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40 anos depois do 25 de abril as palavras circulam com outra liberdade e complexidade.

A convite do Núcleo de Estudos 25 de Abril, grupo informal de Guimarães que desde 2009 se dedica ao estudo da democracia e da cidadania envolvendo crianças e jovens de todos os níveis de ensino, várias bibliotecas escolares de Guimarães, selecionaram, discutiram e prepararam para leitura pública textos de diversos autores e épocas sobre a liberdade, com alunos entre os 10 e os 18 anos.


Em parceria com o Serviço Educativo d’A Oficina e o Teatro de Ferro, esta ação toma agora uma dimensão cénica: as palavras percorrerão o espaço de um auditório, lugar do teatro e da assembleia, construindo novos lugares e configurando sentidos para os dias que hoje vivemos.

SESSÃO DE LEITURA
Público-alvo M/ 6 anos
Lotação limitada
Duração c. 1 hora
Entrada gratuita até ao limite dos lugares disponíveis
informação adicional fechar todos

Organização Núcleo de Estudos 25 de abril

Apoio Centro Cultural Vila Flor, Opera Omnia
Orientação cénica Teatro de Ferro
Participantes Bibliotecas escolares e alunos dos Agrupamentos de Escolas de Briteiros, Caldas das Taipas, D. Afonso Henriques e Francisco de Holanda
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4,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
They’re Heading West é um projeto musical constituído por músicos de várias bandas nacionais.

Pela primeira vez na sua história, os They’re Heading West saem de Lisboa para interpretarem as músicas de cada uma das suas bandas, alguns inéditos e não só. A Mariana Ricardo (Minta e Silence is a Boy), a Francisca Cortesão (Minta), o João Correia (Tape Junk e Julie & The Carjackers) e o Sérgio Nascimento (Deolinda e David Fonseca) apresentam-se em Guimarães com um convidado muito especial chamado Bruno Pernadas. “How Can We Be Joyful In A World Full Of Knowledge” é a sua estreia a solo, à margem de bandas como Julie & The Carjackers e Real Combo Lisbonense. Esta noite promete dois concertos marcantes e uma fusão de géneros surpreendente.

They’re Heading West is a musical project made up of several musicians from different National bands.

For the first time in its history, the band They’re Heading West leaves Lisbon to interpret songs by each of their bands, unpublished material and so much more. Mariana Ricardo (Minta and Silence is a Boy), Francisca Cortesão (Minta), João Correia (Tape Junk and Julie & The Carjackers) and Sérgio Nascimento (Deolinda and David Fonseca) come to Guimarães with a very special guest called Bruno Pernadas.

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Francisca Cortesão guitarra, baixo, voz

João Correia guitarra, baixo, voz
Mariana Ricardo ukulele, voz
António Vasconcelos Dias percussão, voz
Bruno Pernadas guitarra elétrica
Maiores de 12
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Duas mulheres guardam uma luz no sótão. Desse lugar emanam sons, ora estranhos ora familiares, sons de todos os dias. Podemos ver essa luz, escutá-las, e saber que Elas estão lá dentro, a olhar cá para fora, observando.
Lá Fora… nasce da vontade de crescer escutando essas mulheres, guardiãs de uma memória coletiva ancestral onde pais e filhos partilham as primeiras aprendizagens. Se Lá Fora… é um sítio onde descobrimos tudo pela primeira vez, às vezes também tropeçamos e caímos… e encontramos a diversão de nos levantar e cair… e levantar outra vez!
 
Crista Alfaiate e Carla Galvão inspiraram-se na obra de Shel Silverstein, poeta, compositor, músico, cartoonista e autor de livros para crianças americano, tirando partido do seu espírito lúdico e sonoro, que incita o leitor a imaginar o impossível e reforça a importância de ver o mundo de outros ângulos, demonstrando o potencial que cada um tem para criar.

Horário 03 e 04 maio | 10h00 e 11h30
Público-alvo bebés dos 6 meses aos 2 anos
Lotação 40 participantes (bebés e adultos)
Duração c. 30 min.
Preço 2,00 eur
Two women keep a light in the attic – sounds of every day, songs and stories emanate from this place.

Outside... originates from the desire to grow listening to these women, guardians of a collective ancestral memory. Crista Alfaiate and Carla Galvão found inspiration in the work of Shel Silverstein, American book author for children, exploring his playful spirit and sound.

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Criação e interpretação Crista Alfaiate e Carla Galvão
Música baseada em Forró Bé Beri Bé, de Camarão; Les Róis Fainéants, de André Bourvil; Lagoa, de Hermeto Pascoal; Mwana Talitambula, Tulô, Tulô, cancioneiro da comunidade judaica do Uganda, poema sem título de Lucinda Atalaya 
Espaco cénico, adereços e figurinos Marco Fonseca
Desenho de Luz Nuno Figueira
Fotografia Nuno Figueira
Produção executiva Stage One
Coprodução Centro Cultural Vila Flor e Teatro Meridional
Agradecimentos Metropolitana, João Pires
O Teatro Meridional é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal - Secretaria de Estado da Cultura / DGArtes - Direção Geral das Artes
Projeto em circulação na Rede 5 Sentidos
O Atelier Aberto do CIAJG é um espaço de convívio, aprendizagem e criação pensado para jovens artistas, estudantes e curiosos em aprofundar conceitos e práticas artísticas. As sessões são orientadas por artistas e professores que, partindo de conceitos chave do programa do CIAJG, desenvolvem ateliers, conversas e visitas nas mais variadas áreas.

Sábado, 03 e 17 maio 11h00-13h00 e 14h30-17h30

Atelier com Carlos Lobo
Prática Fotográfica Contemporânea
 
Neste atelier serão abordadas diversas práticas fotográficas contemporâneas através da obra de diferentes autores. Os participantes irão a partir daqui desenvolver um ensaio fotográfico individual.

Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Lotação limitada, sujeita a inscrição prévia
Preço 20,00 eur
Inscrição com pelo menos uma semana de antecedência através de formulário online aqui disponível.
formulario de inscrição fechar todos
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10,00 EUR / 7,50 EUR C/D
Preços com desconto (C/D)
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante; Cartão Jovem Municipal; Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Escrita pelo autor inglês Chris Thorpe para a mala voadora, “overdrama” é uma peça sobre a revolução com os recursos narrativos do drama burguês.

Tomando como referência acontecimentos em curso aquando da escrita do texto, “overdrama” retrata uma situação de tumulto social, na eminência de uma catástrofe generalizada. Um grupo de indivíduos dá notícia dos seus dramas pessoais e, através deles, da sua posição – mais implicada ou mais distanciada – face aos acontecimentos. Aquilo que parece ser um conjunto de histórias não relacionadas acaba, no final, por revelar-se um mesmo enredo. A maior parte das personagens esteve afinal a narrar o percurso que as conduziu à morte. As que estão vivas protagonizam uma utopia: a possibilidade de quebra da ciclicidade da História.

Written by the English author Chris Thorpe for mala voadora, “overdrama” is a play about revolution using the narrative techniques of the bourgeois drama.

“Overdrama” depicts a social turmoil situation in the brink of global catastrophe, using as reference events taking place during the writing of the text. A group of individuals inform us of their personal dramas and, through them, of their position in the face of the events – either more proactive or more distant. What seems to be a set of not related stories turns out to be, in the end, the storyline.

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Direcão Jorge Andrade Texto Chris Thorpe Tradução Francisco Frazão Com Anabela Almeida, Carlos António, Cláudia Gaiolas, Flávia Gusmão, Jorge Andrade, Márcia Breia, Marco Paiva, Miguel Fragata, Pedro Gil, Sílvia Filipe, Tânia Alves e Wagner Borges, entre outros Cenografia José Capela, com fotografias de Bruno Simão Figurinos Rita Lopes Alves Desenho de luz Daniel Worm d´Assumpção Produção Manuel Poças Coprodução mala voadora e Culturgest Apoio Cine-Teatro Joaquim d´Almeida, Fundação Calouste Gulbenkian e NG5
A mala voadora é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal / Secretário de Estado da Cultura / Direcção-Geral das Artes, e associada d´O Espaço do Tempo e da Associação Zé dos Bois
Maiores de 12

ENTRADA LIVRE ATÉ AO LIMITE DE LOTAÇÃO DA SALA
Espetáculos de música coral e teatro interpretados por alunos das Licenciaturas em Teatro e em Música da Universidade do Minho.

Integrado no âmbito do programa “E 40 anos depois de Abril”, organizado pela Universidade do Minho (UM), este espetáculo será interpretado pelo Coro de Câmara da UM, formação especializada no domínio da direção Coral da Licenciatura em Música, que irá apresentar uma seleção das Canções Heróicas de Lopes Graça, em que a música chama a si o dever da crítica da ideologia. Após este recital, segue-se a apresentação da peça “O Coro dos Maus Alunos”, protagonizada pelos alunos da Licenciatura em Teatro. “Coro dos Maus Alunos”, de Tiago Rodrigues, é a história de um velho professor de filosofia com uma “alma jovem”, fã de controvérsias e promotor do espírito crítico dos seus alunos em relação à escola.

Choral music and theatre shows interpreted by students of Undergraduate Courses in Theatre and Music from the University of Minho.

In the context of the program “E 40 anos depois de Abril”, organized by the University of Minho (UM), The Chamber Choir of University of Minho will interpret this show. This is a group specialized in choral direction of the Undergraduate Course in Music and they will present a selection of the Canções Heróicas by Lopes Graça, in which music criticizes ideology. This recital will be followed by the presentation of the play "O Coro dos Maus Alunos", performed by students of the undergraduate course in theatre. The "O Coro dos Maus Alunos" by Tiago Rodrigues is the story of an old philosophy teacher with a "young soul", a fan of controversies and a promoter of critical thinking in his students towards the school.

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Maiores de 12

O Atelier Aberto do CIAJG é um espaço de convívio, aprendizagem e criação pensado para jovens artistas, estudantes e curiosos em aprofundar conceitos e práticas artísticas. As sessões são orientadas por artistas e professores que, partindo de conceitos chave do programa do CIAJG, desenvolvem ateliers, conversas e visitas nas mais variadas áreas.
Terça, 06 maio 18h30-20h30
Conversa com Nuno Faria
A fotografia como fantasmagoria

As imagens têm vida própria, dão a ver corpos, presenças, reflexos, vestígios. Materializam o tempo que passou, projetam-nos no passado e aproximam-nos daqueles que desapareceram, dos nossos antepassados. Nesta conversa abordaremos a fotografia enquanto interface com o mundo dessas presenças passadas.
 
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Lotação limitada, sujeita a inscrição prévia
Preço Gratuito
Inscrição com pelo menos uma semana de antecedência através de formulário online aqui disponível.
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5,00 EUR (08 maio)
Dia 07 (CCVF / Café Concerto)
ENTRADA LIVRE

Dia 08 (CCVF / Café Concerto e Pequeno Auditório)
5,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural e Sócios do HCP_desconto 50%
Carlos Barretto é o músico-pivot da sessão 05 do ciclo Histórias de Jazz em Portugal.

Histórias de Jazz em Portugal é um ciclo da autoria de António Curvelo e Manuel Jorge Veloso e coprodução do Hot Clube de Portugal e do Centro Cultural Vila Flor. Na quinta das 16 sessões que integram o Ciclo, o contrabaixista Carlos Barretto conversa com os autores sobre a sua carreira artística profissional e a cena atual do jazz em Portugal, com audição de música gravada. Segue-se um concerto por um combo do Conservatório de Música da JOBRA, de Albergaria-a-Velha, com reportório de originais de Carlos Barretto. Na noite seguinte, 08 de maio, os músicos André Carvalho, Bruno Santos e Paulo Gil falam das suas próprias carreiras, das perspetivas atuais e futuras do jazz nacional e da obra e papel de Carlos Barretto, com audição de exemplos gravados. A sessão termina às 23h15 com um “concerto carta branca” a Carlos Barretto, que terá como seus convidados Ricardo Toscano (sax alto), Mário Delgado (guitarra) e José Salgueiro (bateria).

Carlos Barretto is the pivot musician of session 05 of the Jazz Stories in Portugal Cycle.

Jazz Stories in Portugal is a cycle authored by António Curvelo and Manuel Jorge Veloso and coproduced by Hot Club of Portugal and by Vila Flor Cultural Centre. In the fifth of the 16 sessions that complete the cycle, the contrabass player Carlos Barretto converses with the authors about their professional artistic career and the current Portuguese jazz scene, whilst listening to recorded music. This is followed by a concert by Sexteto of The Jobra Conservatory of Music, from Albergaria-a-Velha, interpreting an original repertoire by Carlos Barretto. The following night, 8th of May, the musicians André Carvalho, Bruno Santos and Paulo Gil talk about their own careers and the current and future outlooks on National jazz and the work and role of Carlos Barretto, whilst listening to recorded examples. The session ends at 11.15 p.m. with a "carte blanche concert” to Carlos Barretto with Ricardo Toscano (alto saxophone), Mário Delgado (guitar) and José Salgueiro (drums) as his guests.

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Maiores de 12

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7,50 EUR / 5,00 EUR C/D
Preços com desconto (C/D)
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante; Cartão Jovem Municipal; Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Em “Sem um tu não pode haver um eu”, Paulo Ribeiro regressa ao palco, a solo, inspirado pela força das palavras de Ingmar Bergman.
Paulo Ribeiro partiu para esta criação fascinado com a força das palavras e com a humanidade profunda do universo de Ingmar Bergman, mas deixou-se absorver pela teia do realizador e acaba por se apresentar em estado puro, recorrendo a sua própria experiência pessoal para tocar o coletivo. Nesta coreografia, que torna inesquecível o tema “Insensatez”, de Robert Wyatt, há a dança de um coração em carne viva. Entre gestos lentos e límpidos, passos periclitantes e desmoronadiços, e movimentos sísmicos, Paulo Ribeiro desenha um mapa afetivo. O coreógrafo transforma-se num sismógrafo de tremores emocionais. Nesta peça, há amor, ódio, solidão, angústia, dilemas conjugais, luta interior, desmoronamento, mãos e mãos. E há convulsão. Um corpo que, de tão vivo, joga xadrez com a morte. No final, uma catarse que ilumina. O choro que irrompe, como orvalho ao amanhecer.
 
É possível adquirir aqui, por um preço especial, o bilhete conjunto que permite assistir a ambos os espetáculos da Companhia Paulo Ribeiro, "Sem um tu não pode haver um eu" (09 maio) e "Como é que eu vou fazer isto? | Bits & Pieces" (10 maio):
10,00 eur comprar
7,50 eur c/desconto comprar
“Sem um tu não pode haver um eu” begins under the light of "Magic Lantern", the autobiography of Ingmar Bergman, a filmmaker that inspired this solo created and interpreted by Paulo Ribeiro.

Paulo Ribeiro went into the creation process fascinated with the power of words and the profound humanity of Ingmar Bergman’s universe, but became absorbed by the director’s web, ending up revealing himself in a pure state, using his own personal experience to touch the collective. In this choreography, which makes the song "Foolishness" by Robert Wyatt impossible to forget, there is the dance of a heart in flesh. Between clear and slow gestures, perilous and collapsed steps, and seismic movements, Paulo Ribeiro draws a map of affections. The choreographer becomes a seismograph of emotional tremors. In this piece, there is love, hate, loneliness, anxiety, marital dilemmas, inner struggle, collapse, hands and hands. And there are seizures. There is a body that plays chess with death because it is completely alive. In the end, there is a catharsis that brings enlightenment. There is a crying that bursts, like dew at dawn.

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Coreografia e Interpretação Paulo Ribeiro
Música Robert Wyatt / Cuckooland Insensitive; Franz Koglemann / O Moon My Pin-Up Third Movement, Distinctions – Ix; Bach / Cello Suites [Pablo Casals] Cello Suite #5 In C Minor, Bwv 1011 – Prélude e Courante; Magnus Lindberg / Ictus Clarinet Quintet Related Rocks
Figurino José António Tenente
Desenho de Luz Nuno Meira
Coprodução Centro Cultural de Belém, Centro Cultural Vila Flor e Teatro Nacional São João
Agradecimentos Dr. António Ribeiro de Carvalho, Dr. João Luis Oliva, Dra. Maria José Arêde, Henrique Tomás e amigos preciosos de todas as ocasiões
Maiores de 12
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4,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Carregados de uma sonoridade soul, os The Black Mamba assumem a sua paixão pela música negra.

Maio de 2010 ficou marcado na história pela junção de Pedro Tatanka, Ciro Cruz e Miguel Casais enquanto grupo. “The Black Mamba”, nome que batizou o trio e o disco de estreia, foi a inspiração encontrada para, em conjunto, provarem do seu próprio veneno. O período de hibernação dedicado a ensaiar, compor, gravar e produzir o primeiro trabalho, levou exatamente dois anos até a cobra construir a sua identidade. Em maio de 2012 assinalaram oficialmente a apresentação dos “The Black Mamba” com um single de avanço absolutamente letal. O público português foi consensual e imediato no reconhecimento e apoio a este trabalho. Em tempo record, encontraram o seu lugar e instintivamente partiram rumo à internacionalização. 2014 será um ano marcado pela edição de um novo disco, que está previsto sair antes do verão. Os The Black Mamba têm estado em estúdio com o objetivo de concluir o segundo álbum de originais, produzido entre Lisboa e Nova Iorque, sob a assistência do engenheiro de som Scott Anderson.

Filled with soul sound, the band The Black Mamba is very honest about its passion for black music.

May of 2012 went down in history as the month in which Peter Tatanka, Ciro Cruz and Miguel Casais came together as a group. "The Black Mamba", the name that baptized the trio and the debut album, was the source of inspiration used to taste, together, their own poison. The period of hibernation devoted to rehearsing, composing, recording and producing the first work took exactly two years until the cobra constructed its identity. In May of 2012, they officially marked the introduction of "The Black Mamba" with a lead single absolutely lethal. The Portuguese public was consensual and immediate in their recognition and support for this work. In record time, they found their place and instinctively took off towards internationalization. 2014 will be a year marked by the launch of a new album, due to come out before summer. The Black Mamba band has been in the studio with the objective of completing the second studio album, produced between Lisbon and New York, with the help of sound engineer Scott Anderson.

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Pedro Patanka Voz e guitarra
Ciro Cruz Baixo
Miguel Casais Bateria
Marco Pombinho Teclado
Maiores de 12
Venham todos! Pais e filhos! Avós e netos! Padrinhos e afilhados! (Só não podem vir o gato e o peixinho...) Venham todos descobrir exposições com obras de artistas, objetos novos e antigos daqui e de outros lugares. Explorar diferentes materiais e fazer nascer algo novo, como… uma pequena máquina fotográfica!

VISITAS/OFICINAS
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães 

Data 2º sábado do mês 
Público-alvo dos 4 aos 12 anos
Duração 90 min. 
Lotação mín. 10 pessoas, máx. 20 pessoas 
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a marcação prévia com 48h de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt.
Family Saturdays is for everyone: Parents and children! Grandparents and grandchildren! Godparents and godchildren! Come and explore different materials and create something new, like… a small camera!
Venue CIAJG - José de Guimarães International Arts Centre
Schedule 4:00 p.m.
Duration 90 min.
Capacity min. 10 people / máx. 20 people
Price 2 eur

For more information and registrations please e-mail servicoeducativo@aoficina.pt.
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O Atelier Aberto do CIAJG é um espaço de convívio, aprendizagem e criação pensado para jovens artistas, estudantes e curiosos em aprofundar conceitos e práticas artísticas. As sessões são orientadas por artistas e professores que, partindo de conceitos chave do programa do CIAJG, desenvolvem ateliers, conversas e visitas nas mais variadas áreas.

Sábado, 10 maio, 11h00-13h00 e 14h30-17h30

Atelier com Luís Pavão
O retrato em estúdio no séc. XIX
Atelier inspirado nos processos usados em estúdio por Carlos Relvas
 
Inspirado na diversidade de processos utilizados por Carlos Relvas, Luís Pavão fará um enquadramento processual da fotografia em estúdio no século XIX, incidindo sobre o género do retrato. Do registo ao trabalho em laboratório, com recurso a técnicas fotográficas utilizadas por Carlos Relvas, como a gelatina e o colódio, irão produzir-se alguns retratos em conjunto.
 
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Lotação limitada, sujeita a inscrição prévia
Preço 20,00 eur
Inscrição com pelo menos uma semana de antecedência através de formulário online aqui disponível.
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7,50 EUR / 5,00 EUR C/D
Preços com desconto (C/D)
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante; Cartão Jovem Municipal; Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Nesta noite, Leonor Keil sobe ao palco do CCVF para interpretar dois solos: o primeiro da coreógrafa Tânia Carvalho, o segundo de Olga Roriz.
“Como é que eu vou fazer isto?” – o primeiro solo apresentado nesta noite – nasceu da inquietação que o trabalho de Leonor Keil desperta em Tânia Carvalho. A coreógrafa foi desafiada a criar um solo para Leonor Keil, a propósito dos 21 anos de carreira desta singular intérprete. Neste solo, ora vemos o artista em ação, os seus gestos coreografados e a euforia das luzes da ribalta; ora vemos o artista sem a máscara, com os seus gestos sem palco, a solidão dos bastidores. “Bits & Pieces” – o segundo solo da noite – surge de um inesperado reencontro de duas mulheres (Olga Roriz e Leonor Keil) separadas há décadas pelo fio que as une: a dança. Leonor mergulha nas suas memórias enquanto Olga Roriz traça o percurso da sua viagem. Armadilhadas de tudo o que viveram e despidas do saber uma da outra, vão por fim acertar o passo por instantes e descobrir que afinal nunca se separaram.
 
É possível adquirir aqui, por um preço especial, o bilhete conjunto que permite assistir a ambos os espetáculos da Companhia Paulo Ribeiro, "Sem um tu não pode haver um eu" (09 maio) e "Como é que eu vou fazer isto? | Bits & Pieces" (10 maio):
10,00 eur comprar
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This night, Leonor Keil takes CCVF’s stage in order to interpret two solos: the first is by the choreographer Tânia Carvalho, the second is by Olga Roriz.

“Como é que eu vou fazer isto?” – the first solo presented this night – originated in the anxieties that Tânia Carvalho perceives in the work of Leonor Keil. The choreographer was challenged to create a solo for Leonor Keil, in the context of this unique interpreter’s 21 years of career. In this solo, we either see the artist in action, her gestures choreographed and the euphoria of the limelight; or we see the artist without the mask, with her gestures without stage, the loneliness of the backstage. "Bits & Pieces" - the second solo of the night - comes from an unexpected reencounter of two women (Olga Roriz and Leonor Keil) who were separated for decades by the thread that unites them: dance. Leonor dives into her memories while Olga Roriz draws the path of their journey. Armed with everything that they have lived and striped of each other’s knowledge, they will finally go hand in hand for a moment and discover that they were never apart.

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Como é que eu vou fazer isto?

Coreografia Tânia Carvalho Interpretação Leonor Keil Figurinos e Desenho de Luz Tânia Carvalho Música W.A. Mozart: Piano Sonata Em Dó Maior, K 545, 1º Andamento, por Uri Caine Ensemble; J.S.Bach: Prelúdio - Wer Nur Den Lieben Gott Lässt Walten, Bwv 691, por Tânia Carvalho Produção Companhia Paulo Ribeiro Coprodução Centro Cultural Vila Flor, Centro Cultural de Belém e Teatro Nacional São João Parceria Teatro Viriato

Bits & Pieces
Coreografia e luzes Olga Roriz Interpretação Leonor Keil Seleção musical Olga Roriz e João Raposo Música René Aubry, End.the sounds of disaster, Monkey Mafia, Henry Torgue et Serge Houppin, Daniel Bacalov, Christoph Gluk Pós-produção áudio João Raposo Produção Companhia Paulo Ribeiro Coprodução Fundação Centro Cultural de Belém, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Nacional São João
Maiores de 12
Depois de um mês de abril de intenso espírito criativo, o WestWay Lab Festival prossegue com uma Lecture no Café Concerto do CCVF protagonizada por Bill Brewster.
Bill Brewster é coautor do famoso livro “Last night a DJ saved my life” que retrata o aparecimento da cultura DJ e seu desenvolvimento até aos nossos dias. Bill virá falar sobre a importância das correntes underground no mapeamento e formação da identidade cultural das principais cidades mundiais. Além disso ajudar-nos-á a compreender a história e ideias que romperam o círculo do estabelecido e se impuseram pela sua essência, tal como a importância da música na sociedade contemporânea enquanto fator de coesão social. Nos dias 10 e 11 de maio, o Westway Lab propõe ainda uma ação de formação na área do design & audiovisual. É o momento 2.0 que dá continuidade à importância do conhecimento e à dotação de competências dos artistas nacionais, numa importante área da cultura contemporânea.
 
Workshop Design & Audiovisual
Sábado, 10 maio
10h00-13h00 / 15h00-18h00
Domingo, 11 maio
10h00-13h00
 
Bill Brewster is the co-author of the famous book “Last night a DJ saved my life" which portrays the origins of DJ culture and its development up to our days.
Bill will talk about the importance of underground movements in the mapping and development of cultural identity of the main cities of the world. He will also help us to understand the history and ideas that broke the circle of the establishment, and were accepted by their essence, and the importance of music in contemporary society as a factor of social cohesion.
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3,00 EUR
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Circuit des Yeux é o heterónimo da jovem cantora folk norte-americana, Haley Fohr.

Na sua recente passagem por Lisboa e pelo Porto, durante a primeira parte do concerto de Bill Callahan, Haley Fohr, aka Circuit des Yeux, provou a sua capacidade rara de saber preencher um palco. Vocalmente situada entre Nico, Diamanda Galás ou até Buffy Sainte-Marie, o veneno insinuado por tais referências cruza-se ocasionalmente com a fragilidade das suas composições. Sozinha, apenas munida dos seus instrumentos e do seu mundo interior, Haley Fohr convida cada um de nós a sentir as tempestades, as ondas e as brisas que definem a sua existência. Uma elegância possante, que será bem mais exposta nesta noite em Guimarães que lhe será essencialmente exclusiva.

Circuit des Yeux is the heteronym of young American folk singer, Haley Fohr.

In her recent visit to Lisbon and Porto, during the first part of Bill Callahan’s concert, Haley Fohr, aka Circuit des Yeux, proved her rare ability to fill the stage. Vocally situated between Nico, Diamanda Galás or even Buffy Sainte-Marie, the poison suggested by such references occasionally mixes with the fragility of her compositions. Alone and armed only with her instruments and inner world, Haley Fohr invites us to feel the tempests, the waves and the breezes that define her existence. This powerful elegance will be more expressive this night in Guimarães, which is essentially dedicated to her.

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Haley Fohr voz, guitarra acústica de 12 cordas e efeitos

Maiores de 12
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Em “Terceira Idade”, de José Maria Vieira Mendes, os atores, antes de começarem, já se reformaram.

Gente com passado, que apresenta rugas onde não as vemos. O horizonte mais próximo é a morte, mas a melancolia é comédia e o desespero gargalhada. Partindo do texto de José Maria Vieira Mendes, o Teatro Praga chegou a um espetáculo em que testa a sua terceira idade. Como será daqui a 40 anos? E na especulação da resposta acrescenta matéria a um conceito por abrir. “Terceira Idade” é tempo e velhice, sabedoria e esquecimento, artroses e pilates. Mas também é hoje e foi ontem. É uma construção por fazer com palavras conhecidas. Uma inevitabilidade a preencher. Uma reinvenção dentro da invenção. Uma comunicação aos tropeções. É, finalmente, a possibilidade de dizer, com os corpos de agora e cabelo de futuro: terceira idade é hoje e aqui.

In “Terceira Idade”, by José Maria Vieira Mendes, the actors, before they even begin, they have already retired.

There are people with a past that show wrinkles where we do not see them. The closest horizon is death, but melancholy is comedy and despair is laughter. Working from the text by José Maria Vieira Mendes, Teatro Praga has produced a show in which they test their own third age. How will it be 40 years from now? Finding the answer adds material to an undisclosed concept. “Terceira Idade” is time and old age, wisdom and oblivion, osteoarthritis and pilates. But it is also today and yesterday. It is an unfinished construction with known words. It is an inevitability waiting to be filled. It is a reinvention within the invention. It is communication that stumbles. It is, finally, the possibility to say, with the bodies of today and the hair of the future: third age is today and here.

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Texto José Maria Vieira Mendes

Criação Pedro Penim, André e. Teodósio e José Maria Vieira Mendes
Com Pedro Penim, Diogo Lopes, Diogo Bento, Cláudia Jardim, Patrícia da Silva
Luz Daniel Worm d´Assumpção
Cenografia Bárbara Falcão Fernandes
Produção Teatro Praga/Elisabete Fragoso
Maiores de 12
No Dia Internacional dos Museus propomos às famílias um programa especial com dupla face! Miúdos e graúdos podem vir juntos e realizar em paralelo diferentes atividades.
Enquanto os mais crescidos fazem um percurso pelas exposições no Palácio Vila Flor (Pedro Tudela/ Esquírola) e CIAJG (Carlos Relvas/ Um homem em duas sombras e Ernesto de Sousa e a Arte Popular), à conversa com Magda Henriques, as crianças poderão ficar no CCVF a desenvolver uma oficina. E surpresa, surpresa, os pais só verão no fim o que é os miúdos andaram a fazer desta vez…
 
Local CCVF e CIAJG (Ponto de encontro Palácio Vila Flor)
Horário 18 maio | 16h00
Lotação limitada
Duração c. 2 horas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a marcação prévia com pelo menos uma semana de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt.
On International Museum Day we suggest a dual special program to families!

While adults journey through the exhibitions at Vila Flor Palace and at CIAJG, conversing with Magda Henriques, children remain at CCVF taking part in a workshop. And surprise, surprise, parents will only see at the end what kids were up to…

For more information and registrations please e-mail servicoeducativo@aoficina.pt.

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O Atelier Aberto do CIAJG é um espaço de convívio, aprendizagem e criação pensado para jovens artistas, estudantes e curiosos em aprofundar conceitos e práticas artísticas. As sessões são orientadas por artistas e professores que, partindo de conceitos chave do programa do CIAJG, desenvolvem ateliers, conversas e visitas nas mais variadas áreas.

Terça, 20 maio 18h30-23h30

Atelier com António Ventura
Fotografar objetos arqueológicos
Uma proposta metodológica
 
Neste atelier será desenvolvido um conjunto de exercícios que levem à execução de registos fotográficos o mais completos, rigorosos e informativos possível, de modo que estas fotografias possam eventualmente constituir-se como documentos, num contexto técnico e científico como é o do património, conservação, arqueologia ou museologia. Serão assim abordadas as várias dimensões deste processo: a luz e as suas características, como vemos o objeto, a câmara fotográfica e a formação da imagem, o registo e o produto final.

Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Lotação limitada, sujeita a inscrição prévia
Preço 20,00 eur
Inscrição com pelo menos uma semana de antecedência através de formulário online aqui disponível.

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5,00 EUR / 3,00 EUR C/D
Preços com desconto (C/D)
Sócios do Círculo de Arte e Recreio
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante; Cartão Jovem Municipal; Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
O CCVF volta a ser palco para as apresentações dos projetos do concurso de apoio à criação teatral para os grupos de teatro de amadores do concelho de Guimarães.
Realizado anualmente, este concurso tem como objetivo promover a criação, a divulgação e o desenvolvimento de obras da dramaturgia de todas as épocas, apoiar a atividade dos grupos de teatro de amadores do concelho de Guimarães e fomentar o gosto pela fruição e prática artística na área do teatro. Em cena vão estar as peças: “Acordar”, do Grupo de Teatro C.C.D. Coelima (dia 22), “Abril em Portugal”, do TERB – Teatro de Ensaio Raúl Brandão (dia 23), e “5º Império ou a História de Pedro, Inês & Sebastião”, do Convívio Associação Cultural / CETE (dia 24).
 
Quinta-feira, 22 de maio | 22h00
“Acordar”
Grupo de Teatro C.C.D. Coelima
 
Sexta-feira, 23 de maio | 22h00 
“Abril em Portugal”
TERB – Teatro de Ensaio Raúl Brandão
 
Sábado, 24 de maio | 22h00
“5º Império ou a História de Pedro, Inês & Sebastião”
Convívio Associação Cultural / CETE
CCVF’s hosts, once more, the projects of the competition for the support of theatrical creation for local amateur theatre groups.

Held annually, the aim of the competition is to promote the creation, promotion and development of plays from different times, support the activity of amateur theatre groups in the municipality of Guimarães and foster theatrical enjoyment and artistic practice.

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Maiores de 12

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3,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
The Partisan Seed é um projeto de Filipe Miranda, vocalista dos já extintos Kafka.

Filipe Miranda foi vocalista dos já extintos Kafka, reconhecidos por alguns como uma das melhores bandas dos anos 90. Em 2005, iniciou-se a solo com The Partisan Seed, apresentando um estilo livre de composição e interpretação, pura escrita de canções de inspiração pessoal e descomprometida. Depois de uma extensa tournée de 30 concertos a apresentar o último álbum “SpiritWalking” em vários países, The Partisan Seed chega a maio deste ano com um novo disco. É o quarto registo de originais e tem como título “Angels On The Boardwalk”. Ao vivo, sempre com uma formação variável de instrumentistas, Filipe Miranda apresenta-se com músicos convidados em palco, tais como Pedro Oliveira, Helena Ressurreição, João Coutada, Lisete Santos, Tiago Correia, entre outros.

The Bipartisan Seed is a project by Filipe Miranda, lead singer of already extinct Kafka.

Filipe Miranda was the lead singer of already extinct Kafka, recognized by many as one of the best bands of the 1990s. In 2005, he started his sole career with The Bipartisan Seed, featuring a free composition and interpretation style, writing songs that transpire a personal and free inspiration. After an extensive tour of 30 concerts showcasing the last album "SpiritWalking" in several countries, The Bipartisan Seed arrives in May of this year with a new album. It is the fourth studio album and it is titled "Angels On The Boardwalk". In live performances, which always combines different kinds of musicians, Filipe Miranda takes the stage with guest musicians such as Pedro Oliveira, Helena Resurrection, John Coutada, Lisete Santos, James Belt, amongst others.

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Maiores de 12

O Atelier Aberto do CIAJG é um espaço de convívio, aprendizagem e criação pensado para jovens artistas, estudantes e curiosos em aprofundar conceitos e práticas artísticas. As sessões são orientadas por artistas e professores que, partindo de conceitos chave do programa do CIAJG, desenvolvem ateliers, conversas e visitas nas mais variadas áreas.

Terça, 27 maio 18h30-20h30

Conversa com Eduardo Brito
A fotografia de Francisco Martins Sarmento
 
Pode dizer-se que Francisco Martins Sarmento (1866-1899) foi também um pioneiro da fotografia portuguesa. As suas fotografias, feitas entre os anos sessenta e os anos oitenta do século XIX, dividem-se em imagens de estúdio, tiradas no seu atelier do Palacete da Rua do Poço (atual Largo Martins Sarmento) e fotografias de arqueologia, tiradas nos trabalhos de escavação de Briteiros e Sabroso. As fotografias de Sarmento são imagens da interrogação: as dúvidas da iniciação de Sarmento na arte fotográfica refletem-se nas imagens de estúdio; as fotografias de arqueologia, como reprodução da realidade, permitem a formulação de hipóteses sobre o objeto fotografado. Esta sessão parte desta natureza interrogativa das fotografias, propondo-lhes uma renovação da função: o que poderá ficar destas imagens para além do seu conhecido contexto e significado histórico?
 
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Lotação limitada, sujeita a inscrição prévia
Preço Gratuito
Inscrição com pelo menos uma semana de antecedência através de formulário online aqui disponível.
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Construído a partir de poemas de autores portugueses, de visitas ao cancioneiro popular e privilegiando algumas das referências que as crianças têm nesta faixa etária, como a família, a casa, o tempo, a terra ou o medo, "Poemas para bocas pequenas" explora as potencialidades musicais da linguagem, orientando-nos por simples formas sonoras, espaciais e visuais. Porque não é cedo de mais para descobrir e sentir a poesia…
Este espetáculo marca o regresso de Margarida Mestre (Tudo Gira, Oficinas de Voz e Movimento, Dez x Dez) e António-Pedro (Matinée, Sopa Nuvem, A Viagem) a Guimarães! Os dois artistas voltam a juntar-se para a criação deste espetáculo e surpreendem-nos agora com uma belíssima contracena, poética e bem-humorada.
 
Público-alvo Dos 3 aos 5 anos
Lotação limitada
Duração 40 min.
Preço 2,00 eur
Designed to introduce children to poetry, this show was developed using poems of Portuguese authors, the popular songbook and references that children have at this age, such as family, home, time, land or fear. The potential of musical language is explored, using sound, spatial and visual forms as a guide.
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Direção, escrita e interpretação Margarida Mestre
Cocriação, direção musical e interpretação António-Pedro
Espaço cénico e figurinos Inês de Carvalho
Consultadoria para a escrita Dina Mendonça
Produção Companhia Caótica
Direção de produção Maria Manuel — Stage One 
Poemas Sidónio Muralha, Luísa Ducla Soares, António Torrado, Fernando Manuel Bernardes, Cancioneiro Popular e poemas originais escritos para este recital 
Uma encomenda Maria Matos Teatro Municipal
Coprodução Centro Cultural Vila Flor, Centro de Arte de Ovar, Maria Matos Teatro Municipal, Teatro Micaelense, Teatro Nacional São João, Teatro Virgínia e Teatro Viriato
Apoio Mapa – espaço criativo
Agradecimentos Escola Voz do Operário, em particular à Educadora de Infância Vanessa Teixeira e à sua turma do pré-escolar, à Caroline Bergeron, Smurfit Kappa, em especial a Helena Ribas, João Paulo Esteves da Silva e Moz Carrapa
Imagem fotografias de António-Pedro e composição gráfica de Sónia Vieira
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12,00 EUR
Deu-se a conhecer como líder d’ Os Azeitonas, mas é a solo que Miguel Araújo sobe ao palco do CCVF para apresentar o seu segundo disco, “Crónicas da Cidade Grande”.

Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração da música portuguesa. Cantor, músico e compositor, deu-se a conhecer nos Azeitonas, a banda portuense que aos poucos se foi afirmando como um dos mais interessantes fenómenos de culto do panorama nacional. Em maio de 2011 estreou-se a solo com “Cinco dias e Meio”. O álbum foi aclamado pela imprensa especializada e o single de estreia foi nomeado para diversos prémios nacionais. Agora, Miguel Araújo prepara-se para lançar o segundo disco de originais, cujo single de estreia, “Balada Astral”, arrecadou o número notável de 25.000 visualizações nas primeiras 24 horas e toca já nas maiores rádios nacionais. Editado a 21 de abril, “Crónicas da Cidade Grande” inclui participações de António Zambujo, Marcelo Camelo e Inês Viterbo, e será apresentado ao vivo no dia 30 de maio no Centro Cultural Vila Flor.

Miguel Araújo became known as the lead singer of Os Azeitonas, but it is as a solo artist that he will take CCVF’s stage to showcase his second álbum “Crónicas da Cidade Grande”.

Miguel Araújo is one of the most complete artists of the new generation of Portuguese music. Singer, musician and composer, he became known as band member of Azeitonas, a local band from Porto that gradually become one of the most interesting cult phenomena of the National scene. May 2011 marked his debut as solo artist with the album "Five and a half days". The specialized press acclaimed the album and the debut single was nominated for several National awards. Now, Miguel Araújo is preparing to launch the second studio album, whose debut single, "Balada Astral", got 25,000 views in the first 24 hours and is already being played in larger National radios. Launched on April 21st, "Crónicas da Cidade Grande" enlists collaborations with António Zambujo, Marcelo Camelo and Inês Viterbo, and it will be performed live on the 30th of May at Vila Flor Cultural Centre.

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Miguel Araújo voz, guitarra acústica, guitarra elétrica, ukelele

Mário Costa bateria e percussões
Pedro Santos baixo e contrabaixo
Pedro Romualdo guitarra elétrica e lap steel
Diogo Santos teclado, melódica e acordeão
João Martins saxofone alto e saxofone tenor
Paulo Gravato saxofone barítono e saxofone tenor
Rui Pedro Silva trompete 
Paulo Perfeito trombone
Bruno Ribeiro vibrafone e percussões
Inês Viterbo voz
Maria Vasquez acordeão
Luiz Megre Beça percussões
Maiores de 8
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4,00 EUR
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Cantor e compositor de culto, o eterno líder dos aclamados American Music Club regressa a Portugal para um concerto imperdível que servirá para revisitar a sua carreira.

Com uma voz considerada de culto e uma longa carreira à frente dos American Music Club, bem como a solo, Eitzel é um nome essencial da música independente nas últimas décadas. Contando com uma legião de fãs de músicos famosos, foi já eleito “compositor do ano” pela revista Rolling Stone e referido no britânico The Guardian como “o maior letrista americano vivo”. Entre os trabalhos mais recentes, “Don´t Be A Stranger” foi aclamado na reta final de 2012 como o seu melhor álbum a solo desde “The Invisible Man” de 2001, ao mesmo tempo que no classicismo dos arranjos se aproxima como nunca do auge que foi “California” da sua antiga banda. O último lançamento do cantor e compositor radicado em San Francisco é “The Konk Sessions”. Gravado no ano passado, o disco inclui canções dos American Music Club e temas da carreira a solo de Mark Eitzel.

Cult singer and composer, the eternal leader of acclaimed American Music Club returns to Portugal for an unmissable concert that will revisit his career.

Owner of a cult voice and with a long career as leader of the American Music Club, as well as a solo one, Eitzel is an essential name in independent music in the last decades. He has a long fan legion of famous musicians, was chosen as "composer of the year" by Rolling Stone magazine and referred in the British newspaper The Guardian as "the greatest American songwriter alive". Amongst his most recent work, "Don’t Be A Stranger" was acclaimed, towards the end of 2012, as his best solo album since "The Invisible Man" of 2001, although its classical arrangements resemble those of the hit album "California" by his former band. The last release by the singer and songwriter based in San Francisco is "The Konk Sessions". It was recorded last year and the album includes songs by American Music Club and from his solo career.

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Mark Eitzel guitarras, voz 

Stephen Hiscock bateria 
Gareth Huw Davies baixo
Patrick Nicholson piano
Maiores de 12
Esta é a festa das ideias, onde todos podemos ser inventores, artistas, idiotas e sonhadores!

Convidam-se crianças de todas as idades, que tragam vontade de imaginar, opinar, fazer e partilhar. Temos para a troca oficinas, visitas a exposições, um espectáculo de poesia e música (para bocas pequenas com coração grande), e muita boa companhia!

O Mercado Azul, a Pé de Mosca e a OperaOmnia juntam-se à festa, participando no Mercadinho do Livro e, no dia 31 de maio, contaremos ainda com o Mercadinho da Pequenada!
Na Plataforma das Artes e da Criatividade, à sombra ou ao sol!

VÁRIAS ATIVIDADES PARA TODOS OS PÚBLICOS
Entrada gratuita
This is the celebration of ideas, where we can all be inventors, artists, fools and dreamers!
We invite children of all ages, willing to imagine, to give their opinions, to do things and to share. We are sharing workshops, visits to exhibitions, poetry shows and music (for small mouths with a big heart) in great company!
 
Mercado Azul, Pé de Mosca and OperaOmnia join in the celebration, taking part in the Book Fair. On the 31st of May, we will also host the Book Fair for Kids! At the Platform for Arts and Creativity, in the shade or in the sun!
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7,50 EUR / 5,00 EUR C/D
Preços com desconto (C/D)
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante; Cartão Jovem Municipal; Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes

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Nas escolhas de Claudia Galhós para o suplemento Atual do Expresso, “Salto” foi considerado um dos 10 melhores espetáculos de 2013.

“Salto” é um espetáculo de André Mesquita, jovem criador que em 2009 venceu com “Echoes from Elsewhere” a 2ª edição do Uncontainable, concurso para jovens coreógrafos promovido pelo Ballet Real da Flandres, tendo ainda sido distinguido no Internationales Solo-Tanz-Theater Festival de Estugarda, com “Lake”. Em “Salto”, o coreógrafo reincide no diálogo das possibilidades entre o pensamento contemporâneo e o corpo. No toque descontínuo das ideias e na sua tradução no elemento “encantado” do corpo em movimento, encontramos o que parece ser uma contrariedade: um corpo de dança e de desejo traduzível.

Among Claudia Galhós’ choices for Atual supplement of Expresso, "Salto" was considered one of the 10 best shows of 2013.

“Salto" is a show by André Mesquita, a young artist who in 2009 won the 2nd edition of the Uncontainable competition for young choreographers promoted by Royal Ballet of Flanders, with "Echoes from Elsewhere". He has also been distinguished in Internationales Solo-Tanz-Theatre Festival in Stuttgart with "Lake". In "Salto", the choreographer returns to the dialogue of possibilities between contemporary thought and the body. In the discontinuous touch of ideas and in its translation in the “enchanted” element of moving body, we find what seems to be a nuisance: a body of dance and translatable desire.

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Direção Artística e Coreografia André Mesquita

Espaço Cénico Xana Monteiro, André Mesquita
Luzes Nuno Salsinha, André Mesquita
Figurinos André Mesquita
Música Miguel Oliveira, David Lang, Eluvium, Adam Tendler
Assistente de Coreografia Filipa Peraltinha
Intérpretes Teresa Alves da Silva, Miguel Oliveira
Coprodução Tok´Art – Plataforma de Criação, Teatro Viriato, TNSJ
Maiores de 12

 

TERÇA-FEIRA 20 / 21H45
BALADA DA PRAIA DOS CÃES *
DE JOSÉ FONSECA E COSTA
COM RAÚL SOLNADO, ASSUMPTA SERNA E CARMEN DOLORES
1987, 86 MIN., M/12

TERÇA-FEIRA 27 / 21H45
REDS *
DE WARREN BEATTY
COM WARREN BEATTY, DIANE KEATON E JACK NICHOLSON
1981, 135 MIN., M/12
 
* Lembramos que as sessões de cinema dos dias 20 e 27 de maio, integradas no Ciclo “Liberdade”, não serão realizadas na Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade, mas sim no Pequeno Auditório do Centro Cultural Vila Flor.

 

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