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2,00 EUR
Neste trabalho, Maria Duarte, Gonçalo Ferreira de Almeida e João Rodrigues dedicam-se ao texto de Jean Luc-Nancy.
“A Justiça, pequena conferência” que inicia-se assim: “Creio que vocês - e doravante, quando esta manhã disser vocês, estarei a dirigir-me aos jovens, não aos adultos presentes - talvez não saibam o que é justo e o que é injusto. Talvez não façam ideia, mas, apesar disso sabem muito bem o que é suportar uma injustiça, acharque uma coisa “não é justa” ou mesmo que “é uma grande injustiça”, como sempre dizia um personagem de desenhos animados que se chama Calimero, provavelmente já não o conhecem, é um passarito com meia casca d’ovo à cabeça. Portanto, todos vocês sabem alguma coisa sobre aquilo a que chamamos justo ou injusto. Há pouco, um jovem que está algures nesta sala, quando soube que eu vinha falar do justo e do injusto, perguntou-me directamente - do que é que vais falar, justamente?” Jean-Luc Nancy (tradução dos artistas)
 
Local Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade
Horário 10h30 e 15h00 (quinta e sexta) | 16h00 (sábado)
Duração 60 min. aprox.
Público-alvo maiores de 10
Lotação 40 pessoas por sessão
Preço 2,00 eur
 
Sessões de Pensamento
A par das apresentações do espetáculo “A Justiça, pequena conferência” serão realizadas sessões de pensamento para os grupos que assistirem às diferentes sessões. A marcação das sessões COM ESCOLAS deverá ser articulada com a equipa do Serviço Educativo através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
NO SÁBADO, A SESSÃO DECORRE APÓS O ESPETÁCULO E TERÁ PARTICIPAÇÃO GRATUITA.
In this work, Maria Duarte, Gonçalo Ferreira de Almeida and João Rodrigues have taken up a text by Jean-Luc Nancy.

“I think that you – and from now on when I say ´you` I`ll be speaking to the young people and not the adults present – perhaps do not know what is fair and what is unfair. Maybe you have no idea, but you do know, however, what it is like to have to tolerate an unjust situation or to feel ‘that`s so unfair’ or ´it`s an injustice, it is!` to quote a cartoon character named Calimero, whom you probably do not know, a small black chicken with half an egg shell on his head. So all of you know something about what we call fair or unfair. A while ago, when a young person somewhere here in the room found about that I was going to talk about what is fair and unfair, asked me directly, ´So honestly, what are you really going to talk about?’” Jean-Luc Nancy (translation made by the performers)

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Um trabalho de Maria Duarte, Gonçalo Ferreira de Almeida e João Rodrigues
A partir de Jean-Luc Nancy
Coprodução TNDM II, ADR
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10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“O Duelo”, criação que comemora os 20 anos do Útero, chega ao palco do Centro Cultural Vila Flor. Miguel Moreira regressa a Guimarães para apresentar o seu olhar sobre a obra de Bernardo Santareno, um dos grandes dramaturgos portugueses do séc. XX.
Em cena, sete intérpretes e cocriadores “cospem” palavras, acompanhados pela música de Pedro Carneiro que afina o lugar do som e das emoções. Os seus corpos, oprimidos, tentam libertar-se. Neste duelo, não há receio em acentuar os elementos rurais que, hoje, julgamos terem desaparecido. Permanecem traços de um outro tempo. Um tempo onde corpos, cheios de instintos primários, tentam sonhar outra vida. “O Duelo” enquadra-se no universo da lezíria ribatejana e é um retrato repleto de tensões na difícil relação entre os senhores e os seus subordinados. A linguagem de Bernardo Santareno remete-nos para o lado mais animalesco que carregamos dentro de nós. Ao assinalar os 20 anos de existência do coletivo artístico, o Útero pega nesta peça e dá-lhe um corpo, exacerbando a ruralidade que aproxima os homens dos animais. O teatro e a dança fundem-se para irmos aos lugares mais marginais que temos dentro de nós.
As a way to celebrate Útero`s 20th anniversary, Miguel Moreira brings to the Vila Flor Cultural Center his new perspective on “O Duelo” by Bernardo Santareno.

On stage, seven dancers/actors “spit out” words, accompanied by the music of Pedro Carneiro, which establishes the setting with sound and emotion. Oppressed bodies try to free themselves. Words and life escape from bodies in search of other places to reside. Bodies are imbued with primary instincts of those who dream of another life. There are rural elements which today, since we live in urban spaces, we believe have disappeared but which we should not be afraid to draw attention to. The animal-ness of those who live closely with bulls and horses is linked to their difficulty in establishing human relationships. Our inability to understand the differences in each other is also felt today. Words cannot put boundaries on the place that years ago we set out to build. 

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A partir de Bernardo Santareno
Encenação Miguel Moreira / Útero em cocriação com Ana Ribeiro, Beatrice Cordier, Camilla Morello, Cláudia Andrade, Francisco Camacho, Romeu Runa, Sandra Rosado, Sofia Skavotski
Com Ana Ribeiro, Beatrice Cordier, Camilla Morello, Francisco Camacho, Romeu Runa, Sandra Rosado, Sofia Skavotski
Conceção plástica Jorge Rosado
Com colaboração nos figurinos de Aldina Jesus
Música original Pedro Carneiro
Assistência de encenação Carlos António, Catarina Félix
Produção Útero
Coprodução TNDM II, Centro Cultural Vila Flor, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Aveirense, Teatro Cine de Torres Vedras, Cine Teatro Avenida
O Útero é uma companhia apoiada pelo Estado Português – Direção Geral das Artes
Maiores de 16
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3,00 EUR
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Gobi Bear visita o Café Concerto do CCVF com um novo trabalho, depois de um período de hibernação. A reclusão fez-lhe bem.
Diogo Alves Pinto é o vimaranense que se esconde por detrás do Urso. Com um percurso já consolidado no panorama nacional, Gobi Bear é banda de um homem só. Depois de 6 discos lançados entre 2011 e 2014, o Urso hibernou. Acorda, agora, com 5 temas novos que anunciam o esperado segundo longa duração, que chega em 2017. Estas cinco músicas representam o seu primeiro disco homónimo. A sua cara. E fazem-no tão bem... Ouve-se a escrita madura, a guitarra bucólica, a voz meiga e os arranjos íntimos que refletem a experiência deste músico de 25 anos. Quando nos entregamos ao som de Gobi Bear desligamos do mundo e partimos para as paisagens recônditas que ele nos pinta enquanto canta. É delicioso e, ao vivo, o Urso camufla-se na sua arte e deixa o público em viagem, de olhos fechados, pelos labirintos mágicos das suas canções. O longa duração não podia chegar mais cedo.
 
Sexta 03 março, 19h00
Conversa informal com Gobi Bear
Moderada por Samuel Silva
Gobi Bear will come out of his long hibernation to visit the CCVF Café Concerto and present his newest work. Looks like the isolation did him some good.
Diogo Alves Pinto is a Guimarães native who hides behind a bear. With an already well-established music career in Portugal, Gobi Bear is a one-man band that after releasing 6 albums between 2011 and 2014 went into hibernation. Now, Gobi Bear has woken up once again with five new songs which herald his long-awaited second LP, to appear in 2017. These five songs represent Gobi Bear`s first self-titled album. And it`s so very like him and they do him justice…His writing has matured, the guitar is bucolic, the voice warm, and the arrangements intimate – all reflecting the experience of this 25-year old musician. And you can hear it. When we hand ourselves over to the sounds of Gobi Bear, we disconnect from the world and embark on a journey to hidden landscapes which Diogo paints for us while he sings. It’s a treat, and performed live, the Bear camouflages itself in its art and enables the audience to travel, eyes closed, through the magical labyrinths of his songs. We can hardly wait for the LP.
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Diogo Alves Pinto voz, guitarra, loops, drum machines
Maiores de 12
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2,00 EUR
"Língua é pano para mangas:
Quem come chora por mais!
Por palavras diferimos
De outras vozes animais.
E pelo gosto da fala
É que a gente se faz gente,
Amando perdidamente
Tudo quanto não nos cala."
Com texto original de Regina Guimarães, “Comer a Língua” é para todos a partir dos 7 anos. Uma oportunidade de ver ou rever um espetáculo em que a língua portuguesa se mostra na sua diversidade, múltiplas influências e capacidade de transformação. Uma língua pensante, cantante, uma língua viva.
 
Local Espaço Oficina
Horário 16h00 
Público-alvo Maiores de 7
Duração 50 min., seguido de conversa
Lotação limitada
Preço 2,00 eur
With an original text by Regina Guimarães, “Comer a Língua” (“Bite Your Tongue”) is for children aged 7 years and older.

It offers an opportunity to see (or see again) a show in which the Portuguese language shows all its diversity, its multiple influences, and ability to transform itself. What a thought-filled and sing-song language... a living language.

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Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
Ana Bragança é um nome incontornável na nova geração de dinamizadores e agentes culturais da cidade de Guimarães.
Licenciada em Arte, com especialização em Conservadora de Museus e Edifícios Históricos e pós-graduada em Gestão do Património Cultural, participou na candidatura de Guimarães a Capital Europeia da Cultura 2012 e na própria Capital, concebeu e coordenou o Westway Lab Festival 2014, colaborou com o Serviço Educativo do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, entre muitos outros afazeres, na cidade e na região Norte. Recentemente, Ana fez parte da equipa que produziu o guião expositivo da Casa da Memória, em Guimarães. Por isso, esta visita terá particular curiosidade: que lembranças terá quem esteve a trabalhar com a memória dos outros?
Ana Bragança is a prominent name among the new generation of promoters and cultural agents at work in the City of Guimarães.

Holding a Bachelor`s Degree in Art with a specialization in Conservation of Museums and Historic Buildings and a post-graduate degree in Cultural Heritage Management, she participated in both the candidacy phase of Guimarães 2012 European Capital of Culture as well as the event itself, she conceived and coordinated the Westway Lab Festival in 2014 and has collaborated with Educational Services at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, among her many other projects in the city and northern Portugal. Recently Ana has been part of the team that produced the exhibition guide for the Casa da Memória in Guimarães. And what is particularly curious about this visit: for a woman who has been working with the memories of others, what memories might she herself have?

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10,00 EUR / 7,50 EUR
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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O livro “Mundo Interior” de Jalâl Rûmi, poeta persa do século XIII, serviu como ponto de partida para a construção da peça, mas são as palavras, o corpo e a música, que fazem o milagre do espetáculo acontecer.
“Mundo Interior” surge de um sonho antigo. Tão longínquo quanto o tempo em que João & João se encontraram num Chapitô enquanto professor e aluno e, no entanto, já como almas e artistas. Jalâl Rûmi, a quem pediram o título desta peça emprestado, diz-nos que a palavra incita-nos na procura; não que a coisa procurada seja obtida pela palavra, pois se assim fosse não teríamos necessidade de nos esforçarmos tanto e repetidamente. João Garcia Miguel e João Paulo Santos correram, por isso, atrás das palavras e chegaram à conclusão que as palavras veiculam uma ideia, mas o mundo interior é muito mais profundo. Como se a palavra fosse a ponta de um iceberg e o resto submerso fosse o que se realmente quer dizer, pensar ou sentir, ou ver. Por isso tiveram de falar duas línguas, duas palavras, duas linguagens complementares, onde o movimento é um modo de expressão e o outro é a palavra. Falar com o movimento e falar com o poema. Fazer uma proeza com as palavras como quem dança ou sobe a um mastro. Qual é a proeza da palavra? Qual é o subir ao mastro da palavra?
The book “Mundo Interior” (“Interior World”) by Rumi, a Persian poet from the 13th century, is the point of departure for creating this piece, but it is the words, the body and the music which make the miracle of the show come to life.
“Mundo Interior” (“Interior World”) dates back to an old dream, so long ago that it was the time when João & João who would meet at Chapitô as teacher and student, with their artistic souls alive and active. The Persian mystic Rumi, to whom they have gone for the title of the show, tells us that the word triggers us to go out in search of something. Not that the object of our desire can be obtained simply from our words – because if that were the case we would feel no need to make such a repeated effort. João Garcia Miguel and João Paulo Santos have thus gone running after words and have come to the conclusion that words are vehicles for an idea but the interior world is much deeper. It is as if the word were just the tip of the iceberg and the part under water represented what is really meant, thought, felt or seen. For this, they have had to speak two languages, use two utterances, and have two complementary languages where movement is one mode of expression and the word is the other. Speaking with a movement and speaking with a poem. Accomplishing something with words as if dancing or climbing a mast. What feat does the word accomplish? What is it to climb the mast of words?
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Autores da ideia João Garcia Miguel e João Paulo Santos
Direção João Garcia Miguel
Interpretação João Paulo Santos
Música Tiago Cerqueira e Sara Ribeiro
Imagem gráfica João Catarino
Produção Raquel Matos
Assistência direção Rita Costa
Apoio adereços Rita Prata
Direção técnica Luís Bombico
Direção som Manuel Chambel
Maiores de 12
Parceria com Húmus - Festival Literário
(Câmara Municipal de Guimarães)
Uma oportunidade única! Todo o teatro de Raul Brandão apresentado numa grande festa que envolve os Grupos de Teatro de Amadores do concelho, os finalistas da Licenciatura em Teatro da Universidade do Minho e os alunos das Oficinas do Teatro Oficina. Pela primeira vez, toda a família teatral de Guimarães reunida com o seu público para conhecer, discutir, representar e ver o teatro completo de um autor assombrado.
PROGRAMA
 
Quarta 08, 21h00
CCVF / Pequeno Auditório
COMO SE ESCREVE UMA CANÇÃO
Convidada: Rita Redshoes
Moderador: Tito Couto
Entrada livre
 
Quarta 08, 22h00
CCVF / Pequeno Auditório
TEATRO DA ALMA
uma peça de dor e de sonho 
Teatro Oficina 
Preço 5,00 eur / 3,50 eur c/d COMPRAR
2,50 eur (Cartão Rede TO)
 
Quinta 09, 22h00
Sociedade Martins Sarmento
UM SONHO ADIADO
a partir de diálogos inéditos do espólio
Teatro Oficina / Alunos 3º ano Lic. Teatro ILCH-UM
Entrada livre
 
Sexta 10, 21h00
CCVF / Grande Auditório (Palco)
À Conversa com Álvaro Laborinho Lúcio e Abraão Vicente
Moderador: Francisco José Viegas
Entrada livre
 
Sexta 10, 22h30
CCVF / Pequeno Auditório
O MAIOR CASTIGO (1902)
a partir de relatos da peça perdida
ATRAMA
Preço 3,00 eur COMPRAR
 
Sábado 11, 15h00
CCVF / Grande Auditório (Palco)
O GEBO E A SOMBRA (1923)
TEC - Teatro Experimental do Cano
Preço 3,00 eur COMPRAR
 
Sábado 11, 16h30
CCVF / Café Concerto
A PEDRA AINDA ESPERA DAR FLOR
A partir das Crónicas de Teatro (1895-1929)
CETE – Convívio e Teatro Experimental 
Entrada livre
 
Sábado 11, 18h00
CCVF / Pequeno Auditório
O DOIDO E A MORTE (1923)
Teatro da Coelima
Jovidém
Preço 3,00 eur COMPRAR
 
Sábado 11, 22h00
CCVF / Grande Auditório
JESUS CRISTO EM LISBOA (1927)
com Teixeira de Pascoaes
Grupo de Teatro Citânia, Cem Cenas, Grupo de Teatro da ADCL, 
Grupo de Teatro de Campelos, Grupo de Teatro da ARCAP 
Preço 3,00 eur COMPRAR
 
Domingo 12, 11h00
Largo de Donães
ÁRVORE DA VIDA RAULIANA
com excertos de “Húmus” de Herberto Hélder (1966)
Alunos das OTO’s – Oficinas do Teatro Oficina
Entrada livre
 
Domingo 12, 15h00
CCVF / Grande Auditório (Palco)
A NOITE DE NATAL
com Júlio Brandão
TERB – Teatro de Ensaio Raul Brandão
Preço 3,00 eur COMPRAR
 
Domingo 12, 16h30
CCVF / Espelho de Água + Jardins
O REI IMAGINÁRIO (1927) + EU SOU UM HOMEM DE BEM (1923)
Astronauta Associação Cultural
Entrada livre
 
Domingo 12, 18h00
CCVF / Pequeno Auditório
O AVEJÃO (1929)
Osmusiké
Preço 3,00 eur COMPRAR
 
Domingo 12, 21h45
CCVF / Grande Auditório
O GEBO E A SOMBRA
de Manoel de Oliveira
Cineclube de Guimarães
Bilheteira da responsabilidade do Cineclube de Guimarães
 
Passe Festa de Teatro Raul Brandão 20,00 eur COMPRAR 
(acesso a todos os espetáculos)
What a unique opportunity!
The entire theatrical work of Raul Brandão presented in a great festival featuring amateur theatre groups from across the county, the graduating class in Theatre Arts at Minho University, and students from the workshops at Teatro Oficina. For the first time, Guimarães`s entire theatrical family will come together with the audience to learn more, discuss, perform, and enjoy the complete theatre works of a troubled writer. 
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Maiores de 12

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5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
2,50 EUR (Cartão Rede TO)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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“Teatro da Alma” é a mais recente criação do Teatro Oficina, cuja estreia acontece no âmbito da Festa de Teatro Raul Brandão.
“Teatro da Alma” é uma peça construída a partir de cenas de três peças de Raul Brandão: A Noite de Natal (1899), O Gebo e a Sombra (1923) e O Avejão (1929). Uma ficção quase metafísica e nada aleatória - cenas de personagens diferentes parecem responder umas às outras, ecoando os temas principais da obra de Raul Brandão: a natureza do homem, os seus fantasmas e duplos, a relação com a morte, a falta de redenção, a vontade de viver, as sombras...
“Teatro da Alma” is the most recent creation from Teatro Oficina, with its premiere slated for the Raul Brandão Theatre Festival.
“Teatro da Alma” is a play constructed from scenes of three plays of Raul Brandão: A Noite de Natal (1899), O Gebo e a Sombra (1923) e O Aveijão (1929). An almost metaphysical fiction based on the montage of scenes (nothing random) from the troubled author. Scenes and characters from different plays seem to respond to each other, echoing the main themes of Raul Brandão`s work: the nature of man, his ghosts and doubles, the relationship with death, the lack of redemption, the will to live, the shadows…
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Guião e Encenação João Pedro Vaz
Cenografia e Figurinos Sara Vieira Marques
Desenho de luz Nuno Meira
Com Diana Sá, Luís Araújo, Nuno Preto e Vera Santos
Produção Teatro Oficina
Maiores de 12
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3,00 EUR
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“Yuhng”, dos Toulouse, é um statement: mais do que o desabrochar óbvio da banda, é a prova do talento inato para a pop que começa na melodia e acaba no coração.
Os Toulouse sempre tiveram queda para a pintura, para a viagem e para o etéreo — nesta amálgama, existem entre a canção pop, doce, e as cores vivas dos efeitos de imbuir guitarra em açúcar. O quarteto de Guimarães editou a cassete de estreia, “Juice”, em 2015, preparando terreno para a seleção dos pantones com que iriam colorir os próximos passos, dos quais desabrocha o primeiro álbum “Yuhng”, um registo sonhador, enérgico, com um travo naïve. Será difícil o coração oferecer resistência ao que os ouvidos tão simplesmente abraçam: melodias encantatórias, e um esgar de quem não vive neste mundo. Entre o gingar indie e as guitarras dobradas e retransformadas em modulações suaves, o sucessor de “Juice” agarra com refrões uma imaginação que se tinge de paisagens sublimes, sonhadoras e com um brilho comovente.
 
Sexta 17 março, 19h00
Conversa informal com os Toulouse
Moderada por Samuel Silva
“Yuhng,” by the group Toulouse, is a statement: more than the obvious unfolding of the band, it is proof of the innate talent for pop that begins with the melody and ends with a strike to the heart.
The group Toulouse have always felt a weak spot for painting, travelling and the ethereal, and in this mixture we find pop song stylings so sweet and the lively colours of the effects that imbue the guitar with sugar. The four-person group from Guimarães produced their premiere cassette entitled “Juice” in 2015, preparing the ground for a selection of pantones with which to colour their next steps forward with the creation of their first album “Yuhng,” a recording that is dreamy, energetic and a touch naïve. It would be difficult for the heart to offer resistance to what the ears so simply embrace: enchanting melodies and a mocking glance of someone who does not live in this world. Between the indie swagger and the two-fold and re-transformed guitars in smooth modulations, the follow-up to “Juice” uses the refrains to grab at the imagination that is tinted with sublime and dreamlike landscapes and a brilliance which moves. 
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João Silvestre voz, baixo
Francisco Novais bateria
Rui Pacheco guitarra, voz
Nuno Duarte guitarra, sintetizador, voz
Maiores de 12
2,00 EUR
Estamos dentro ou fora? Vemos de cima ou de baixo?
Somos espaços pequeninos ou gigantes?
Que espaços ocupamos? E quando deixamos os espaços… o que fica?
Os “Ninhos” regressam com a Primavera. O ciclo começa com o ninho do espaço, pensado para bebés entre 1 e 2 anos e seus pais. O próximo ninho será em abril, para crianças entre 4 e 5 anos, sob a temática Cores… em tamanhos muito pequeninos e muito, muito grandes…
 
Local Sala de Ensaios do Centro Cultural Vila Flor
Horário 10h00 e 11h30 
Público-alvo Pais e bebés (1 e 2 anos)
Duração 30 min.
Preço 2,00 eur
Participação sujeita a inscrição prévia através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
Are we inside or outside? Do we see from above or below? Are we small spaces or giant ones? What spaces do we occupy? When we leave a space, what remains behind?
The “Nests” return with the spring. And the cycle begins with the nest of space, conceived for 1- to 2-year old children and their parents. The next nest will be in April, for children between 4 and 5 years, under the theme Colors ... in sizes very, very small  and very, very large ...
 
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10,00 EUR / 7,50 EUR
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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Martin Zimmermann, génio do novo circo, com uma carreira de 20 anos, apresenta o seu primeiro (até agora único) espetáculo a solo, este extraordinário “Hallo”.
Artista do movimento, o suíço Martin Zimmermann traz ao Centro Cultural Vila Flor a sua primeira criação a solo, com a qual tem percorrido o mundo, com grande sucesso. Em “Hallo”, Martin forma uma personagem com um corpo de boneco articulado e a agilidade de um contorcionista, um tipo ingénuo e desastrado que faz rir sem querer. O cenário e os objetos que vão surgindo na peça têm vida própria e passam o tempo a pregar-lhe partidas, colocando-o em situações embaraçosas, desconfortáveis e divertidas. O espetáculo resulta dos choques múltiplos entre o homem e as suas diversas personalidades. Martin procura, assim, dar vida às múltiplas maneiras de sermos nós próprios, como quem desenha, com delicadeza, o esboço de uma vida. Entre a ficção e a realidade, Martin Zimmermann tem subido aos palcos de todo o mundo nos últimos 20 anos. “Hallo” demonstra a mesma paixão pelo desempenho que teve no início e ao longo de toda a sua carreira. 
Martin Zimmermann, a genius of the new circus with a career spanning 20 years, presents his first (and to date his only) solo show, the extraordinary piece, “Hallo.”
An artist of movement, Martin Zimmermann, hailing from Switzerland, brings to the Vila Flor Cultural Center his first solo creation which his has been taking around the world to great acclaim. With “Hallo,” Martin has shaped a character with a doll-like body and the agility of a contortionist, an innocent and awkward type who unintentionally makes you laugh. The scene and the objects which appear during the show have a life of their own and the whole time they play jokes on him, putting him in embarrassing, uncomfortable and funny situations. The show is the result of the multiple jolts occurring between man and his diverse personalities. Martin thus tries to give life to the many ways we can be ourselves as in the way someone delicately sketches a life on paper. A man somewhere between fiction and reality, Martin Zimmermann has graced many of the world`s stages over the last 20 years. “Hallo” is a show that demonstrates the same passion for performing that the artist had both at the beginning and over the many years of his long career. 
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Conceito, direção, desenho de palco, coreografia e performance Martin Zimmermann Dramaturgia Sabine Geistlich Desenvolvimento – desenho de palco, diretor de projeto técnico Ingo Groher Criação musical Colin Vallon Direção e assistência coreográfica Eugénie Rebetez Guarda roupa Franziska Born Desenho de luz Sammy Marchina Desenho de som Andy Neresheimer Criação – diretor de palco, extra Roger Studer Criação – direção de palco Sarah Büchel Conceção técnica - desenho de palco Christiane Voth, Ingo Groher Desenho de motorização de palco Thierry Kaltenrieder Figurinos Franziska Born, Bea Zimmermann Pintor de teatro Michèle Rebetez-Martin Acessórios Atelier CLSFX Paris, Eric Rhis Diretor geral de palco Roger Studer/Sarah Büchel Direção de luz Sammy Marchina/Jérôme Bueche/Jan Olieslagers Direção de palco Sarah Büchel/Jan Olieslagers Direção de som Franck Bourgoin/Andy Neresheimer Produção técnica Sarah Büchel Comunicação Yvonne Kummer Contabilidade e escritório Conny Heeb Administração e booking Alain Vuignier Produção internacional Claire Béjanin  Direção de artistas Dimitri de Perrot, Martin Zimmermann Produção Verein Zimmermann & de Perrot  Coprodução Châteauvallon – Centre National de Création et Diffusion Culturelles; Espace Jean Legendre, Compiègne - scène nationale de l`Oise en préfiguration; KVS - Koninklijke Vlaamse Schouwburg; La Filature, scène nationale – Mulhouse; Le Merlan, scène nationale à Marseille avec Pôle Cirque Méditerranée (CREAC de Marseille, Théâtre Europe, La Seyne sur Mer); Le Volcan, scène nationale du Havre; Les Théâtres de la Ville de Luxembourg; Maillon – Théâtre de Strasbourg - Scène européenne; Migros Kulturprozent; Theater Casino Zug • Théâtre de la Ville, Paris; Théâtre Vidy-Lausanne; Zürcher Theater Spektakel 
Com o apoio de Ernst Göhner Stiftung  Agradecimentos Schauspielhaus Zürich  Ensaios finais Théâtre Vidy-Lausanne Estreia 4 de novembro de 2014 
A Zimmermann & de Perrot é apoiada por um contrato cooperativo de apoio entre o departamento de negócios culturais da cidade de Zurique, o serviço de assuntos culturais do Cantão de Zurique e o Pro Helvetia, Conselho Suíço para as Artes.
Desde 2006, a Zimmermann & de Perrot beneficiou do apoio da Fundação BNP Paribas para o desenvolvimento dos seus projetos
Maiores de 12
10,00 EUR
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral.
Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. Vamos criar labirintos; inventar histórias; usar barro, linha, papel; fazer comida, música e promessas; com as mãos, a cabeça e corpo todo a mexer. Com a chegada da primavera, os Domingos em Casa propõem À Roda das Estações.
 
À Roda das Estações
Como faculdade sensorial, a memória abre-se naturalmente aos sabores. Este é um projeto que, partindo de uma base gastronómica, deriva para o seu entendimento cultural e memorial. Mas é também uma proposta ambiental, inspirada na visão oriental de Michio Kushi, que defende o reconhecimento e valorização do alimento segundo a sua sazonalidade, contexto e espiritualidade. Por isso, percorreremos as 4 estações do ano, compreendendo cada alimento e as características da sua época. Abordaremos os conceitos de agricultura biológica, desperdício alimentar e cozinha saudável/natural. Como comíamos e como comeremos? 
Oficina temática coordenada pela equipa do Cor de Tangerina e seus convidados. 
 
Horário 10h30 
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Público-alvo Maiores de 12 
Data limite de inscrição 12 de março
Preço 10,00 eur
 
As inscrições devem ser efetuadas através do preenchimento do formulário aqui disponível ou em www.aoficina.pt
On the next to the last Sunday of every month, one of the workshops at the Casa da Memória in Guimarães – CDMG opens to the general public.
In workshops which seek out new interpretations of historical facts, traditions, legends, or places and objects in the CDMG exhibition space, we offer conviviality for families, friends, different generations, artists and artisans. We create labyrinths, we invent stories, we use clay, yarn and paper, we make food, music and promises, and we get our hands, heads and our entire bodies moving. With the arrival of spring, ‘Sundays at Home in the Casa’ proposes À Roda das Estações (Round the Seasons).
 
À Roda das Estações / Round the Seasons
As one of the senses, memory will naturally open itself up to flavours. This is an event with a gastronomic slant, one inviting us to move toward cultural and memory-based understanding. There is also an emphasis on the environment, inspired by the oriental thinking of Michio Kushi, who is a supporter of recognizing the value of food in its seasonality, context and spirituality. Thus we will take a tour going round the four seasons of the year, understanding each food item and the characteristics of its season. We will look at the concepts of organic agriculture, food waste, and healthy/natural cooking. How did we eat in the past and how will we eat?
This thematic workshop has been created by the team at Cor de Tangerina and their guests. 
 
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10,00 EUR
No âmbito da exposição “Os Pirómanos”, patente no CIAJG, Rui Moreira propõe aprofundar questões ligadas ao desenho explorando conceitos como concentração e tempo num exercício de longa duração.
No dia 29 de março, a masterclasse realiza-se em inglês potenciando a aproximação de artistas e alunos estrangeiros. No sábado, dia 01 de abril, a mesma proposta desenvolve-se em português. 
 
Datas 29 março (masterclasse em inglês) e 01 abril (masterclasse em português)
Horário 10h00 às 18h00
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães 
Público-alvo Artistas e Alunos de Artes do Ensino Superior
Duração 8 horas
Lotação mín. 8 / máx. 25 participantes
Preço 10,00 eur 
Data limite de inscrição 24 março
 
As inscrições poderão ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor, na Plataforma das Artes e da Criatividade ou neste site através do preenchimento do formulário disponível online.
O pagamento da masterclasse poderá ser efetuado em numerário no Centro Cultural Vila Flor ou na Plataforma das Artes e Criatividade, através de cheque enviado por correio à ordem de “A Oficina, CIPRL”, ou através de referência multibanco a gerar no ato de inscrição, até à data limite designada para o efeito. Em caso de desistência, o valor apenas será reembolsado se a mesma ocorrer até 48h antes do início da atividade.
 
30 e 31 março, 15h00
VISITAS ORIENTADAS POR RUI MOREIRA  
 
Duas oportunidades para descobrir a exposição, em conversa com o próprio artista.
 
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães 
Horário 15h00
Público-alvo Todas as idades
Duração 90 min. a 2 horas
Lotação mín. 8 / máx. 25 participantes
Participação gratuita
Data limite de inscrição 24 março
 
Participação sujeita a inscrição prévia através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
 
In the scope of the exhibition "The Pyromaniacs", Rui Moreira proposes to deepen issues related to drawing exploring concepts such as concentration and time in a long term exercise.
On March 29th, the masterclass is in English, promoting the approach of foreign artists and students. On Saturday, April 1st, the same proposal is developed in Portuguese.
 
Dates March 29th (masterclass in english) and April 1st (masterclass in portuguese)
Location CIAJG - José de Guimarães International Arts Centre
Target Artist and higher education Art students 
Duration 8 hours
Capacity min 8 / max 25 participants
Price 10,00 eur
Registration deadline March 24th
 
Registrations can be made at Centro Cultural Vila Flor, at the Platform of Arts and Creativity or at this site by completing the form available online.
Payment of the masterclass can be made in cash at Centro Cultural Vila Flor or in the Platform of Arts and Creativity, by check sent by mail to the order of "A Oficina, CIPRL", or by ATM transfer by reference generated at the time of registration, until regsitration deadline. In case of withdrawal, the value will only be refunded if it occurs until 48 hours before the activity start.
 
March 30 and 31, 15h00
GUIDED TOURS WITH RUI MOREIRA
 
Two opportunities to discover the exhibition, in conversation with the artist himself.
 
Venue CIAJG - José de Guimarães International Arts Center
Schedule 15h00
Target All ages
Duration 90 min.
Capacity min 8 / max 25 participants
Free participation
Registration deadline March 24
 
Participation subject to prior registration by e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
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2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Contra a fugacidade do tempo, José Almeida Pereira incita a imaginação do observador e convida-o a demorar-se no espaço sensível da sua subjetividade para escapar à luz estroboscópica das imagens.
 As temáticas abordadas nas obras em exposição fazem um retorno aos valores humanos inscritos na pintura, distanciando-se do presente e assumindo esse recuo. As pinturas apresentam-se em camadas de tempo, no contraste entre o preto e branco, o negativo e o positivo, como se se tratasse de uma imagem fotográfica. Cada obra dá ideia de sobreposição, de sedimentação, de trajeto, de um tempo expresso num espaço. O que se coloca diante de nós são simples espectros, pequenos vestígios, rastos de um conjunto de imagens que teimam em permanecer para sempre na memória. Num tempo onde a imagem é comunicação, a sua fixação na retina não é todavia suficiente para formar conhecimento. Desse modo, a obra-prima citada em cada pintura demora-se porque se fecha no olhar como um segredo.
Against time`s fleetingness, José Almeida Pereira incites the observer`s imagination and invites him to linger in the sensitive space of his subjectivity in order to escape image`s stroboscopic light.

The themes in these pieces are an acknowledgement of the human values imprinted in painting, distancing from the present and recognizing that step back. The paintings stand in layers of time, in the contrast between the black and the white, the negative and the positive, as if it was a photographic image. Each piece transmits the idea of overlap, sedimentation, path, of time carved in space. What`s in front of us are mere specters, small remnants, traces of a series of images that insist on staying forever in the memory. In a time when image is communication, its permanence in the retina is not enough to form knowledge. Therefore, the masterpiece quoted in each painting persists because it hides in the look as a secret.

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Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Nascido em 1971, Rui Moreira tem vindo a desenvolver um percurso ímpar, extraordinariamente singular, raro no panorama português e internacional da arte contemporânea.
O seu trabalho desenvolve-se quase exclusivamente na área do desenho e constitui-se como um terreno de reflexão política e poética sobre a condição humana. Nesta exposição, concebida em parceria com a EGEAC, o artista apresenta a mais abrangente exposição que alguma vez realizou em Portugal. Nela, poderemos ver um amplo conjunto de desenhos de grande escala – cuja execução, meticulosa e densa, se estende por vários meses, como que incorporando o tempo do quotidiano bem como o tempo da história. O cinema, a poesia, a citação de outros artistas, alguns anónimos, de outros tempos, são referências constantes num trabalho que faz conviver de forma sublime a figura geométrica, a proliferação de formas-simbólicas e a figura humana, afinal o centro de todo o pensamento do artista.
 
29 março e 01 abril, 10h00 às 18h00
MASTERCLASSE COM RUI MOREIRA 
 
No âmbito da exposição “Os Pirómanos”, Rui Moreira propõe aprofundar questões ligadas ao desenho explorando conceitos como concentração e tempo num exercício de longa duração. No dia 29 de março, a masterclasse realiza-se em inglês potenciando a aproximação de artistas e alunos estrangeiros. No sábado, dia 01 de abril, a mesma proposta desenvolve-se em português. 
 
Datas 29 março (masterclasse em inglês) e 01 abril (masterclasse em português)
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães 
Público-alvo Artistas e Alunos de Artes do Ensino Superior
Duração 8 horas
Lotação mín. 8 / máx. 25 participantes
Preço 10,00 eur 
Data limite de inscrição 24 março
 
As inscrições poderão ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor, na Plataforma das Artes e da Criatividade ou neste site através do preenchimento do formulário disponível online.
 
30 e 31 março, 15h00
VISITAS ORIENTADAS POR RUI MOREIRA  
 
Duas oportunidades para descobrir a exposição, em conversa com o próprio artista.
 
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães 
Público-alvo Todas as idades
Duração 90 min. a 2 horas
Lotação mín. 8 / máx. 25 participantes
Participação gratuita
Data limite de inscrição 24 março
 
Participação sujeita a inscrição prévia através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
 
Born in 1971, Rui Moreira has been taking his career down quite an extraordinarily singular path, one that stands out in the panorama of both Portuguese and international contemporary art.
Rui Moreira`s work has focused almost exclusively on drawing and constitutes a field of political and poetic reflection on the human condition. This exhibition, conceived in partnership with EGEAC, represents the artist’s most broad-reaching undertaking ever put on display in Portugal, one in which we can see a significant number of large-scale drawings whose intense and meticulous execution are testament to the painstaking work done over months and months, as if incorporating ordinary time and historical time. Cinema, poetry, and allusions to other artists from other times (some unknown) are the constant references in works which sublimely bring together geometric figures, the proliferation of form-symbols, and the human form – that is, the core of all the artist`s concept. 
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Curadoria Nuno Faria e João Mourão
Parceria e coprodução com EGEAC, Câmara Municipal de Lisboa
Agradecimentos Galeria Jeanne Bucher Jaeger
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Poucos fotógrafos têm, como Edgar Martins, desenvolvido uma reflexão tão poderosa sobre os regimes de visualidade contemporâneos, o uso da fotografia em contexto institucional, a relação da fotografia com a nossa vida e a nossa morte.
A exposição que apresenta no CIAJG resulta de um projeto que foi longamente preparado e que teve duas primeiras e consideravelmente mais pequenas apresentações em Lisboa, no MAAT e na Cristina Guerra Contemporary Art. Trata-se de uma investigação empreendida nos arquivos do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, a instituição que tem jurisdição legal sobre o corpo depois da morte. A reflexão visual que levou a cabo resulta numa exposição poderosa e, por vezes, chocante, do poder da imagem fotográfica e gráfica para reter a memória de um corpo que transpôs ou está prestes a transpor a fronteira que separa a vida da morte, a respiração da petrificação. Nesse sentido, convocando imagens de arquivo – entre fotografias, desenhos e cartas, por exemplo, e imagens do autor, a exposição constitui-se como um momento privilegiado para pensarmos o papel da fotografia no mapeamento da morte. 
Few photographers have reached Edgar Martins` level in terms of creating a powerful reflection upon the contemporary regimes of visuality, the use of photography in an institutional context, and how photography relates with our life and death.
The exhibition which Edgar Martins now presents at the José de Guimarães International Arts Centre is the culmination of a project prepared over a long period of time which featured two considerably shorter exhibitions in Lisbon, at the MAAT and at Cristina Guerra Contemporary Art. Martins` research took him to the Archives of the Medical Coroner`s Office, the institution which holds legal jurisdiction over one`s body following death. The resulting visual reflection has resulted in an intense exhibition, at times quite shocking, on the photographic and graphic image`s power to retain the memory of the body, which bridges or is about to bridge the boundary which separates life and death, breathing and ossification. Thus, by using images from the Archive – photos, drawings, and charts, for example – as well as original images, the exhibition constructs a unique moment in which we are called to consider photography as the mapping of death. 
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Parceria com Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Este será um ano de muita movimentação no espaço da coleção permanente do CIAJG com uma constante alternância entre artistas mais novos e mais experientes e com uma grande variedade de propostas, incluindo a apresentação de obras inéditas de José de Guimarães, patrono do Centro.

No primeiro ciclo expositivo de 2017, abordaremos o corpo sob diferentes pontos de vista – o corpo e a morte, o corpo e a guerra, o corpo e a história, a representação do corpo. Vivemos tempos de incerteza, tudo parece mudar velozmente e com direção aleatória. Neste ciclo, falaremos sobre mudança e permanência, mostramos a grande e a pequena escala, o universal e o íntimo. Numa época de dúvida, a memória ganha uma importância fundamental. Assim, são vários os artistas que trabalham com arquivos, que procuram sondar o passado e trazê-lo ao presente para preparar, talvez, a construção do futuro. Possamos fazer também nós, espetadores-atores, essa reflexão!

This year will be quite the active one for Permanent Collection space at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, with its offerings alternating between older and more experienced artists, and its wide variety of programs and events in store, which include the display of some never-before-seen works by the Centre`s namesake, José de Guimarães.
In the first exposition cycle of 2017, we will take up the theme of the body from different points of view – the body and death, the body and war, the body and history, and the representation of the body. We are living in uncertain times; everything is changing at a rapid pace and off into random directions. In this cycle, we will talk about change and permanence, and show both the large and the small scale, the universal and the intimate. Living in an epoch of doubt, memory assumes a fundamental importance. Thus we note how various artists are working with archives, which reach out to the past and bring it to the present to prepare perhaps for the future. Let`s see to it that we, the audience-actors, can also arrive at the same perspective!
 
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Arte Africana, Arte pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da coleção de José de Guimarães. 
Objetos do património arqueológico, popular e religioso. 
Obras de Christine Henry, António Bolota, José de Guimarães, Vasco Araújo, Rui Toscano, Stefano Serafin, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Ernesto de Sousa, Tomás Cunha Ferreira, Musa paradisiaca, Jaroslaw Flicinski 
Stefano Serafin, Arte em Estado de Guerra
Curadoria de Paula Pinto
Com a colaboração de FAST - Foto Archivio Storico Trevigiano della Provincia di Treviso
António Bolota, Sem escala 
Com a colaboração da Galeria Vera Cortês 
Christine Henry, Birds
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Se 2016 foi o ano inaugural da Casa da Memória (CDMG), ao longo do qual foi trabalhada a sua exposição nuclear como um lugar onde se conhecem ou reconhecem memórias de Guimarães, o novo ano de 2017, e no que concerne à Exposição Território e Comunidade, permitirá o aprofundar da diversidade das referências em exposição, colocando-as em paralelo com as, também diferentes, análises e perspetivas de quem a visita.

A CDMG propõe-se concretizar visitas orientadas para determinada unidade temática da exposição, por diversos agentes desta mesma memória em processo e em análise: uma visita guiada à CDMG por um cineclubista trará uma narrativa “memorialista” diferente daquela guiada por um nicolino. E é esta linha que esta casa prossegue, entendendo a Memória, como um processo aberto, participativo, tolerante, incompleto, infinito e democrático e entendendo Guimarães como um imenso universo de memórias, lembranças, recordações.

If 2016 was the inaugural year for the Casa da Memória (CDMG) during which its core exhibition came into being as a place to recognize or discover the memories of Guimarães, then the year 2017 and the exhibition ´Territory and Community` will allow for the creation of a deeper diversity of the references within the exhibit, placing them along a parallel track with the equally different analyses and perspectives of those who visit.

The CDMG is now offering guided visits on individual themes of the exhibition given by different agents of this same memory in process and in analysis: a CDMG guided visit with a Cineclube member would bring a “narrative memory” quite different from that of a Nicoline Festival enthusiast. And this is the line the Casa da Memória wishes to follow, one which understands memory as being an open, participatory, tolerant, incomplete, infinite and democratic process, and one which recognizes Guimarães as an immense universe of memories, remembrances, and recollections. 

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COMPRAR BILHETES
20,00 EUR / 17,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Guimarães será uma das primeiras cidades a receber a digressão da apresentação do novo álbum dos The Gift, “Altar”.
“Altar” é um sonho tornado realidade, produzido pelo icónico Brian Eno (conhecido pelo seu trabalho com os U2, Talking Heads, Coldplay e James, entre muitos outros) e misturado por Flood (cujo currículo assinala trabalhos com Depeche Mode, Thirty Seconds to Mars, Nick Cave and the Bad Seeds, PJ Harvey, Sigur Rós, Smashing Pumpkins, The Killers, etc.). Um projeto de vida que se realiza em 2017 e que os The Gift apresentam, agora, ao vivo. Um disco de 10 canções, intemporais. Feitas durante dois anos. Pensadas ao longo de três. Sonhadas ao longo de vinte e dois. Um disco que, ao vivo, se transforma num espetáculo que retrata todas as emoções vividas ao longo deste processo e que convida o público a dançar, vibrar, e celebrar o presente, vivendo-o. Inclui canções como “Love Without Violins”, “Clinic Hope” e “Big Fish”, singles de sucesso incluídos neste trabalho. Com um forte conceito visual, aliado à marcante presença da banda, a digressão “Altar” promete agitar os palcos nacionais com uma sonoridade que vai oscilando entre a pop alternativa e eletrónica.
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Sónia Tavares voz
Nuno Gonçalves teclados, voz
Miguel Ribeiro guitarra, baixo
John Gonçalves baixo, teclados
Mário Barreiros bateria
Paulo Praça guitarra, voz
Israel Costa Pereira guitarra, teclados, voz
Maiores de 6
COMPRAR BILHETES
18,00 EUR (1ª plateia)
15,00 EUR (2ª plateia)
Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração da música portuguesa.
Cantor, músico e compositor, deu-se a conhecer n’Os Azeitonas, a banda portuense que aos poucos se foi afirmando como um dos mais interessantes fenómenos de culto do panorama nacional (“Anda Comigo Ver os Aviões”, “Quem és Tu Miúda”, etc.). Em 2012, estreou-se a solo com “Cinco Dias e Meio”, de onde se destacam temas como “Os Maridos das Outras”, “Fizz Limão” ou “Capitão Fantástico”. O segundo álbum de originais, “Crónicas da Cidade Grande”, foi lançado em 2014 e entrou diretamente para o número 1 do top de discos do Itunes e para o top 3 de vendas. “Balada Astral”, o primeiro single, foi nomeado na categoria de “Melhor Música” nos Globos de Ouro. Tanto “Cinco Dias e Meio” como “Crónicas da Cidade Grande” atingiram a marca de Disco de Ouro. Atualmente, Miguel Araújo encontra-se a trabalhar no novo álbum, o terceiro trabalho de originais, cujo lançamento está previsto para esta primavera.
 
A primeira parte do concerto de Miguel Araújo vai estar a cargo de Via. Autodidata na guitarra e no ukelele, Via conta já com uma formação musical muito rica e diversa, tendo passado pela Escola Maiorff, pela Valentim de Carvalho e posteriormente pela Faculdade Nova de Lisboa, onde se licenciou em Ciências Musicais. Estudou piano jazz no Hot Club, e atualmente na ESMAE. Via promete dar que falar na música portuguesa. Neste momento, encontra-se a trabalhar em novos temas, que serão incluídos no primeiro álbum, a ser lançado no final de 2017. 
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Maiores de 6
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