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Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
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Sócios do Convívio Associação Cultural
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
De 08 a 18 de novembro, Guimarães recebe mais uma edição do seu festival de jazz. Este ano, o mundo celebra os 100 anos decorridos desde a gravação do primeiro registo discográfico de jazz, um momento simbólico que mudaria para sempre a história desta música. É precisamente esta efeméride que orienta o conceito programático da 26ª edição do Guimarães Jazz.
Um dos traços distintivos do Guimarães Jazz é o facto de este ser um festival com um conceito: um conceito primacial e transversal a todas as edições que todos os anos se ramifica em sub-conceitos e ideias de programação subjacentes ao alinhamento em causa. Na sua edição transata, o festival cumpriu vinte e cinco anos de um percurso de reconhecida coerência e vitalidade artística e, nessa ocasião, enfatizámos a importância de um festival questionar permanentemente a sua própria história, partindo da ideia segundo a qual pensar a História é, em certo sentido, uma das estratégias possíveis de fazer História.
Em 2017, a matriz programática do festival passa pela sinalização dos cem anos decorridos desde a gravação do primeiro registo discográfico de um género musical, até aí quase absolutamente desconhecido e ainda impreciso terminologicamente, a que se convencionou chamar “jazz”. Apesar da irrelevância do acontecimento em termos estritamente musicais, a gravação da Original Dixieland Jass Band corresponde, numa dimensão simbólica, à fundação de uma linguagem musical autónoma. A partir desse momento, a história do jazz mudaria para sempre, até porque a documentação em registo sonoro teve importantes implicações no desenvolvimento de uma música intrinsecamente volátil e que foi sempre, desde a sua génese, baseado na improvisação e na execução em tempo real.
Assinalar esta efeméride corresponde, portanto, a questionar e problematizar a noção de património, tanto a um nível narrativo como musical, sugerindo assim uma nova organização da história. É a partir desta ideia de programação que se entretecem as relações entre os diferentes projetos presentes no alinhamento e é também ela que justifica, em parte, a transversalidade de gerações e idiomas musicais presentes nesta edição. Inserido num contexto marcado pela multidisciplinaridade, politemporalidade e polissemia dos fenómenos musicais, o Guimarães Jazz propõe-se captar uma visão panorâmica do passado para, assim, operar uma transformação cultural, o que implica olhar com a mesma atenção para os diferentes estratos temporais que sedimentam a contemporaneidade e identificar neles os sinais que apontam para o futuro, ainda desconhecido, desta música. Cartografar a memória é radiografar o presente.
Eclético, aberto e transversal, o Guimarães Jazz pretende afirmar-se como polo difusor de uma reflexão alargada sobre o futuro do jazz e, em sentido mais lato, das práticas musicais e artísticas do século XXI. No entanto, pretendemos sobretudo que nem esse desígnio discursivo, nem o conceito que lhe subjaz, nos distraiam da nossa missão fundamental de divulgação do jazz, através de projetos nos quais, além da pertinência dos seus pressupostos artísticos (um critério fundamental de programação), seja também ponderada a importância de dar a conhecer ao público músicos de grande qualidade, mesmo quando não são eles os líderes das formações.
O concerto inaugural da edição de 2017 do Guimarães Jazz será protagonizado pelo extraordinário guitarrista Nels Cline, que apresentará o seu muito celebrado projeto “Lovers” acompanhado da Orquestra de Guimarães. Os cem anos da primeira edição discográfica de jazz são celebrados explicitamente no segundo momento do festival, que apresentará o espetáculo “Jazz - The Story”, desenvolvido pela All Star Orchestra, um ensemble de músicos notáveis onde pontificam, entre outros, os saxofonistas Vincent Herring e James Carter e o contrabaixista Kenny Davis. Seguem-se dois momentos fortes da edição de 2017, reveladores da amplitude geracional e estilística presente neste alinhamento: o vanguardista e histórico baterista do free jazz Andrew Cyrille, que interpretará o álbum “The Declaration of Musical Independence”, considerado um dos grandes discos de jazz de 2016, e a banda Mostly Other People Do The Killing – um dos mais relevantes e desafiantes projetos de jazz do segundo milénio, o qual se apresentará em septeto pela primeira vez em Portugal. A segunda semana será preenchida pelo regresso a Guimarães do incontornável Jan Garbarek (num concerto que contará com a presença do percussionista indiano Trilok Gurtu), pela atuação da baterista norte-americana Allison Miller (acompanhada por músicos de grande qualidade, como Myra Melford, Ben Goldberg e Kirk Knuffke, entre outros) e, finalmente, pela apresentação do espetáculo “Real Enemies”, liderado pelo idiossincrático Darcy James Argue e executado pela sua big band Secret Society (também uma estreia em solo nacional), um projeto musical inovador com uma dimensão de reflexão política sobre o mundo de vigilância e paranoia digital em que vivemos hoje.
A edição do Guimarães Jazz 2017 incluirá também, para além do programa principal de grandes concertos, duas atuações no Pequeno Auditório do CCVF – a banda VEIN, que contará com a colaboração do reputado saxofonista Rick Margitza, e o quarteto de Jeff Lederer e Joe Fiedler, acompanhado pela vocalista Mary LaRose, grupo que será responsável pelas tradicionais jam sessions e oficinas de jazz, bem como pela direção da Big Band e do Ensemble de Cordas da ESMAE. Por fim, o projeto de parceria entre o Guimarães Jazz e a Porta-Jazz volta a conhecer um novo capítulo, desta vez incidindo numa relação de cruzamento disciplinar entre música e teatro, que contará com a colaboração do dramaturgo Jorge Louraço Figueira, da atriz Catarina Lacerda e dos músicos Nuno Trocado, Tom Ward, Sérgio Tavares e Acácio Salero. 
Ivo Martins
 
PROGRAMA
 
Quarta 08 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Com Orquestra de Guimarães
5,00 eur | COMPRAR
 
Quinta 09 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
An exciting musical trip through 100 years of Jazz recording
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Sexta 10 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Andrew Cyrille, Richard Teitelbaum, Ben Monder, Ben Street – “The Declaration of Musical Independence”
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Sábado 11 novembro
CCVF / Pequeno Auditório / 18h30
10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Sábado 11 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Domingo 12 novembro
CCVF / Grande Auditório / 17h00
5,00 eur | COMPRAR 
 
Domingo 12 novembro
PAC / Black Box / 21h30
10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Quinta 16 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
17,50 eur / 15,00 eur c/d | COMPRAR 
 
Sexta 17 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Sábado 18 novembro
CCVF / Pequeno Auditório / 18h30
10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Sábado 18 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR 
 
ATIVIDADES PARALELAS
 
Segunda 06 a Sábado 18 novembro
Vários locais da cidade
Animações Musicais
 
Quinta 09 a Sábado 11 novembro
CCVF / Café Concerto / 23h30-02h00
Jam Sessions
Jeff Lederer, Joe Fiedler, Mary LaRose, George Schuller, Nick Dunston
 
Segunda 13 a Sexta 17 novembro
CCVF / 14h30-17h30
Oficinas de Jazz
Jeff Lederer, Joe Fiedler, Mary LaRose, George Schuller, Nick Dunston
 
Terça 14 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Uma História de Jazz 
Capítulo 3º
 
Quinta 16 a Sábado 18 novembro
Convívio Associação Cultural / 24h00-02h00
Jam Sessions
Jeff Lederer, Joe Fiedler, Mary LaRose, George Schuller, Nick Dunston
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA GERAL
70,00 eur (acesso a todos os concertos) | COMPRAR
 
ASSINATURA 1ª SEMANA
40,00 eur (acesso aos concertos de 08 a 12 de novembro) | COMPRAR
 
ASSINATURA 2ª SEMANA
30,00 eur (acesso aos concertos de 16 a 18 de novembro) | COMPRAR
One of Guimarães Jazz`s most distinguishing features is being a festival with a concept behind it: a primordial concept common to every editions, subdivided each year in sub-concepts and musical ideas expressed through the festival’s programme.
In its previous edition, Guimarães Jazz celebrated its twenty-fifth anniversary and re-affirmed the importance of questioning its own history, based on the idea according to which to think History is, in a sense, one of the strategies to make History. In 2017, however, we are celebrating the one-hundred years of the first studio recording identified with a musical genre practically unknown at the time, and yet to be fitted into a musical category – jazz. Even though the recording itself is irrelevant in strictly musical terms, the Original Dixieland Jass Band`s recording was, in symbolic terms, the foundation of an autonomous musical style. From that moment on, the history of jazz would change dramatically, since the documentation of the music held important consequences in the development of an inherently volatile genre, which was always, since its beginning, based on improvisation and real-time performance.
To celebrate such ephemeris means to question and problematize the notion of heritage on a narrative and musical level, therefore proposing an alternative organization of historical events. This concept constitutes the matrix from which all the connections between the different projects presented in this year`s edition of Guimarães Jazz and justifies the generational and stylistic transversality of its line-up. Operating within a context characterized by the multidisciplinarity, politemporality and polysemy of the musical phenomena, the festival suggests a panoramic view of the past in order to achieve a cultural transformation. That implies looking attentively to the distinct temporal strata of which contemporaneity is made and to identify in it the signs of the still unknown future jazz. Mapping memory means radiographing the present.
Eclectic, open and transversal, Guimarães Jazz aims to establish itself as the diffusor pole of a wide meditation about the future of jazz and, in a broader sense, of every other musical and artistic practices of the twenty-first century. However, neither this narrative intention, nor the concept behind it, distract the festival from its fundamental mission of promotion of jazz, presenting musical projects which, beyond the pertinence of the artistic proposal itself, allow us to put the festival`s audience in contact with high-quality musicians, even if they are not band-leaders.
Guimarães Jazz’s opening concert of this year`s edition features extraordinary guitarist Nels Cline, presenting his highly-praised album “Lovers”, accompanied by the Orchestra of Guimarães. The centennial of the first jazz recording are explicitly evocated at the festival`s second concert, presenting the project “Jazz - The Story”, by the All Star Orchestra, a remarkable ensemble featuring, among others, saxophonists Vincent Herring and James Carter and bassist Kenny Davis. This concert will be followed by two of the festival`s highlights, demonstrative of Guimarães Jazz`s generational and stylistic amplitude: first, the legendary avant-garde and free jazz drummer Andrew Cyrille, interpreting the album “The Declaration of Musical Independence” (which was considered one of 2016 best jazz records), and the group Mostly Other People Do The Killing, one of the most innovative and challenging jazz projects of the new millennium, and which will perform in Portugal for the first time in septet. The second week includes the return to the festival of the great saxophonist Jan Garbarek (in a concert featuring virtuoso Indian percussionist Trilok Gurtu), by the performance of Boom Tic Boom band led by North-American drummer Allison Miller (alongside highly-regarded musicians such as Myra Melford, Ben Goldberg and Kirk Knuffke, among others) and, finally, by Darcy James Argue`s project “Real Enemies”, performed by the big band Secret Society, an idiosyncratic and defying musical and artistic proposition of strong political content about the world of digital paranoia and vigilance in which we live today.
The festival`s programme will also include, besides the great concerts, two other performances at the CCVF Small Auditorium – the group VEIN, featuring renowned saxophonist Rick Margitza, and the quartet led by Jeff Lederer and Joe Fiedler, featuring vocalist Mary LaRose, a group that will also be responsible for conducting the jam sessions and workshops, was well as for the directing ESMAE`s string ensemble and big band. Lastly, the partnership project between Guimarães Jazz and the association Porta-Jazz will meet a new chapter, this time focusing on the intersection of music and theatre by a group of musicians formed by Nuno Trocado, Tom Ward, Sérgio Tavares and Acácio Salero, collaborating with writer Jorge Louraço Figueira and actress Catarina Lacerda.
Ivo Martins
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Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de setembro de 2017.

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O habitual espaço de apresentação dos Grupos de Teatro de Amadores de Guimarães surge num formato revisto e alargado, com programação do Teatro Oficina.
Depois de uma convocatória aberta aos Grupos de Teatro de Amadores do concelho, foram escolhidas seis novas criações cujas apresentações acontecerão por todo o concelho de Guimarães, culminando num grande final, no CCVF, com os três melhores espetáculos da Mostra.
 
PROGRAMA
 
Sexta 22 setembro | 21h30 
Auditório dos Bombeiros Voluntários das Taipas
Greve de Sexo
de Aristófanes
ARCAP Ponte 
 
Sábado 23 setembro | 21h30 
Casa do Povo de Briteiros
Loja de Trabalho para profissionais do espetáculo: teatro
ATRAMA  
 
Domingo 24 setembro | 21h30 
Salão Paroquial de Ponte 
Antígona
de Sófocles 
TERB - Teatro de Ensaio Raul Brandão
 
Sexta 29 setembro | 21h30 
Centro Pastoral de Moreira de Cónegos
Guernica ou a iconografia do fim da esperança
Astronauta Ass. Cultural 
 
Sábado 30 setembro | 21h30 
Espaços Criativos - Brito
Para Quase Sempre
CETE - Convívio e Teatro Experimental
 
Domingo 01 outubro | 21h30 
Convívio Associação Cultural – Guimarães 
Panóplia (título tentativo)
Grupo de Teatro Citânia 
[Encerramento / 23h30 - Anúncio dos 3 melhores espetáculos pelo júri]
 
Quinta 05 a Sábado 07 outubro / 21h30 
Centro Cultural Vila Flor - Guimarães
APRESENTAÇÃO FINAL DOS 3 MELHORES ESPETÁCULOS
 
The usual theatre space which the Grupos de Teatro de Amadores de Guimarães use for their performances has been reviewed and expanded to a new format to include the Teatro Oficina programming. After an open call to the Grupos de Teatro de Amadores of the county, six new creations were chosen with shows that will be performed throughout the county of Guimarães and the grand finale held at the CCVF, with the three best shows from the festival.
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Todas as idades

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10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
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Escrita por Henrik Ibsen, “O Pato Selvagem” é uma peça que aborda a importância da “mentira vital”. É preferível a verdade que destrói ou a mentira que nos mantém à tona?
Um elenco de luxo dá vida ao icónico texto de Henrik Ibsen, “O Pato Selvagem”, escrito em 1884, que surge agora em cena pela apurada visão estética do encenador Tiago Guedes. A peça gira em torno de várias questões morais que a todos assolam e que fazem parte do quotidiano. O que será melhor? Viver em harmonia sob a fina película de uma mentira ou sofrer com a realidade de uma verdade que tudo põe em causa? O texto de Ibsen, aqui com a brilhante encenação de Tiago Guedes, usa a metáfora do pato que, depois de ferido, mergulha num lago agarrando-se às algas do fundo para não mais voltar à superfície. O pato escolhe assim morrer a sobreviver ferido. Considerado por muitos o melhor e mais profundo texto de Henrik Ibsen, “O Pato Selvagem” é uma peça imperdível, carregada de simbolismo, que questiona o significado da verdade nas nossas vidas.
Henrik Ibsen`s “The Wild Duck” is a play which deals with the importance of “the life-saving lie.” What is better – to hear the truth which will destroy everything or to unmask the lie which keeps us all afloat?
A talented cast will bring to life Henrik Ibsen`s iconic play, written in 1884, “The Wild Duck,” presented on stage via director Tiago Guedes` keen aesthetic vision. The play deals with the various moral questions which afflict us all and are part of our daily lives. What is better – to live in harmony under the delicate veneer of a lie or to suffer the reality of a truth which puts everything in jeopardy? Ibsen`s play, brilliantly directed by Tiago Guedes, uses the metaphor of the duck which, after being injured, dives to the bottom of a lake wanting to become entangled in the underwater weeds. The duck prefers to drown itself than to live a crippled life. Henrik Ibsen’s “The Wild Duck,” considered by many to be the playwright`s best and most profound work, is a play not to be missed, infused with symbolism which questions the true meaning of our lives.
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Texto original Henrik Ibsen
Encenação Tiago Guedes
Interpretação Anabela Almeida, Gonçalo Waddington, João Grosso, Lúcia Maria, Margarida Correia, Pedro Gil, Tónan Quito
Música Manel Cruz
Luz Rui Monteiro
Cenografia e figurinos Ângela Rocha
Coordenação de produção Manuel Poças
Coprodução TNDMII
Duração 2h30 min. c/intervalo 
Maiores de 14
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7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
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Atualmente a celebrar 20 anos de percurso criativo, o Útero junta-se às duas cidades que contribuíram para o seu crescimento: Almada e Guimarães.
Para comemorar o 20º aniversário, o Útero retorna aos locais da sua origem, os armazéns na cidade de Almada (Lémauto e Espaço Ginjal) e a Fábrica Asa, em Guimarães, lugares de grande escala que permitiram, e permitem, ao corpo dos criadores e ao público estabelecer lugares emocionais únicos e irrepetíveis. Miguel Moreira e Romeu Runa quiseram estar junto das duas cidades que os viram crescer e que os abraçaram de forma apaixonada: Almada e Guimarães. Duas cidades com histórias diferentes, mas com o mesmo amor pela cultura. Cidades com uma relação forte com as fábricas e os trabalhadores que diariamente lutam pela vida e pela dignidade da sua vida. “Operários” é uma homenagem aos trabalhadores fabris que, tal como os artistas, pensam o mundo na sua imensa fragilidade e força de transformação.
Celebrating the 20th anniversary of their creative path this year, Útero is bringing together two cities which have played an important part in the company`s growth: Almada and Guimarães.
To commemorate their 20th anniversary, Útero is returning to the where it all started, the warehouses of the City of Almada (Lémauto and Espaço Ginjal) and the Fábrica Asa in Guimarães, large-scale venues that have allowed (and still allow) the body of creators and the public to establish unique and unrepeatable emotional spaces with each other. Miguel Moreira and Romeu Runa wanted to show their closeness to the two cities which embraced the company with passion and witnessed its growth: Almada and Guimarães. Two cities with different histories, but with the same love of culture. Cities with deep roots in the working world of factories and the laborers who every day struggle to make a living and fight for their dignity. “Operários” honors factory workers who, like artists, look upon the world in its immense fragility and strength of transformation.
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Com Romeu Runa e Miguel Moreira acompanhados por Sara Garcia, Beatriz Bizarro, Teresa Esteves da Fonseca e ShadowMan
Luz Rui Monteiro
Som e assistente de direção Duarte Moreira
Coaching Rogério de Carvalho
Fotografia Helena Gonçalves
Figurino Miguel Dino Alves
Música Bentes (Pântano), Prokoviev, Strauss
Produção Útero em coprodução com Centro Cultural Vila Flor, Festival Internacional de Almada, Teatro Aveirense
Apoio Câmara Municipal de Almada
Apoio aos ensaios Centro Cultural de Belém, Teatro Nacional S. João, Fábrica Asa, CAAA
O Útero é uma companhia apoiada pelo Estado Português / Direção Geral das Artes
Duração 1h20 min. s/intervalo
Maiores de 16
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As Oficinas do Teatro Oficina regressam para uma nova temporada.
Juntam-se adolescentes e adultos (por sugestão de participantes dos anos anteriores) em dois grupos que se apresentam informalmente a cada mês de trabalho, com módulos extra logo no início de 2018. A Oficina Jovens apresenta todas as semanas o trabalho para as famílias. Este ano, as OTO’s encontram-se no final, mais uma vez, num projeto da programação do Teatro Oficina, em junho, nos Festivais Gil Vicente. Nesta temporada regressam também as sessões extra com artistas da programação regular do Centro Cultural Vila Flor – uma vez por mês, às quartas, depois da oficina habitual.
 
OFICINA INICIAÇÃO (a partir dos 12 anos)
Segunda e Quarta, 19h30 às 21h00  
(em 2018, poderá haver ensaios adicionais para apresentações públicas)
 
OFICINA CRIAÇÃO (a partir dos 12 anos)
Terça e Quinta, 19h30 às 21h00 
(em 2018, poderá haver ensaios adicionais para apresentações públicas)
 
OFICINA JOVENS (dos 8 anos 12 anos)
Sexta, 18h00 às 19h30
(em 2018, poderá haver ensaios adicionais para apresentações públicas)
 
ORIENTAÇÃO Nuno Preto
LOCAL Espaço Oficina (Av. D. João IV, 1213 Cave, 4810-532 Guimarães)
MENSALIDADE 20,00 eur
INSCRIÇÃO 40,00 eur (correspondente ao primeiro e último mês)
DATA LIMITE DE INSCRIÇÃO 25 setembro 
 
As inscrições serão aceites até ao dia 25 de setembro e poderão ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor ou neste site através do preenchimento do formulário disponível online.
 
O pagamento poderá ser efetuado no Centro Cultural Vila Flor ou através de cheque enviado por correio à ordem de “A Oficina, CIPRL”, sempre até à data limite de inscrições. A inscrição só é considerada válida após efetuado o pagamento. Em caso de desistência, não será devolvida a importância paga no acto de inscrição. Os dados contidos na ficha de inscrição são confidenciais e para uso exclusivo da Oficina, CIPRL.
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3,00 EUR
O habitual espaço de apresentação dos Grupos de Teatro de Amadores de Guimarães surgiu, este ano, num formato revisto e alargado, com programação do Teatro Oficina.
Depois de uma convocatória aberta aos grupos foram escolhidas seis novas criações que se apresentaram por todo o concelho de Guimarães durante o mês de setembro – a ARCAP de Ponte nas Taipas, ATRAMA em Briteiros, o TERB em Ponte, a Astronauta em Moreira de Cónegos, o CETE - Convívio em Brito e o Grupo de Teatro da Citânia no Convívio em Guimarães. Depois de vistos e debatidos pelo júri e por profissionais de teatro convidados, foram escolhidos os três melhores espetáculos da Mostra que se apresentam, agora, no CCVF, a fechar esta “nova” festa de teatro. 
The usual space reserved for the Amateur Theatre Groups of Guimarães has taken on a new, larger format, including the programming from the Teatro Oficina.
Following an open call to the participating groups, six new creations were chosen for performances throughout the County (Concelho) of Guimarães in the month of September: the ARCAP from Ponte to perform in Taipas, ATRAMA in Briteiros, the TERB in Ponte, the Astronauta in Moreira de Cónegos, CETE - Convívio in Brito and the Grupo de Teatro from Citânia at Convívio in Guimarães. After the shows were seen and discussed by a jury and a group of invited theatre professionals, the three best were chosen for the Festival and presented now at the CCVF to close out this “new” theatre festival.
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Maiores de 6

Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
Há muito tempo que Jorge Castelar – advogado, associativista, Nicolino – tem ajudado a fazer cultura na cidade de Guimarães.

Mentor e produtor do já mítico Guimarães noc noc, escritor de vários gags das não menos míticas Danças de São Nicolau, é ele o Guia de Visita de outubro na CDMG, precisamente em sábado de noc noc – uma conjugação nada casual que traz o Festival para a Casa ou vice-versa, associada à capacidade narrativa ímpar do Guia convidado.

For quite some time Jorge Castelar – solicitor, civic association member, ´Nicolino` member – has been part of the Guimarães` culture-building: as mentor and producer of the now mythical Guimarães noc noc Festival and as writer of the various gags and sketches for the now less mythical Danças de São Nicolau. In October he will lead the CDMG`s monthly Guided Tour, precisely on the Saturday of the noc noc event. There is no coincidence to this date as it will bring the Festival to the Casa and vice versa as the guided tour will feature Jorge Castelar`s unequalled gift for story-telling.
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Todas as idades

Pelo sétimo ano consecutivo, a associação Ó da Casa! volta a organizar o Festival de Arte Guimarães noc noc.
O Festival convida todos os artistas das diferentes áreas a exibirem o seu trabalho em diversos espaços, distribuídos num roteiro artístico circunscrito ao centro da cidade de Guimarães. Destina-se a públicos de todas as idades que poderão assistir a exposições, concertos, performances e ainda participar em atividades com os mais novos. O Festival Guimarães noc noc renovou a atribuição do selo EFFE – Europe for Festivals, Festivals for Europe, uma distinção que integra este Festival no guia europeu que representa os melhores festivais da Europa dedicados à arte e cultura. O Guimarães noc noc faz parte da primeira geração de festivais desta plataforma, que foi lançada em 2014, numa parceria entre a Comissão Europeia e o Parlamento Europeu, onde se destacam eventos pela sua qualidade artística e pelo seu impacto a nível local e expressão nacional e internacional.
 
Ó da Casa! Association once again will organize the Artistic Festival Guimarães noc noc.
The Festival invites artists from diverse areas and backgrounds to put their works on display in a variety of spaces, thus creating an artistic itinerary winding through the city centre of Guimarães. People of all ages are invited to attend the exhibitions, concerts, and performances and to participate in activities with the younger set. The Guimarães noc noc Festival is pleased to have once again garnered the seal from EFFE – Europe for Festivals, Festivals for Europe, a distinction which places the festival on the European map of the best festivals dedicated to art and culture in Europe. Guimarães noc noc is part of the first generation of festivals originating from this platform begun in 2014 in a partnership between the European Commission and the European Parliament and featuring events that are notable for their artistic quality, impact on the local level, and national and international scope.
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
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Fernando Lanhas (Porto, 1923-2012), como todos os arquitetos, sempre quis compreender a geometria do mundo.
A sua formação académica contribuiu tanto para esse objetivo como o ser pintor, desenhador, arqueólogo, paleontólogo, astrónomo, etnólogo e poeta. A sua obra pictórica, que deve ajudar a compreender como pode a pintura concorrer para o conhecimento do mundo, não pode, como veremos, ser separada das muitas outras atividades que o ocuparam durante mais de 50 anos. Enquanto pintor, Fernando Lanhas ocupa um lugar destacado na história da arte portuguesa, sendo apontado como pioneiro do abstracionismo geométrico.
 
Curadoria de Marta Moreira de Almeida
Em parceria com Fundação de Serralves
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
Fernando Lanhas (1923-2012, b. Oporto), like many architects, always wanted to understand the geometry of the world.
His academic studies contributed as much toward this goal as his work as a painter, designer, archaeologist, paleontologist, astronomer, ethnologist, and poet. His pictorial works, which help in understanding how painting can contribute to our knowledge of the world, cannot, as we will see, be separated from the many other activities that occupied his time for more than 50 years. As a painter, Fernando Lanhas holds a special place in the history of Portuguese art for being a pioneer in geometric abstractionism. 
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2,00 EUR
Será possível explicar a crise dos refugiados às crianças?
Será que as histórias reais da atualidade transbordam os limites da crueza do imaginário tradicional? Do Mundo, o que escolhemos contar? “Do Bosque para o Mundo” conta a história de Farid. Farid é um rapaz afegão, de 12 anos, com uma história que poderia ser igual à de muitos outros rapazes, não fosse ter sido enviado pela mãe para a Europa, para um sítio seguro. Farid é um refugiado. “Do Bosque para o Mundo” confronta-nos com a dureza e a coragem.
Confronta-nos com a história de um rapaz, entre a vida e a morte, e faz-nos olhar para a nossa própria história.
 
Datas e horários sexta 13 de outubro, às 10h30 e às 15h00 (sessões para escolas);
sábado 14 de outubro, às 16h00 (sessão para famílias)
Público-alvo Maiores de 10
Duração c. 50 min.
Lotação limitada
How can you explain the refugee crisis to a child?
Do the details from real current events go beyond the rawness of traditional stories told to children? When talking about the real world, what stories do we choose to tell? “Do Bosque para o Mundo” (“From the Woods to the World”) tells the story of Farid. Farid is a 12-year old Afghan boy much like others his age except that he has been sent by his mother to Europe is it is a much safer place to live. Farid is a refugee. “Do Bosque para o Mundo” confronts us with hardship and courage. It confronts us with the story of a boy dealing with life and death issues and it makes us look at our own history.
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Encenação Miguel Fragata
Texto Inês Barahona
Interpretação Anabela Almeida e Manuela Pedroso
Desenho de luz José Álvaro Correia
Cenografia e figurinos Maria João Castelo
Música original Teresa Gentil
Produção Executiva Formiga Atómica
Coprodução Formiga Atómica, São Luiz Teatro Municipal (versão portuguesa), Théâtre de la Ville de Paris (versão francesa)
Maiores de 10
COMPRAR BILHETES
3,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
O segundo volume do ciclo de concertos SOM de GMR abre com This Penguin Can Fly, banda que cria sinestesias auditivas para o corpo e para alma. Para dançar de olhos fechados.
This Penguin Can Fly é um pinguim formado por três membros que se mostram em formato música instrumental descomprometida. As ambiências cruzam-se algures entre o imaginário do post-rock e a agressividade de riffs de guitarra melódicas e agressivas, embutidas em ritmos dançáveis, que dão corpo à identidade musical que os carateriza. Em 2014 foram muito bem acolhidos pela crítica especializada pela edição do primeiro EP. Em 2015 lançaram o single “All Polar Bears Are Left Handed” e, em abril deste ano, voltaram à edição de trabalhos originais com o primeiro longa-duração intitulado “Caged Birds Think Flying Is a Disease”. Um trabalho pujante, ritmado e orgânico, onde o trio reinventa o rock instrumental patente no primeiro EP, juntando-lhe vários elementos e novas sonoridades, como floreados orientais de guitarra ou ritmos sul-americanos. This Penguin Can Fly bate-se por uma busca incessante pela liberdade sonora e cénica, e fará vibrar as paredes do Café Concerto do CCVF.
The second volume in the concert cycle Guimarães Sounds opens with This Penguin Can Fly, a band that creates a synesthesia of sound for both the body and the soul.
This Penguin Can Fly is a penguin made up of three musicians who reveal themselves in a bold instrumental music format. The ambiances they create intersect somewhere between post-rock imagination and the aggressiveness of the melodic and forceful riffs, packed in with danceable rhythms that flesh out the musical identity that characterizes the group. In 2014, This Penguin Can Fly was highly praised by the specialty media for their first EP. In 2015, they released the single “All Polar Bears Are Left Handed” and in April of this year they returned to original song-writing with their first album entitled, “Caged Birds Think Flying is a Disease”. A solid, rhythmic and organic piece where the trio reinvents the instrumental rock from their first EP, adding various elements and new sounds such as oriental guitar flourishes or South American rhythms. This Penguin Can Fly is engaged in an unyielding search for sound and scenic freedom, and the trio will certainly set the walls of the CCVF Café Concerto shaking.
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Miguel Azevedo guitarra
Márcio Ferreira baixo
José Gomes bateria
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Maiores de 12
10,00 EUR
Sabemos que chegamos à estação das calorosas cores quando, nas viagens quotidianas, as folhas vão caindo e pintando a calçada.
Cada sinal desta estação é preenchido por simbolismo e detalhe. Da terra vão saindo alimentos, agora em ritmo mais lento, que nos enriquecem a cozinha e o fogão. Abóboras, dióspiros, bolotas, enchem os frascos e ocupam os braços desde há anos. Nesta oficina, daremos ênfase a dois produtos da nossa terra mãe, muitas vezes esquecidos no contexto citadino contemporâneo: o Calondro e a Nêspera. Que histórias e que receitas têm sido protagonistas deste seu ressurgimento?
Oficina conduzida pelo chef Álvaro Dinis Mendes, Liliana Duarte e seus convidados.
 
Público-alvo Maiores de 12
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 10,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 11 de outubro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
We know that we have arrived at the season of warm colours when in our day-to-day journeys the falling leaves clutter the pavement.
Every sign of autumn is full of symbolism and detail. The earth still yields its crops, albeit more slowly, and they enrich both hearth and kitchen. Pumpkins, persimmons, nuts – many fruits indeed go into the preserves that we have been making for years. In this workshop, we will focus on two products from Mother Earth that are often forgotten in the context of contemporary city life: the gourd pumpkin and the loquat. What stories and what recipes are popular now that these items have reappeared on our tables? Workshop conducted by chef Álvaro Dinis Mendes, Liliana Duarte and their guests.
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Entrada livre
Exposição dos autores selecionados ao Prémio BIG e Prémio BIG Revelação.
Exposição dos autores selecionados ao Prémio BIG e Prémio BIG Revelação: Abigail Ascenso, Alex Gozblau, Ana Biscaia, Ana Braga, André Carrilho, André Ruivo, Ângela Vieira, António Jorge Gonçalves, Bárbara R., Carolina Celas, Cinara Pisco, Constança Araújo Amador, Cristiano Salgado, Cristina Valadas, Daniela Gomes, Esgar Acelerado, Evelina Oliveira, Fatinha Ramos, Filipe Abranches, Gonçalo Viana, Hélder Oliveira, Helena Zália, Inês Machado, Inês Oliveira, João Vaz de Carvalho, Joana de Rosa, Joana Estrela, Joanna Latka, João Fazenda, João Maio Pinto, José Manuel Saraiva, Luís Manuel Gaspar, Mariana, a miserável, Nuno Saraiva, Paulo Buchinho, Rachel Caiano, Renata Bueno, Ricardo Ladeira Carvalho, Ricardo Reis, Rui Vitorino Santos, Sara Bandarra, Sebastião Peixoto, Susa Monteiro, Susana Lima, Susana Matos, Tiago Albuquerque, Tiago Baptista, Tiago Guerreiro, Tina Siuda, Yara Kono.
 
Inauguração da Exposição com a presença de diversos autores
Sábado, 14 de outubro, às 15h00
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Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
Exhibition of the artists selected for the BIG Award (the Bienal de Ilustração de Guimarães) and the BIG Best New Artist.
The artists selected for the BIG Award (the Bienal de Ilustração de Guimarães) and the BIG Best New Artist are: Abigail Ascenso, Alex Gozblau, Ana Biscaia, Ana Braga, André Carrilho, André Ruivo, Ângela Vieira, António Jorge Gonçalves, Bárbara R., Carolina Celas, Cinara Pisco, Constança Araújo Amador,Cristiano Salgado, Cristina, Daniela Gomes, Esgar Acelerado, Evelina Oliveira, Fatinha Ramos, Filipe Abranches, Gonçalo Viana, Hélder Oliveira, Helena Zália, Inês Machado, Inês Oliveira, João Vaz de Carvalho, Joana de Rosa, Joana Estrela, Joanna Latka, João Fazenda, João Maio Pinto, José Manuel Saraiva, Luís Manuel Gaspar, Mariana, a miserável, Nuno Saraiva, Paulo Buchinho, Rachel Caiano, Renata Bueno, Ricardo Ladeira Carvalho, Ricardo Reis, Rui Vitorino Santos, Sara Bandarra, Sebastião Peixoto, Susa Monteiro, Susana Lima, Susana Matos, Tiago Albuquerque, Tiago Baptista, Tiago Guerreiro, Tina Siuda, Yara Kono.
 
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 Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
O desenho é senhor absoluto de toda a sua obra, dos cenários e figurinos para ópera, teatro e bailado à medalhística, da pintura mural, cerâmica, vitral e tapeçaria à ilustração editorial.
Traçada sempre a guache, a sua obra gráfica mais abundante está compreendida entre as décadas de 60 a 90. Luís Filipe de Abreu, o ilustrador homenageado pela BIG - Bienal de Ilustração de Guimarães, interpretou as grandes sagas da literatura portuguesa e universal, revelando sempre um apurado entendimento da condição humana, quer na edição de livros ou em medalhas para as Coleções Philae. É na qualidade narrativa das suas composições, na virtuosa caligrafia a permitir todas as audácias na perspetiva, no traço nervoso e intermitente, de espessura palpável, e no ritmo musical dos seus jogos gráficos, que reside muito do valor singular de Luís Filipe de Abreu na história das artes visuais portuguesas.

Curadoria Jorge Silva
Inauguração da Exposição com a presença de Luís Filipe de Abreu
Sábado, 14 de outubro, às 11h00
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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
 
CICLO DE PALESTRAS "A TEIA DA ILUSTRAÇÃO"
Ciclo de palestras dedicadas à ilustração e destinadas ao público em geral, alunos do ensino secundário e universitário e artistas interessados. Com a curadoria de Pedro Moura, investigador e ensaísta.
 
Sábado 21 outubro | 15h00 Leonor Riscado
Sexta 24 novembro | 10h30 Mattia Denisse 
Sábado 09 dezembro | 15h00 Paul Hardman
 
Local Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade
Participação gratuita, sujeita a inscrição prévia em http://big.guimaraes.pt
Disponibilidade condicionada à lotação máxima da sala
Graphic design holds absolute reign over all of Luís Filipe de Abreu`s work, from his sets and staging for opera, theatre and ballet to his designs on medals and bank notes, his mural paintings, ceramics, stained glass windows and tapestries, and even paperback book cover illustrations.
Always done in gouache, his most prodigious graphic work spanned the period of the 1960s to the 1990s. Luís Filipe de Abreu, the illustrator being honoured by the BIG Award (the Bienal de Ilustração de Guimarães) has undertaken the great sagas of both Portuguese and world literature, revealing his ever-acute understanding of the human condition, be it in the book publications or medals produced for the Philae Collections. It is the narrative quality of the illustrator`s compositions, his virtuoso calligraphy – expressing all the boldness of perspective, edgy and erratic tracing and palpable thickness – and the musical rhythm of his graphic interplay that embodies so much of Luís Filipe de Abreu’s unique value to the history of the visual arts in Portugal.
 
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
O CIAJG acolhe uma grande mostra composta por peças da coleção de Ivo Martins, em depósito no Museu de Serralves, em que pontificam alguns dos artistas mais relevantes da produção artística nacional das últimas três décadas, enquadrados por núcleos de obras de artistas referenciais tais como Joaquim Bravo, Álvaro Lapa ou Rui Chafes.
A coleção de Ivo Martins constitui-se como uma das mais singulares e consistentes visões do panorama artístico de uma geração de autores e a sua apresentação em Guimarães é um desígnio há muito tempo traçado.
 
Curadoria de Nuno Faria 
Obras de Joaquim Bravo, Álvaro Lapa, Xana, António Palolo, Pedro Casqueiro, Rui Chafes, Pedro Sousa Vieira, Paulo Mendes, Fernando Brito, Fernando José Pereira, Susana Mendes Silva, António de Sousa, Miguel Soares, Armanda Duarte, Fernando J. Ribeiro, Armando Ferraz, Miguel Leal, Cláudia Ulisses, Nuno Ramalho, Carla Filipe, Cristina Mateus, João Queiroz, Susanne S. D. Themlitz, Pedro Cabral Santo, Isabel Carvalho, Gonçalo Ruivo, Jaime Lebre, António Olaio
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
The José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG) welcomes a large exhibition from the personal collection of Ivo Martins from the Serralves Museum which features some of the most relevant artists in Portugal over the last three decades and centered on works of such artistic references as Joaquim Bravo, Álvaro Lapa and Rui Chafes.
The Ivo Martins collection represents one of the most singular and consistent visions of the artistic landscape of a generation of artists and their connection to Guimarães over many years. 
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ENTRADA LIVRE
“Jantar de Domingo à Tarde” apresenta um conjunto de objetos e imagens provenientes das coleções particulares de António Oliveira (pai), António Oliveira (filho), Jorge Correia e da Delegação de Guimarães do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços.
Fotografia, cerâmica, mobiliário e documentos permitem-nos recuar às primeiras décadas do século XX em Guimarães — a um tempo em que o mundo de trabalho estava em profunda transformação e o papel reivindicativo do operariado já se fazia sentir.  Entre 1901 e 1931, a Associação de Classe dos Empregados do Comércio de Guimarães, convencionou o descanso semanal aos Domingos, da parte da tarde. Como “memento” deste decreto, passou a organizar um jantar comemorativo por ano. Naquela época, foi essencial lembrar a necessidade do descanso, numa sociedade que trabalhava de sol a sol. Com a realidade e dinâmica contemporânea do mercado de trabalho global, estaremos assim tão longe deste passado? E que reflexões poderemos fazer a partir dele para preparar o nosso futuro. Descansaremos mais, ou menos, agora que vamos sendo paulatinamente substituídos pela inteligência artificial e pela robótica?
 
This ´Late Afternoon Sunday Dinner` will present a series of objects and images from the private collections of António Oliveira (father), António Oliveira (son), Jorge Correia, and from the Delegação de Guimarães do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços.

Photography, ceramics, furniture, and various documents will allow us to travel back in time to the first decades of the 20th century, to a time when the world of work was undergoing a profound transformation and the common labourer was still able to stand up for himself. At the turn of the century, the Associação de Classe dos Empregados do Comércio de Guimarães won workers the right to enjoy time off from work once a week, on Sunday afternoons. And as a ´memento` of this victory, from 1901 to 1931, the Association organized an annual dinner to commemorate. In an era when people toiled from sun-up to sun-down, the need to observe a day of rest was vital. Given the reality and the dynamics of today`s global employment market, are we really so far removed from this distant past? And as we prepare for our future, what reflections might we make on the subject? Will we be spending more time or less time resting once we have become replaced by artificial intelligence and robots?

 
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Horário 
terça a domingo
10h00-13h00 
14h00-19h00
Todas as idades
COMPRAR BILHETES
7,50 EUR / 5,00 EUR c/d

Local Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Antropocenas” é uma colaboração entre Rita Natálio e João dos Santos Martins com a contribuição de diversos agentes nas áreas da ecologia, dança, música, antropologia e artes visuais.
O espetáculo parte da discussão em torno do Antropoceno e da atual crise climática, mas também das cosmologias ameríndias, das etnografias multi-espécie, do racismo estrutural, do blues dos robots e de um tronco de sumaúma cortado para que os humanos pudessem dançar sobre ele. Uma palestra dançada onde plantas, pedras, gatos, dildos e relva nas axilas podem ser os principais oradores, onde samambaias discutem os seus direitos jurídicos, sacos de plástico suicidam-se, animais fazem petições contra a sua extinção, jardineiros cortam cabelos de plantas, onde abraçamos ursinhos de poluição, comemos terra. Textualmente, ideias da história da arte e da antropologia contemporânea misturam-se, opõem-se, matam-se e esfolam-se para destituir certos ideais de natureza. Antropo ma non troppo.
“Antropocenas” (“Anthropocenes”) highlights the collaboration of Rita Natálio and João dos Santos Martins, aided by the contributions of many others from the areas of ecology, dance, music, anthropology and the visual arts.
The show deals with the discussion of the Anthropocene and the climate-based crises currently facing the planet as well as the Amerindian cosmologies, multispecies ethnographies, structural racism, the blues that robots listen to, and a tree trunk made of soft pillow filling so that humans can dance on it. A workshop that is done in dance where plants, stones, cats, adult toys, and grass in your armpits can be the main speakers, where ferns chat about their legal rights, plastic bags commit suicide, animals start petitions to save themselves from extinction, gardeners trim plants as if cutting hair, where people embrace teddy bears made of pollution and where people eat dirt. Textually speaking, ideas from art history and contemporary anthropology blend, oppose each other, kill each other and skin each other to eradicate certain ideas of nature. Antropo ma non troppo.
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Conceção e curadoria Rita Natálio, João dos Santos Martins
Proposta inicial, texto Rita Natálio
Dança Ana Pi, Ana Rita Teodoro, João dos Santos Martins
Artes visuais Pedro Neves Marques
Música Winga Kan
Assistência dramatúrgica e de ensaios Joana Levi
Performer-conferencista Jota Mombaça AKA Mc Katrina
Escultura Alexandra Ferreira
Luz Eduardo Abdala
Som Hugo Valverde
Jardinagem e topiária a definir em cada cidade
Participação especial conferencista a definir em cada cidade
Consultores e autores da publicação Renato Sztutman, Suely Rolnik, Ailton Krenak, Paulo Tavares
Design de Publicação Isabel Lucena
Produção Associação Parasita
Apoio à produção e difusão Circular Associação Cultural
Produção Associação Parasita
Coprodução Materiais Diversos, São Luiz Teatro Municipal, Festival Temps d’Images, Centro Cultural Vila Flor
Apoio Fundação GDA, Goethe-Institut São Paulo
Residências Culturgest, O Espaço do Tempo, Materiais Diversos, Centro de Criação de Candoso, 23 Milhas, DeVIR/Capa, Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas
Parcerias BUALA
Apoio Institucional Teatro Sá da Bandeira – Santarém
Agradecimentos Rua das Gaivotas 6, Teatro Municipal Maria Matos
Registo videográfico André Godinho
Registo fotográfico José Carlos Duarte
Projeto apoiado por República Portuguesa: Cultura / DGArtes Direção-Geral das Artes
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Duração 60 min. aprox.
Maiores de 16
Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
O lado orgânico da memória – as suas bases neurobiológicas ao nível das moléculas, células e circuitos neuronais – é o tema central desta conversa/apresentação.
Tiago Gil Oliveira foi um dos primeiros alunos do programa MD/PhD da Universidade do Minho. Efetuou o trabalho experimental de doutoramento na Columbia University em Nova Iorque, em torno da doença de Alzheimer. Desde 2011 é Professor Auxiliar na Escola de Medicina da Universidade do Minho onde leciona Anatomia. Em paralelo com o seu trabalho académico continuou a sua carreira médica e atualmente é interno do 5º ano de Neurorradiologia no Hospital de Braga. Os seus trabalhos estão publicados em revistas de referência na área das Neurociências e é inventor de patentes para o tratamento de doenças neurodegenerativas. 
The organic aspect of memory – its neuro-biological bases on the level of molecules, cells and neural pathways – is the main theme of this conversation/presentation.
Tiago Gil Oliveira was one of the first students from the MD/PhD program at Minho University. He carried out doctoral research on Alzheimer`s disease at Columbia University in New York. Since 2011, he has been Assistant Professor at the School of Medicine at Minho University where he lectures in Anatomy. Alongside his academic endeavours, he has continued with his medical career and is currently a 5th-year intern in Neuro-radiology at the Hospital of Braga. His work has been published in top journals in the area of neuroscience, and he is the inventor of patents for the treatment of neuro-degenerative diseases. 
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Maiores de 15

COMPRAR BILHETES
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Orquestra de Guimarães, projeto cultural criado pela Câmara Municipal, apresenta-se como um projeto ambicioso e singular que pretende, com base na excelência, integrar e potenciar o talento de artistas da região, proporcionando-lhes o contacto com a prática musical orquestral sinfónica.
A Orquestra de Guimarães tem como principais objetivos promover a prática orquestral de excelência com metas artísticas e programáticas bem delineadas, proporcionar o contacto com a prática musical orquestral sinfónica aos jovens com qualidade artística, baseado em fortes princípios afetivos e pedagógicos que permitam o desenvolvimento artístico e interpretativo dos seus intervenientes.
The Orquestra de Guimarães, a cultural entity created by the City of Guimarães, is an ambitious and unique undertaking whose aim is to encourage and support the talents of artists and musicians in the region, offering them a valuable outlet for the practice and performance of symphonic and orchestral music.
The Orquestra de Guimarães has as main objectives to promote an excellent orchestral practice with well-defined artistic and programmatic goals, to provide the contact with the practice of symphonic and orchestral music by the youngsters with artistic quality, based on strong affective and pedagogical principles that allow the artistic and interpretive growth of its stakeholders.
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Programa

1ª Parte
Sinfonia nº 99, em Mi bemol maior, de Joseph Haydn
I. Adagio - Vivace assai
II. Adagio
III. Menuetto - Trio: Allegretto
IV. Finale: Vivace
2ª Parte
Concerto para piano nº 3, em Dó menor, Opus 37, de L. V. Beethoven
I - Allegro con brio
II - Largo
III - Rondó: Allegro
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Solista Pedro Emanuel Pereira
Direção Vítor Matos
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Maiores de 4
2,00 EUR
Trabalhar numa roda de oleiro, não é algo que se faça “do pé para a mão”. Ou será que sim? Neste Domingos em Casa, vamos partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados e meter as mãos no barro.
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram várias interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. 
 
Monitoras Joy Hanford e Maria Fernanda Braga
Público-alvo Maiores de 3
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 19 de outubro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail
On the next to the last Sunday of every month, one of the workshops at the Casa da Memória in Guimarães – CDMG opens to the general public.
On the next to the last Sunday of every month, one of the workshops at the Casa da Memória in Guimarães – CDMG opens to the general public. In workshops which seek out new interpretations of historical facts, traditions, legends, or places and objects in the CDMG exhibition space, in the cosy setting of the Casa, we offer conviviality for families, friends, different generations, artists and artisans. Working at a potter`s wheel is not something you do “from the foot up to the hand,” or is it?
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
No último ciclo de 2017, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães apresenta percursos essenciais na cena artística nacional, através de exposições seguramente surpreendentes.
Mumtazz, uma das mais singulares artistas do panorama nacional, tem vindo a construir um percurso radicalmente heteróclito, profusamente poético e misteriosamente xamânico que exerce uma intensa influência sobre um largo espetro de artistas. Estreitamente ligado à prática da contracultura, implicado ecologicamente, o trabalho artístico de Mumtazz articula influências e elementos de diferentes culturas, diferentes tempos históricos e as mais diversas linguagens – a poesia, o som, o bordado, a fotografia, a instalação, o efémero, o geométrico e o orgânico. 

Curadoria Nuno Faria
 
Inauguração do último ciclo expositivo de 2017 do CIAJG
Sexta, 27 de outubro, às 21h30
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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
 
In the final cycle slated for 2017, José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG) presents the essential artist journeys on the current national scene with these assuredly surprising exhibitions.
Mumtazz, one of the most unique figures on the Portuguese artistic panorama, has been constructing a radically eccentric, profusely poetic and mysteriously shamanistic trajectory that exerts intense influence on a broad range of artists. Firmly attached to ecologically implied counterculture practices, Mumtazz`s artistic work articulates the influences and elements of different cultures, different historical eras and the most diverse languages – poetry, sound, embroidery, photography, installations, the ephemeral, the geometrical and the organic.
 
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Depois de “Oracular Spectacular”, dedicamos o segundo tomo desta investigação ao desenho enquanto prática visionária, oracular e animista. A exposição reunirá um conjunto de universos autorais em torno de um entendimento expandido do desenho, por vezes nem sequer materialmente reconhecível enquanto tal.
Curadoria Nuno Faria 
Com Adriana Molder, Andrea Brandão, Carla Filipe, Catarina de Oliveira, Laetitia Morais, Sara Costa Carvalho, Marta Wengorovious, Dayana Lucas, Sara Bichão 
 
Inauguração do último ciclo expositivo de 2017 do CIAJG
Sexta, 27 de outubro, às 21h30
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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
Following “Oracular Spectacular”, we are now dedicating our second volume of research to drawing as a visionary, oraclebased and animistic practice. The exhibition will organize a collection of authorial worlds around an expanded understanding of drawing, at times not materially recognizable as such.
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COMPRAR BILHETES
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
2,50 EUR (Cartão Rede TO)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
No fim de semana da inauguração das novas exposições do Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG), o Teatro Oficina invade o Centro, na companhia da Outra Voz e dos Nicolinos, para apresentar a sua mais recente criação, “Auto das Máscaras”.
Um espetáculo que é um percurso assombrado por um museu com um mundo lá dentro. Começa na praça da Plataforma das Artes, vai à Sala das Magias do Centro Internacional das Artes José de Guimarães e termina no escuro da Black Box, em uníssono. Todo o Centro fica possuído de sons e danças, textos que são preces de inverno, poemas breves, revelações. Tomando as máscaras da coleção de José de Guimarães como objetos profanos, os bravos rapazes de Guimarães e a Outra Voz juntam-se ao Teatro Oficina para representar um novo auto, que vale por todos os rituais de passagem. 
 
Inauguração do último ciclo expositivo de 2017 do CIAJG
Sexta, 27 de outubro, às 21h30
On the weekend which marks the inauguration of the new exhibition cycle at the José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG), the Teatro Oficina has been invited to invade the museum, along with the Outra Voz and the Nicolinos, to present their most recent creation, entitled “Auto das Máscaras” (“The Mask Play”).

This show is a ghostly walk through a museum with a hidden world inside. It begins at the Plataforma das Artes and continues to the Sala das Magias (Magic Room) at the José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG), concluding at the Black Box, all in unison. The entire Arts Centre will be taken over by sound and dance, by texts that are winter prayers, short poems, revelations. Using José de Guimarães` collection of masks as objects of the profane, the stalwart Nicolino boys of Guimarães and the Outra Voz will join the Teatro Oficina to present a new play that depicts a rite of passage.

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Guião e Criação João Pedro Vaz, Carlos Correia, Joana Castro e João de Guimarães
Assistência à Criação Tiago Sarmento e Miguel Bastos
Ensaiadoras Outra Voz Marisa Oliveira, Silvia Madalena Gonçalves
Apoio à Produção Outra Voz Carla Silva, Cristina Magalhães, Helena Sousa, José Marques, Maria Rui Sampaio, Rui Donas
Com Outra Voz e Nicolinos
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Espetáculo em percurso pelo CIAJG
Duração 60 min. aprox.
Maiores de 12
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Este será um ano de muita movimentação no espaço da coleção permanente do CIAJG com uma constante alternância entre artistas mais novos e mais experientes e com uma grande variedade de propostas, incluindo a apresentação de obras inéditas de José de Guimarães, patrono do Centro.
Na nova montagem da coleção teremos a oportunidade de revisitar um conjunto de peças históricas de José de Guimarães, que não estão visíveis ao público desde 2012. Com efeito, as peças que integraram a intervenção no Museu de Luanda, em 1968, estão entre o núcleo de peças mais relevantes da obra do autor. Em diálogo com estas peças e os núcleos que constituem a coleção permanente, teremos, ainda, uma ampla mostra de peças de Fernando Lanhas, um dos autores centrais da arte portuguesa da segunda metade do séc. XX, e um conjunto de esculturas de Rui Chafes, um dos mais importantes artistas da atualidade.
 
Curadoria de Nuno Faria
Obras de José de Guimarães, Vasco Araújo, f.marquespenteado, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Jaroslaw Fliciński, Rui Chafes, Filipe Feijão, Mestre Caçoila, Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade
Arte Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
This year will be quite the active one for Permanent Collection space at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, with its offerings alternating between older and more experienced artists, and its wide variety of programs and events in store, which include the display of some never-before-seen works by the Centre`s namesake, José de Guimarães.
In the new arrengment of the collection we will have the opportunity to revisit a set of historic pieces by José de Guimarães, which have not been visible to the public since 2012. In fact, the pieces that integrated the intervention in the Museum of Luanda in 1968 are among the nucleus of the most relevant pieces of the author`s work. In dialogue with these pieces and the nucleus that constitute the permanent collection, we will also have a large exhibition of pieces by Fernando Lanhas, one of the central authors of Portuguese Art of the second half of the 20th century, and a set of sculptures of Rui Chafes, one of the most important artists of the present time.
fechar todos
3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. Venha conhecer e mergulhar na essência da comunidade viva que identifica e distingue Guimarães!
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors. Come visit and immerse in the essence of the living community that identifies and distinguishes Guimarães!
informação adicional fechar todos
Horário 
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
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