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Antecipando a saída do novo disco “Riû”, Cuca Roseta vem ao Centro Cultural Vila Flor desvendar pela primeira vez, e ao vivo, alguns dos segredos deste novo trabalho, passando igualmente pelos temas mais marcantes da sua carreira.
Cuca Roseta visita Guimarães para apresentar o seu terceiro disco. Depois de um primeiro álbum homónimo, produzido pelo conceituado Gustavo Santaolalla, Cuca lançou um segundo trabalho, “Raíz”, onde escreve e compõe quase a totalidade do disco. Agora, com o terceiro disco, atinge uma maturidade mais plena. Iniciando no CCVF uma nova tour e depois de um ano cheio de sucessos e inúmeros concertos em Portugal e no estrangeiro, a fadista regressa a Guimarães para uma noite que promete ser inesquecível. Uma oportunidade única para escutar uma das mais marcantes e aclamadas vozes da nova geração do Fado. 
On the eve of the release of her new album, “Riû,” Cuca Roseta comes to the Vila Flor Cultural Center ready to unveil for the first time (and live) some of the secrets behind this new work, in addition to treating us to some of the most remarkable songs from her career.
Cuca Roseta visits Guimarães to present her third album. Following her first and namesake album produced by the acclaimed artist Gustavo Santaolalla, Cuca released a second album entitled “Raíz” where she wrote and composed almost the entire work. Now with this third endeavor, she has reached a greater maturity. Starting off her new tour at the CCVF, and after a year full of success and countless concerts both in Portugal and abroad, the fado singer returns to Guimarães for an evening which promises to be unforgettable. This is a unique opportunity to hear one of the most remarkable and highly praised voices in the new generation of fado.
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Cuca Roseta voz
Frederico Gato baixo acústico
André Ramos viola de fado
Pedro Viana guitarra portuguesa
Vicky Marques percussão
Maiores de 4
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A música de Sandy Kilpatrick é uma celebração, um hino à natureza, um chamamento para as pequenas coisas que realmente dão sentido à vida.
Sandy Kilpatrick é um cantautor escocês que se mudou para Portugal pela imperativa força do amor. Inspirado pela música folk, Sandy Kilpatrick procura na criação musical um exercício de regresso à simplicidade. Num mundo cada vez mais agitado, que teima em girar cada vez mais depressa, Kilpatrick transmite, através das suas músicas, imagens que remetem para a natureza, que apelam à calma e tranquilidade quase exigindo que abrandemos o ritmo. Quando ouvimos Sandy Kilpatrick temos a sensação de estarmos sentados num alpendre, a sentir na pele os primeiros raios de sol e o cheiro de uma brisa que levanta num fim de tarde soalheiro. É nesta celebração de sinestesias que aguardamos a visita de Sandy Kilpatrick ao Café Concerto do CCVF. Vamos desligar do mundo, serenar, e ouvir apenas boa música.
The music of Sandy Kilpatrick is a celebration, a hymn to nature, calling out to the small things which truly make life worth living.
Sandy Kilpatrick is a Scottish singer-songwriter who moved to Portugal, pulled here by the force of love. Inspired by folk music, Sandy Kilpatrick’s musical creations are a return to simplicity. In an increasingly hectic world which insists on spinning faster and faster, Kilpatrick and her songs evoke images that harken back to nature and appeal to tranquility and calm, almost obliging us to slow down our frenzied workaday pace. When we listen to Sandy Kilpatrick’s music, it is as if we were sitting on our front porch feeling the first rays of spring warmth on our skin and taking in the fragrances of a sunny, late afternoon breeze. It is this type of ‘celebration of synthesis’ that we expect from Sandy Kilpatrick’s evening at the CCVF Café Concerto. Let’s disconnect from the world, find serenity, and just sit back and listen to some fine music.
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Sandy Kilpatrick guitarra e voz
Zé Barroso trompete
Edgar Ferreira guitarras
Maiores de 12
2,00 EUR
No segundo trimestre do ano, os Sábados em Família continuam a propor atividades para viver em...família!
Descobrir exposições, partilhar um desenho, alimentar a imaginação ou ouvir contos de agora e de outros tempos, sempre às 16h00 e no CIAJG. Um tempo e espaço especial, onde as famílias podem criar memórias a várias mãos… e pés… e corações…
 
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Horário 16h00
Público-alvo 4 aos 12 anos
Duração 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas/ máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur

Atividade sujeita a marcação prévia com 48h de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
To welcome the spring, Saturdays with the Family continues to suggest activities that the whole family will enjoy.
Come discover the exhibitions, share a moment in drawing, feed your imagination or listen to stories from today and yesteryear. Always at 4pm at CIAJG. This special time and space is reserved for families to get involved with the hands, their feet… and their hearts. 
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“Britânico”, de Jean Racine, é a mais recente encenação de Nuno Cardoso, cuja estreia absoluta acontece no Centro Cultural Vila Flor.
Representado pela primeira vez em 1669, “Britânico” surge como resposta aos críticos de Jean Racine que consideravam o conteúdo das suas obras demasiado superficial. Com “Britânico”, Racine sintetiza o virtuosismo reconhecido da sua escrita com um tema que reflete sobre os valores civilizacionais: o poder, a honra, a verdade. Sendo o único criador moderno de tragédias míticas, o dramaturgo tem a sabedoria de decompor psicologicamente os mitos de que se serve, reduzindo-os à sua dimensão mais humana. Ao pôr em cena a monstruosidade das personagens, Racine cria um quadro em que a necessidade e o jogo político são abandonados às paixões, em que o sangue contamina a luta pelo poder. A companhia Ao Cabo Teatro recupera esta obra de Racine consciente de que o texto, complexo e premente, mantém uma contemporaneidade que não necessita de defesa. A peça é encenada por Nuno Cardoso, um dos grandes nomes da encenação em Portugal, cujos trabalhos têm sido aplaudidos pelo público do CCVF.
 
APÓS O ESPETÁCULO “BRITÂNICO”
HÁ CONVERSA COM…
NUNO CARDOSO
 
Promovido pelo Serviço Educativo, Há conversa com... acontece regularmente após um espetáculo ou no âmbito de uma exposição, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir dos objetos artísticos. Em maio, teremos uma conversa com Nuno Cardoso sobre a sua mais recente encenação “Britânico”.
“Britannicus,” by Jean Racine, is Nuno Cardoso´s most recent stage production, with its world premiere set for the Vila Flor Cultural Center.
Presented for the first time in 1669, “Britannicus” was written by Jean Racine as a response to his critics who deemed the content of his previous works too superficial. With “Britannicus,” Racine refines the acclaimed brilliance of his writing in a theme reflecting on the core values of civilization: power, honor, and truth. Being the only modern writer of mythical tragedies, Racine the playwright employs the utmost of skill to psychologically deconstruct the myths in question, reducing them to a more human level. By exposing the monstrous side of the characters on stage, Racine creates a framework in which necessity and political game-playing give way to passion, one in which blood contaminates the struggle for power. The Ao Cabo Teatro Company has brought back Racine´s play well aware that the text, at the same time complex and sorrowful, maintains a contemporary feel that needs no explaining. The play is directed by Nuno Cardoso, a prominent stage director in Portugal whose works have been received with praise by CCVF theatre-goers. 
 
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Encenação Nuno Cardoso
Tradução Regina Guimarães
Cenografia F. Ribeiro
Figurinos a designar
Desenho de Luz José Álvaro Correia
Música Rui Lima e Sérgio Martins
Elenco Mário Santos, Pedro Frias, Rodrigo Santos, João Melo, Micaela Cardoso, Leonor Salgueiro, Romeu Costa
Uma produção Ao Cabo Teatro, em coprodução com Centro Cultural Vila Flor, Theatro Circo e Teatro Municipal do Porto
Com o apoio de Anjos Urbanos – cabeleireiros e El Corte Inglês
Maiores de 12
Entrada Livre
O Centro Internacional das Artes José de Guimarães acolhe, mais uma vez, uma iniciativa que promove o livro de artista e o experiencialismo editorial.

“Transfer” é uma feira de edições de carácter laboratorial em torno do livro de artista e do experimentalismo editorial. Este ano realiza-se a sua 2ª edição, onde se reúnem editores independentes, artistas gráficos e ateliers tipográficos, que desenvolvem no local diversos processos de composição de texto e imagem em diferentes técnicas de impressão. A Feira estende-se às edições de autor das mais diversas áreas como a música, a ilustração ou a banda desenhada. É uma oportunidade única para um encontro entre editores e o público que aqui tem um espaço privilegiado para a troca de ideias. Neste dia pode encontrar no CIAJG edições únicas e tiragens reduzidas que abrangem cartazes, fanzines, edições de autor, livros de autor, livros de artistas, serigrafias, CD’s e vinis, ilustrações e muito mais.

The José de Guimarães International Center for the Arts (CIAJG) is once again pleased to announce an initiative which seeks to promote books published by independent artists and experimental publications.
“Transfer” is a laboratory-style book fair focusing on a variety of artists, their work, and experimental publications. In its 2nd edition, the fair will bring together independent publishers, graphic artists and printing workshops which will focus on a broad range of text and image composition processes within the various areas of printing. The fair will include works by artists from many areas, such as music, illustration and comic books. This fair is a unique opportunity that will bring publishers and the public together in a one-of-a-kind space where ideas can be exchanged. This CIAJG event will feature rare and limited editions and will include items such as posters, fan-zines, artist publications and books, fabric printing, CDs and vinyl, illustrations, and much more. 
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Todas idades
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Ólöf Arnalds sobe ao palco do Café Concerto do CCVF para nos levar para uma viagem pelas paisagens frias e solitárias da Islândia. Como quem canta debaixo de um céu que é aurora boreal.
Ólöf Arnalds chega até nós vinda da longínqua e gélida Islândia e carrega na sua envolvente voz uma sonoridade que nos remete para as transparências da madrugada. A cantora e multinstrumentista prima pela originalidade e a sua voz única é o carimbo de uma personalidade que emana uma aura que cativa e intriga. Björk, sua conterrânea, refere-se a ela como alguém que tem em si a inocência da infância, mas também a profundidade de uma alma antiga. As suas músicas são delicadas mas sensuais, crivadas de um travo místico tão próprio dos horizontes nórdicos. Ólöf canta músicas magistrais, com uma melodia bela mas também dramática. Graciosa, poética e intensa. É assim a sua música e é assim a artista que vem de longe para nos levar com ela para sítios remotos, envoltos em mistério. A anteceder a atuação de Ólöf Arnalds, o Café Concerto recebe “La Familia del Árbol”, duo folk pop espanhol.
Ólöf Arnalds takes to the stage of the CCVF Café Concerto to lead us on a journey through the cold and barren landscapes of Iceland. It´s song under the skies ablaze with the Northern Lights.

Ólöf Arnalds comes to us from the faraway and frosty land of Iceland, bringing with her an engaging voice which beams likes the gleaming light of morning. The singer and multi-instrumentalist cherishes originality, and her unique voice is the hallmark of a personality that emanates an aura which captivates and intrigues us. Her compatriot, Björk, refers to her as someone who embodies the innocence of youth but ho also possesses the depth of an old soul. Her songs are delicate but sensual, etched with that mystic mark which is so very Nordic. Ólöf sings majestic songs with beautiful and dramatic melody. Gracious, poetic, and intense. Such is the music and such is the singer who has come from afar to take us with her on a journey to remote places steeped in mystery. Opening for Ólöf Arnalds at the Café Concerto is “La Familia del Árbol”, a Spanish folk pop duo.

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Maiores de 12

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Em “Libretto”, a bailarina, coreógrafa e atriz francesa Alma Palacios associa-se a Jacinto Lucas Pires na conceção de um projeto que é um argumento para cinema, mas que ganha vida no teatro.
Não pertencendo a nenhum dos territórios, “Libretto” acaba por se tornar uma mistura de várias linguagens como a escrita, a dança, a canção, o cenário e a luz. O espetáculo desenrola-se em torno do conceito de tradução, numa história onde se cruzam questões pessoais e de poder, de autoria, de linguagem. Aqui joga-se com a tradução das línguas, mas também a tradução de géneros e formato (como em teatro/cinema, ou texto/música). Levanta-se também a questão do intraduzível. A ausência de tradução pode conduzir a um mal-entendido que pode também ser o começo de algo novo, o caminho para a invenção. “Libretto” remete ainda para a questão da identidade europeia, os destinos do velho continente e a luta de classes, que ressurge de forma tão vivaz em pleno século XXI.
In “Libretto”, French dancer, choreographer and actress Alma Palacios joins Jacinto Lucas Pires to create a piece which is a film script but which takes on life in the theatre.
Not belonging to any one specific domain, “Libretto” ends up being a mixture of a variety of languages, such as writing, dance, song, scene-scapes and light. The show revolves around the concept of translation in a story where personal questions and issues of power, authority and language crisscross. Here the interplay is not just language translation but also the translation of genres and format (as in theatre/cinema or text/music). Also brought up is the notion of what cannot be translated. The absence of a translation can lead to a misunderstanding which can also be the beginning of something new and the path to invention. “Libretto” also brings up the question of European identity, where the Old Continent is heading, and the notion of class struggle, itself reemerging so prominently in the 21st century. 
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Autoria e interpretação Alma Palacios e Jacinto Lucas Pires
Texto Jacinto Lucas Pires
Coreografia Alma Palacios
Pintura Tomás Cunha Ferreira
Figurinos e espaço Sara Amado
Residência O Espaço do Tempo
Apoio ProDança
Coprodução Maria Matos Teatro Municipal, Centro Cultural Vila Flor, Ninguém
Maiores de 12 
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Sócios do CAR - Círculo de Arte e Recreio
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Em maio, o CCVF volta a ser palco para as apresentações dos projetos do concurso de apoio à criação teatral para os grupos de teatro de amadores do concelho de Guimarães.
Realizado anualmente, este concurso tem como objetivo promover a criação, a divulgação e o desenvolvimento de obras da dramaturgia de todas as épocas, apoiar a atividade dos grupos de teatro de amadores do concelho de Guimarães e fomentar o gosto pela fruição e prática artística na área do teatro. Em cena vão estar as peças: “Conversas Divinas”, da Citânia – Associação Juvenil (dia 21), “O Rapaz da Última Fila”, do Teatro Coelima (dia 22), e “Ridendo Castigat Mores”, do Teatro de Ensaio Raul Brandão (dia 23).
In May, the CCVF once again sets the stage for the presentation of shows competing in the amateur theatre festival for groups in the Guimarães area.
Held annually, the underlying idea of the festival is to promote the creation, dissemination and the development of plays from all eras, thus supporting the activities of amateur theatre groups in the County of Guimarães and fostering the taste for the theatre arts within the community. The following shows will be appearing on stage: “Conversas Divinas”, from Citânia – Associação Juvenil (performing May 21st), “O Rapaz da Última Fila”, from the Teatro Coelima (performing May 22nd), and “Ridendo Castigat Mores”, from the Teatro de Ensaio Raul Brandão (performing May 23rd).
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Maiores de 12 

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A professora ficou a olhar para mim com a boca torta e os olhos apertados. Por fim, disse que eu podia sentar-me no meu lugar, mas que o meu chapéu tinha de estar quieto e calado.
Uma história de David Machado sobre um menino que encontra um curioso chapéu e que Raimundo Cosme traz à vida a partir dos elementos visuais criados pelo ilustrador Gonçalo Viana.
 
Local Espaço Oficina
Horário:
Dia 23 | 11h00 e 16h00
Dia 26 | 10h30 e 15h00
Dias 27 e 28 | 10h30
Publico-alvo Maiores de 3 anos
Duração c. 30 min.
Lotação limitada
Annoyed, my teacher looked at me with her lips pursed in a smirk and her eyebrows furrowed. In the end, she said that I could take my seat but that my hat had better sit still and stay quiet.
This is a story by David Machado about a boy who comes across a strange type of hat, brought to life by Raimundo Cosme with the help of visual elements created by artist Gonçalo Viana.
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Cartão Quadrilátero Cultural e Sócios do Hot Clube de Portugal
O Sexteto de Jazz de Lisboa reencontra-se em palco ao fim de quase 30 anos. Um concerto memorável, que será também uma homenagem ao desaparecimento de Jorge Reis.
O Ciclo “Histórias de Jazz em Portugal” (coproduzido pelo Hot Clube de Portugal e pelo Centro Cultural Vila Flor), teve como objetivo maior dos seus autores, António Curvelo e Manuel Jorge Veloso, testemunhar “o momento único do jazz que se faz hoje em Portugal”, sem esquecer as décadas anteriores que ajudaram a cimentar a cena atual. Nesse contexto, desafiaram o Sexteto de Jazz de Lisboa, grupo histórico criado nos anos 80, a reencontrar-se em palco após quase 30 anos da gravação do seu único disco, “Ao Encontro” (1988), tendo os seus membros — Tomás Pimentel, Jorge Reis, Edgar Caramelo, Mário Laginha, Pedro Barreiros e Mário Barreiros — aceite o repto, recriando o repertório original acrescido de novas composições e arranjos. Perante a súbita partida de Jorge Reis (perda irreparável para o nosso jazz), os seus companheiros decidiram manter o projeto, agora também como uma sentida homenagem, convidando para o seu lugar o jovem saxofonista Ricardo Toscano. 
The Lisbon Jazz Sextet is returning to the stage after almost 30 years. This memorable concert will also be a tribute to the late Jorge Reis.
The cycle entitled “The History of Jazz in Portugal” (a co-production of the Hot Clube de Portugal and the Vila Flor Cultural Center) was conceived by António Curvelo and Manuel Jorge Veloso as a way to bear witness to “that singular moment which is the jazz that is performed in Portugal today” yet without any disregard to earlier decades whose work underlies today’s scene. Within this context, a call went out to the Lisbon Jazz Sextet, a prominent group created in the 1980s, to return to the stage more than 30 years after they recorded their album “Ao Encontro” (1988), with all their members – Tomás Pimentel, Jorge Reis, Edgar Caramelo, Mário Laginha, Pedro Barreiros and Mário Barreiros – agreeing to take up the challenge to recreate the original repertory but with new compositions and arrangements added. Despite the untimely death of Jorge Reis (indeed a great loss for jazz in Portugal), the remaining group members decided to move forward with the project as a way to honor their colleague, inviting the up and coming saxophonist Ricardo Toscano to take his place for the performance. 
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Tomás Pimentel trompete, fliscórnio
Edgar Caramelo saxofones
Ricardo Toscano saxofones
Mário Laginha piano
Pedro Barreiros contrabaixo
Mário Barreiros bateria
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As Turmas de Iniciação Teatral do Teatro Oficina reúnem-se no palco do Grande Auditório do CCVF para uma apresentação final do trabalho desenvolvido durante o ano letivo.
“Romeu e Julieta” é a forma perfeita de dizermos que o teatro é um encontro de uma cidade inteira à volta das palavras, onde atores cidadãos aceitam, sem medo, a ação a que essas palavras obrigam. E se no palco se conta uma história de amor que é uma tragédia, civicamente fazemos outra coisa, uma vingança Shakespeariana que a transforma numa gloriosa e amorosa relação com o futuro e um desejo de transformação neste lugar e momento. A história todos a sabem, o futuro decidimos nós, neste palco do Grande Auditório do CCVF.
The students of the Introduction to Theatre Arts classes at Teatro Oficina will take to the stage of the CCVF´s Grand Auditorium to perform the show that they have been working on all year long.

“Romeo and Juliet” is the perfect way of saying that the theater is the meeting point of an entire city surrounded by words, where the citizen-actors fearlessly undertake whatever action the words require them to perform. If we tell a tragic love story on stage, in civic terms we are doing something else – this is Shakespearean revenge which transforms the tale into a glorious and loving relationship with the future and a desire for transformation within this place and moment. Everyone is familiar with the story, and it is we who will decide the future – on the stage of the CCVF´s Grand Auditorium.

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Maiores de 3

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3,00 EUR
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Mimicat visita o Café Concerto do CCVF e transporta-nos para a ambiência da década de 50. É uma lufada de ar fresco na cena musical nacional.
Mimicat é o alter-ego de Marisa Mena, que constrói nesta personagem todas as referências que a transformaram na artista que é hoje. Apaixonada pelas décadas de 40 e 50, Mimicat bebe dessa época as influências musicais e também um apurado sentido estético que nos leva para outros tempos. Depois de um longo percurso musical, que começou na infância e que a levou até aos Casino Royal, Marisa lança-se num projeto a solo que tem sido muito bem acolhido pela crítica e pelo público. Mimicat é já apontada como uma promissora artista, com uma voz poderosa que teima cantar amores e desamores. As músicas que escreve inspiram-se na sua vida, mas também nas histórias dos amigos que a rodeiam e o amor é sempre o tema porque é isso que a move. O guarda-roupa é irrepreensível. A música também.
Mimicat will perform at the CCVF Café Concerto, taking us back to the 1950s. This is a breath of fresh air on the Portuguese music scene.
Mimicat is the alter-ego of Marisa Mena, who has constructed a persona by using all the references that have influenced her to date. An appassionato of the 1940s and 50s, Mimicat drinks up this epoch and its musical influences, adding a finely tuned aesthetical sense that takes us back to long gone times. After a long musical career which began in her youth and which even took her to the Casino Royal, Marisa has dived into a solo project which has been warmly received by both critics and the general public. Mimicat has already been called a promising artist with a powerful voice who dares to sing of bold and unrequited love. Her own life, as well as the experiences of her friends, serve as the inspiration for her songs, with love being the main theme as this is what moves her. Her wardrobe is impeccable, and her music as well. 
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Marisa Mena voz
Alexandre Mano baixo
João Elias guitarra
Luís Pena trompete
Sérgio Costa piano
Ivo Palitos bateria
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“Satélites” é a nova criação de Sofia Dias & Vítor Roriz, acompanhados em palco por Clément Garcia e Raúl Maia.
“Satélites” é um espetáculo para quatro intérpretes da dupla Sofia Dias & Vítor Roriz. Neste tão aguardado novo projeto, os coreógrafos continuam a sua pesquisa sobre a palavra como matéria dúctil; o corpo oscilante entre sujeito e objeto; a cenografia enquanto elemento móvel; a voz e o canto como aquilo que “extravasa” dos corpos. Neste trabalho, e com o rigor a que já nos habituaram, Sofia & Vítor buscam em alguns aspetos formais a sua impressão digital para a criação artística. A repetição, a transformação e a simultaneidade são as ferramentas que Sofia Dias & Vítor Roriz têm vindo utilizar na procura de materiais que se destacam pela sua precisão, obsessão e desvio das lógicas de composição e interpretação.
 
Espetáculo falado em inglês, com legendas
 
APÓS O ESPETÁCULO “SATÉLITES”
HÁ CONVERSA COM…
SOFIA DIAS & VÍTOR RORIZ
 
Promovido pelo Serviço Educativo, Há conversa com... acontece regularmente após um espetáculo ou no âmbito de uma exposição, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir dos objetos artísticos. Em maio, teremos uma conversa com a dupla de criadores Sofia Dias & Vítor Roriz sobre o espetáculo “Satélites”.
“Satellites” is the newest creation from Sofia Dias & Vítor Roriz, joined on stage by Clément Garcia and Raúl Maia.
“Satellites” is a play for four performers from the pair Sofia Dias & Vítor Roriz. In this anxiously awaited piece, the choreographers continue with their investigation of the spoken word as malleable material, with the body oscillating between subject and object, with staging as a moveable object, and with voice and song as something which flows over the body. In this work (and always at a level of excellence to which we have become accustomed), Sofia Dias & Vítor Roriz endeavor to put their unique fingerprint on a creative product by seeking out certain formal expressions. Repetition, transformation, and simultaneity are tools which Sofia Dias & Vítor Roriz have been using in the search for materials that are notable for their precision, obsession and the roads leading away from the logic of composition and interpretation. 
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Direção artística Sofia Dias & Vítor Roriz Interpretação Clément Garcia, Raúl Maia, Sofia Dias, Vítor Roriz Cenografia e Figurinos Catarina Dias Desenho de luz Nuno Meira Som Sofia Dias Colaboração artística Filipe Pereira Direção técnica Nuno Borda de Água Operação de som Miguel Lima, Sérgio Milhano (PontoZurca) Produção executiva Carla Nobre Sousa Produção Materiais Diversos
Coprodução Culturgest (Lisboa), Materiais Diversos (Lisboa), Théâtre de la Ville (Paris), deSingel internationale kunstcampus (Antuérpia), Centro Cultural Vila Flor (Guimarães), Open Latitudes – Latitudes Contemporaines, Vooruit, L’Arsenic, Body/Mind, Teatro delle Moire, Sin Arts Culture, Le Phénix, MIR Festival, Materiais Diversos - financiada pelo programa Cultura da Comissão Europeia Residências Moduldance Art Stations (Poznan), Dance Ireland (Dublin), Duncan Dance Research Centre (Atenas), El Graner (Barcelona) - financiada pelo programa Cultura da Comissão Europeia Residências O Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo), Centro Cultural do Cartaxo, Centro de Criação de Candoso (Guimarães), Teatro Municipal do Porto – Campo Alegre, Alkantara (Lisboa), Centro Cultural de Belém (Lisboa) Agradecimentos José Laginha (DeVIR/CAPa), Margarida Tavares, João Carvalho Dias, Pedro Louro, Benedetta Maxia, Maria Ramos, Oficinas do Convento, Teresa Henriques
Maiores de 12
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O trabalho de Vasco Araújo tem incidido de forma sistemática sobre a história do colonialismo europeu e os seus efeitos tragicamente duradouros do ponto de vista das dinâmicas relacionais de poder e submissão entre homens de diferentes lugares e diferentes culturas.
O artista traz para o seu terreno de investigação ferramentas e dados usados e recolhidos por outras disciplinas, tais como a História, a Antropologia, a Sociologia, para construir narrativas que se materializam em filme, escultura, pinturas e peças sonoras. Com a exposição individual de Vasco Araújo, “Demasiado pouco, demasiado tarde”, o CIAJG continua e aprofunda a sua vocação de perscrutar e revisitar de um ponto de vista simultaneamente poético e crítico, empático e distanciado, as tensões, os desejos, os afetos ou as angústias que os objetos corporizam e transportam e aquilo que revelam dos homens e da história que construímos. 
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
Vasco Araújo´s work has focused in a systematic way on the history of European colonialism and its tragically long-lasting effects from the point of view of the relationship dynamics of power and submission between people of different places and different cultures.
In exploring the chosen theme, the artist has used tools and data taken from other disciplines such as history, anthropology, and sociology for his own area of research as a way to construct narratives that materialize in film, sculpture, paintings, and sound pieces. With Vasco Araújo´s solo exhibition, “Too little too late”, the CIAJG maintains and deepens its commitment to examine and revisit – from a point of view that is at the same time both poetic and critical, and empathic yet distanced – the tensions, desires, affections, or the anguish that the objects embody and convey, and that which they reveal about the people and the history that we have built.
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Todas as idades

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A pintura é a disciplina central da obra vasta e multiforme de José de Guimarães.
É um território amplo e diverso onde surgem, ressurgem e se combinam os signos, a um tempo estranhos e familiares, que o artista criou e desenvolveu a partir dos seus alfabetos ideográficos. A exposição, que cobre um extenso período de tempo, integra pinturas de grande formato de algumas das séries mais emblemáticas do artista da coleção do CIAJG que serão apresentadas em diálogo com as singulares esculturas em papel policromado e com objetos de madeira pintados que o artista realizou no princípio da década de 1970, e constituirá uma rara ocasião para reconsiderar a importância e a singularidade desta produção.
 
Horário da Exposição
Terça a domingo
10h00-19h00
Painting is the primary medium in the vast and multi-form work of José de Guimarães.

Painting is a broad and diverse territory on which signs emerge, re-emerge and meld, at times strange or familiar, those which the artist has created and developed from his ideographic alphabets. The exhibition, which covers an extensive period of time, comprises large-scale paintings from some of the artist´s most emblematic series held at the CIAJG, which will be presented in a dialogue alongside sculptures in polychromatic paper and painted wooden objects that the artist created in the 1970s. The exhibition offers a rare opportunity to reexamine the importance and singularity of these works.

 
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Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
O CIAJG reúne peças oriundas de diferentes épocas, lugares e contextos em articulação com obras de artistas contemporâneos, propondo uma (re)montagem da história da arte, enquanto sucessão de ecos, e um novo desígnio para o museu, enquanto lugar para o espanto e a reflexão.
Para além das exposições de Vasco Araújo e José de Guimarães que marcam o 2º ciclo expositivo de 2015 do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, relembramos que poderá também visitar as exposições “A Composição do Ar: coleção permanente e outras obras” e “Rituais com Máscaras: um face-a-face”, uma mostra de máscaras da coleção de arte africana de José de Guimarães e dos ciclos de inverno de Trás-os-Montes, realizada em parceria com o Museu de Abade de Baçal, em Bragança.
 
Horário da Exposição
Terça a domingo
10h00-19h00
The CIAJG has brought together works from different times, places and contexts in articulation with works by contemporary artists, proposing a (re)assembly of art history, as a succession of echoes, and a new purpose for the museum – as a place for wonder and reflection.
In addition to the exhibitions of Vasco Araújo and José de Guimarães, that marks the 2nd exhibition cycle of 2015 at the José de Guimarães International Arts Centre, we would like to remember that can also be visited the exhibitions “Composition of the Air” and “Rituals with Masks: a face to Face” that presents José de Guimarães African art collection and pieces used in winter cycle in Trás-os-Montes, in a partenership with the Abade de Baçal Museum, in Braganza.
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