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Mimicat visita o Café Concerto do CCVF e transporta-nos para a ambiência da década de 50. É uma lufada de ar fresco na cena musical nacional.
Mimicat é o alter-ego de Marisa Mena, que constrói nesta personagem todas as referências que a transformaram na artista que é hoje. Apaixonada pelas décadas de 40 e 50, Mimicat bebe dessa época as influências musicais e também um apurado sentido estético que nos leva para outros tempos. Depois de um longo percurso musical, que começou na infância e que a levou até aos Casino Royal, Marisa lança-se num projeto a solo que tem sido muito bem acolhido pela crítica e pelo público. Mimicat é já apontada como uma promissora artista, com uma voz poderosa que teima cantar amores e desamores. As músicas que escreve inspiram-se na sua vida, mas também nas histórias dos amigos que a rodeiam e o amor é sempre o tema porque é isso que a move. O guarda-roupa é irrepreensível. A música também.
Mimicat will perform at the CCVF Café Concerto, taking us back to the 1950s. This is a breath of fresh air on the Portuguese music scene.
Mimicat is the alter-ego of Marisa Mena, who has constructed a persona by using all the references that have influenced her to date. An appassionato of the 1940s and 50s, Mimicat drinks up this epoch and its musical influences, adding a finely tuned aesthetical sense that takes us back to long gone times. After a long musical career which began in her youth and which even took her to the Casino Royal, Marisa has dived into a solo project which has been warmly received by both critics and the general public. Mimicat has already been called a promising artist with a powerful voice who dares to sing of bold and unrequited love. Her own life, as well as the experiences of her friends, serve as the inspiration for her songs, with love being the main theme as this is what moves her. Her wardrobe is impeccable, and her music as well. 
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Marisa Mena voz
Alexandre Mano baixo
João Elias guitarra
Luís Pena trompete
Sérgio Costa piano
Ivo Palitos bateria
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“Satélites” é a nova criação de Sofia Dias & Vítor Roriz, acompanhados em palco por Clément Garcia e Raúl Maia.
“Satélites” é um espetáculo para quatro intérpretes da dupla Sofia Dias & Vítor Roriz. Neste tão aguardado novo projeto, os coreógrafos continuam a sua pesquisa sobre a palavra como matéria dúctil; o corpo oscilante entre sujeito e objeto; a cenografia enquanto elemento móvel; a voz e o canto como aquilo que “extravasa” dos corpos. Neste trabalho, e com o rigor a que já nos habituaram, Sofia & Vítor buscam em alguns aspetos formais a sua impressão digital para a criação artística. A repetição, a transformação e a simultaneidade são as ferramentas que Sofia Dias & Vítor Roriz têm vindo utilizar na procura de materiais que se destacam pela sua precisão, obsessão e desvio das lógicas de composição e interpretação.
 
Espetáculo falado em inglês, com legendas
 
APÓS O ESPETÁCULO “SATÉLITES”
HÁ CONVERSA COM…
SOFIA DIAS & VÍTOR RORIZ
 
Promovido pelo Serviço Educativo, Há conversa com... acontece regularmente após um espetáculo ou no âmbito de uma exposição, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir dos objetos artísticos. Em maio, teremos uma conversa com a dupla de criadores Sofia Dias & Vítor Roriz sobre o espetáculo “Satélites”.
“Satellites” is the newest creation from Sofia Dias & Vítor Roriz, joined on stage by Clément Garcia and Raúl Maia.
“Satellites” is a play for four performers from the pair Sofia Dias & Vítor Roriz. In this anxiously awaited piece, the choreographers continue with their investigation of the spoken word as malleable material, with the body oscillating between subject and object, with staging as a moveable object, and with voice and song as something which flows over the body. In this work (and always at a level of excellence to which we have become accustomed), Sofia Dias & Vítor Roriz endeavor to put their unique fingerprint on a creative product by seeking out certain formal expressions. Repetition, transformation, and simultaneity are tools which Sofia Dias & Vítor Roriz have been using in the search for materials that are notable for their precision, obsession and the roads leading away from the logic of composition and interpretation. 
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Direção artística Sofia Dias & Vítor Roriz Interpretação Clément Garcia, Raúl Maia, Sofia Dias, Vítor Roriz Cenografia e Figurinos Catarina Dias Desenho de luz Nuno Meira Som Sofia Dias Colaboração artística Filipe Pereira Direção técnica Nuno Borda de Água Operação de som Miguel Lima, Sérgio Milhano (PontoZurca) Produção executiva Carla Nobre Sousa Produção Materiais Diversos
Coprodução Culturgest (Lisboa), Materiais Diversos (Lisboa), Théâtre de la Ville (Paris), deSingel internationale kunstcampus (Antuérpia), Centro Cultural Vila Flor (Guimarães), Open Latitudes – Latitudes Contemporaines, Vooruit, L’Arsenic, Body/Mind, Teatro delle Moire, Sin Arts Culture, Le Phénix, MIR Festival, Materiais Diversos - financiada pelo programa Cultura da Comissão Europeia Residências Moduldance Art Stations (Poznan), Dance Ireland (Dublin), Duncan Dance Research Centre (Atenas), El Graner (Barcelona) - financiada pelo programa Cultura da Comissão Europeia Residências O Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo), Centro Cultural do Cartaxo, Centro de Criação de Candoso (Guimarães), Teatro Municipal do Porto – Campo Alegre, Alkantara (Lisboa), Centro Cultural de Belém (Lisboa) Agradecimentos José Laginha (DeVIR/CAPa), Margarida Tavares, João Carvalho Dias, Pedro Louro, Benedetta Maxia, Maria Ramos, Oficinas do Convento, Teresa Henriques
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Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação do mês de junho.

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A vitalidade do teatro contemporâneo e a sua importância nas nossas vidas, pode encontrar-se nesse exercício do olhar que retira do palco estórias que nos ensinam aquilo que ainda não sabemos sobre nós próprios e sobre os outros. Ou num sentido mais grandioso, o quanto da vida... o teatro ainda tem para nos contar.
Pensar o programa para um dos Festivais de maior longevidade no país, implica (também) tentar caraterizar esse mesmo país de forma profunda, através do mapeamento das ideias e do estado da sua criação atual, projetando para os vários palcos de apresentação a exploratória diversidade atribuída à obra de Gil Vicente.
Na verdade, lendo o elenco facilmente identificamos várias propostas que sugerem a renovação desse olhar sobre a sociedade atual e por inerência sobre nós próprios, quer a partir da utilização de textos históricos e portanto já existentes, mas portadores de uma certa visão intemporal do mundo, quer pela tentativa de produção de novas dramaturgias resultantes de trajetos de vida que nos transmitem ensinamentos importantes a descodificar, sobretudo neste tempo de acentuada mudança permanente. 
A intervenção social que devemos ao teatro e a desejada capacidade de construir uma sociedade melhor, mais preparada e mais coesa, encontra nesta edição de 2015 um momento de afirmação, porque nos permite através da luz e da sombra, da palavra e do silêncio, da presença e da ausência, entender o todo e aprender a tolerar cada vez mais o desconhecido, abraçando-o como matéria que reclama novas formas. As imensas possibilidades da criação contemporânea jogam-se agora pelas mãos de uma geração de artistas que, abertos à transformação do país e do mundo, transportam para dentro das suas composições um inconformismo estético e um discurso que ora levanta questões ora repõe a necessidade de produzir respostas. Reservemos, então, o nosso lugar na celebração desta arte, por vezes intensamente real, que nos fará viajar pela experiência de um processo marcante chamado “I Don’t Belong Here” com a condução de Dinarte Branco, permitirá reencontrar Virginia Woolf através da multidisciplinar e andrógina peça “Orlando” (cocriação Sara Carinhas e Victor Hugo Pontes) e provocará a interação no “Círculo de Transformação em Espelho” pelo Teatro Oficina.
Na segunda parte dos Festivais, em “Fausta”, formaremos plateia para ouvir uma mulher narrar a sua vida após a morte pela voz de dois homens (Pedro Gil e Tonan Quito), numa peça encenada a partir da reescrita do livro de Patrícia Portela “O Banquete”. Assistiremos em “Oslo” (cocriação de Mickael de Oliveira e Nuno M Cardoso) a uma tentativa de viver sem perda, num quadro que projeta a relação entre uma mãe de cuidados obsessivos e a sua filha, cujo estado é enigmático. E o pano cairá sobre o programa central, não sem antes a dramaturgia de Shakespeare deixar a sua marca na premiada peça de Tiago Rodrigues, “António e Cleópatra”, numa abordagem contemporânea sublimada pelas prestações de Sofia Dias e Vítor Roriz.
Este ano, os Festivais Gil Vicente estabelecem uma relação muito direta com o curso de Teatro da Universidade do Minho, através da integração do programa “Andando”, que causará natural extensão do arco temporal da sua realização. Valorizamos (também) por esta via a formação e a profissionalização futura desta área artística, importante para a cidade e o país. 
Rui Torrinha
 
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The vitality of contemporary theatre and its importance in our lives can be found in the exercise of reflection in which stories taken from the stage become vehicles for teaching us things that we do not know about ourselves and about others, or in a grander vein, about life…and what the theatre has yet to show us.
Thinking about the programming for one of the longest running Festivals in Portugal implies (as well) the attempt to characterize the country in a deeper way through the mapping of ideas and the current state of creative activity and via the projection onto the stage of the exploratory diversity attributed to the works of Gil Vicente.
Indeed, in reading this year’s offerings we can easily identify various works which hint at the renewal of this perspective on today’s society and of course on ourselves, be it with the use of historic texts and thus already existent but the conveyers of a timeless view of the world, or be it in the endeavors of new playwrights whose work is the result of a life path which holds important lessons to be decoded, especially in our present day so marked by continuous and marked change.
In the 2015 edition of the Festival, the intervening social nature which we ascribe to the theatre and its desired capacity to build a better, more prepared and more cohesive society will find a moment of affirmation since it allows us – through light and darkness, the spoken word and silence, through presence and absence – to understand wholeness and to increasingly endure the unknown, embracing it as something which calls out for new forms. 
The immense possibilities open to the creative process is now in the hands of a generation of contemporary artists who, open to the transformation of the country and the world, have instilled in the core of their compositions a type of non-conformist aesthetic and a discourse which raises questions and requires answers.
Let’s then reserve our place in this celebration of art, at times intensely real, which will take us on a journey through the experience of a remarkable process called “I Don’t Belong Here” with Dinarte Branco, or which will allow us to reencounter Virginia Woolf via the multi-disciplinary and androgynous work, “Orlando” (a co-creation of Sara Carinhas and Victor Hugo Pontes), and which will provide a spark of interaction in “Círculo de Transformação em Espelho” by the Teatro Oficina.
In the second part of the festivals, with “Fausta,” we will be the audience to observe a woman telling the story of her life after death in the voice of two men (Pedro Gil and Tonan Quito), in a play taken from the rewriting of the Patrícia Portela book, “O Banquete.” In “Oslo” (a co-creation of Mickael de Oliveira and Nuno M Cardoso) we see an attempt to live without loss, in a portrait which projects the relationship between an obsessive mother and her daughter, whose state is quite enigmatic. And to round things off, nothing less than Shakespeare to leave his mark with the award-winning show by Tiago Rodrigues, “Anthony and Cleopatra,” in a contemporary retelling featuring performances by Sofia Dias and Vítor Roriz. 
This year, the Gil Vicente Festival has established a particularly close relationship with the Theatre Arts students at Minho University with the inclusion of the program, “Andando,” bringing their efforts to fruition with a public performance. Thus, we (also) place value on the professional training of the future generation of artists, which is so important for the city.
Rui Torrinha
 
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“I Don´t Belong Here” parte das memórias e da experiência de repatriamento para o arquipélago dos Açores de cidadãos portugueses que cresceram nos EUA e no Canadá.
“I Don´t Belong Here” é um projeto artístico sobre a problemática da deportação. A singularidade estética do espetáculo advém de um dado essencial: em palco vão estar homens e mulheres que foram expulsos dos EUA e do Canadá, depois de terem cumprido penas de prisão, e foram viver para uma espécie de pátria estrangeira – o sítio onde nasceram, mas no qual não se sentem em casa. São os seus rostos e os seus corpos que estão na linha da frente, a interpretar textos e quadros criados a partir das suas experiências, das suas histórias, dos seus medos, dos seus desejos. Daquilo que foram, daquilo que são e daquilo que querem ser. São eles que dão a cara por aquilo que viveram e vivem. É a sua capacidade expressiva verbal e corporal que está em jogo, num movimento que tem tanto de corajoso como de catártico. 
 
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“I Don´t Belong Here” is based on the memories and experience of Portuguese nationals who grew up in the United States and Canada but were repatriated to the Azores.
“I Don´t Belong Here” is an artistic project on the issue of deportation. The aesthetic singularity of the show comes from an essential piece of information. The men and women on the stage were deported from the United States or Canada after serving prison sentences and went to live in a kind of foreign homeland - the place where they were born but not a place where they feel at home. It is their faces and their bodies that are in the front line acting texts and pictures created on the basis of their experiences, their stories, their fears and their desires. What they were, what they are and what they want to be. They are there representing how they have lived and how they are living. It is their verbal and corporal expression skills that are at stake in a movement that is a courageous as it is cathartic. 
 
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Autoria Dinarte Branco e Nuno Costa Santos Encenação Dinarte Branco Texto Nuno Costa Santos, Dinarte Branco, António Brum, Cláudia Gaiolas, José  Leandro, Luís de Sousa, Paulo Pacheco, Tiago Nogueira, Zita Almeida Interpretação António Brum, Cláudia Gaiolas, José  Leandro, Luís de Sousa, Paulo Pacheco*, Tiago Nogueira, Zita Almeida Vídeo Paulo Abreu Luz Feliciano Branco Sonoplastia Sérgio Gregório Música "Folsom Prison" (Letra, Johnny Cash), "Hoochie coochie Man" (Instrumental, Muddy Waters), "I fought the law" (Versão 1966, Letra e Música, Bobby Fuller), "1/1" (5 min., Brian Eno, Rhett Davies, Robert Wyatt – Album Ambient 1: Music for Airports) Assistência de Imagem e Som Francisco Rosas, Marco Moreira, Paulo Lima Cenografia e Figurinos Paulo Oliveira Construção Cenográfica Decor Galamba Apoio aos Figurinos Ana Teresa Castelo Produção Pedro Pacheco, Alexandra Libânio e João da Ponte Uma Produção Molloy Associação Cultural Produção Associada AGECTA / Moby Dick Produções Coprodução Teatro Micaelense, O Espaço do Tempo, Teatro Maria Matos, Teatro Nacional de São João, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Viriato Apoio Rede 5 Sentidos, Fundação AMI, Governo dos Açores Parceria Observatório dos Luso-Descendentes, Associação Novo Dia Patrocínio SATA, Grupo Bensaude, Açoreana Seguros Apoio à Produção Câmara Municipal da Ribeira Grande, Cresaçor, ANA Aeroportos de Portugal – Direção dos Aeroportos dos Açores, Direção Regional de Turismo – Delegação de Turismo dos Açores em Lisboa Agradecimentos António Castro Freire, António Vieira Bizarrão (Mestre "Baiboia"), Associação ARRISCA, CLA-Ribg Universidade Aberta, Carolina Queiroz, Diana Diegues, Francisco Albergaria, Nô Coutinho, Paulo Fontes, Quinta da Falésia (São Vicente Ferreira), Quinta do Norte, Restaurante O Emigrante (Capelas), Restaurante O Solar do Rei dos Frangos (São Vicente Ferreira), Restaurante Pharmacia (Lisboa), Ricardo Reis, RTP-Açores, Rui Faria, Sofia Motta 
Duração 120 min. aprox.
Espetáculo em Português e Inglês, sem legendagem 
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*Após falecimento, a participação de Paulo Pacheco neste espetáculo acontece através de imagens vídeo.
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“Orlando”, de Virginia Woolf, é uma biografia fábula de um ser que nasce homem e, a meio da sua vida, acorda mulher.
Quando interrompeu a escrita trágica de “As Ondas”, Virginia Woolf escreveu “Orlando”, história de uma personagem cuja juventude inabalável se mantém ao longo de quatrocentos anos. Para Cecília Meireles, «sucessivamente homem e mulher, Orlando representa a experiência do indivíduo nas diferentes situações em que a natureza o coloca no mundo». Sara Carinhas e Victor Hugo Pontes aceitaram o mútuo desafio de pôr em cena a coreografia deste corpo ficcional, a recriação deste mundo e as questões de género e de tempo, num solo que é a cartografia biográfica da personagem, mas que será e não será o texto de Woolf.
 
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“Orlando”, by Virginia Woolf, is a fabulous biography of a person who is born male and wakes up as a woman in the middle of his life.

When she interrupted the tragic writing of “The Waves", Virginia Woolf wrote “Orlando”, a story of a character who does not age for four hundred years. Cecília Meireles writes, "First a man and then a woman, Orlando represents a person´s experience in different situations in which nature places the world". Sara Carinhas and Victor Hugo Pontes accepted the mutual challenge of producing the choreography of this fictional body, the recreation of this world and the issues of gender and time in a solo that is the character´s biographical map, but or may not be Woolf´s text.

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Cocriação e Direção Victor Hugo Pontes Cocriação e Interpretação Sara Carinhas Cenografia F. Ribeiro Desenho de Luz Wilma Moutinho Música Original Rui Lima e Sérgio Martins Figurinos Mariana Sá Nogueira Direção de Produção Joana Ventura Produção Executiva Jesse James Coprodução Nome Próprio e Teatro Municipal do Porto Rivoli Apoio à residência artística Companhia Olga Roriz, O Espaço do Tempo Apoios Ao Cabo Teatro, Companhia Instável, Teatro Nacional D. Maria II e Teatro Nacional São João Agradecimentos Cristina Carvalhal, Madalena Alfaia e Sano de Perpessac Projeto financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian Duração 60 min. aprox. s/intervalo Maiores de 12
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Em “Círculo de Transformação em Espelho”, cinco atores convidam o público a participar num exercício teatral e somos todos testemunhas e vítimas de uma transformação comum.
Numa pequena cidade, a abertura de um curso de teatro desperta o interesse de um carpinteiro recentemente divorciado, de uma estudante de liceu, de uma antiga atriz e do próprio marido da professora, que nele se inscrevem, compondo a mais improvável das turmas. Como num divertido filme indie que progressivamente se revela, os participantes realizam os imaginativos (e, por vezes, estranhos) exercícios teatrais pensados pela professora, sem se aperceberem de que, à medida que a sua relação evolui, as atividades letivas aparentemente inconsequentes dão lugar a dramas reais, de que são os protagonistas. Produção de 2014 do Teatro Oficina, “Círculo de Transformação em Espelho” estreou no 31º Festival de Teatro de Almada onde foi aclamado pela imprensa internacional, nomeadamente pelo The Guardian.
 
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In “Circle Mirror Transformation”, five actors invite the audience to take part in a theatrical exercise and we are all witnesses and victims of the common transformation.
In a small town, the opening of a drama class attracts a recently divorced carpenter, a high-school student, a former actress and the teacher´s husband, all of whom enroll to form the most unlikely class. Unfolding like a funny indie film, the group plays the teacher´s imaginative (and sometimes awkward) theatre games. But as their relationships develop over the course of the summer, the seemingly silly games generate some real-life drama without realizing that, as their relationships develop, the seemingly silly classes give way to some real-life drama. A 2014 production of Teatro Oficina, "Circle Mirror Transformation" premiered at the 31st Almada Drama Festival, where it was acclaimed by the international press, including The Guardian.
 
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Interpretação Alheli Guerrero, André Júlio Teixeira, Diana Sá, Marcos Barbosa e Teresa Coimbra Encenação Marcos Barbosa  Tradução Manuel Neto Cenografia Ricardo Preto Desenho de luz Pedro Vieira de Carvalho
Figurinos Susana Abreu Sonoplastia Pedro Lima Produção executiva Teatro Oficina Duração 1h50 min. aprox. s/intervalo Maiores de 12
 
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A partir do romance “O Banquete”, de Patrícia Portela, Pedro Gil e Tonan Quito autopsiam uma mulher que narra a sua vida depois de morta.
“Fausta” nasce de um desafio lançado pelos atores Pedro Gil e Tonan Quito à escritora Patrícia Portela. O espetáculo tem como ponto de partida o seu mais recente romance, “O Banquete”, editado em 2012 pela Caminho. A partir de uma seleção do livro, pretende-se reescrever a história de uma Fausta e das suas trocas diárias de almas. O público reúne-se para ouvir uma mulher que narra a sua vida depois de morta na voz de dois homens. “Para desvendar todos os segredos, precisamos de reunir a história toda, as histórias todas…deste corpo que comporta muitos tempos.” Esta é a autópsia de uma narrativa póstuma à procura de um todo impossível. “De quão pouco precisamos para destruir a vida que temos? De quanto precisamos para mudar? De quão pouco é preciso acontecer para nos transformarmos noutra pessoa?”
 
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Based on the Patrícia Portela novel "O Banquete”, Pedro Gil and Tonan Quito perform an autopsy on a women who tells the story of her life after death.
“Fausta” is the result of a challenge to Patrícia Portela from the actors Pedro Gil and Tonan Quito. The starting point of the play is her latest novel “O Banquete”, published in 2012 by Caminho. The play is based on a selection from the book and rewrites the story of a Fausta and her daily exchange of souls. The audience listens to a woman who recounts her life after death in the voice to two men. “To disclose all the secrets, we need to get the whole story together, all the stories… of this body that has experienced many times.” This is the autopsy of a posthumous narrative looking at an impossible whole. “How little do we need to destroy the life we have? How much do we need to be able to change? How little has to happen for us to become another person?”
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Texto Patrícia Portela a partir do seu romance O Banquete Direção artística e interpretação Pedro Gil e Tonan Quito Fausta Margarida Alice Espaço sonoro Pedro Costa Figurinos José António Tenente Apoio à criação Filipa Matta Fotografia de cena Mariana Silva Coprodução Maria Matos Teatro Municipal / TAGV / Teatro Viriato / Os Narradores / Rede 5 Sentidos Parceria Truta Residências Artísticas O Espaço do Tempo / Espaço Alkantara Apoio Pro.Dança Imagem José F. Azevedo Duração 1h40 min. s/ intervalo Maiores de 12
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Depois de “Boris Yeltsin”, “Oslo” é o segundo projeto de parceria entre o dramaturgo Mickaël de Oliveira e o encenador Nuno M Cardoso.
“Oslo” é uma reescrita de “O Que é Teu Entregou aos Mortais”, texto com que Mickaël de Oliveira venceu o prémio Nova Dramaturgia Maria Matos 2006. É uma peça sobre “tudo” o que não retrata: a relação entre uma mãe (Mónica Calle), de cuidados obsessivos e a sua filha, cujo estado é enigmático. Ambas vivem numa casa, longe da cidade, visitada por várias pessoas, uma amiga da família (Raquel Castro) e quatro homens (todos representados por Albano Jerónimo) com funções distintas. Todos tentam satisfazer as vontades da casa. O espetáculo é sobre o que escapa ao retrato: uma tentativa de viver sem a perda.
 
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After “Boris Yeltsin”, “Oslo” is the second fruit of the partnership between playwright Mickaël de Oliveira and director Nuno M Cardoso.
“Oslo” is a rewriting of “O Que é Teu Entregou aos Mortais”, a play with which Mickaël de Oliveira won the 2006 Maria Matos New Drama Award. It is a play about “everything” that it doesn´t show: the relationship between an over-protective mother (Mónica Calle) and her daughter, who is somewhat enigmatic. They live together in a house far from town. They are visited by different people: a family friend, (Raquel Castro) and four men (all played by Albano Jerónimo) with different functions. They all try to meet the house´s needs. The play is about that which is not portrayed: an attempt to live without loss.

 

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Cocriação Mickaël de Oliveira e Nuno M Cardoso Texto Mickaël de Oliveira Interpretação Albano Jerónimo, Mónica Calle, Raquel Castro Cenografia José Capela Luz Rui Monteiro Produção Executiva Stage One Assistência de Produção e de Direção Ana Catarina Campos, Pedro Barbosa Coprodução Colectivo 84, Cão Danado Apoio DGArtes e Teatro Académico de Gil Vicente Apoio nas residências artísticas mala voadora, Companhia Olga Roriz Fotografia FALCK Agradecimentos Kaya Michelle Maiores de 16
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Este “António e Cleópatra” não é a peça de William Shakespeare. É uma peça original, escrita e dirigida por Tiago Rodrigues, e interpretada pela dupla de coreógrafos Sofia Dias e Vítor Roriz.
“António e Cleópatra”, tragédia de Shakespeare, é um inventário de dicotomias: oriente e ocidente; razão e sentimento; masculino e feminino; política e sexo; guerra e amor; trabalho e ócio; tragédia e comédia. Em confronto, em paralelo, em complementaridade ou simbiose, cada ingrediente desta peça encontra sempre o seu par ou o seu reverso. À semelhança da dupla que dá nome à obra. Fascinado por esta ideia de dupla, Tiago Rodrigues reduziu o elenco faraónico de Shakespeare a dois intérpretes: Sofia Dias e Vítor Roriz que são, e não são, António e Cleópatra. São o António a ver o mundo pelos olhos da Cleópatra. E vice-versa. Sempre vice-versa. Vice-versa como regra do amor. Vice-versa como regra do teatro. Este espetáculo é ver o mundo através da sensibilidade das almas alheias de António e Cleópatra.
 
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This “Anthony and Cleopatra” is not the Shakespeare play. It is an original written and by Tiago Rodrigues, featuring the two choreographers Sofia Dias and Vítor Roriz.
Shakespeare´s tragedy “Anthony and Cleopatra” is an inventory of dichotomies: east and west, reason and feelings, male and female, politics and sex, war and love, work and idleness, tragedy and comedy. Face to face, in parallel, symbiotic or complementing each other, each ingredient in the play always finds its pair, its opposite, like the two who give the work its name. Fascinated by this idea of doubles, Tiago Rodrigues has reduced Shakespeare´s pharaoh-filled cast to two actors. Sofia Dias and Vítor Roriz are and are not Anthony and Cleopatra. They are Anthony, who sees the world through Cleopatra´s eyes and vice versa. Always vice-versa. Vice-versa as a rule of love. Vice-versa as a rule of drama. This play sees the world through the sensitivity of the different souls of Anthony and Cleopatra.
 
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Texto de Tiago Rodrigues com citações de “António e Cleópatra” de William Shakespeare (tradução de Rui Carvalho Homem) Encenação Tiago Rodrigues Interpretação Sofia Dias e Vítor Roriz Cenografia Ângela Rocha
Figurinos Ângela Rocha e Magda Bizarro Música excertos da banda sonora do filme “Cleópatra” (1963), composição de Alex North  Desenho de luzes Nuno Meira Colaboração artística Maria João Serrão e Thomas Walgrave Apoio técnico Amarílis Felizes Construção do mobile Decor Galamba Direção de produção e fotografia Magda Bizarro Produção executiva Rita Mendes Produção Mundo Perfeito Residência artística Teatro do Campo Alegre, Teatro Nacional de São João e alkantara Coprodução Centro Cultural de Belém, Centro Cultural Vila Flor e Temps d´Images Apoio Museu de Marinha Uma produção Teatro Nacional D. Maria II a partir de uma criação original pela companhia Mundo Perfeito Espetáculo criado com o apoio de Governo de Portugal | DGArtes Maiores de 12
ENTRADA LIVRE
Um Atividário (atividades + abecedário) pode ser uma ferramenta de aprendizagem e, sobretudo, de divertimento.
Cada livro fala de um tema em formato de abecedário, ao mesmo tempo que se propõem atividades práticas para fazer a sós, na escola ou em família. De A a Z, o tema é desvendado através de referências artísticas, históricas, científicas e filosóficas. Coincidindo com a abertura dos Festivais Gil Vicente será apresentado o Atividário Teatro, do escritor Ricardo Henriques e do ilustrador André Letria. Editado pela Pato Lógico, “Teatro” é o segundo Atividário que Ricardo Henriques e André Letria publicam, depois do premiado “Mar” (2012).
 
Local Praça da Plataforma das Artes e da Criatividade
An activibet (activities + alphabet) can be both a learning tool and a source of fun.

Each book talks about a subject in the form of an alphabet while also offering practical activities that can be done alone, at school or with the family. From A to Z, the subject is revealed with references to art, history, science and philosophy. The presentation of the Activibet Theater by writer Ricardo Henriques and illustrator André Letria will be coinciding with the opening of the Gil Vicente Festivals. “Teatro” is being published by Pato Lógico and is the second Activibet that Henriques and Letria have published after the award-winning “Mar” (2012).

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Todas as idades

“Há conversa com...” acontece regularmente após um espetáculo ou no âmbito de uma exposição, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir dos objetos artísticos.
No âmbito dos Festivais Gil Vicente, teremos uma conversa com Dinarte Branco sobre como se constrói um espetáculo de teatro com um grupo de “não atores”, ex-criminosos e em profunda e constante revolta com a sua condição de deportados.
“Conversations with” happens regularly after a show or during an exhibition. The idea is to increase common vocabulary between artists and the public and promote a critical attitude and the ability to enjoy artistic objects.

During the Gil Vicente Festivals, we will be talking to Dinarte Branco about how to build a theatre show with a group of non-actors, formal criminals in a constant state of indignation at having been deported. 

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Na tarde que antecede a apresentação da peça “Círculo de Transformação em Espelho”, o Teatro Oficina irá realizar um ensaio aberto, seguido de uma conversa, destinado a estudantes e alunos interessados em conhecer melhor o processo de criação de um espetáculo.
Público-alvo alunos e estudantes das artes do espetáculo
Horário 15h00 
Duração aprox. 2 horas
Nº máximo de participantes 50
Data limite de inscrição 04 de junho
Inscrição gratuita, através do preenchimento do formulário online
In the afternoon before the staging of "Circle Mirror Transformation", Teatro Oficina will be holding an open rehearsal followed by a conversation for students interested in finding out more about the creation of a play.
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No âmbito do Festival Gil Vicente e da apresentação do espetáculo “Oslo – Fuck them all and everything is wonderful”, Mickaël de Oliveira propõe uma masterclasse sobre o processo criativo que deu origem à respetiva criação, em cocriação com Nuno M Cardoso, e sobre o trabalho que tem desenvolvido nos últimos anos no seio do Colectivo 84, estrutura que cofundou com o ator e encenador John Romão.
A masterclasse procura abordar os diversos modos e modelos possíveis de trabalho dramatúrgico e cénico, incluindo o trabalho específico empreendido em “Oslo”, alargando a reflexão aos demais trabalhos do Colectivo 84, em diálogo com contextos artísticos nacionais e internacionais, que fundam as suas propostas a partir da ideia de “escrita de palco”.
 
Público-alvo todas as pessoas interessadas
Horário 19h00-22h00
Data limite de inscrição 08 de junho
Inscrição gratuita, através do preenchimento do formulário online
During the Gil Vicente Festival and the play “Oslo – fuck them all and everything is wonderful”, Mickaël de Oliveira will be giving a master class about the creative process that resulted in the joint creation of the play with Nuno M Cardoso and about the work that he has been doing in the last few years with Colectivo 84, which he founded with the actor and scenery director John Romão.

The class will address the different possible forms of working drama and scenery, including that involved in “Oslo”. He will extend his talk to other Colectivo 84 works in dialogue with Portuguese and foreign artistic contexts, which base his proposals on the idea of “writing for the stage”.

 
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“Há conversa com...” acontece regularmente após um espetáculo ou no âmbito de uma exposição, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir dos objetos artísticos.
No âmbito dos Festivais Gil Vicente, teremos uma conversa com Tonan Quito e Pedro Gil sobre o processo de criação de “Fausta”.
“Conversations with” happens regularly after a show or during an exhibition. The idea is to increase common vocabulary between artists and the public and promote a critical attitude and the ability to enjoy artistic objects.
During the Gil Vicente Festivals, we will be talking to Tonan Quito and Pedro Gil about the creation of “Fausta".
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Entrada Livre
A importância da formação, a relação entre teatro profissional e as escolas de artes e ainda as pontes de colaboração entre os diversos agentes do meio teatral para estruturação do caminho futuro, serão pontos em discussão numa conversa aberta à participação da plateia.
O debate contará com a participação de Tiago Porteiro, Marcos Barbosa e Mickaël de Oliveira.
The importance of training, the relationship between professional theater and schools of the arts and collaboration points between different members of the theater family for building future pathways will be discussion points in an open discussion with the audience.

Tiago Porteiro, Marcos Barbosa and Mickaël de Oliveira will take part in the debate.

 
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Todas as idades

Andando II aparece este ano associado à programação dos Festivais Gil Vicente. Um gesto de abertura e encorajamento que expressa bem o quão a cidade está empenhada em abraçar este elo fundamental da vivência artística de Guimarães, os vários cursos de formação artística, nomeadamente os que são oferecidos pela Universidade do Minho.
PROGRAMA
 
30 de maio
Centro para os Assuntos da Arte e da Arquitetura
22h00
E Agora Morremos Todos!
Laboratório VI
Dir. Jorge Andrade com assistência de David Cabecinha
Alunos do 3º ano da Licenciatura em Teatro
 
04 a 13 de junho
Teatro Jordão
Quintas e Sextas, 18h30 às 21h30
Sábados, 16h00 às 21h30
Atelier 3C – projeto para “Um Núcleo das Artes” 
Docente (coord.): José Capela
Grupo de alunos de 5º ano do curso de Arquitetura da UM 
 
08 de junho
Centro para os Assuntos da Arte e da Arquitetura
20h30
Caixa Negra
Criação e interpretação: Maria de Carvalho, Rute Fernandes, Sérgio Silva  
Espaço Oficina 
22h00
Fazíamos tudo juntos, quase tudo
Criação e interpretação: Luís Fernandes e Maíra Ribeiro
#Duoléticas 
Criação e interpretação: Diogo Roas e Tatiana Rocha
 
09 de junho
Centro para os Assuntos da Arte e da Arquitetura
20h30
Work in progress
Criação e interpretação: Rita Silva
22h00
Play-off 
Criação e interpretação: Marta Ferreira e Rita Trigo
POC!
Criação e interpretação: Mário Pereira
 
10 de junho
Palacete da Praça de S. Tiago – Museu Alberto Sampaio
22h00
Self-titled 
Criação: Júlio Cerdeira e Henrique Margarido
Interpretação: Júlio Cerdeira
 
15 e 16 de junho
Centro para os Assuntos da Arte e da Arquitetura
22h00
Terceira Idade 
Um reality show de Rogério Nuno Costa a partir do texto homónimo de José Maria Vieira Mendes
Laboratório IV
Dir. Rogério Nuno Costa 
Alunos do 2º ano da Licenciatura em Teatro
 
15 a 19 de junho
Instituto de Design
15h00 às 20h00
Exposição de desenhos de observação – Figura Humana; Objetos; Espaço
Docente (coord.): Paulo Almeida
Alunos de Arquitetura e Design da Escola de Arquitetura 
 
Centro de Formação Pós Graduada
15h00 às 20h00
Pray for our Souls/projeto de arte digital 
Rui Carvalho - EngageLab.org (Laboratório de interseção Artes e Tecnologia)
 
16 de junho
Largo do Trovador
19h30
Concerto (Ensaio Aberto)
Orquestra de Sopros da Academia de Música Valentim Moreira de Sá
 
18 de junho
Centro de Formação Pós Graduada
20h30
Projetos autónomos dos alunos de 2º ano da Lic. Teatro
 
19 de junho
Largo do Trovador
19h00
EmCaixa
Laboratório II (Teatro) / Uso e identidade
Docentes (Coord. Geral): Bernardo
Providência e Tiago Porteiro
Artistas Associados: Diana Sá e Patrick Hubmann, Alunos do 1o ano da Licenciatura em Teatro e Design
Coord. Geral: Bernardo Providência e Tiago Porteiro
Artistas Associados: Diana Sá e Patrick Hubmann, Alunos do 1º ano da Licenciatura em Teatro e Design
Andando II is part of the Gil Vicente Festivals this year. It is a gesture of openness and encouragement that expresses how committed the city is to embracing this fundamental link of artistic experience in Guimarães, the different artistic courses and especially those offered by Universidade do Minho.
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Projeto apoiado pela Universidade do Minho / Licenciatura em Teatro/ILCH (promotor), Licenciatura em Design de Produto e Mestrado Integrado/Escola de Arquitectura, Câmara Municipal de Guimarães, Centro para os Assuntos da Arte e da Arquitetura, A Oficina, Museu de Alberto Sampaio, Instituto de Design e Academia de Música Valentim Moreira de Sá
Durante os Festivais Gil Vicente, o Círculo de Arte e Recreio será um ponto de encontro do festival, onde artistas e público se poderão juntar num espaço de partilha, debate e convívio. Um espaço de festa e um espaço comum dos que amam o teatro e convivem com o teatro.
During the Gil Vicente Festivals, the Arts and Recreation Circle will be a meeting point of the festival, where artists and audience can join in a sharing environment to debate and enjoy social gathering. A place to celebrate and a place that is a common area for those who love theatre and live with theatre.
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ENTRADA LIVRE
Consulte o programa completo no ficheiro em anexo
Entre os dias 01 e 06 de junho, decorrem os Dias Cheios de Ideias!
Esta é a festa das ideias, onde todos podemos ser inventores, artistas, idiotas e sonhadores! Convidam-se crianças de todas as idades, que tragam vontade de imaginar, opinar, fazer e partilhar. Temos para a troca oficinas, visitas a exposições, um espetáculo, sessões de contos e muita boa companhia! No último dia, a partir do Mercadinho da Pequenada, organizado pela Divisão de Ação Social da Câmara Municipal de Guimarães e pelos infantários das IPSS, propomos um plano especial para famílias e curiosos. À sombra ou ao sol, não perca esta oportunidade! A entrada é gratuita. *
* Exceto o espetáculo The Wall, que se realiza na Black Box da PAC, dia 01 às 19h00 e dia 02 às 10h30.
 
01 e 02 junho, Black Box/PAC
19h00 (dia 01) | 10h30 (dia 02)
M/ 8 anos
Miguel Fragata
 
05 junho, 19h00, Praça PAC
06 junho, 17h00, Praça PAC
M/ 4 anos
Sessão de Contos
Florbela Castro / Mercado Azul
 
01 a 06 junho, Praça PAC
Cúpula Geodésica
 
01 junho, 21h00, Sala de Conferências PAC
The Wall - A Pesquisa (documentário)
Maria do Remédio
 
04 junho, 15h00, Praça PAC
Atividário Teatro – Apresentação 
 
06 junho, 10h00 às 18h00, Praça PAC
Mercadinho da Pequenada
Divisão de Ação Social e Infantários 
 
01 e 05 junho, 10h30 às 12h00, Praça PAC
4 aos 10 anos
Trocar os Pés pelas Mãos
Oficina de escultura/Figura/Cartão
Rita Faustino
 
02 e 06 junho, 14h30, Praça PAC
03 junho, 10h30, Praça PAC
8 aos 12 anos
Passarinhas e Sardões
Oficina de Património
Tatiana dos Santos
 
03 junho, 14h30 às 18h30, Praça PAC
M/ 6 anos
Arquitetar Papel
Oficina de Arquitetura
Matilde Seabra e Raul Pereira
 
04 junho, 15h30 às 17h00, Praça PAC
6 aos 10 anos
Oficina Atividário Teatro
Oficina de Teatro
Marta Leitão
 
06 junho, 10h30 às12h30, Praça PAC
M/ 6 anos
Oficina de Aromáticas
AVE, João Ferreira e Dinis Mendes
 
06 junho, 15h00 às 17h00, Praça PAC
M/ 6 anos
Frutos de Beber
Marcos e Miguel
 
01 a 06 junho, 10h00 ÀS 19h00, Praça PAC
M/ 15 anos
Cavaletes na Praça
 
01 a 06 junho, 10h00 às19h00, Praça PAC
M/ 3 anos
Giz_a_Balde
 
01 a 06 junho, 11h00 às 12h30, CIAJG
M/ 4anos
Visitas Especiais Famílias às Exposições
 
06 junho, 16h00 às 17h00, CIAJG 
M/12 anos
Do Mercado à Plataforma
 
06 junho, 10h00 às 18h00
Chill Out dos Pequeninos
 
01 a 06 de junho, 10h00 às 18h00
Atabicar o Caminho
 
As oficinas e visitas que decorrem de 01 a 05 de junho carecem de inscrição prévia através do email servicoeducativo@aoficina.pt
From 1 to 6 June, Days Full of Ideas!
This is an idea fest, where we can all be inventors, artists, idiots and dreamers! The invitation is for children of all ages who want to imagine, give an opinion, do and share. In return we have workshops, visits to exhibitions, a show, story sessions and lots of good company! On the last day, we have a special plan for families and others from Mercadinho da Pequenada, organized by the Social Services Division of Guimarães City Hall and the kindergartens of private charities. In the shade or in the sun, don´t miss this opportunity! Admission is free.
 
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Todas as idades

COMPRAR BILHETES
2,00 EUR
“The Wall” é um espetáculo de teatro. No centro está um muro. O público é separado à chegada: de um lado do muro ficam os adultos, do outro lado ficam as crianças. Só os atores circulam entre os dois lados do muro.
Nem adultos, nem crianças veem o mesmo espetáculo. A questão está precisamente nessa diferença: a diferença entre o que os adultos pensam que as crianças pensam e aquilo que elas realmente pensam, entre o que as crianças imaginam que os adultos querem e aquilo que os adultos realmente querem, entre o que pertence ao “mundo dos adultos” e o que pertence ao “mundo das crianças”. As queixas de ambos os lados sucedem-se. “The Wall” debruça-se por isso sobre o muro que separa as crianças dos adultos, a infância da idade adulta. “The Wall” convida o público a olhar para o seu lado do muro e a imaginar o lado de lá. A apresentação do espetáculo é complementada com a projeção do documentário The Wall - A pesquisa, de Maria Remédio que retrata o processo de pesquisa para a criação da peça.
 
Local Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade
Horário 01 de junho, às 19h00 e 02 de junho, às 10h30
Público-alvo dos 8 aos 12 anos 
Duração c. 60 min.
Lotação limitada
Preço 2,00 eur
Nota: Os adultos e as crianças serão separados à chegada, reunindo-se no final.  
“The Wall” is a theatre show. In the centre is a wall. The audience enters but is separated: the adults to one side and the children to the other. Only the actors will be able to interact on both sides.

Neither the adults nor the children will see the same show. And the question lies precisely in these differences: in the difference between what the adults think that the children think and what they indeed do think, and what the children imagine what the adults want and what the adults truly want, and what ultimately belongs to “the world of adults" and what belongs to “the world of children.” Complaints on both sides are launched. “The Wall” is about that which separates children from adults, and childhood from adulthood. “The Wall” invites the audience to look on the other side of this barrier and imagine what that side is like. The performance will be complemented by a showing of the documentary of The Wall – the research by Maria Remédio, who talks about the process of researching the play in its creation stage.

 
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A Antena 3 está à procura dos novos talentos da música nacional.
Nestes últimos 20 anos, a Antena 3 revelou e viu crescer bandas como os Da Weasel, Deolinda, Blasted Mechanism, Blind Zero, Ornatos Violeta, entre tantos outros. Agora, chegou o momento de nos fazermos à estrada para descobrir os artistas e autores que vão marcar o futuro da música portuguesa. O Concurso Nacional de Bandas vai dar oportunidade a 9 bandas para tocarem ao vivo pelo país e com convidados de luxo. No dia 20 de junho, no Centro Cultural Vila Flor, teremos White Haus, o novo projeto de João Vieira, juntamente com 3 novos talentos (Les Crazy Coconuts, Yellow Low e Os Vultos). A noite irá prolongar-se no Café Concerto do CCVF ao som dos dj sets de Rui Estêvão (Antena 3) e Dj Kitten. Consulte a programação completa em Antena3.rtp.pt
 
Preço (Concertos no Grande Auditório) 5,00 eur COMPRAR
Preço (Dj Sets Café Concerto) 3,00 eur COMPRAR
 
O bilhete para os concertos no Grande Auditório dá acesso gratuito aos dj sets de Rui Estêvão (Antena 3) e DJ Kitten no Café Concerto do CCVF, no entanto é necessário proceder ao levantamento do bilhete de acesso ao Café Concerto na Bilheteira Central do CCVF. Entrada limitada à lotação da sala.
The radio station Antena 3 is looking for new talents on the national scene.
In the last 20 years, the radio station Antenna 3 has introduced the public to bands such as Da Weasel, Deolinda, Blasted Mechanism, Blind Zero, Ornatos Violeta and others, proudly watching them grow in popularity. Now it is time for us to hit the road to discover the artists and songwriters who will mark the future of Portuguese music. The National Band Competition will offer 9 different groups the chance to perform live for the country, and with top-notch guest performers as well. On June 20th, the Vila Flor Cultural Center will receive White Haus, João Vieira´s new group, as well as three more new talents (Les Crazy Coconuts, Yellow Low and Os Vultos). The night will go on at the CCVF Café Concerto to the sound of DJ sets by Rui Estêvão (Antena 3) and DJ Kitten. For complete programming details, go to Antena3.rtp.pt.
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Coprodução CCVF e Antena 3
Maiores de 12
Como habitualmente, nas interrupções letivas estará disponível um programa de atividades pensado de propósito para os mais pequenos e curiosos, com o intuito de proporcionar uma oferta qualificada para as férias e de promover o “usufruto dos tempos livres”.
Os mais crescidos poderão encontrar uma forma descontraída de dar azo à sua veia artística, num programa à sua medida.
 
Mais informações e inscrições brevemente.

 

As is our habit, the end of school means that we can now offer a program of activities specially conceived and thought out for the youngest and most curious amongst us as a way to guarantee the wisest use of the lazy days of summer.
The older ones amongst us can find a relaxing way to unleash the artistic spirit in a tailor-made program just right for you.
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2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Toda a ação é a expressão de uma escolha, reflexo de uma intenção, manifestação de uma interação, produto da individualidade.
O ato criativo é fruto da atividade mental, estética e social do próprio artista, a forma como este idealiza e posteriormente dá corpo ao seu trabalho. A invenção e a realização. Moita Macedo afirma que “um homem é sempre o retrato de outro homem. Traço, risco, mancha, macacada, como muitas vezes lhe chamam, a pintura continua a ser a minha, o retrato de mim mesmo.” Pintor e poeta, emerge no seio artístico português da década de setenta e início dos anos oitenta.
 
Horário da Exposição
terça a sábado 
09h30-13h00 | 14h30-19h00
All action is the expression of a choice, reflection of an intention, manifestation of an interaction, product of individuality.
The creative act is the result of mental, social and aesthetic activity of the artist himself, the way he idealizes and then gives body to his work. The invention and achievement. Moita Macedo says that "a man is always the portrait of another man. Line, scratch, spot, muddle, as often it’s called, the painting remains mine, the portrait of myself. ". Painter and poet, Moita Macedo emerges in Portuguese art in the seventies and early eighties.
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Organização Câmara Municipal de Guimarães
Apoio Cordeiros Galeria, Arte Contemporânea
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 14h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
O trabalho de Vasco Araújo tem incidido de forma sistemática sobre a história do colonialismo europeu e os seus efeitos tragicamente duradouros do ponto de vista das dinâmicas relacionais de poder e submissão entre homens de diferentes lugares e diferentes culturas.
O artista traz para o seu terreno de investigação ferramentas e dados usados e recolhidos por outras disciplinas, tais como a História, a Antropologia, a Sociologia, para construir narrativas que se materializam em filme, escultura, pinturas e peças sonoras. Com a exposição individual de Vasco Araújo, “Demasiado pouco, demasiado tarde”, o CIAJG continua e aprofunda a sua vocação de perscrutar e revisitar de um ponto de vista simultaneamente poético e crítico, empático e distanciado, as tensões, os desejos, os afetos ou as angústias que os objetos corporizam e transportam e aquilo que revelam dos homens e da história que construímos. 
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
Vasco Araújo´s work has focused in a systematic way on the history of European colonialism and its tragically long-lasting effects from the point of view of the relationship dynamics of power and submission between people of different places and different cultures.
In exploring the chosen theme, the artist has used tools and data taken from other disciplines such as history, anthropology, and sociology for his own area of research as a way to construct narratives that materialize in film, sculpture, paintings, and sound pieces. With Vasco Araújo´s solo exhibition, “Too little too late”, the CIAJG maintains and deepens its commitment to examine and revisit – from a point of view that is at the same time both poetic and critical, and empathic yet distanced – the tensions, desires, affections, or the anguish that the objects embody and convey, and that which they reveal about the people and the history that we have built.
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Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 14h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A pintura é a disciplina central da obra vasta e multiforme de José de Guimarães.
É um território amplo e diverso onde surgem, ressurgem e se combinam os signos, a um tempo estranhos e familiares, que o artista criou e desenvolveu a partir dos seus alfabetos ideográficos. A exposição, que cobre um extenso período de tempo, integra pinturas de grande formato de algumas das séries mais emblemáticas do artista da coleção do CIAJG que serão apresentadas em diálogo com as singulares esculturas em papel policromado e com objetos de madeira pintados que o artista realizou no princípio da década de 1970, e constitui uma rara ocasião para reconsiderar a importância e a singularidade desta produção.
 
Horário da Exposição
Terça a domingo
10h00-19h00
Painting is the primary medium in the vast and multi-form work of José de Guimarães.

Painting is a broad and diverse territory on which signs emerge, re-emerge and meld, at times strange or familiar, those which the artist has created and developed from his ideographic alphabets. The exhibition, which covers an extensive period of time, comprises large-scale paintings from some of the artist´s most emblematic series held at the CIAJG, which will be presented in a dialogue alongside sculptures in polychromatic paper and painted wooden objects that the artist created in the 1970s. The exhibition offers a rare opportunity to reexamine the importance and singularity of these works.

 
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Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 14h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
O CIAJG reúne peças oriundas de diferentes épocas, lugares e contextos em articulação com obras de artistas contemporâneos, propondo uma (re)montagem da história da arte, enquanto sucessão de ecos, e um novo desígnio para o museu, enquanto lugar para o espanto e a reflexão.
Para além das exposições de Vasco Araújo e José de Guimarães que marcam o 2º ciclo expositivo de 2015 do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, relembramos que poderá também visitar as exposições “A Composição do Ar: coleção permanente e outras obras” e “Rituais com Máscaras: um face-a-face”, uma mostra de máscaras da coleção de arte africana de José de Guimarães e dos ciclos de inverno de Trás-os-Montes, realizada em parceria com o Museu de Abade de Baçal, em Bragança.
 
Horário da Exposição
Terça a domingo
10h00-19h00
The CIAJG has brought together works from different times, places and contexts in articulation with works by contemporary artists, proposing a (re)assembly of art history, as a succession of echoes, and a new purpose for the museum – as a place for wonder and reflection.
In addition to the exhibitions of Vasco Araújo and José de Guimarães, that marks the 2nd exhibition cycle of 2015 at the José de Guimarães International Arts Centre, we would like to remember that can also be visited the exhibitions “Composition of the Air” and “Rituals with Masks: a face to Face” that presents José de Guimarães African art collection and pieces used in winter cycle in Trás-os-Montes, in a partenership with the Abade de Baçal Museum, in Braganza.
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Todas as idades

COMPRAR BILHETES
20,00 EUR
Cartão Associado Montepio_desconto 20%
MÚSICA // CCVF / GRANDE AUDITÓRIO
SEGUNDA 22 JUNHO, 21H30
RUI MASSENA
 
Os maestros são figuras fascinantes, quase sempre excêntricas, tocadas pelo génio. É certamente esse o caso de Rui Massena, conhecida figura do panorama cultural nacional que ajudou a transformar Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura num estrondoso caso de sucesso. Assim aconteceu também com a Orquestra Clássica da Madeira, onde foi maestro e diretor artístico durante 12 anos. Fora de portas, entre muitos concertos em numerosos países destaca-se o facto de ter sido maestro convidado principal da Orquestra Sinfónica de Roma entre 2009 e 2011 e a proeza de ter sido o primeiro Maestro Português a dirigir na mítica sala Carnegie Hall em Nova Iorque. Dois exemplos da sua capacidade de extravasar as nossas fronteiras. Por cá, embarcou de corpo e alma na aventura Expensive Soul Symphonic Experience, um espectáculo onde uma orquestra clássica encontrou espaço ao lado do moderno hip hop dos nortenhos Expensive Soul e que rendeu um DVD de sucesso (o mais vendido em Portugal em 2012). 
 
Rui Massena prepara-se agora para um novo desafio: trocar a batuta pelas teclas de um piano, os recursos da orquestra pela sua própria visão enquanto compositor. A sua vasta experiência musical dá-lhe uma bagagem invejável e singular, que, no seu trabalho mais pessoal, se traduz num fascinante universo de melodias que promete apaixonar quem se embrenhe nesta nova aventura solitária de Rui Massena. Um palco, um piano e um homem. Uma história, um monte de prémios, um percurso artístico singular. Tudo se conjuga num espetáculo único, imperdível e surpreendente.
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Maiores de 6

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