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Pensar um festival ano após ano é, em primeiro lugar, um ato de atenta observação e escuta do território, país e mundo, para depois tentar configurar um dispositivo que possa arrancar-nos da indiferença. Uma indiferença cada vez mais instalada de forma opressiva pela justaposição da vertigem e que vai desativando as nossas vontades mais genuínas.
A partir deste ponto inicial de observação e dos diálogos estabelecidos na edição anterior, quisemos estruturar o festival deste ano num jogo de tensões e ambiguidades no qual o público terá o papel principal: o de procurar e se apropriar do sinal dessas relações amplificando-as para si mesmo. Lançamos, assim, no programa uma questão, a da autoria, mas que surge agora reconfigurada, para suscitar discussões, vivências e outros nexos que possibilitem o regresso à arte de sonhar o que falta fazer: ou seja, o resgate de um futuro que nos escapa.
Será hoje o olhar do autor, nesse exercício pleno da criação, um veículo de manifestações cuja constituição da obra resulte da assemblagem e demolição de influências e imposições do seu tempo? Interrogações que nos assaltam na construção deste programa, mas geradoras de uma ambiguidade relevante para o papel do espetador, que chamará a si gesto e significado apropriados, para a validação da sua experiência nesse encontro com o artista. Não falamos aqui de gosto, mas antes de uma inter-relação que se desencadeia. Vejamos, então, que pulsão nos propõe o corpo do programa #7 do GUIdance, para esses vários encontros que nos esperam. Entre o caminho percorrido e um futuro imediato, a abrir o festival, teremos Russell Maliphant pela primeira vez em Portugal, num momento em que celebra 20 anos de carreira. Outra presença a sublinhar é a de Wim Vandekeybus, que fechará o GUIdance 2017, também ele a assinalar a notável longa existência da sua companhia (Ultima Vez) fundada há 30 anos. Apresentadas as balizas, importa referir que o festival destacará este ano Tânia Carvalho, coreógrafa central no panorama da dança contemporânea em Portugal, com a estreia absoluta de uma nova criação (“Captado pela Intuição”) e reposição de uma peça do seu valioso reportório (“De Mim Não Posso Fugir, Paciência!”). Um solo e uma peça de grupo, mostram-nos 2 ângulos de abordagem à sua particular forma de criar. E se a parte autoral de caráter mais individualista se revela marcante, quisemos também fazer refletir no programa a cocriação, através de uma série de peças de duplas, algumas em regresso e num processo de afirmação internacional como Jefta Van Dinther ou João dos Santos Martins, outras na zona de gosto pelo risco ou emergência que o festival mantém por novos autores (Jonas & Lander; António Torres & Ana Jezabel). Uma missão que fica mais completa com a presença de quem justifica palco e atenção maiores da nossa parte: Luís Guerra. Finalmente, as várias atividades paralelas, tão fundamentais para a edificação do festival, aproximarão público, artistas, escolas e pensadores, afirmando o GUIdance como um importante acontecimento artístico no calendário de inverno. Rui Torrinha
 
40,00 eur (acesso a todos os espetáculos + uma visita às exposições patentes no Centro Internacional das Artes José de Guimarães e no Palácio Vila Flor)

20,00 eur (acesso aos espetáculos de 02 a 04 de fevereiro + uma visita às exposições patentes no Centro Internacional das Artes José de Guimarães e no Palácio Vila Flor)
 
25,00 eur (acesso aos espetáculos de 08 a 11 de fevereiro + uma visita às exposições patentes no Centro Internacional das Artes José de Guimarães e no Palácio Vila Flor)
 
Preço especial alunos de Escolas de Artes Performativas
4,00 eur (preço aplicável aos espetáculos que se realizam no Grande Auditório e no Pequeno Auditório do CCVF)
Contemplating the Festival year after year is, firstly, an act requiring keen observation and attentive listening to the territory, the country, and the world in an attempt to configure a device that can pull us away from indifference. An indifference that is increasingly ingrained by the oppressive overlaying of dizziness which is deactivating our most genuine desires.
Stepping off then from this initial point of both observation and the dialogue established with last year`s edition, we have structured this year`s Festival upon the interplay of tensions and ambiguities, one in which the public will have a major role – that of seeking out and grabbing hold of these relationships and projecting them back toward themselves. In the programme, we have thus introduced a theme – that of Authorship – but one which now emerges after being reconfigured in order to spark discussions, experiences and other connections which will allow for the return to the art of envisioning what there is still left to do, in other words, to go out to rescue a future that is escaping from us. Might the perspective of the Author, in this complete exercise of the act of creation, become a vehicle to manifest how the composition of the final work can result from the assembling or demolition of influences and impositions of its time? Questions have beleaguered us in the construction of this programme, ones generating a relevant sense of ambiguity concerning the role of the audience member, who will beckon to him/herself the appropriate gestures and meanings for the validation of the experience each person is to have with the artist. We are not speaking here of taste but instead of the interrelationship that unfolds. Let us thus see what type of pulse is pounding in the body of Programme Nº 7 at GUIdance in the various encounters which await us.
Between the path taken thus far and the one leading to the future, the Festival opens with Russell Maliphant, appearing for the first time in Portugal at a moment of celebration of a career spanning 20 years. Another artist to highlight is Wim Vandekeybus, whose performance will close GUIdance 2017 and who is also to be applauded for the longevity of his company, Ultima Vez, founded 30 years ago. Having noted the bookend performances, the Festival this year will also feature Tânia Carvalho, a choreographer who is a core figure on Portugal`s contemporary dance scene, with the world premiere of a new show entitled “Captado pela Intuição” (“Grasped by Intuition”) and the repeat performance of a piece from her valued repertory, “De Mim Não Posso Fugir, Paciência!” (“I Can`t Very Well Run Away From Myself, Too Bad!”). A solo and a group piece, the performances show two angles to her unique approach to creating. And even with the more individualistic nature of authorship given the limelight, we also wished to focus the programming on co-creation via a series of paired pieces, some of which are favourites returning to the stage and others on the rise internationally, such as the work of Jefta Van Dinther or João dos Santos Martins, whereas others lean more toward risk-taking or the emergent thread which the Festival maintains with new performers (Jonas & Lander; António Torres & Ana Jezabel). This is a mission which seems more complete with the presence of an individual who deserves both our stage and our closer attention: Luís Guerra. Finally, a variety of parallel activities, so fundamental for the edification of the Festival, will bring together the public, the artists, our schools and thinkers to affirm GUIdance as an important artistic happening on the winter calendar. Rui Torrinha
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(preço aplicável aos espetáculos que se realizam no Grande Auditório e no Pequeno Auditório do CCVF)
A 7ª edição do GUIdance abre com a estreia absoluta em Portugal de Russell Maliphant, uma das estrelas atuais da dança contemporânea em todo o mundo.
Russell Maliphant vem a Guimarães apresentar “Conceal | Reveal”, um espetáculo que condensa, numa só noite, criações recentes e um clássico da companhia. Ao palco do GUIdance, o coreógrafo britânico traz, assim, uma reposição da peça “Two x Two”, de 2001, a que se juntam duas peças mais recentes: <<both, and>>, um solo magistralmente interpretado pela mulher de Maliphant, Dana Fouras, e ainda uma peça em quinteto, “Piece Nº 43”. “Conceal | Reveal” foi especialmente concebido para celebrar a colaboração de duas décadas entre o conceituado coreógrafo Russell Maliphant e o pioneiro designer de luz Michael Hulls, que juntos têm criado uma linguagem única entre luz e movimento. 
 
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25,00 eur (acesso aos espetáculos de 08 a 11 de fevereiro + uma visita às exposições patentes no Centro Internacional das Artes José de Guimarães e no Palácio Vila Flor)
The 7th edition of GUIdance opens with a premiere performance in Portugal by Russell Maliphant, one of today`s stars on the world`s contemporary dance scene.
Russell Maliphant has come to Guimarães to present “Conceal | Reveal,” a show which, in one night, condenses some of the company`s recent creations and one of their classical pieces. On stage at GUIdance, the British choreographer will combine his piece, “Two x Two” (2001), with two more recent works: <<both, and>>, a solo majestically performed by Maliphant`s wife, Dana Fouras, and a 5-person piece entitled simply, “Piece Nº 43.” “Conceal | Reveal” was especially conceived to celebrate the two-decade-long collaboration between the renowned choreographer Russell Maliphant and pioneering lighting designer, Michael Hulls, who together have created a unique language blending light and movement. 
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Two x Two
Coreografia Russell Maliphant
Desenho de luz Michael Hulls
Composição Adam Cowton
 
<<both, and>>
Coreografia Russell Maliphant
Desenho de luz Michael Hulls
Composição Mukul
Figurinos Stevie Stewart
Interpretação Dana Fouras

Piece No. 43 
Coreografia Russell Maliphant
Desenho de luz Michael Hulls
Composição Mukul
Figurinos Stevie Stewart
Música Tidal /Atacama com música adicional de Beethoven, Sonata para piano No. 14 em dó sustenido menor, Piano por Jenö Jandó
 
Uma produção Sadler`s Wells London / Russell Maliphant Company Comissionado por DanceEast, The Lowry Salford Quays e The Point Eastleigh Coproduzido por Les Théâtres de la Ville de Luxembourg e Movimentos Festwochen der Autostadt em Wolfsburg, Germany Apoiado através de fundos públicos de Arts Council England
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“Autointitulado” é uma peça que desconstrói a memória da dança.
Nova criação de João dos Santos Martins e Cyriaque Villemaux, “Autointitulado” foi feito para esquecer uma série de improvisações dançadas num estúdio previsto para esse efeito. As danças inicialmente filmadas, e depois apagadas, comportavam resíduos daquilo que os criadores identificaram como influências e imagens marcantes. Cada modelo, conhecido ou anónimo, levou-os a uma composição de danças feita a partir da memória. Não se trata de uma enésima história da dança posta em cena, mas de uma prática de estúdio trazida para fora do aquário para ser asfixiada de uma vez por todas. Esta peça é o estilhaçar de um conjunto de referências e memórias da dança que foram reunidas para serem partidas novamente. Pervertem-se lógicas, desconstroem-se semióticas, provoca-se o espetador. 
 
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“Autointitulado” is a piece which deconstructs the memory of dance.
The new creation from João dos Santos Martins and Cyriaque Villemaux, “Autointitulado” (“Self-Titled”) was conceived ´to forget` a series of dance improvisations done at a studio set up for the effect. The dances, which were initially filmed and then erased, contained the remnants of what the creators had identified as the influences and images that had marked the dancers. Each model, recognized or random, led them to a composition of dances based on memory. This is not the history of dance performed on stage for the umpteenth time but instead a studio exercise released from its bubble to be smothered once and for all. This piece is the shattering of a set of references and memories of dance that were brought together to be shared once again. Logic is perverted, semiotics is deconstructed, and the audience is provoked. 
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Projeto de e por Cyriaque Villemaux e João dos Santos Martins
Desenho e operação de luz Rui Monteiro
Coprodução Circular Festival de Artes Performativas, Alkantara Festival
Produção executiva e difusão Circular Associação Cultural
Residências artísticas Alkantara, O Espaço do Tempo, danceWeb no contexto do projeto Life Long Burning subsidiado pelo programa Cultural da União Europeia, A22, Graner, Circular Festival de Artes Performativas
Coapresentação Alkantara com o apoio DNA/Programa Cultura da União Europeia
Apoio Fundação Calouste Gulbenkian, Teatro Sá da Bandeira - Santarém
Agradecimentos Fórum Dança, O Rumo do Fumo, Nome Próprio, O Espaço do Tempo, Aristide Bianchi, André e. Teodósio, Diana dos Santos Martins, Manuel João Martins, Polina Akhmetzyanova
Duração 70 minutos
Maiores de 12
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Jonas & Lander servem-se da riqueza da biodiversidade cultural e natural para criar uma dança-labiríntica.
“Adorabilis” cria um espaço cerimonial preenchido por corpos em estado de emergência que atua como uma máquina ficcional albergando três presenças expostas e vitimizadas por tensões invisíveis. Em estado de alerta, as interações destas presenças são constantemente inspecionadas por um olho virtual, enérgico, não ficando claro se a sua natureza é autoritária ou passiva, se controla ou cuida. Este quarto performer digital tem, ainda, o poder de sugestionar ao público que performers ou zonas cénicas são mais relevantes no momento. Em “Adorabilis”, a luz, o som e o cenário são elementos autónomos que afetam o comportamento e a reação dos performers, tal como a chuva, a noite ou a primavera são elementos determinantes na vida dos animais.
 
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Jonas & Lander take advantage of cultural and natural bio-diversity to create a labyrinth-dance.
“Adorabilis” creates a ceremonial space filled up by bodies in the state of emergency, which acts like a make-believe machine which houses three presences that are exposed and made victims by unseen tensions. In a state of alert, the presences engage in interactions which are constantly being inspected by an energetic virtual eye, and it is unclear as to whether its nature is authoritarian or passive, or whether it is a controller or a caretaker. The fourth digital performer can suggest to the public which performers or parts of the stage are most relevant at any given moment. In “Adorabilis,” the light, the sound and the staging are autonomous elements which affect the performers` behaviour and reactions, just as the rain, the darkness of night or the springtime can be influential elements in the lives of animals. 
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Criação Jonas&Lander 
Interpretação Jonas Lopes, Lander Patrick, Lewis Seivwright
Figurinos Carlota Lagido com a colaboração de Jonas Lopes
Desenho de luz Carlos Ramos 
Sonoplastia Lander Patrick 
Animação digital Web4Humans 
Gestão [PI] Produções Independentes | Tânia M. Guerreiro
Coprodução Teatro Maria Matos e Centro Cultural Vila Flor
Residências artísticas O Espaço do Tempo, Alkantara (PT), Centro Cultural Vila Flor (PT), Centro de Experimentação Artística no Vale da Amoreira/Câmara Municipal da Moita, Artemrede/Projeto Odisseia (PT), DeVIR/CAPa (PT), Câmara Municipal de Lisboa/Polo Cultural | Gaivotas Boavista, PACT Zollverein (AL), Sín Culture Centre Budapeste (HU), Graner/Mercat de les Flors (ES), Nave (CL)
Apoio à internacionalização Fundação Calouste Gulbenkian (PT)
Produções Independentes é uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura / Direção Geral das Artes 
Artistas Aerowaves 2017
Maiores de 6
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Em estreia absoluta no GUIdance, Tânia Carvalho apresenta “Captado pela Intuição”, um solo entre o abstracionismo lírico e o figurativismo.
Para Tânia Carvalho, o ato criativo é algo que surge como um ímpeto, algo instintivo até, e é quando a artista cria para si mesma que atinge a plenitude da dança. Existe sempre um pretexto para criar, mas ao tentar desvendá-lo, dá-se a conhecer distorcido. Distorcido por tentar entendê-lo através de discursos de pensamento. Esses discursos de pensamento bloqueiam o fruir das ideias criativas. Os movimentos surgem de forma intuitiva, sem esforço. Os movimentos surgem e Tânia entrega-se a eles, deixando o corpo fluir ao ritmo que eles pedem, quase automático, quase como se não fizesse nada. Para Tânia Carvalho não existe uma explicação, apenas a interpretação. Nua e crua.
 
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A world premiere performance at GUIdance, Tânia Carvalhos solo show “Captado pela Intuição” (“Grasped By Intuition”) is a venture that falls between lyrical abstractionism and figurativism.
For Tânia Carvalho, the creative act is something that bursts forth like an impulse, something instinctive, and it is when the artist creates something for him/herself that the fullness of dance is achieved. There is always a pretext for creating but when trying to unveil it, it may come out with distortions. Distortions for having attempted to understand it through the discourses of thought. These discourses of thought can block the fruition of creative ideas. Movements emerge intuitively and effortlessly. Movements emerge and Tânia hands herself over to them, letting her body flow with the rhythm that they request, almost automatic, almost as if nothing were made up. In Tânia Carvalho`s mind, there is no explanation, just interpretation. Pure and simple. Flesh and bone.
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Coreografia e interpretação Tânia Carvalho
Música XNX
Desenho de luz Zeca Iglésias, Tânia Carvalho
Adaptação de luz e operação de luz e som Anatol Waschke
Produção Tânia Carvalho
Produção executiva João Guimarães
Booking Colette de Turville
Coprodução Festival GUIdance (Guimarães); Teatro aveirense (Aveiro)
Residência artística Centro de Criação do Candoso (Guimarães); O Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo);Teatro Viriato (Viseu)
Maiores de 12
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“De Mim Não Posso Fugir, Paciência!” (2008) explora a relação de interdependência entre a música e a dança.
Interpretada por quatro bailarinos e por Tânia Carvalho, que nesta criação se senta ao piano, “De Mim Não Posso Fugir, Paciência!” explora os movimentos que um pianista deveria aprender de modo a interpretar a música. Recorrendo ao expressionismo, Tânia Carvalho coloca nesta peça o seu interesse pelo modo como a música não produz qualquer efeito se o pianista não estiver sintonizado com o sentido e o ritmo da coreografia. A peça desenrola-se através das reações dos bailarinos aos gestos do pianista, ao som produzido pelo piano, mas também aos momentos de silêncio, que resultam igualmente dos movimento executados pelos bailarinos, numa íntima e recíproca influência.
 
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“De Mim Não Posso Fugir, Paciência!” (2008) explores the interdependent relationship between music and dance.
Performed by four dancers, this time with Tânia Carvalho at the piano, “De Mim Não Posso Fugir, Paciência!” (“I Can`t Very Well Run Away From Myself, Too Bad!”), explores the movements which a pianist should learn in order to perform music. Relying on expressionism, Tânia Carvalho has injected into this piece her interest in how music does not produce any effect unless the pianist is in tune with the sense and the rhythm of the choreography. The piece unfolds when the dancers` reactions encounter both the pianist`s gestures of producing sound via the piano as well as moments of silence, which also arise from the dancers` movements – an intimate and reciprocal influence of one upon the other. 
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Coreografia Tânia Carvalho
Intérpretes Anaisa Lopes, Luís Guerra, Maria João Rodrigues, Ricardo Vidal e Tânia Carvalho
Música Tânia Carvalho (a partir de trechos de música clássica para piano)
Texto Patrícia Caldeira
Desenho de luz Anatol Waschke
Figurinos Aleksandar Protich
Apoio na residência e criação artística Uzès Danse
Apoio Fundação Calouste Gulbenkian, TNDM II, Direção Geral das Artes do Governo de Portugal, TanzWerkstatt
Produção Tânia Carvalho
Produção executiva João Guimarães
Produção (até dez 14) Bomba Suicida
Coprodução O Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo)
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Luís Guerra apresenta a sua “tundra”, essa zona inóspita que todos carregamos também connosco.
“A Tundra” acontece a partir de um passado criativo em que Luís Guerra já havia trabalhado para chegar até aqui. Depois de construir um país imaginário, Laocoi, e de outras incursões que envolvem a natureza – “Nevoeiro” (2013) e “Trovoada” (2014) – Luís Guerra caminha agora para um espaço de pacificação. “A tundra parece-me um ecossistema que contém uma possibilidade de linguagem poética muito próxima do que ando a pesquisar, porque é o lugar geográfico que vem imediatamente antes da paisagem totalmente branca. É um belo que se desenha por entre ventos fortíssimos.” É da matéria humana que nos fala “A Tundra”, e o público é convidado a aceder a este mundo, bem para lá do visível.
 
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Luís Guerra presents his “tundra,” this inhospitable area which we all carry along inside ourselves.
“A Tundra” (“The Tundra”) has its origins in the creative territory which Luís Guerra has traversed to arrive at this point. After constructing the imaginary land of Laocoi and his other incursions involving nature – “Nevoeiro” (“Fog”) in 2013 and “Trovoada” (“Storm”) in 2014 – Luís Guerra is now heading off to calmer places. “The tundra seems to me to be an eco-system which offers the possibilities for poetic language most akin to those I`ve been searching for because it is the geographic designation of the land that comes immediately before the totally white landscape. It is beauty that is drawn in and amongst very strong winds.” “The Tundra” speaks to us of what it is to be human, and the public is invited to enter this world well beyond what the eye can see. 
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Direção e coreografia Luís Guerra
Interpretes Alice Lopes, António Cabrita, Gonçalo Ferreira de Almeida, Luís Guerra e Luís Marrafa
Composição musical original Darr Tah Lei
Figurinos Luzia Arieira e Carol Carvalho
Direção técnica e desenho de luz Zeca Iglésias
Produção Andreia Abreu
Coproduzido por Rede 5 Sentidos (Teatro Viriato, Teatro da Guarda, Teatro Maria Matos, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Virgínia, Centro de Artes de Ovar, Teatro Académico Gil Vicente, Teatro Micaelense, Teatro Nacional de São João, Teatro Municipal do Porto, O Espaço do Tempo)
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“This is Concrete” é uma viagem em marcha lenta.
Os corpos de dois homens embrenham-se incessantemente, esbatendo as fronteiras um do outro. Imersos num ambiente sonoro de batidas estonteantes e sombras giratórias, a viagem dos artistas é longa e entorpecida e sexual. Os movimentos transmutam-se em palavras quando as vozes dos homens começam a falar dos seus corpos. Na fusão corporal e social gerada entre eles, o trajeto transforma-se gradativamente em prazer, a fala em comida, o sexo em dança e a simbiose em parasitose. “This is Concrete” aventura-se na encenação de algo íntimo, fazendo do volátil a matéria-prima para a sua composição e convida o público a passar tempo com algo incerto e lentamente contagiante.
 
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“This is Concrete” is a slow-moving journey.

The bodies of two men are constantly twisting and entwining themselves, stepping over each other`s boundaries. Immersed in an environment of percussive sounds and twirling shadows, the journey these performers take is long, dizzying, and sexual. Their movements transmute into words when the men`s voices begin to speak about their bodies. In the corporal and social fusion created between them, the trajectory gradually transforms itself into one of pleasure, speech into food, sex into dance, and symbiosis into parasitosis. “This is Concrete” ventures into the staging of something intimate, using the volatile as the raw material for its composition and inviting the public to invest time with something uncertain and slowly contagious. 

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Coreografia e interpretação Jefta van Dinther and Thiago Granato
Desenho de luz Jan Fedinger
Desenho de som David Kiers
Direção de produção Emelie Bergbohm
Aconselhamento artístico Sandro Amaral, Frederic Gies, Robert Steijn
Vídeo Leo Nabuco
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Ligados e em constante esforço e tensão, Ana Jezabel e António Torres vagueiam pela cena à procura de um novo (des)equilíbrio.
Em “A importância de ser (des)necessário”, a dupla de jovens criadores prossegue o tema abordado na criação anterior: a preservação do conceito de individualidade e personalidade. De que forma o ser humano se ultrapassa e se redescobre nas várias “mortes” que se vão registando ao longo da vida? O que (re)descobre? A ideia de luto e luta. Para existir um luto teve de haver um suspiro final, teve de haver uma luta interior para se transcender, para se esvair ou desaparecer. Onde aparece a questão da solidão? Quando conseguimos estar sós? Mas plenos connosco, sem fraquejar sedentos de novas energias por parte das pessoas que nos rodeiam e transformam os nossos dias. A solidão como acto prazeroso e deliberado.
 
40,00 eur (acesso a todos os espetáculos + uma visita às exposições patentes no Centro Internacional das Artes José de Guimarães e no Palácio Vila Flor)

20,00 eur (acesso aos espetáculos de 02 a 04 de fevereiro + uma visita às exposições patentes no Centro Internacional das Artes José de Guimarães e no Palácio Vila Flor)
 
25,00 eur (acesso aos espetáculos de 08 a 11 de fevereiro + uma visita às exposições patentes no Centro Internacional das Artes José de Guimarães e no Palácio Vila Flor)
Connected, yet expressing constant struggle and tension, are Ana Jezabel and António Torres who wander about the stage in search of a new (im)balance.

In “A importância de ser (des)necessário” (“The Importance of Being (Un)necessary”), a pair of young artists pursue a theme taken up in their previous show: the preservation of the concept of individuality and personality. In what way do human beings go beyond themselves and rediscover themselves in the various “deaths” which appear during one`s life? What do human beings (re)discover? The notion of grieving and struggle. To exist, grieving must have its final sigh, an internal struggle to overcome, to dispel or to cast away. Where does the question of loneliness appear? When are we able to be alone? More complete with ourselves, without weakening thirsting for new energies from the persons who surround us and transform our days. Loneliness as a pleasurable and deliberate act. 

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Coreografia, interpretação e construção musical Ana Jezabel + António Torres
Desenho de luz Sara Garrinhas
Vídeo projeção João Leitão
Figurinos Ana Jezabel + António Torres e Catarina Morla
Produção Sara Garrinhas e Mónica Talina
Fotografia Joaquim Leal
Residências artísticas EKA, Musibéria, O Espaço do Tempo, Teatro Viriato (Companhia Paulo Ribeiro), DeVIR/CAPA e CCVF (Centro Cultural Vila Flor)
Apoios Centro Cultural Vila Flor, Fundação Calouste Gulbenkian e Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto
Coprodução Centro Cultural Vila Flor e Teatro d´Vão
Maiores de 12 
COMPRAR BILHETES
10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%

PREÇO ESPECIAL ALUNOS DE ESCOLAS DE ARTES PERFORMATIVAS
4,00 EUR
(preço aplicável aos espetáculos que se realizam no Grande Auditório e no Pequeno Auditório do CCVF)
Para Wim Vandekeybus, o amor é talvez o mais intangível e caprichoso de todos os nossos estados interiores. Dá força, mas também provoca a dor mais devastadora quando se vira contra nós.
O GUIdance encerra a sua edição de 2017 com a estreia nacional de “Speak low if you speak love”, de Wim Vandekeybus, espetáculo que reafirma a relação de grande cumplicidade entre o coreógrafo belga e o músico Mauro Pawlowski, com quem criou “nieuwZwart” em 2009. Desta vez, histórias clássicas servem de inspiração para as músicas escritas por Pawlowski e interpretadas pela carismática cantora sul-africana Tuto Puoane. “Speak low if you speak love” não é uma ópera, nem um musical, mas antes uma combinação irrequieta de música experimental e tradição clássica. Não é intenção de Vandekeybus fornecer um quadro abrangente sobre o que se entende por amor, pois a compreensibilidade do amor é algo que não existe.
 
40,00 eur (acesso a todos os espetáculos + uma visita às exposições patentes no Centro Internacional das Artes José de Guimarães e no Palácio Vila Flor)

20,00 eur (acesso aos espetáculos de 02 a 04 de fevereiro + uma visita às exposições patentes no Centro Internacional das Artes José de Guimarães e no Palácio Vila Flor)
 
25,00 eur (acesso aos espetáculos de 08 a 11 de fevereiro + uma visita às exposições patentes no Centro Internacional das Artes José de Guimarães e no Palácio Vila Flor)
In Wim Vandekeybus` view, love is perhaps the most intangible and capricious of all our internal states. It gives us strength but also causes the most devastating pain when it turns on us.
GUIdance will close its 2017 edition with the premiere performance in Portugal of “Speak Low If You Speak Love” by Wim Vandekeybus, a show which reaffirms the long-standing relationship between the Belgian choreographer and musician Mauro Pawlowski, with whom he created “nieuwZwart” in 2009. This time, classical stories serve as the inspiration for the songs written by Pawlowski and performed by the charismatic South African singer, Tuto Puoane. “Speak Low If You Speak Love” is neither an opera nor a musical; instead, it is a restless combination of experimental music and the classical tradition. It is not Vandekeybus` intention to supply a broad framework for what he understands love to be because the ability to comprehend love is something that does not exist. 
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Direção, coreografia e cenografia Wim Vandekeybus
Criado e interpretado por Jamil Attar, Livia Balazova, Chloé Beillevaire, David Ledger, Tomislav English, Nuhacet Guerra Segura, Sandra Geco Mercky, Maria Kolegova
Música original (ao vivo) Mauro Pawlowski, Elko Blijweert, Jeroen Stevens, Tutu Puoane
Assistência artística e dramaturgia Greet Van Poeck
Assistentes de movimento Iñaki Azpillaga, Máté Mészáros
Stylist Isabelle Lhoas assitida por Isabelle De Cannière
Desenho de luz Davy Deschepper, Wim Vandekeybus
Desenho de som Bram Moriau, Antoine Delagoutte
Assistente de palco Tom de With
Aconselhamento cenográfico Isabelle Lhoas, Davy Deschepper
Figurinos Lieve Meeussen
Coordenação técnica Davy Deschepper
Produção Ultima Vez (Brussels, BE)
Coprodução KVS (Brussels, BE), Le manège.mons (Mons, BE), Festival de Marseille (Marseille, FR), Foundation Mons 2015 European Capital of Culture
Apoio desingel internationale Kunstcampus (Antwerp, BE)
ULTIMA VEZ é apoiado por the Flemish Authorities & the Flemish Community Commission of the Brussels Capital Region (BE)
Maiores de 16
5,00 EUR
A edição deste ano do GUIdance apresenta no seu programa dois momentos de formação únicos: as masterclasses ministradas por Russell Maliphant e por Nuhacet Guerra da Companhia Ultima Vez de Wim Vandekeybus.
Sempre direcionadas para bailarinas/os e alunas/os de dança de nível avançado, estas ações permitem um contacto privilegiado com os métodos de trabalho de dois dos maiores importantes coreógrafos internacionais da dança contemporâneos. O festival continua, assim, a investir na formação altamente qualificada, como base fundamental para o desenvolvimento do talento no território onde se insere.
 
Quinta 02 fevereiro
CCVF / Sala de Ensaios | 11h00-13h00
Masterclasse com Russell Maliphant
 
Sexta 10 fevereiro
CCVF / Sala de Ensaios | 18h30-20h30
Masterclasse com Nuhacet Guerra (Ultima Vez / Wim Vandekeybus Company)
 
Público-alvo Profissionais e alunos de dança nível avançado
Nº máximo de participantes 20
Data limite de inscrição 30 de janeiro (masterclasse com Russell Maliphant) e 06 de fevereiro (masterclasse com Nuhacet Guerra)
Preço 5,00 eur (com direito a bilhete para o espetáculo do artista que orienta a masterclasse)
 
As inscrições poderão ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor, na Plataforma das Artes e da Criatividade ou neste site através do preenchimento do formulário disponível online.
A inscrição carece de análise da informação curricular enviada. Após receber a confirmação da sua inscrição, o pagamento da masterclasse poderá ser efetuado em numerário no Centro Cultural Vila Flor ou na Plataforma das Artes e Criatividade, através de cheque enviado por correio à ordem de “A Oficina, CIPRL”, ou através de referência multibanco a gerar no ato de inscrição, até à data limite designada para o efeito. Em caso de desistência, o valor apenas será reembolsado se a mesma ocorrer até 48h antes do início da atividade.
This year’s edition of GUIdance will feature in its programming two special educational experiences: master classes taught by Russell Maliphant and by Nuhacet Guerra from Wim Vandekeybus’ company Ultima Vez.
Always geared to advanced level dancers and students of dance, these events offer a prime opportunity for contact with the working methods of two of the most prominent international choreographers in contemporary dance. The Festival thus continues to invest in the highest level of educational training as a fundamental basis for the development of talent in the field of the performing arts.
 
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Entrada livre
Momentos de proximidade entre o público e os artistas são promovidos através de conversas informais que estimulam a troca de experiências entre as partes, após a realização dos espetáculos.
Quinta 02 fevereiro
CCVF / Foyer do Grande Auditório 
Conversa com Russell Maliphant
 
Quarta 08 fevereiro
PAC / Cafetaria
Conversa com Tânia Carvalho
 
Sábado 11 fevereiro
CCVF / Foyer do Grande Auditório
Conversa com Ultima Vez Company
These are moments following the show when the audience and the performers can come together to have informal discussions that will promote the sharing of experiences for everyone.
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Todas as idades

Local_PAC / Sala de Conferências

Entrada livre
A questão da autoria lançada sobre a mesa para suscitar discussões, vivências e outros nexos que possibilitem o regresso à arte de sonhar o que falta fazer: ou seja, o resgate de um futuro que nos escapa. Um tema instigador de debate que terá dois tempos e dois painéis diferentes dentro da janela do festival, mas moderados pela habitual cúmplice na função, a jornalista Cláudia Galhós.
Sábado 04 fevereiro
PAC / Sala de Conferências | 16h00
Autoria: O Outro a partir de Nós [parte 1] 
Moderado por Cláudia Galhós
 
Sábado 11 fevereiro
PAC / Sala de Conferências | 16h00
Autoria: O Outro a partir de Nós [parte 2]
Moderado por Cláudia Galhós
The theme of authorship has been put on the table to spark discussions and evoke experiences and other connections which will allow for the return to the art of envisioning what there is still left to do, in other words, to go out to rescue a future that is escaping from us. This provocative topic for debate will surface on two occasions during the Festival and with two different panels, moderated by our usual accomplice for such endeavours, journalist Cláudia Galhós.
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Todas as idades

Propõe-se uma espécie de aula-conferência sobre a história da dança contemporânea com a jornalista e crítica de dança Cláudia Galhós, onde se misturam olhares e processos da criação artística ao longo dos tempos.
O que importa é ativar o corpo na sua relação consigo próprio, com os outros, com a História, e transportando muitas interrogações. Um corpo que, onde quer que estejamos, afirma que é possível sonhar e há vida para inventar. E o primeiro lugar de criação dessa possibilidade é o do corpo e do seu contexto.
A type of class/seminar will be offered by journalist and dance critic Cláudia Galhós in which the perspectives and processes of the creations of artists of the ages will be presented.
What matters most is activating the body: in its relationship with itself, with others, and with history, and carrying along quite a bit of questioning. A body that wherever we may be declares that it is possible to dream and that there is life still to invent. And the first stage in creating such a possibility is with the body and its context.  
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O GUIdance dedica, como já é habitual, algumas atividades paralelas às escolas.
Com os embaixadores da dança, convidamos alguns coreógrafos a partilhar o seu percurso, a sua experiência de vida e visões artísticas em contexto de sala de aula. Uma visita depois devolvida pelos alunos para assistirem ao espectáculo do criador que com eles estabelece um sentido de partilha. 
As is the custom, GUIdance once again dedicates some of its parallel activities to our local schools.

With ´Ambassadors of the Dance` we have invited some choreographers to talk about their career path and to share their life experiences and artistic visions within the classroom context. The honour of the visit is returned by the students who afterwards will attend a show of the choreographer with whom they have already established a bond of shared experience. 

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Entrada livre
O ponto de convergência do festival é, uma vez mais, o Café Concerto do CCVF, animado por vários Dj’s que estabelecem o ritmo para outras danças e formas de celebração social.
Sexta 03 e Sábado 04
Sexta 10 e Sábado 11
CCVF / Café Concerto | 24h00
DJ Set
The meeting point of the Festival is once again the CCVF Café Concerto, where DJs will liven up the atmosphere with other rhythms to get the party into a more celebratory mood.
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Maiores de 12

2,00 EUR
Em fevereiro, mês de GUIdance, o Sábados em Família será mais uma das manifestações do corpo. Corpos moles, corpos dançantes, corpos falantes… Em família, todos ocuparemos o CIAJG com corpos em movimento.
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Horário 16h00
Duração 90 min.
Público-alvo maiores de 4
Lotação mín. 10 pessoas/ máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 48h de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
In February, the month we celebrate with GUIdance, ´Saturdays with the Family` will add yet another event for the body. Soft bodies, dancing bodies, speaking bodies…With the family, we’ll all go down to the CIAJG with our bodies in movement.
 
 
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Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
Rui Vítor Costa, Presidente da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património, é o Guia de Visita de fevereiro da Casa da Memória.
Professor de Química, cinéfilo, cronista, associativista de reconhecido mérito, com passagem por várias instituições da cidade e do concelho, Rui Vítor Costa propõe uma visita guiada com paragem obrigatória no núcleo de imagens da Coleção de Fotografia da Muralha. Porém, este percurso desenha-se também como um exercício de partilha de memórias individuais: o que pode uma exposição fazer lembrar a Rui Vítor Costa? Entre o cinema, a cidade, a indústria e o futebol, várias serão as memórias e paragens que fazem do Guia de Visita um autor de uma visita guiada irrepetível. 
Rui Vítor Costa, President of Muralha, the Guimarães Association for the Defence of Heritage (Associação de Guimarães para a Defesa do Património) is the leader of February`s Guided Tour of the Casa da Memória.

A chemistry teacher, film aficionado, chronicler, and esteemed member of civic associations, having belonged to a variety of institutions in both the city and the county, Rui Vítor Costa has proposed a guided tour which will make a mandatory stop to appreciate images from the Photography Collection at Muralha. This visit has been designed as a sort of exercise in which a knowledgeable person shares precious personal memories, so what might the exhibition stir up amongst Rui Vítor Costa’s recollections? Between the cinema, the city, the local industry, and football, many will be the memories and the reminiscent stops that will make this Tour Guide the author of a one-of-a-kind guided tour. 

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Todas as idades
COMPRAR BILHETES
3,00 eur
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Provenientes de pontos opostos da Costa Atlântica da Europa, os Hot Air Balloon partilham o amor um pelo outro e o amor pela música. O resultado é profundo e delicado.
A voz doce e calorosa de Sarah-Jane funde-se com a musicalidade técnica de Tiago numa combinação perfeita, que se reflete em atuações intimistas inesquecíveis. Os Hot Air Balloon nasceram no verão de 2013 e, desde então, cativam a atenção de público de vários países. Sarah nasceu no oeste irlandês e sempre teve uma queda natural para a música que só floresceu quando conheceu o seu parceiro de várias aventuras, incluindo a música. O parceiro é Tiago, nascido no norte de Portugal, que começou a tocar guitarra aos 14 anos e que também faz parte da banda Gnomon. Os Hot Air Balloon encontram-se a promover o seu primeiro álbum com banda, “Behind The Walls”, editado em abril de 2016 e nomeado, em novembro do mesmo ano, para os prestigiados The Independent Music Awards que contou com Tom Waits e Suzanne Vega entre os jurados. Este projeto tem sido alvo de destaque nas rádios nacionais e internacionais e chega agora ao palco do Café Concerto do CCVF.
Coming from opposite ends of Europe’s Atlantic Coast, Hot Air Balloon will share with audiences their love for their fellow man and their love for music. The result will be profound and delicate.
Sarah-Jane`s sweet and welcoming voice blends with Tiago`s technical musicality in a perfect combination which is reflected in their unforgettable and intimate performances. Hot Air Balloon was created in 2013 and since then they have grabbed the public`s attention in a variety of countries. Sarah was born in the west of Ireland and always had an inclination toward music just that it only flourished when she met her partner on certain adventures, including music. The partner was Tiago, born in the north of Portugal, who had begun to play the guitar at the age of 14 and who also plays with the band, Gnomon. Hot Air Balloon is promoting its first album as a duet, “Behind the Walls,” released in April of 2016 and nominated in November of the same year for the prestigious Independent Music Awards, which featured Tom Waits and Suzanne Vega amongst the jury members. This duo has been highlighted by both Portuguese and international radio stations and we are honoured to welcome them to the CCVF Café Concerto stage. 
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Sarah-Jane Burke voz
Tiago Machado guitarra
David Terceiro Viegas baixo
Samuel Coelho violino e teclados
Pedro Gonçalves de Oliveira bateria
Maiores de 12
COMPRAR BILHETES
2,00 EUR
Neste trabalho, Maria Duarte, Gonçalo Ferreira de Almeida e João Rodrigues dedicam-se ao texto de Jean Luc-Nancy.
“A Justiça, pequena conferência” que inicia-se assim: “Creio que vocês - e doravante, quando esta manhã disser vocês, estarei a dirigir-me aos jovens, não aos adultos presentes - talvez não saibam o que é justo e o que é injusto. Talvez não façam ideia, mas, apesar disso sabem muito bem o que é suportar uma injustiça, acharque uma coisa “não é justa” ou mesmo que “é uma grande injustiça”, como sempre dizia um personagem de desenhos animados que se chama Calimero, provavelmente já não o conhecem, é um passarito com meia casca d’ovo à cabeça. Portanto, todos vocês sabem alguma coisa sobre aquilo a que chamamos justo ou injusto. Há pouco, um jovem que está algures nesta sala, quando soube que eu vinha falar do justo e do injusto, perguntou-me directamente - do que é que vais falar, justamente?” Jean-Luc Nancy (tradução dos artistas)
 
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Horário 10h30 e 15h00 (quinta e sexta) | 16h00 (sábado)
Duração 60 min. aprox.
Público-alvo maiores de 10
Lotação 40 pessoas por sessão
Preço 2,00 eur
 
Sessões de Pensamento
A par das apresentações do espetáculo “A Justiça, pequena conferência” serão realizadas sessões de pensamento para os grupos que assistirem às diferentes sessões. A marcação das sessões COM ESCOLAS deverá ser articulada com a equipa do Serviço Educativo através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
NO SÁBADO, A SESSÃO DECORRE APÓS O ESPETÁCULO E TERÁ PARTICIPAÇÃO GRATUITA.
In this work, Maria Duarte, Gonçalo Ferreira de Almeida and João Rodrigues have taken up a text by Jean-Luc Nancy.

“I think that you – and from now on when I say ´you` I`ll be speaking to the young people and not the adults present – perhaps do not know what is fair and what is unfair. Maybe you have no idea, but you do know, however, what it is like to have to tolerate an unjust situation or to feel ‘that`s so unfair’ or ´it`s an injustice, it is!` to quote a cartoon character named Calimero, whom you probably do not know, a small black chicken with half an egg shell on his head. So all of you know something about what we call fair or unfair. A while ago, when a young person somewhere here in the room found about that I was going to talk about what is fair and unfair, asked me directly, ´So honestly, what are you really going to talk about?’” Jean-Luc Nancy (translation made by the performers)

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Um trabalho de Maria Duarte, Gonçalo Ferreira de Almeida e João Rodrigues
A partir de Jean-Luc Nancy
Coprodução TNDM II, ADR
COMPRAR BILHETES
10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Na celebração dos 20 anos do Útero, Miguel Moreira traz ao Centro Cultural Vila Flor o seu olhar sobre “O Duelo”, de Bernardo Santareno.
Em cena, sete bailarinos/atores “cospem” palavras, acompanhados pela música de Pedro Carneiro que afina o lugar do som e das emoções. Corpos oprimidos que se tentam libertar. Palavras e vidas que saem de corpos à procura de outros lugares. Corpos imbuídos de instintos primários de quem sonha outra vida. Há elementos rurais que hoje, ao viver num espaço urbano, julgamos terem desaparecido, mas que não devemos ter receio em acentuar. A animalidade de quem convive com touros e cavalos é ligada à dificuldade estabeleceram relações. Essa dificuldade, de percebermos as diferenças uns dos outros, hoje também é sentida. As palavras não podem limitar o lugar que, há anos, andamos a construir.
As a way to celebrate Útero`s 20th anniversary, Miguel Moreira brings to the Vila Flor Cultural Center his new perspective on “O Duelo” by Bernardo Santareno.

On stage, seven dancers/actors “spit out” words, accompanied by the music of Pedro Carneiro, which establishes the setting with sound and emotion. Oppressed bodies try to free themselves. Words and life escape from bodies in search of other places to reside. Bodies are imbued with primary instincts of those who dream of another life. There are rural elements which today, since we live in urban spaces, we believe have disappeared but which we should not be afraid to draw attention to. The animal-ness of those who live closely with bulls and horses is linked to their difficulty in establishing human relationships. Our inability to understand the differences in each other is also felt today. Words cannot put boundaries on the place that years ago we set out to build. 

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O Duelo a partir de Bernardo Santareno
Encenação Miguel Moreira / Útero cocriada com todos os intérpretes da peça
Conceção plástica Jorge Rosado
Música original Pedro Carneiro
Fotografia Helena Gonçalves
Interpretação Beatrice Cordier, Camilla Morello, Cláudia Andrade, Francisco Camacho, Romeu Runa, 
Sandra Rosado e Sofia Skavotski
Produção Útero 
Coprodução TNDM II, Centro Cultural Vila Flor, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Aveirense, Teatro Cine, 
Cine Teatro Avenida
Maiores de 16
2,00 EUR
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos que só nos apetece estar em casa, por isso, venha para a Casa. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. Vamos criar labirintos; inventar histórias; usar barro, linha, papel; fazer comida, música e promessas; com as mãos, a cabeça e corpo todo a mexer. No penúltimo domingo de cada mês, na Casa da Memória, há sempre algo a acontecer.
No domingo 19 de fevereiro, é em torno de cântaros e cantarinhas que Joy Hanford e Maria Fernanda Braga centrarão esta oficina de olaria. Trabalhar numa roda de oleiro, não é algo que se faça “do pé para a mão”. Ou será que sim? Vamos partilhar as histórias que guarda a Cantarinha dos Namorados e meter as mãos no barro!
 
Público-alvo maiores de 5
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Data limite de inscrição 12 de fevereiro
Preço 2,00 eur
As inscrições devem ser efetuadas através do preenchimento do formulário disponível neste site ou em www.aoficina.pt
To think, look, listen, create, do, feel. In the living room, in the kitchen, at the table, or outdoors. There are Sundays that we just want to be at home, so come to the House. In workshops that seek different interpretations for historical facts, traditions, legends, places or objects that we find in the exhibition space, in the cosyness of the House, we gather family, friends, generations, artists and artisans. Let`s create labyrinths, make up stories, use clay, thread, paper; make food, music and promises; with bare hands, head and body all moving around. In the penultimate Sunday of each month, in the House of Memory, there is always something going on.
On Sunday, February 19th, Joy Hanford and Maria Fernanda Braga will focus their pottery workshop on the local crafts of cântaros and cantarinhas. Working a potter`s wheel is not something you do “from the foot up to the hand.” Or is it? Come join in and hear the stories of the famous Guimarães Lovers` Coin Jar (Cantarinha dos Namorados) and get your hands dirty with the clay!
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2,00 EUR / 1,00 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Contra a fugacidade do tempo, José Almeida Pereira incita a imaginação do observador e convida-o a demorar-se no espaço sensível da sua subjetividade para escapar à luz estroboscópica das imagens.
 As temáticas abordadas nas obras em exposição fazem um retorno aos valores humanos inscritos na pintura, distanciando-se do presente e assumindo esse recuo. As pinturas apresentam-se em camadas de tempo, no contraste entre o preto e branco, o negativo e o positivo, como se se tratasse de uma imagem fotográfica. Cada obra dá ideia de sobreposição, de sedimentação, de trajeto, de um tempo expresso num espaço. O que se coloca diante de nós são simples espectros, pequenos vestígios, rastos de um conjunto de imagens que teimam em permanecer para sempre na memória. Num tempo onde a imagem é comunicação, a sua fixação na retina não é todavia suficiente para formar conhecimento. Desse modo, a obra-prima citada em cada pintura demora-se porque se fecha no olhar como um segredo.
Against time`s fleetingness, José Almeida Pereira incites the observer`s imagination and invites him to linger in the sensitive space of his subjectivity in order to escape image`s stroboscopic light.

The themes in these pieces are an acknowledgement of the human values imprinted in painting, distancing from the present and recognizing that step back. The paintings stand in layers of time, in the contrast between the black and the white, the negative and the positive, as if it was a photographic image. Each piece transmits the idea of overlap, sedimentation, path, of time carved in space. What`s in front of us are mere specters, small remnants, traces of a series of images that insist on staying forever in the memory. In a time when image is communication, its permanence in the retina is not enough to form knowledge. Therefore, the masterpiece quoted in each painting persists because it hides in the look as a secret.

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Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Nascido em 1971, Rui Moreira tem vindo a desenvolver um percurso ímpar, extraordinariamente singular, raro no panorama português e internacional da arte contemporânea.
O seu trabalho desenvolve-se quase exclusivamente na área do desenho e constitui-se como um terreno de reflexão política e poética sobre a condição humana. Nesta exposição, concebida em parceria com a EGEAC, o artista apresenta a mais abrangente exposição que alguma vez realizou em Portugal. Nela, poderemos ver um amplo conjunto de desenhos de grande escala – cuja execução, meticulosa e densa, se estende por vários meses, como que incorporando o tempo do quotidiano bem como o tempo da história. O cinema, a poesia, a citação de outros artistas, alguns anónimos, de outros tempos, são referências constantes num trabalho que faz conviver de forma sublime a figura geométrica, a proliferação de formas-simbólicas e a figura humana, afinal o centro de todo o pensamento do artista.
Born in 1971, Rui Moreira has been taking his career down quite an extraordinarily singular path, one that stands out in the panorama of both Portuguese and international contemporary art.
Rui Moreira`s work has focused almost exclusively on drawing and constitutes a field of political and poetic reflection on the human condition. This exhibition, conceived in partnership with EGEAC, represents the artist’s most broad-reaching undertaking ever put on display in Portugal, one in which we can see a significant number of large-scale drawings whose intense and meticulous execution are testament to the painstaking work done over months and months, as if incorporating ordinary time and historical time. Cinema, poetry, and allusions to other artists from other times (some unknown) are the constant references in works which sublimely bring together geometric figures, the proliferation of form-symbols, and the human form – that is, the core of all the artist`s concept. 
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Curadoria Nuno Faria e João Mourão
Parceria e coprodução com EGEAC, Câmara Municipal de Lisboa
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Poucos fotógrafos têm, como Edgar Martins, desenvolvido uma reflexão tão poderosa sobre os regimes de visualidade contemporâneos, o uso da fotografia em contexto institucional, a relação da fotografia com a nossa vida e a nossa morte.
A exposição que apresenta no CIAJG resulta de um projeto que foi longamente preparado e que teve duas primeiras e consideravelmente mais pequenas apresentações em Lisboa, no MAAT e na Cristina Guerra Contemporary Art. Trata-se de uma investigação empreendida nos arquivos do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, a instituição que tem jurisdição legal sobre o corpo depois da morte. A reflexão visual que levou a cabo resulta numa exposição poderosa e, por vezes, chocante, do poder da imagem fotográfica e gráfica para reter a memória de um corpo que transpôs ou está prestes a transpor a fronteira que separa a vida da morte, a respiração da petrificação. Nesse sentido, convocando imagens de arquivo – entre fotografias, desenhos e carts, por exemplo, e imagens do autor, a exposição constitui-se como um momento privilegiado para pensarmos o papel da fotografia no mapeamento da morte. 
Few photographers have reached Edgar Martins` level in terms of creating a powerful reflection upon the contemporary regimes of visuality, the use of photography in an institutional context, and how photography relates with our life and death.
The exhibition which Edgar Martins now presents at the José de Guimarães International Arts Centre is the culmination of a project prepared over a long period of time which featured two considerably shorter exhibitions in Lisbon, at the MAAT and at Cristina Guerra Contemporary Art. Martins` research took him to the Archives of the Medical Coroner`s Office, the institution which holds legal jurisdiction over one`s body following death. The resulting visual reflection has resulted in an intense exhibition, at times quite shocking, on the photographic and graphic image`s power to retain the memory of the body, which bridges or is about to bridge the boundary which separates life and death, breathing and ossification. Thus, by using images from the Archive – photos, drawings, and charts, for example – as well as original images, the exhibition constructs a unique moment in which we are called to consider photography as the mapping of death. 
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Parceria com Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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Este será um ano de muita movimentação no espaço da coleção permanente do CIAJG com uma constante alternância entre artistas mais novos e mais experientes e com uma grande variedade de propostas, incluindo a apresentação de obras inéditas de José de Guimarães, patrono do Centro.

No primeiro ciclo expositivo de 2017, abordaremos o corpo sob diferentes pontos de vista – o corpo e a morte, o corpo e a guerra, o corpo e a história, a representação do corpo. Vivemos tempos de incerteza, tudo parece mudar velozmente e com direção aleatória. Neste ciclo, falaremos sobre mudança e permanência, mostramos a grande e a pequena escala, o universal e o íntimo. Numa época de dúvida, a memória ganha uma importância fundamental. Assim, são vários os artistas que trabalham com arquivos, que procuram sondar o passado e trazê-lo ao presente para preparar, talvez, a construção do futuro. Possamos fazer também nós, espetadores-atores, essa reflexão!

This year will be quite the active one for Permanent Collection space at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, with its offerings alternating between older and more experienced artists, and its wide variety of programs and events in store, which include the display of some never-before-seen works by the Centre`s namesake, José de Guimarães.
In the first exposition cycle of 2017, we will take up the theme of the body from different points of view – the body and death, the body and war, the body and history, and the representation of the body. We are living in uncertain times; everything is changing at a rapid pace and off into random directions. In this cycle, we will talk about change and permanence, and show both the large and the small scale, the universal and the intimate. Living in an epoch of doubt, memory assumes a fundamental importance. Thus we note how various artists are working with archives, which reach out to the past and bring it to the present to prepare perhaps for the future. Let`s see to it that we, the audience-actors, can also arrive at the same perspective!
 
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Arte Africana, Arte pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da coleção de José de Guimarães. 
Objetos do património arqueológico, popular e religioso. 
Obras de Christine Henry, António Bolota, José de Guimarães, Vasco Araújo, Rui Toscano, Stefano Serafin, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Ernesto de Sousa, Tomás Cunha Ferreira, Musa paradisiaca, Jaroslaw Flicinski 
Stefano Serafin, Arte em Estado de Guerra
Curadoria de Paula Pinto
Com a colaboração de FAST - Foto Archivio Storico Trevigiano della Provincia di Treviso
António Bolota, Sem escala 
Com a colaboração da Galeria Vera Cortês 
Christine Henry, Birds
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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Se 2016 foi o ano inaugural da Casa da Memória (CDMG), ao longo do qual foi trabalhada a sua exposição nuclear como um lugar onde se conhecem ou reconhecem memórias de Guimarães, o novo ano de 2017, e no que concerne à Exposição Território e Comunidade, permitirá o aprofundar da diversidade das referências em exposição, colocando-as em paralelo com as, também diferentes, análises e perspetivas de quem a visita.

A CDMG propõe-se concretizar visitas orientadas para determinada unidade temática da exposição, por diversos agentes desta mesma memória em processo e em análise: uma visita guiada à CDMG por um cineclubista trará uma narrativa “memorialista” diferente daquela guiada por um nicolino. E é esta linha que esta casa prossegue, entendendo a Memória, como um processo aberto, participativo, tolerante, incompleto, infinito e democrático e entendendo Guimarães como um imenso universo de memórias, lembranças, recordações.

If 2016 was the inaugural year for the Casa da Memória (CDMG) during which its core exhibition came into being as a place to recognize or discover the memories of Guimarães, then the year 2017 and the exhibition ´Territory and Community` will allow for the creation of a deeper diversity of the references within the exhibit, placing them along a parallel track with the equally different analyses and perspectives of those who visit.

The CDMG is now offering guided visits on individual themes of the exhibition given by different agents of this same memory in process and in analysis: a CDMG guided visit with a Cineclube member would bring a “narrative memory” quite different from that of a Nicoline Festival enthusiast. And this is the line the Casa da Memória wishes to follow, one which understands memory as being an open, participatory, tolerant, incomplete, infinite and democratic process, and one which recognizes Guimarães as an immense universe of memories, remembrances, and recollections. 

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