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Atividade gratuita
“Espalha Memórias” é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. Da Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.
Para o Dia do Trabalhador, o Espalha Memórias propõe um percurso orientado pelo historiador vimaranense Miguel Teixeira a um conjunto de espaços fabris ativos e abandonados. O trajeto, por vezes escondido da ribeira de Couros, os têxteis e os curtumes, a Exposição Industrial de 1884, os quotidianos dos operários serão alguns dos assuntos e lugares a abordar na visita que pretende ser uma conversa sobre a memória coletiva construída a partir de memórias individuais partilhadas.
 
Convidado Miguel Teixeira
Ponto de encontro Casa da Memória
“Espalha Memórias” (“Spreading Memories”) is a program of visits beginning at the Guimarães Casa da Memória. Whether the memories begin inside the Casa da Memória or outdoors, participants will be taken along a series of visits around the city that are known for their history, traditions, novelty, or prominent people from all walks of life. From May to September, we will certainly discover (or rediscover) Guimarães. So much is in store: from our industrial past to our World Heritage status, from the Gualteriana festival to the legacy of Portugal`s first King, Afonso Henriques, and perhaps even a special invitation for something to drink or a look at old memorabilia. Always plentiful is the good company and fellowship of those taking part.

This walking tour of the city will feature some of the most remarkable buildings in Guimarães as seen through the keen eye of architecture. Some stops will be at the prominent institutional buildings whereas others will take a look at the renovations in the Historical City Centre, some elements of which are so small as to go unnoticed. The architects responsible are not only those whose work is on display but also those who teach at Minho University. 

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Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
 
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2,00 EUR
A partir do clássico grego "A Odisseia", este espetáculo conta as aventuras de Ulisses de uma forma lúdica e divertida.
A partir da palavra e do movimento reconstrói-se esta viagem clássica que acompanha o nosso herói de regresso a Ítaca e à sua Penélope e conhecemos algumas das personagens mais marcantes da história da mitologia para compreender que parte de nós pode ainda viajar nesse mar antigo. O espetáculo conta com a participação ativa do público que será convidado a colaborar, ora narrando, ora comentando, ora fazendo a banda sonora...pretende-se assim fazer a viagem com o público porque nas palavras de Homero, «leve é a tarefa quando muitos dividem o trabalho».
 
Local Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade
Público-alvo Maiores de 6
Horário 10h30 e 15h00 (sexta), 16h00 (sábado)
Duração c. 50 min.
Based on the Greek classic, The Odyssey, this show recounts the adventures of Ulysses in a fun and delightful way.
Using words and movement, this classic journey is reconstructed, one where we follow our hero as he returns home to Ithaca and to his Penelope, and we get to know some of the most remarkable figures from mythology as a way to understand which part of us might still go off to sail on this ancient sea. The show will feature audience participation, and people will be invited to collaborate, narrate, comment, or even play the background music. This journey will indeed be a collective endeavor, and the audience should be reminded of the old proverb, “Many hands make light work.”
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COMPRAR BILHETES
3,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Os Paraguaii são um mistério em termos puramente sonoros. São pós-punk? Space rock? Uma banda rock que sabe dançar – e quem disse que as bandas rock não sabem dançar?
“Dream About The Things you Never Do” – o novo álbum da banda – é, assumidamente, o registo mais pop dos Paraguaii. São oito temas que propõem um jogo constante entre os universos mais dançantes da música eletrónica, nascida ou devedora dos anos 80, e a genética rock do coletivo. Composto, gravado e produzido pela própria banda, o segundo registo de originais desconstrói a rotina dos dias, atacando o carácter mortífero do comodismo e do hábito, ao mesmo tempo que se fala de mulheres fatais, sonhos e virgindades espirituais.
 
SEXTA 05 MAIO, 19H00
CONVERSA INFORMAL COM PARAGUAII
MODERADA POR SAMUEL SILVA
Paraguaii is something of a mystery when it comes to purely sound terms. Are they post-punk? Space rock? A danceable rock band? And who ever said that a rock band can’t be danceable?
“Dream About The Things You Never Do,” the band`s new album, is clearly the most pop recording to come from Paraguaii. There are eight songs, which represent a constant journey back and forth between the worlds of the more danceable aspects of electronic music, either created in or indebted to the 1980s, and the overall genetic code of rock music. Composed, recorded and produced by the band itself, this second recording of original songs deconstructs people’s daily routine, attacking the deadly character of self-indulgence and habit, while at the same time talking about femmes fatales, dreams and spiritual virginity.
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Giliano Boucinha voz, guitarra e sintetizadores 
Igor Gonçalves bateria 
Zé Pedro Correia baixo e sintetizadores
Maiores de 12
2,00 EUR
Movo-me onde? Em cima da árvore, debaixo da mesa...
Com quem me movo? Contigo de mão dada, com todos em uníssono...
Como me movo? Salto entre estrelas, giro como um furacão, suspendo no cimo da montanha…
 
Local Sala de Ensaios do CCVF
Público-alvo 2 aos 3 anos
Horário 10h00 e 11h30
Duração 40 a 60 min.
Lotação limitada
 
Atividade sujeita a inscrição prévia através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
I move where? Over the tree, under the table…
Who do I move with? Hand in hand with you, with everyone all in unison…
How do I move? I jump amongst the stars, spin around like a hurricane, soar over the mountain…
 
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Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
O desafio: como se põe a memória numa mesa? Por outras palavras, como pensar e projetar uma mesa-memória para o Repositório da CDMG, uma mesa que simbolize a memória da casa e que seja também lugar de conversas e trabalhos memoráveis e memorizáveis?
A proposta foi feita pela CDMG ao Centro de Estudos de Arquitetura da Universidade do Minho e o resultado – a obra pensada, a obra feita – chega-nos pela mão dos arquitetos Maria Manuel Oliveira e João Pereira Silva: várias madeiras, de vários tempos, de vários lugares, unem-se num círculo imperfeito e aberto, como a memória. A apresentação e explicação da mesa do Repositório da CDMG é o tema central desta visita guiada pelos seus autores.
The challenge: how do you place memory on the table? In other words, how do you conceive and set up a project for a ´memory-table` for the Repository at the Guimarães Casa da Memória (CDMG), a table meant to symbolize the memories housed at the Casa but also a place for memorable and memorizable conversations and work?
The commission was made by the CDMG and given to the Center for Studies in Architecture at Minho University, and the result – a well-thought out and well-executed piece has come to us from the hands of architects Maria Manuel Oliveira and João Pereira Silva: various types of wood coming from various times and places have come together in an imperfect and open circle, just like memory. The unveiling of the piece at the CDMG Repository and the explanation of how it came to be will be the central theme of this Guided Tour, led by the two local architects.
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Todas as idades

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18,00 EUR (1ª plateia)
15,00 EUR (2ª plateia)
Cantor, músico e compositor, Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração da música portuguesa.
Miguel Araújo deu-se a conhecer n’Os Azeitonas, banda portuense que aos poucos se foi afirmando como um dos mais interessantes fenómenos de culto do panorama nacional. Em 2012 estreou-se a solo com “Cinco Dias e Meio” e, dois anos depois, lançou o segundo álbum de originais, “Crónicas da Cidade Grande”. Ambos atingiram a marca de Disco de Ouro. Atualmente, Miguel Araújo encontra-se a trabalhar no novo álbum, o terceiro trabalho de originais, cujo lançamento está previsto para esta primavera. A primeira parte do concerto de Miguel Araújo vai estar a cargo de Via. Autodidata na guitarra e no ukulele, Via promete dar que falar na música portuguesa. Neste momento, encontra-se a trabalhar em novos temas, que serão incluídos no primeiro álbum, a ser lançado no final de 2017. 
Singer, musician and composer, Miguel Araújo is one of the most well-rounded performers in the new generation of Portuguese artists.

Miguel Araújo first appeared with Os Azeitonas, a band from Oporto, and little by little made a name for himself as one of the most interesting cult phenomena on the national music scene. In 2012 he released his first solo project, entitled “Cinco Dias e Meio” and two years later put out his second album of original music, “Crónicas da Cidade Grande,” both of which reached Gold Record status. Miguel Araújo is currently working on his third album of original music, set to be released sometime this spring. The first part of the concert will be dedicated to his new work, Via. Miguel Araújo is self-taught on the guitar and ukulele, so Via promises to make a splash on the Portuguese music scene. At the moment, he continues to work on new songs which will be included in the first album, to be released at the end of 2017.

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[1ª parte]
Elvira Brito e Faro voz, guitarra acústica e ukulele
_
Miguel Araújo voz, guitarra acústicas e elétricas
Diogo Santos piano, melódica e voz
Pedro Santos baixo, contrabaixo
João Martins clarinete, glockenspiel, percussões
Sofia Gomes violoncelo
Joana Almeirante voz e guitarra
Mário Costa bateria e percussões
Maiores de 6
Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
A história da indústria têxtil instalada em Guimarães cruza-se com a ciência e a tecnologia.
Da chegada dos primeiros teares mecânicos em 1885 até à inovação mais avançada dos nossos dias, há um longo caminho percorrido por pessoas sobre quem ninguém fala ou escreve e memórias que o tempo vai obliterando. No âmbito de um projeto de doutoramento a decorrer na Universidade de Coimbra procura-se o fio da história promovendo-se um ciclo de quatro sessões que contará com a participação de historiadores, cientistas, empresários e outros convidados que abordarão temas como a “Industrialização sem Revolução - o século XIX e I Republica”, “Indústria Têxtil e Estado Novo”, “Século XX: entre a ciência e a globalização” e “Têxtil XXI: o passado tem futuro?” A comunidade é desafiada a participar ativamente nas conversas para ajudar a (re)construir a memória coletiva da cidade industrial e têxtil através dos tempos.
 
Convidados José Lopes Cordeiro e Francisco Brito 
Projeto no âmbito do programa doutoral em História das Ciências e Educação Científica do Centro de Física da Universidade de Coimbra
The history of the textile industry in Guimarães is one that intersects with science and technology.
From the arrival of the first mechanically powered looms in 1885 to today`s most advanced innovation, this has been a path traveled by people who are no longer talked or written about and whose memory is being erased by the sands of time. As part of a doctoral project at the University of Coimbra, these strands of our history are being rewoven into a 4-session cycle which will feature the participation of historians, scientists, businessmen and other guests who will address such topics as “Industrialization without Revolution – the 19th century and the First Republic,” “The Textile Industry and the Estado Novo,” “The 20th century: between science and globalization,” and “Textile XXI: does the past have a future?” The local community is invited to participate actively in the conversations to help (re)construct the collective memory of the industrial and textile-oriented city over the decades.  
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Maiores de 12
Direcionamos em maio, no CCVF, um olhar forte ao Novo Circo. Um universo artístico cada vez mais estimulante e transformador sobre os territórios onde se instala.
Este programa, de um fim de semana só, representa uma amostra de alguns dos muitos laureados do CircusNext, projeto europeu de apoio aos jovens autores na área do Novo Circo. Uma experiência tão completa quanto possível que, para além dos espetáculos “Black Regent” de Iona Kewney e “Nebula” da Cie du Chaos, inclui formação (workshop), pensamento sobre o presente e futuro (debate/conferência) e o indispensável encontro do público com os artistas (conversa pós-espetáculo). No fecho de 5 anos do projeto CircusNext, importa celebrar e preparar o futuro desta arte em Portugal e na Europa, sobretudo.
For the month of May, we`re setting our sights firmly on the New Circus, an artistic universe that is increasingly exciting and one which transforms those places where its shows have been performed.
This program, sadly lasting only one short weekend, will represent a sample of some of the most acclaimed pieces from CircusNext, a European project which lends valuable support to young men and women getting their start in the art of the New Circus. The experience will be as complete as possible, and alongside the shows “Black Regent” by Iona Kewney and “Nebula” from the Cie du Chaos, it will include an educational focus (workshop), moments for reflection on the present and the future (debate/conference), and the indispensable encounter between the audience and the artists (post-show Q&A). At the end of the 5 years of the CircusNext project, now it`s time to celebrate and prepare for the future of this art form in both Portugal and especially Europe. 
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5,00 EUR*
*com direito a bilhete para o espetáculo “Nebula”, de Rafael de Paula
Neste workshop, o objetivo principal será a partilha da condição física com os participantes, foco do trabalho de Rafael de Paula, artista responsável pela orientação desta oficina.
Através de diferentes estados, como a lentidão ou a velocidade, os participantes e o próprio artista irão criar diferentes estados emocionais. “Awakening” pretende tornar experiências por vezes contraditórias (como a ternura e a violência) fisicamente experimentáveis. Tentar-se-á acordar os cinco sentidos através de simples movimentos – uma experiência que conecte cada um com o seu corpo, no presente. 
 
Público-alvo todos os públicos, a partir dos 10 anos
Duração 1h30min.
Nº máximo de participantes 15
Data limite de inscrição 10 maio
Preço 5,00 eur (com direito a bilhete para o espetáculo “Nebula”, de Rafael de Paula)

As inscrições podem ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor, na Plataforma das Artes e da Criatividade, ou através do preenchimento do formulário online disponível neste site.
 
O pagamento do workshop poderá ser efetuado em numerário no Centro Cultural Vila Flor ou na Plataforma das Artes e Criatividade, através de cheque enviado por correio à ordem de “A Oficina, CIPRL”, ou através de referência multibanco a gerar no ato de inscrição, até à data limite designada para o efeito. Em caso de desistência, o valor apenas será reembolsado se a mesma ocorrer até 48h antes do início da atividade.
 
In this workshop, the main objective will be to share the notion of the participants` physical condition, a field of artistic interest to Rafael de Paula, who will be leading the session.
Through different physical states, such as slowness or speed, the participants and the artist himself will create different emotional states. “Awakening” will make sometimes contradictory experiences, such as tenderness and violence, a physical experience. The five senses will be awakened via simple movements – an experience connects each person to the present via the body.
formulario de inscrição fechar todos
Entrada livre
Encontro para agregar todas as forças do universo do circo contemporâneo e lançar bases de cooperação nas várias frentes da formação, criação e circulação.
This is an encounter meant to gather together all the forces of the contemporary circus world and to build foundations for cooperation in the various areas of training, creation, and circulation.
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Todas as idades

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5,00 EUR
Um solo visceral, frenético. Em “Black Regent”, entregamo-nos aos sentidos e passamos por vários estados de espírito: o amor, o medo, a histeria, o caos, a urgência do agora.
Iona Kewney traz ao Centro Cultural Vila Flor “Black Regent”, um solo delirante que deixará o público siderado com os movimentos únicos que emanam uma força e poder tremendos mas que, ao mesmo tempo, expõe as maiores fragilidades do ser humano. A arte não pode ser traduzida ou deslindada e este espetáculo, mais do que uma peça, é uma experiência. Sentimos a intensidade imposta a cada movimento, a cada espasmo, a música barulhenta a servir de paisagem a um universo de caos, em busca de um lugar de pacificação, redenção, a procura de algum controlo no meio da loucura. Uma viagem do coração, do ímpeto, do instinto, que por vezes é desprovido de qualquer razão ou razoabilidade. Iona pega na plateia e arrasta-a com ela às profundezas do ser para tudo sentir a cada contorcer do corpo, a cada batida da música que nos prende. Uma viagem para dentro do que somos.
A frenetic, visceral solo. Here, we give ourselves over to the senses and navigate the various states of the spirit: love, fear, hysteria, chaos, and the urgency of now.

Iona Kewney brings “Black Regent” to the Vila Flor Cultural Center, a dizzying solo show that will leave audiences in awe as the movements which emanate from stage exhibit tremendous strength and power but at the same time reveal the greatest frailties a human being can have. Art cannot be translated or fully discerned, and this show is more than a mere play – it is an experience. We feel intensity infused into every movement, every twitch, with the loud music serving as the landscape for a universe of chaos in search of a place for peacefulness and redemption and the search for some type of control in the midst of insanity. A journey of the heart, of impulse and instinct, which at times is deprived of reason or anything reasonable. Iona takes hold of the stage and pulls it down along with her to the depths of being, so that every contortion of her body can be felt and every beat of the music can take hold of us. This is a journey to the inner depths of what we are. 

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Direção e Interpretação Iona Kewney 
Composição e Música Joseph Quimby
Apoiado por Creative Scotland Quality Productions (UK), Circus Next Laureate / Jeune Talents du Cirque, Les Ballets C de La B studios (B), Wim Vandekeybus Studios (B), Circus centrum (B ), National Theatre Studio ( London), La Breche, National pole des arts du cirque ( FR). Les Migrateurs (FR). Dancebase, Edinburgh. PerpleX (B).Crying Out Loud (UK), Subtopia (SE), British Dance Edition Award, Zodiak Centre for New Dance ( FI).
Maiores de 12
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7,50 EUR
“Nebula” é uma peça sensorial que cruza o circo e as artes digitais. Uma narrativa que se escreve sobre uma linha que aqui é vertical, uma história que se conta no mastro chinês.
“Nebula” é um espetáculo composto por projeções de luz e fumo de onde emergem dois artistas que se lançam para um duelo dançado no mastro chinês. Uma coreografia marcante que agita a nossa imaginação, uma viagem sensorial. Uma peça que retrata um ciclo, a constante evolutiva do universo, orgânico e vivo. A espiral do tempo. A respiração. Uma coreografia desenhada em cima das linhas da intimidade, esboço da complexidade de uma relação entre duas pessoas. Os corpos unem-se ou apartam-se, como um impulso magnético que ora atrai ora repele. Embrulham-se um no outro ou fogem, partilham alegrias e receios, sorrisos, vitórias e fracassos. Um cenário de nevoeiro e imagens esculpidas pelo movimento dos acrobatas. Como um organismo vivo que ecoa os sentimentos que nutrem um pelo outro. Criam-se formas abstratas que são o espelho do relacionamento, o eco de uma vida interior.
 
Após o espetáculo
CCVF / Foyer do Grande Auditório
Há conversa com...
Iona Kewney e Rafael de Paula
“Nebula” is a show for the senses which combines circus arts with digital art. A narrative told in vertical strokes, a story told on an acrobat`s pole.

“Nebula” is a show created by light projections and smoke, from which two artists emerge to begin a type of duel on acrobat’s poles. The remarkable choreography plays with our imagination as we embark on a journey of the senses. The play recounts a cycle, the constant evolution of the universe, organic and alive. The spiral of time. Breathing. The choreography is drawn upon intimate lines, a sketch of the complexity of a relationship between two people. Bodies come together and move apart as in the magnetic impulses which attract and repel. The pair entwine or flee, share joy and fears, smiles, victories, and failures. A foggy scene and images sculpted out of the movement of the acrobats. As if it were a live organism that echoes the sentiments that each one upholds for the other. Abstract forms are created which are the mirror of their relationship and which resound that which is their inner life. 

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Criação Rafael de Paula
Interpretação Rafael de Paula e Ania Buraczynska
Desenho de luz e vídeo Vincent Griffaut
Som Benjamin Furbacco
Assistência à dramaturgia Marine Mane
Aconselhamento coreográfico Damien Fournier
Administração Fred Cardon
Montagem de produção e difusão AY-ROOP
Fotografia Vasil Tasevski
Produção Cie du Chaos
Coproduções, assistência e apoio (em curso) 2 Pôles Cirque en Normandie, La Brèche à Cherbourg – Cirque-Théâtre d`Elbeuf / Les Migrateurs, Strasbourg / Les Subsistances, laboratoire international de création artistique,
Lyon / Associazione Culturale ideAgora - Festival Mirabilia, Fossano / Théâtre d`Arles, scène conventionnée pour les nouvelles écritures / Centre culturel Jean Houdremont – la Courneuve / Espace Périphérique (Mairie de Paris –Parc de la Villette) / Le Nouveau Relax, scène conventionnée – Chaumont / La Central del circ, Barcelone / Archaos, Pôle national Cirque Méditerranée, Marseille / Le château de Monthelon, Montréal.
Com o apoio de Ministère de la Culture et de la Communication / DGCA aide à la création et CNC / DICRéaM, DRAC Champagne-Ardenne et Région Champagne-Ardenne, de la SACD / Processus Cirque et Bourse
Beaumarchais.
Projeto laureado do CircusNext, rede europeia coordenada por Jeunes Talents Cirque Europe e apoiada pela Comissão Europeia.
Maiores de 12
Entrada livre
No final do espetáculo “Nebula”, o foyer do Grande Auditório do CCVF converte-se no espaço ideal para acolher um indispensável encontro entre o público e os artistas que integram o “European Season of Circus Art Weekend”.

“Há conversa com...” acontece regularmente após um espetáculo, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e público e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruição dos objetos artísticos. Após a apresentação da peça “Nebula”, o público poderá conversar com Iona Kewney e Rafael de Paula, autores dos espetáculos do “European Season of Circus Art Weekend”.

At the end of the show "Nebula", the foyer of the CCVF`s Grand Auditorium becomes the ideal space to host a needful meeting between the audience and the artists who are part of the “European Season of Circus Art Weekend”.
"Talking with ..." happens regularly after a show, with the desire to increase the common vocabulary between artists and the public and to promote the critical thinking and the ability to enjoy artistic objects. After the presentation of the play "Nebula", the audience will be able to talk with Iona Kewney and Rafael de Paula, authors of the shows of the “European Season of Circus Art Weekend”.
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3,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Os Hot Air Balloon partilham o amor um pelo outro e o amor pela música. O resultado é profundo e delicado.
Os Hot Air Balloon nasceram no verão de 2013 e, desde então, cativam a atenção de público de vários países. A voz doce e calorosa de Sarah-Jane Burke funde-se com a musicalidade técnica de Tiago Machado numa combinação perfeita, que se reflete em atuações intimistas inesquecíveis. Atualmente, os Hot Air Balloon encontram-se a promover o seu primeiro álbum com banda, “Behind The Walls”, editado em abril de 2016 e nomeado, em novembro do mesmo ano, para os prestigiados The Independent Music Awards que contou com Tom Waits e Suzanne Vega entre os jurados. Este projeto tem sido alvo de destaque nas rádios nacionais e internacionais e chega agora ao palco do Café Concerto do CCVF.
 
SEXTA 19 MAIO, 19H00
CONVERSA INFORMAL COM HOT AIR BALLOON
MODERADA POR SAMUEL SILVA
Hot Air Balloon share their love for their fellow man and their love for music. The result will be profound and delicate.

Hot Air Balloon was created in 2013 and since then they have grabbed the public`s attention in a variety of countries. Sarah-Jane`s sweet and welcoming voice blends with Tiago`s technical musicality in a perfect combination which is reflected in their unforgettable and intimate performances. Hot Air Balloon is promoting its first album as a band, “Behind the Walls,” released in April of 2016 and nominated in November of the same year for the prestigious Independent Music Awards, which featured Tom Waits and Suzanne Vega amongst the jury members. This duo has been highlighted by both Portuguese and international radio stations and we are honoured to welcome them to the CCVF Café Concerto stage.

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Sarah-Jane Burke voz
Tiago Machado guitarra
David Terceiro Viegas baixo
Samuel Coelho violino e teclados
Pedro Gonçalves de Oliveira bateria
Maiores de 12
Atividade gratuita
“Espalha Memórias” é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. Da Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.
Ao longo de um percurso pela cidade, esta visita propõe paragens em alguns dos edifícios emblemáticos da contemporaneidade vimaranense: da presença vincada dos mais institucionais à subtil discrição de habitações, sem esquecer os pormenores das recuperações do Centro Histórico. Este é o caminho para conhecer ou reconhecer o olhar dos arquitetos e arquitetas que conceberam estes projetos. 
 
Convidado João Rosmaninho 
Ponto de encontro Casa da Memória 
“Espalha Memórias” (“Spreading Memories”) is a program of visits beginning at the Guimarães Casa da Memória. Whether the memories begin inside the Casa da Memória or outdoors, participants will be taken along a series of visits around the city that are known for their history, traditions, novelty, or prominent people from all walks of life. From May to September, we will certainly discover (or rediscover) Guimarães. So much is in store: from our industrial past to our World Heritage status, from the Gualteriana festival to the legacy of Portugal`s first King, Afonso Henriques, and perhaps even a special invitation for something to drink or a look at old memorabilia. Always plentiful is the good company and fellowship of those taking part.
This walking tour of the city will feature some of the most remarkable buildings in Guimarães as seen through the keen eye of architecture. Some stops will be at the prominent institutional buildings whereas others will take a look at the renovations in the Historical City Centre, some elements of which are so small as to go unnoticed. The architects responsible are not only those whose work is on display but also those who teach at Minho University. 
informação adicional fechar todos
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
2,00 EUR
No penúltimo domingo de cada mês, há sempre algo a acontecer na Casa da Memória.
E se fizéssemos com que, de uma superfície plana e vazia, surgisse uma nova Guimarães? Nas ruas deste lugar utópico, vamo-nos reconhecer a nós próprios; e as imagens que veremos nas calçadas e nas fachadas das casas que construiremos serão os reflexos daquilo que no lembramos.
 
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Público-alvo Maiores de 3 
Data limite de inscrição 14 de maio
Preço 2,00 eur
As inscrições devem ser efetuadas através do preenchimento do formulário disponível online.
On the next to last Sunday of each month, there is always something happening at the Casa da Memória.
And what would you think if we were to take a flat blank surface and build a new Guimarães on top of it? In and amongst the streets of this utopic place, let`s go in search of ourselves, and the images that we see on the sidewalks and the façades of the houses that we construct will be the reflection of what we remember.
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COMPRAR BILHETES
10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Victor Hugo Pontes regressa a Guimarães para apresentar o seu último trabalho coreográfico, uma peça em que cinco bailarinos interpretam movimentos em uníssono.
Em “Uníssono – composição para cinco bailarinos”, Victor Hugo Pontes pretende mostrar que nenhum objeto artístico é distinguível das pessoas que o compõem e que nenhuma ocorrência artística é essencialmente replicável, sendo antes essencialmente única. O conceito de ritual é operativo nesta peça: nas sociedades (humanas e animais), os movimentos fundamentais, simbólicos ou funcionais, são ritualizados, definindo à partida a norma e o desvio à norma, o padrão e a inovação, a tendência e a contracultura. A questão é: até que ponto o ritual é representativo? Cinco bailarinos em palco interpretando em uníssono movimentos ritualizados são um só corpo? Oblitera-se a individualidade? A perceção do espetador resulta da harmonia do todo, da especificidade de cada corpo em ação, ou de ambas? 
Victor Hugo Pontes returns to Guimarães to present his most recent work in choreography – a play in which five dancers interpret movements in unison.
In “Uníssono – composição para cinco bailarinos” (“Unison – composition for five dancers”) Victor Hugo Pontes endeavors to show that no artistic object is distinguishable from the persons who compose it and that no artistic occurrence is essentially replicable as each event is, in its essence, unique. The concept of ritual is crucial in this piece: in societies (human and animal), the fundamental, symbolic or functional movements are ritualized, from the outset defining the norm and the departure from the norm, the pattern and the innovation, the trend and the counter-culture. The question now becomes: to what extent is ritual representative? Can five dancers on stage interpreting ritualized movements in unison be one body? Is individuality snuffed out? Does the audience`s perception stem from the harmony of the whole or from the specificity of each body in movement? Or from both?
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Direção Artística Victor Hugo Pontes
Cenografia F. Ribeiro
Direção Técnica e Desenho de Luz Wilma Moutinho
Música Hélder Gonçalves
Operação de Som Pedro Lima
Apoio Dramatúrgico Madalena Alfaia
Interpretação André Cabral, Bruno Senune, Elisabete Magalhães, Teresa Alves da Silva e Valter Fernandes
Direção de Produção Joana Ventura
Produção Executiva Paula Adriana Silva
Coprodução Nome Próprio, Teatro Municipal São Luiz, Teatro Municipal do Porto Campo Alegre, Rivoli
Agradecimento Marco da Silva Ferreira
A Nome Próprio é uma estrutura residente no Teatro Campo Alegre, no âmbito do programa Teatro em Campo Aberto
Maiores de 16
2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Contra a fugacidade do tempo, José Almeida Pereira incita a imaginação do observador e convida-o a demorar-se no espaço sensível da sua subjetividade para escapar à luz estroboscópica das imagens.
As temáticas abordadas nas obras em exposição fazem um retorno aos valores humanos inscritos na pintura, distanciando-se do presente e assumindo esse recuo. As pinturas apresentam-se em camadas de tempo, no contraste entre o preto e branco, o negativo e o positivo, como se se tratasse de uma imagem fotográfica. Cada obra dá ideia de sobreposição, de sedimentação, de trajeto, de um tempo expresso num espaço. O que se coloca diante de nós são simples espectros, pequenos vestígios, rastos de um conjunto de imagens que teimam em permanecer para sempre na memória. Num tempo onde a imagem é comunicação, a sua fixação na retina não é todavia suficiente para formar conhecimento. Desse modo, a obra-prima citada em cada pintura demora-se porque se fecha no olhar como um segredo.
Against time`s fleetingness, José Almeida Pereira incites the observer`s imagination and invites him to linger in the sensitive space of his subjectivity in order to escape image`s stroboscopic light.

The themes in these pieces are an acknowledgement of the human values imprinted in painting, distancing from the present and recognizing that step back. The paintings stand in layers of time, in the contrast between the black and the white, the negative and the positive, as if it was a photographic image. Each piece transmits the idea of overlap, sedimentation, path, of time carved in space. What`s in front of us are mere specters, small remnants, traces of a series of images that insist on staying forever in the memory. In a time when image is communication, its permanence in the retina is not enough to form knowledge. Therefore, the masterpiece quoted in each painting persists because it hides in the look as a secret.

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Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Nascido em 1971, Rui Moreira tem vindo a desenvolver um percurso ímpar, extraordinariamente singular, raro no panorama português e internacional da arte contemporânea.
O seu trabalho desenvolve-se quase exclusivamente na área do desenho e constitui-se como um terreno de reflexão política e poética sobre a condição humana. Nesta exposição, concebida em parceria com a EGEAC, o artista apresenta a mais abrangente exposição que alguma vez realizou em Portugal. Nela, poderemos ver um amplo conjunto de desenhos de grande escala – cuja execução, meticulosa e densa, se estende por vários meses, como que incorporando o tempo do quotidiano bem como o tempo da história. O cinema, a poesia, a citação de outros artistas, alguns anónimos, de outros tempos, são referências constantes num trabalho que faz conviver de forma sublime a figura geométrica, a proliferação de formas-simbólicas e a figura humana, afinal o centro de todo o pensamento do artista.
Born in 1971, Rui Moreira has been taking his career down quite an extraordinarily singular path, one that stands out in the panorama of both Portuguese and international contemporary art.
Rui Moreira`s work has focused almost exclusively on drawing and constitutes a field of political and poetic reflection on the human condition. This exhibition, conceived in partnership with EGEAC, represents the artist’s most broad-reaching undertaking ever put on display in Portugal, one in which we can see a significant number of large-scale drawings whose intense and meticulous execution are testament to the painstaking work done over months and months, as if incorporating ordinary time and historical time. Cinema, poetry, and allusions to other artists from other times (some unknown) are the constant references in works which sublimely bring together geometric figures, the proliferation of form-symbols, and the human form – that is, the core of all the artist`s concept. 
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Curadoria Nuno Faria e João Mourão
Parceria e coprodução com EGEAC, Câmara Municipal de Lisboa
Agradecimentos Galeria Jeanne Bucher Jaeger
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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Poucos fotógrafos têm, como Edgar Martins, desenvolvido uma reflexão tão poderosa sobre os regimes de visualidade contemporâneos, o uso da fotografia em contexto institucional, a relação da fotografia com a nossa vida e a nossa morte.
A exposição que apresenta no CIAJG resulta de um projeto que foi longamente preparado e que teve duas primeiras e consideravelmente mais pequenas apresentações em Lisboa, no MAAT e na Cristina Guerra Contemporary Art. Trata-se de uma investigação empreendida nos arquivos do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, a instituição que tem jurisdição legal sobre o corpo depois da morte. A reflexão visual que levou a cabo resulta numa exposição poderosa e, por vezes, chocante, do poder da imagem fotográfica e gráfica para reter a memória de um corpo que transpôs ou está prestes a transpor a fronteira que separa a vida da morte, a respiração da petrificação. Nesse sentido, convocando imagens de arquivo – entre fotografias, desenhos e cartas, por exemplo, e imagens do autor, a exposição constitui-se como um momento privilegiado para pensarmos o papel da fotografia no mapeamento da morte. 
Few photographers have reached Edgar Martins` level in terms of creating a powerful reflection upon the contemporary regimes of visuality, the use of photography in an institutional context, and how photography relates with our life and death.
The exhibition which Edgar Martins now presents at the José de Guimarães International Arts Centre is the culmination of a project prepared over a long period of time which featured two considerably shorter exhibitions in Lisbon, at the MAAT and at Cristina Guerra Contemporary Art. Martins` research took him to the Archives of the Medical Coroner`s Office, the institution which holds legal jurisdiction over one`s body following death. The resulting visual reflection has resulted in an intense exhibition, at times quite shocking, on the photographic and graphic image`s power to retain the memory of the body, which bridges or is about to bridge the boundary which separates life and death, breathing and ossification. Thus, by using images from the Archive – photos, drawings, and charts, for example – as well as original images, the exhibition constructs a unique moment in which we are called to consider photography as the mapping of death. 
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Parceria com Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. Venha conhecer e mergulhar na essência da comunidade viva que identifica e distingue Guimarães!
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors. Come visit and immerse in the essence of the living community that identifies and distinguishes Guimarães!
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Horário 
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
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