathilda é nova, muito nova, mas a alma que emana na voz revela-lhe o talento inato. 
Mathilda is the musical alter-ego of Mafalda Costa, a young singer-songwriter and instrumentalist hailing from Guimarães.

Mafalda finds refuge in this name, which is nothing more than a variation on the Germanic form ´Mahalta`, from which her name is derived, and thus off she goes in exploration of fragilities, accompanied at times by a ukulele or by an electric guitar. For her live performance she is joined by Diogo Alves Pinto, perhaps better known as the one-man-band Gobi Bear, who lends a hand with percussion and guitar arrangements. At the CCVF Café Concerto, Mathilda will bring her debut album. “Lost Between Self Expression and Self Destruction”, released via Planalto Records in November, 2017 to broad acclaim from critics. Her first song released, “Infinite Lapse”, unveils an artistry which gushes with sensitivity and which will represent yet another promising musical project which bears the ´Made in Guimarães` stamp. Mathilda is young, very young, but the soul which shines forth in her voice reveals an innate talent. 

 
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Mafalda Costa voz, ukulele, guitarra elétrica
Diogo Alves Pinto guitarra clássica, percussões, voz
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Maiores de 12
Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
Março recebe Maria José Queirós Meireles como Guia de Visita da CDMG.
Historiadora, com vasta experiência e formação no campo das ciências documentais (atualmente exerce funções na área da Gestão de Coleções Museológicas e na Biblioteca e Documentação do Museu de Alberto Sampaio), Maria José Queirós Meireles é também autora, no âmbito do seu mestrado em Arqueologia Urbana pela Universidade do Minho, da obra “O património urbano de Guimarães no contexto da idade contemporânea (Séc. XIX-XX): permanências e alterações”, essencial para a compreensão das transformações da e na cidade no referido período. 
The month of March will welcome Maria José Queirós Meireles as the Guide invited to lead the CDMG Guided Tour.
A historian with vast experience and training in the field of documental sciences (she currently works in the area of Museum Collections Management and at the Library and Documentation Centre of the Alberto Sampaio Museum), Maria José Queirós Meireles is also an author, with the thesis for her Master`s degree in Urban Archaeology from Minho University entitled O património urbano de Guimarães no contexto da idade contemporânea (Séc. XIX-XX): permanências e alterações (“The Urban patrimony of Guimarães in the context of the contemporary age (19th-20th century): permanence and alteration”), an essential work for better understanding the transformations in the city during that period.
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Todas as idades

Depois de uma bem sucedida edição zero, o Circus Arts Weekend instala-se no CCVF ao terceiro mês do ano, mas não só. Composto por 2 espetáculos, um debate, conversa pós-espetáculo e um Open Day no Instituto Nacional de Artes do Circo (INAC), este mini programa pretende ajudar a impulsionar o ressurgimento do Novo Circo em Portugal, com a inclusão do público e profissionais das artes performativas num plano de relação direta.
Para esta edição, teremos a nova criação da Erva Daninha em estreia absoluta e o regresso da seminal companhia de Aurélien Bory, Cie 111, com o “clássico” Plan B que se juntará ao público para uma conversa informal no final do espetáculo. Por sua vez, o debate decorrerá nesse mesmo dia à tarde no Palácio Vila Flor e pretende abordar temáticas de desenvolvimento do Novo Circo em Portugal, tendo por base a importância da formação e do trabalho em rede no setor em questão. Finalmente, importa relevar a novel colaboração com o Instituto Nacional de Artes do Circo (INAC), que promoverá um Open Day nas suas instalações e estará presente no debate para a discussão sobre o trabalho a fazer na formação de profissionais da área.
 
BILHETE CONJUNTO CIRCUS ARTS WEEKEND
"1.5ºC Ponto de Equilíbrio" + "Plan B"
10,00 EUR | COMPRAR 
Following a very successful ´edition zero`, the Circus Arts Weekend will set up shop at the CCVF in March, but that’s not all there is. Comprising 2 shows, a debate, a post-show conversation, and an Open Day at the National Institute for Circus Arts – INAC, this mini program aims to help in driving the resurgence of the New Circus in Portugal by bringing the public and the professionals in the performing arts together for a greater and more direct relationship.
For this edition, a new creation from Erva Daninha will be premiered in addition to the return of the seminal company headed by Aurélien Bory, Cie 111, with their ‘”classic” Plan B, which will feature an informal post-show conversation. This edition`s debate will be held on the same day, later in the afternoon at the Vila Flor Palace and will take up topics of how to develop the New Circus in Portugal and the importance of training and networking within the sector.
Finally, of special note is the new collaboration with the Instituto Nacional de Artes do Circo – INAC, which will sponsor an Open Day at its facilities and will also be present at the debate to discuss the work to be done in terms of training professionals for the field.
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Entrada livre
No âmbito do Circus Arts Weekend, o Instituto Nacional de Artes do Circo (INAC) associa-se ao CCVF e promove um Open Day com entrada livre para todos os públicos.
Uma oportunidade para experimentar as várias disciplinas do circo contemporâneo, orientadas por professores qualificados, num dos melhores espaços da península ibérica. Esta ação prática demonstrativa permitirá ao público sentir emoções passadas pelos artistas quando estão em palco e assim melhor compreender a força criativa desta arte em ressurgimento em Portugal.
Within the scope of Circus Arts Weekend, the National Institute of Circus Arts (INAC) associates to CCVF and promote an Open Day with free entrance for all audiences.
An opportunity to experience the several disciplines of the contemporary circus, guided by qualified teachers, in one of the best spaces of the Iberian Peninsula. This practical demonstrative action will allow the public to feel emotions passed by artists when they are on stage and thereby have a better understanding on the creative force of this art in resurgence in Portugal.
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Todas as idades

Entrada livre
Uma vez por ano, em Guimarães, convocamos os profissionais, estudantes e outros envolvidos na área do Novo Circo, para discutir aspetos importantes que contribuam para o desenvolvimento desta arte em território nacional e sua expansão além fronteiras.
Desta vez, colocamos o foco na formação e trabalho em rede, juntando o INAC e alguns programadores desta área em ressurgimento. O debate é, como sempre, aberto a todos e de acesso livre.
Once a year we invite professionals, students, and other persons involved in the New Circus to come to Guimarães to discuss important aspects that contribute to the development of this art form in Portugal and its expansion abroad.
This time we are focusing our attentions on training and networking and have brought INAC and other programmers from this resurgent area together. The debate, as always, will be open to public and with no charge for admission.
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Maiores de 12

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5,00 EUR
“1.5ºC Ponto de Equilíbrio” é um solo de circo contemporâneo, com malabarismo, manipulação de objetos e equilíbrios onde o espaço, o ambiente e o som transportam-nos numa viagem de desafios e surpresas.
No limiar da sobrevivência, um ilhéu tenta resistir à solidão. Com os últimos recursos naturais e com a agilidade do seu último habitante, este pedaço de terra adapta-se, transforma-se e renova-se. Uma reflexão sobre a poluição dos oceanos através da relação de um homem com os seus objetos e ambiente, numa ilha onde o plástico e a água se confundem. Nesta pequena ilha, o cenário e a ação refletem a fragilidade e equilíbrio dos ecossistemas, a poluição e as alterações climáticas.
 
BILHETE CONJUNTO CIRCUS ARTS WEEKEND
"1.5ºC Ponto de Equilíbrio" + "Plan B"
10,00 EUR | COMPRAR 
“1.5ºC Ponto de Equilíbrio” (“1.5ºC Balancing Point”) is a contemporary circus solo with juggling, the manipulation of objects and other balancing acts where space, the environment and sound will transport us on a journey that is challenging and surprising.

A small island is on the edge of survival and trying to fight against loneliness. With the last of its natural resources and the cunning of its sole inhabitant, this piece of land must adapt, transform itself and renew itself. This is a reflection on the pollution clogging our oceans by looking at the relationship which humans have with their belongings and the environment on an island where plastic and water blend together as one. On this small island, the scene and the plot reflect the fragility and the balance of ecosystems, pollution, and climate change. 

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Direção artística Julieta Guimarães e Vasco Gomes
Criação, interpretação e sonoplastia Vasco Gomes
Conceção plástica e dramaturgia Julieta Guimarães
Iluminação Romeu Guimarães
Apoio à construção Emanuel Santos, Josefina Mota, Rodrigo Matos
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Duração 45 min. s/intervalo
Maiores de 3
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7,50 EUR
“Plan B” é o segundo espetáculo de uma trilogia, da companhia francesa CIE 111, que combina malabarismo e acrobacia a partir da restrição de espaço.
Este icónico espetáculo, criado por Aurélien Bory e Phil Soltanoff em 2003, chega ao CCVF e explora as várias latitudes do nome que o batiza. “Plano B” como o plano alternativo a um projeto falhado, mas também do ponto de vista da significância espacial e geométrica. Toda a criação é desenvolvida em torno do cenário que consiste numa superfície plana inclinada que joga com a barreira física da gravidade, sendo a narrativa comunicada de forma visual e sonora. Uma história que tanto tem uma exuberância abstrata como revela as características mais simples e inocentes do ser humano: a confrontação com um problema, a descoberta de uma solução, o aprimorar dessa resolução e depois um outro problema, a saturação. Assim, a audiência encontrará sempre uma relação com a peça – a identificação com o quotidiano. A identificação com a própria vida.
 
APÓS O ESPETÁCULO “PLAN B”
CCVF / FOYER DO GRANDE AUDITÓRIO
HÁ CONVERSA COM…
Aurélien Bory (CIE 111)
 
BILHETE CONJUNTO CIRCUS ARTS WEEKEND
"1.5ºC Ponto de Equilíbrio" + "Plan B"
10,00 EUR | COMPRAR 
“Plan B” is the second show in a trilogy from the French company CIE 111, which combines acrobatics and juggling and the restrictions of space.
This iconic show, created in 2003 by Aurélien Bory and Phil Soltanoff, comes to the CCVF to explore the various latitudes of what the name implies. “Plan B” is the alternative plan to a failed project but one also stemming from the point of view of spatial and geometric significance. All artistic creation is developed around a setting which consists of a flat inclined surface that plays with the physical barrier of gravity, thus becoming the narrative expressed in a visual and sound-based way. This is a story that both shines with abstract exuberance and reveals the simplest and most innocent characteristics of being human: confronting a problem, discovering a solution, improving its resolution only to see another problem emerging – saturation. Thus the audience will always come to encounter a relationship with the play which is in identifying with the every-day. Identifying with your own life. 
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Com Jonathan Guichard, Nicolas Lourdelle, Itamar Glucksmann, Corentin Diana, Thomas Pavon (em alternativa)
Design e Cenografia Aurélien Bory
Encenação Phil Soltanoff
Produção Compagnie 111 - Aurélien Bory
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Duração 70 min. s/intervalo
Maiores de 12
2,00 EUR
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa.
Num domingo por mês, procuramos diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. Em março, vamos construir cidades, com casas tortas e sem portas, paredes bicudas e com curvas, ruas que saltam do chão... Ou talvez não.
 
Criação e Orientação Rita Faustino
Público-alvo Maiores de 3
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Inscrição até 15 de março, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível no site www.casadamemoria.pt 
Thinking, seeing, listening, creating, doing, feeling. In the living room, in the kitchen, at the table or outdoors. There are Sundays when all you want to do is stay home.

So come to our home, the Casa. One Sunday per month, we go in search of different interpretations of historical facts, traditions, legends, persons, places, or objects that we find in the exhibition space. In the coziness of the Casa, we offer a space of encounter for families, friend, different generations, artists and artisans. And ideas as well. We will create labyrinths, invent stories, use clay, linen or paper, we will make food, music and promises, with our hands, our heads and our entire body. In March, we are going to build cities where the houses are crooked and have no doors, and where the walls are pointy or curved and the streets rise up from the ground….Or maybe not.

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5,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Os Liima trazem ao Café Concerto “1982”. Não se trata de um disco nostálgico, mas antes um trabalho que acrescenta irreverência ao imaginário e à estética dos idos anos 80.
Liima nasce da colaboração do trio dinamarquês que compõe a banda Efterklang com o percussionista finlandês Tatu Rönkkö, que os acompanhou como baterista em tournée. Desta convivência resulta uma explosão criativa que dá origem à banda que agora se apresenta no nosso palco. O grupo chega a Guimarães com o mais recente álbum, “1982”, sucessor do primogénito “ii”. Se o primeiro disco era uma bomba que eclodia em todas as direções, também fruto de ter sido criado em várias cidades em residências artísticas, este segundo trabalho tem outra coerência, em muito devido à colaboração com Chris Taylor dos Grizzly Bear que trouxe uma visão mais una como coprodutor. “Se o primeiro disco resulta de energia em estado bruto, ‘1982’ nasce de um processo muito mais escultural, cuidadosamente composto por várias camadas”, explica Casper Clausen, mentor do projeto. Gravitemos no espaço e no tempo ao som da energia escandinava.
Liima brings “1982” to the Café Concerto. This is not a nostalgic album but instead a work which blends irreverence and imagination and the aesthetics of the bygone 1980s.

Liima came about when the band Efterklang, a trio from Denmark, joined up with Finnish percussionist Tatu Rönkkö, who accompanied them on tour as a drummer. This time together resulted in an explosion of creative energy which gave birth to the band now performing on stage. In Guimarães, the group will perform their most recent album, “1982”, the follow-up to their first work, “ii”. If their first album was a hit that exploded in all directions, then this was due to the fact that it came together in a variety of cities while they were artists-in-residence, with the second work having a new type of coherence and very much rooted in the group`s collaboration with Chris Taylor of Grizzly Bear, who brought a more unified vision as co-producer. “If the first album was the result of raw energy,´1982` is born of a much more sculptural process, carefully made up of different layers,” says Casper Clausen, mentor of the project. So let us then gravitate toward a space and time full of Scandinavian sound and energy. 

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Mads Brauer teclados
Casper Clausen voz
Tatu Rönkkö bateria
Rasmus Stolberg baixo
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Maiores de 12
 
Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
A última sessão do Ciclo de Conversas sobre a Têxtil transporta-nos numa viagem até ao futuro cuja memória começa hoje e aqui.
A tecnologia, que se expande e domina em todas as fases dos processos criativos e produtivos, é o centro de uma dinâmica paradoxal: à novidade sucede-se a obsolescência, num ritmo alucinante. Nesta viagem, que iniciamos recordando as primeiras fábricas têxteis instaladas em Guimarães no século XIX, falamos das invenções mecânicas e da introdução da eletricidade, discutimos sobre o aparecimento da química industrial, sobre a introdução das fibras sintéticas e o contributo da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento da indústria têxtil, um setor que se emaranhou na vida de milhares de vimaranenses. A teia de conversas encaminha-nos agora para o desconhecido: que futuro espera esta indústria?
 
Intervenção de Gilberto Santos
Moderação de Paula Ramos Nogueira
The final session of the Cycle of Conversations on the Textile Industry will take us on a voyage to the future whose memory begins here and now.

Technology – which expands and dominates all the phases of the creative and productive processes – is the center of a paradoxical dynamic: on the heels of novelty come obsolescence, and at a dizzying speed. On this journey, which we being by recalling the first textile plants established in Guimarães in the 19th century, we will speak of mechanical inventions and the arrival of electricity, we will discuss the appearance of the chemical industry and the introduction of synthetic fibers and the contribution of science and technology in terms of the development of the textile industry, a sector that has been woven into the lives of thousands of Guimarães residents. The fabric of our conversation with lead us now into the unknown: what future awaits this industry?

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Maiores de 12

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5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
2,50 EUR (Cartão Rede TO)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Estreia absoluta da primeira criação de 2018 do Teatro Oficina, “A Arte da Comédia”, uma peça sobre a importância do teatro... municipal.
“A Arte da Comédia” é um texto do comediante (e chefe de companhia) Eduardo de Filippo em que a bela representação e o disfarce parecem enganar os novos políticos locais, numa trama em que o virtuosismo dos atores é posto à prova e discutido o papel do teatro numa cidade de província. As personagens centrais são o ator/diretor da cia de teatro local e o novo presidente da câmara nomeado pelo governo para gerir a cidade – é entre eles que se debate o papel do teatro municipal... (um espetáculo ideal para início de mandato, não é, Sr. Presidente?)
The first creation of 2018 from Teatro Oficina and featuring its premiere performance, “A Arte da Comédia” (“The Art of Comedy”), is a play on the importance of theatre in society and in our lives.

“A Arte da Comédia” is a text written by Eduardo de Filippo, actor and director of the company, in which a beautiful performance and the notion of disguise serve to mislead the new local politics in a plot where the actors` skill is put to the test and the role of theatre in a provincial city is discussed. The main characters are the actor/director of the local theatre company and the new city mayor named by the government to manage the city`s affairs – it is these two who debate the role of the municipal theatre… (a fitting show for the start of your term, is it not, Mr Mayor?)

 
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Encenação João Pedro Vaz
Cenografia e Figurinos Sara Vieira Marques
Luz Rui Monteiro
Com Carolina Amaral*, Diana Sá*, Emílio Gomes*, Gil Mac*, João Pedro Vaz, João Ventura*, Mário Pereira*, 
Nuno Preto, Valdemar Santos
E as participações especiais de António Matos e Elvira Oliveira
*atores e atrizes do Gangue de Guimarães
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Maiores de 12
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2,00 EUR
Não é com palavras que se aprende a perceber o mundo, naqueles tempos primeiros em que ainda somos bicho e já nos tratam como gente.
É com cantos, os de embalo antes dos outros, toada mansa de que as palavras precisam para se fazerem entender. Porque os cantos chegam sempre antes das palavras. Se eu quisesse cantava-vos só os sons e, mesmo assim, vazios de dizeres, haviam de perceber-me dizer ternura nas línguas todas do mundo, esse pano de quietude primeira, em que se hão-de escrever os sentimentos todos dos humanos, do amor ao ódio, do júbilo ao pranto. Mas isso será depois, já que de início são as canções de embalar, de ninar, lullabys, berceuses, kolybelnayas, canciones de cuna. Virão então as outras, as de roda, lenga-lengas, faz-de-conta, jogos de palavras e de viveres – mapas das vidas de gente e, neste Mundo que trago ao Colo, dos cantos deste planeta.

Data e Horário Sábado 24 março, 11h00
Local CCVF / Sala de Ensaios
Público-alvo Bebés e crianças 3 meses aos 5 anos
Duração 30 min.
Lotação 25 pessoas em cena + 40 pessoas na plateia
It is not only with words that we learn how to understand the world in those early days when we are little creatures but everyone treats us like people.
It is song – lullabies before many others, intoned broadly – that the lyrics need to make their meaning known because the music always arrives before the words do. If I wanted to, I would sing just the sounds, and even then, devoid of words, they would have to understand how tenderly I spoke in all the languages of the world, this primary backdrop of stillness in which the feelings of all humans will be written, from love to hate, from jubilation to tears. But this must wait for now we turn to what people call canções de embalar, canções de ninar, lullabies, berceuses, kolibelnayas, canciones de cuna. Others coming later are rounds and rhymes, make-believe songs, word games and other pretending – the maps of people’s lives, and in this world that I hold tight in my arms, those of the songs of this planet. 
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Criação e Interpretação Catarina Moura e Luís Pedro Madeira 
Arranjos Musicais Luís Pedro Madeira 
Figurinos Catarina Moura 
Cenografia e Adereços Catarina Moura e Luís Pedro Madeira 
Composição dos Vídeos Luís Pedro Madeira 
Técnico de Vídeo Eduardo Pinto 
Produção Taleguinho 
Apoio à Criação A Escola da Noite - Teatro da Cerca de São Bernardo 
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2,00 EUR
Cantigas como pedacinhos de tecido, cosidas umas às outras como se fossem dias e noites. Ou como se fossem vidas.
Cantigas são, mas são também adivinhas, provérbios, trava-línguas e dizeres, que são daqui e dali, de agora e de há tanto tempo… Memórias de gente antiga. “Costurar Cantigas e Histórias” é feito de músicas de embalar e músicas de brincadeira, músicas em mirandês e músicas sefarditas, histórias e lengalengas. Uma experiência de sons, palavras, gestos, imagens e silêncios, através da qual se recupera e partilha o património imaterial tradicional português. 
 
Datas e Horários Sábado 24 março, 16h00 / Segunda 26 a Quinta 29 março, 10h30, 14h00, 15h30
Local CCVF / Pequeno Auditório
Público-alvo Maiores 3 anos 
Duração 45 min.
Lotação 3 turmas/75 crianças + 20 adultos
 
Espetáculo integrado no ANTE Pé - Componente Artística das Atividades de Animação e Apoio à Família
Songs are like bit of cloth, remnants sewn together as if they were days and nights.
Or as if they were lives. Songs are like that, but they are also riddles, proverbs, tongue-twisters and sayings that come from hither and yon, from a place of today or some long-ago time. Memories of ancient people. “Costurar Cantigas e Histórias” (“Sewing Together Songs and Stories”) features lullabies and playful songs, songs performed in Mirandês or of Sephardic origin, stories and tongue-twisters. An experience of sounds, words, gestures, images and silence through which the intangible traditional heritage of Portugal is recovered and shared. 
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Criação e Interpretação Catarina Moura e Luís Pedro Madeira
Arranjos Musicais Luís Pedro Madeira
Figurinos Catarina Moura
Cenografia e Adereços Catarina Moura e Luís Pedro Madeira
Composição e Ilustrações dos Vídeos Luís Pedro Madeira
Técnico de Vídeo Eduardo Pinto
Produção Taleguinho
Apoio à Criação A Escola da Noite-Teatro da Cerca de São Bernardo
Esta é uma visita sensível e performativa pelo Tempo, desde o livro "Animalium - Museu de História Natural" até ao presente e ao futuro da humanidade, para poetas-curiosos.
É uma viagem pela árvore da vida, ao longo da qual cada animal é um ponto de partida para a exploração poética da ciência, transportando os participantes para outros territórios/habitats e despertando para novos pensamentos e criatividades sobre biodiversidade e sustentabilidade da Terra. Animalium é uma espécie de Gabinete de Curiosidades entre a ciência e a poesia. Nesta oficina, em formato de performance/conferência, cada participante experimenta/cria um Museu real e imaginário, um princípio de Coleção de Maravilhas. Convidam-se poetas da curiosidade para gerar diversas leituras da realidade. A história da arte e da literatura, como a da filosofia e da ciência, é a história de fracassos iluminados. 
 
Local CIAJG - Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Público-alvo Jovens 6 – 15 anos  
Duração 18 horas 
Lotação 16 participantes 
Preço 24,00 eur (sem almoço) / 44,00 eur (com almoço)*
Horário Acolhimento 09h00-10h00 / Oficina 10h00-12h30 e 14h30-16h30 / Saída 17h00-18h00
Apresentação pública final quinta, 29 março, 18h00
Inscrição até 19 de março, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível no site www.ciajg.pt
 
*Inscrição nas 2 Oficinas de Férias da Páscoa
Preço 40,00 eur (sem almoço) / 80,00 eur (com almoço)
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26 a 29 março | Animalium - A Ciência-Poética!
Centro Internacional das Artes José de Guimarães
03 a 06 abril | Cantas bem não cantas mal, gargantinha de marfim
Casa da Memória
For explorer-poets, this is a visit across time, one for the senses and for performance, based on the book "Animalium – Museu de História Natural", encompassing the present day and the future of Humanity.

It is a journey through the Tree of Life, along which every animal is a point of departure for the poetic exploration of science which will transport all the participants to other lands and habitats, awakening everyone to new thoughts and creative ideas on biodiversity and sustainability for the Earth. Animalium is a type of ´curiosity cabinet` blending science and poetry. In this workshop, whose format is one of performance/conference, each participant will experiment/create a real and imaginary Museum, the beginning of a Collection of Marvels. Poets of the curious are invited to generate diverse readings of reality. The history of art and literature, as well as the history of philosophy and science, is the history of illuminated failures.

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Entrada livre
Assinalando o dia de todos os teatreiros, o Espaço Oficina será o ponto de encontro dos dramaturgos do Gangue de Guimarães e do seu público.
Na noite mundial do teatro vão ler-se em voz alta os seus textos (inéditos!). Uma maratona de leitura de porta aberta, que começa às 21h00 e se prolonga em registo de convívio (com comes & bebes associados).
To commemorate the special day for all theatre-makers, the Espaço Oficina will be the meeting point for the playwrights from the ´Guimarães Gang` and their audience.
On the evening of World Theatre Day, there will be a reading of the group’s texts (works in progress). A marathon of play reading, open-door, will begin at 9pm and go on into the night in the spirit of collegiality and with the requisite nibbles and drinks!
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Todas as idades

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5,00 EUR / 3, 50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Orquestra de Guimarães regressa ao palco do CCVF para interpretar o Requiem de João Domingos Bomtempo à Memória de Camões num concerto integrado no Festival de Música Religiosa de Guimarães 2018.
O Festival de Música Religiosa de Guimarães 2018, na continuidade do êxito alcançado nas edições anteriores, oferece um extenso programa de música sacra, enfatuando a componente internacional dos intérpretes e das obras interpretadas. A Orquestra de Guimarães é um projeto cultural ambicioso e singular criado pela Câmara Municipal, que pretende, com base na excelência, integrar e potenciar o talento de artistas da região, proporcionando-lhes o contacto com a prática musical orquestral sinfónica. Sob a direção do Maestro Rui Pinheiro, o Requiem de João Domingos Bomtempo à Memória de Camões oferece páginas de uma sofisticada eloquência retórica, incorporando o premente movimento revivalista em torno de uma das figuras maiores da literatura europeia, Luis Vaz de Camões.
The Orquestra de Guimarães returns to the CCVF stage to perform the Requiem by João Domingos Bomtempo to the Memory of Camões in a concert that will be part of the 2018 Guimarães Religious Music Festival.
The 2018 Guimarães Religious Music Festival, still enjoying the success of previous editions, is offering an extensive program of sacred music, emphasizing the international component of the performers and the pieces selected for the program. The Orquestra de Guimarães, a cultural entity created by the City of Guimarães, is an ambitious and unique undertaking whose aim is to encourage and support the talents of artists and musicians in the region, offering them a valuable outlet for the practice and performance of symphonic and orchestral music. Under the direction of Maestro Rui Pinheiro, the Requiem by João Domingos Bomtempo to the Memory of Camões offers sophisticated rhetorical eloquence, incorporating the compelling revivalist movement surrounding one of the great figures in European literature, the Portuguese writer Luís Vaz de Camões. 
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Orquestra de Guimarães
Maestro Rui Pinheiro
Coro Autêntico da ESART
Maestro Gonçalo Lourenço
Solistas
Dora Rodrigues, soprano
Elisabete Matos, mezzo
Mário Alves, tenor
Nuno Dias, baixo
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Duração 60 min. s/intervalo
Maiores de 6
Cantar!
Como se cantava nos campos, os ‘grandes’ primeiro, e logo as crianças aprendendo a ser dali – das searas, calhando ser terra de pão, das vinhas, sendo o tempo da vindima, do olival nessas terras da azeitona. Às vezes, dançava-se, em fugindo as pernas para o baile. Depois, vieram as vidas modernas e a gente esqueceu-se de cantar. E de dançar se esqueceu. Haja, pois, quem nos recorde como cantavam os antigos e ponha os novos a cantar, replantando sons antigos nas belas vozes pueris.
 
Local CDMG - Casa da Memória de Guimarães
Público-alvo Jovens 6 – 15 anos  
Duração 18 horas 
Lotação 16 participantes 
Preço 24,00 eur (sem almoço) / 44,00 eur (com almoço)*
Horário Acolhimento 09h00-10h00 / Oficina 10h00-12h30 e 14h30-16h30 / Saída 17h00-18h00
Apresentação pública final Sexta 06 abril, 18h00
Inscrição até 26 de março, através de telefone 253424700, e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou formulário disponível no site www.casadamemoria.pt
 
*Inscrição nas 2 Oficinas de Férias da Páscoa
Preço 40,00 eur (sem almoço) / 80,00 eur (com almoço)
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26 a 29 março | Animalium - A Ciência-Poética!
Centro Internacional das Artes José de Guimarães
03 a 06 abril | Cantas bem não cantas mal, gargantinha de marfim
Casa da Memória
Let`s sing!

Just as it was in the fields with the grown-ups first and then the children learning the songs – songs of the harvests in the lands of grain, or songs of the vineyards at the time of grape-picking, or even in the olive groves when gathering the olives. Sometimes there was dancing as well, the legs warming up for the harvest ball. When modern life invaded, people forgot how to sing. They forgot how to dance. But there are still those who remember and can show us how they used to sing the old songs, and they can get the young people singing once again, with these old songs once again replanted in the beautiful voices of youth. 

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2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A obra de Pedro Cabral Santo pode ser entendida como doação, algo que espera reações e se dá ao mundo sem restrições, nem limites; nela está implícita a esperança de mudar, procurando um mundo melhor em que, segundo o projeto modernista, a arte seria um dos principais veículos de propagação e uma das dimensões mais importantes da vida.
Nem tudo o que parece é; refletir sobre o corpo de trabalho de Pedro Cabral Santo é observar de modo diferente. Imagine-se um cubo, sólido geométrico conhecido; quando se olha, seja qual for o modo de o agarrar, verifica-se não ser possível ver em simultâneo mais de três faces, apesar de possuir seis. Assim, pode concluir-se o seguinte: não há omnisciência, nem saber absoluto; o visível, representado pelas três faces expostas, mostra-se sob um fundo invisível. Neste sentido, a obra deve ser lida e interpretada para além do óbvio, podendo cada observador acrescentar-lhe as suas ideias e contra-ideias. 
 
Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
The art of Pedro Cabral Santo may be perceived as a gift, something which offers itself unrestrictedly to the world; it expresses the hope for change and a search for a better world where, according to the modernist project, art would be considered one of the most important dimensions of life.
Things are not quite what they seem to be; to meditate on the work of Pedro Cabral Santo requires adopting a different point of view. Let us imagine a cube, a well-known geometric figure; when we look at it, we discover that it is impossible to see more than three of its facets at the same time, although the figure is composed of six facets. Therefore, we may extract the following conclusion: there is no such thing as omniscience or absolute knowledge. In this sense, art must be perceived and interpreted beyond the obvious, and each observer may add his own ideas and counter-ideas to it.
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Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Concebida em estreito diálogo com o programa museológico do Centro, a ampla intervenção de Christian Andersson (Estocolmo, 1973) reúne um conjunto de peças icónicas e incontornáveis da produção do artista — como são, por exemplo, Scanner e From Lucy with Love, instaladas em duas das salas mais simbólicas do percurso expositivo, as salas 2 e 3 do piso que alberga a coleção permanente — e de peças inéditas, especificamente produzidas para esta exposição.
INAUGURAÇÃO DO 1º CICLO EXPOSITIVO DE 2018 DO CIAJG
SÁBADO 17 FEVEREIRO, 21H30
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Conceived in intimate dialogue with the CIAJG`s museum programme, this major exhibition of the work of Christian Andersson (Stockholm, 1973) combines a set of iconic and compelling works by the artist – such as Scanner and From Lucy with Love, installed in two of the exhibition`s most symbolic rooms (rooms 2 and 3 of the permanent collection`s floor) – plus brand new works specifically produced for this exhibition.
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Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Duplo Negativo é a mais ampla exposição realizada por Miguel Leal (Porto, 1967) em contexto institucional. Nesta intervenção,especificamente concebida para o espaço expositivo do CIAJG, o autor põe em evidência algumas das principais características do seu trabalho — sensibilidade ao espaço e ao tempo, atenção à construção do dispositivo e às condições de apresentação e uma capacidade discursiva marcada pelo engenho narrativo.
INAUGURAÇÃO DO 1º CICLO EXPOSITIVO DE 2018 DO CIAJG
SÁBADO 17 FEVEREIRO, 21H30
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Double Negative is the biggest-ever exhibition of the work of Miguel Leal (Porto, 1967) in an institutional context. In this intervention, specifically designed for the CIAJG`s exhibition space, the author highlights some of the main features of his oeuvre – sensitivity to space and time, attention to construction of the device and the presentation conditions, and a discursive capacity marked by narrative ingenuity.
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Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Lógica circular, eterno retorno, repetição e diferença: a nova montagem da coleção permanente, vigente durante o ano de 2018, regressa ao mapa delineado pela exposição inaugural do CIAJG, “Para além da história”.
Trata-se de prosseguir um projeto sem tempo plenamente consciente do tempo em que é realizado, afirmativamente contemporâneo sem ser exclusivamente constituído por objetos de arte contemporânea. A sua natureza é ser transversal, poroso, impuro, aberto e circular, procurando nexos, relações, permanências; por outras palavras, sonda o impercetível que o tempo histórico, tão marcado por uma memória seletiva e fatalmente grosseira, acaba por expurgar.
 
Obras de José de Guimarães, Vasco Araújo, f.marquespenteado, Ernesto de Sousa, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Jaroslaw Fliciński, Mumtazz, Rui Horta Pereira, Christian Andersson
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Arte Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães
 
INAUGURAÇÃO DO 1º CICLO EXPOSITIVO DE 2018 DO CIAJG
SÁBADO 17 FEVEREIRO, 21H30
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Circular logic, the eternal return, repetition and difference: the new montage from the permanent collection on display in 2018 returns to the map drawn out in at the inaugural exhibition at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, “Beyond History”.
The notion is to follow a timeless project but fully aware of the time frame in question, affirmatively contemporary without being exclusively made up of contemporary art objects. Its nature is porous, impure, open and circular, seeking out possible nexus, relationships, and points of permanence; in other words, it probes the imperceptible that historical time – so marked by a selective and fatally vulgar memory – manages to purge in the end. 
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Todas as idades

3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. Venha conhecer e mergulhar na essência da comunidade viva que identifica e distingue Guimarães!
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors. Come visit and immerse in the essence of the living community that identifies and distinguishes Guimarães!
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Horário 
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
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