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Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
Sócios do Convívio Associação Cultural
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
De 08 a 18 de novembro, Guimarães recebe mais uma edição do seu festival de jazz. Este ano, o mundo celebra os 100 anos decorridos desde a gravação do primeiro registo discográfico de jazz, um momento simbólico que mudaria para sempre a história desta música. É precisamente esta efeméride que orienta o conceito programático da 26ª edição do Guimarães Jazz.
Um dos traços distintivos do Guimarães Jazz é o facto de este ser um festival com um conceito: um conceito primacial e transversal a todas as edições que todos os anos se ramifica em sub-conceitos e ideias de programação subjacentes ao alinhamento em causa. Na sua edição transata, o festival cumpriu vinte e cinco anos de um percurso de reconhecida coerência e vitalidade artística e, nessa ocasião, enfatizámos a importância de um festival questionar permanentemente a sua própria história, partindo da ideia segundo a qual pensar a História é, em certo sentido, uma das estratégias possíveis de fazer História.
Em 2017, a matriz programática do festival passa pela sinalização dos cem anos decorridos desde a gravação do primeiro registo discográfico de um género musical, até aí quase absolutamente desconhecido e ainda impreciso terminologicamente, a que se convencionou chamar “jazz”. Apesar da irrelevância do acontecimento em termos estritamente musicais, a gravação da Original Dixieland Jass Band corresponde, numa dimensão simbólica, à fundação de uma linguagem musical autónoma. A partir desse momento, a história do jazz mudaria para sempre, até porque a documentação em registo sonoro teve importantes implicações no desenvolvimento de uma música intrinsecamente volátil e que foi sempre, desde a sua génese, baseado na improvisação e na execução em tempo real.
Assinalar esta efeméride corresponde, portanto, a questionar e problematizar a noção de património, tanto a um nível narrativo como musical, sugerindo assim uma nova organização da história. É a partir desta ideia de programação que se entretecem as relações entre os diferentes projetos presentes no alinhamento e é também ela que justifica, em parte, a transversalidade de gerações e idiomas musicais presentes nesta edição. Inserido num contexto marcado pela multidisciplinaridade, politemporalidade e polissemia dos fenómenos musicais, o Guimarães Jazz propõe-se captar uma visão panorâmica do passado para, assim, operar uma transformação cultural, o que implica olhar com a mesma atenção para os diferentes estratos temporais que sedimentam a contemporaneidade e identificar neles os sinais que apontam para o futuro, ainda desconhecido, desta música. Cartografar a memória é radiografar o presente.
Eclético, aberto e transversal, o Guimarães Jazz pretende afirmar-se como polo difusor de uma reflexão alargada sobre o futuro do jazz e, em sentido mais lato, das práticas musicais e artísticas do século XXI. No entanto, pretendemos sobretudo que nem esse desígnio discursivo, nem o conceito que lhe subjaz, nos distraiam da nossa missão fundamental de divulgação do jazz, através de projetos nos quais, além da pertinência dos seus pressupostos artísticos (um critério fundamental de programação), seja também ponderada a importância de dar a conhecer ao público músicos de grande qualidade, mesmo quando não são eles os líderes das formações.
O concerto inaugural da edição de 2017 do Guimarães Jazz será protagonizado pelo extraordinário guitarrista Nels Cline, que apresentará o seu muito celebrado projeto “Lovers” acompanhado da Orquestra de Guimarães. Os cem anos da primeira edição discográfica de jazz são celebrados explicitamente no segundo momento do festival, que apresentará o espetáculo “Jazz - The Story”, desenvolvido pela All Star Orchestra, um ensemble de músicos notáveis onde pontificam, entre outros, os saxofonistas Vincent Herring e James Carter e o contrabaixista Kenny Davis. Seguem-se dois momentos fortes da edição de 2017, reveladores da amplitude geracional e estilística presente neste alinhamento: o vanguardista e histórico baterista do free jazz Andrew Cyrille, que interpretará o álbum “The Declaration of Musical Independence”, considerado um dos grandes discos de jazz de 2016, e a banda Mostly Other People Do The Killing – um dos mais relevantes e desafiantes projetos de jazz do segundo milénio, o qual se apresentará em septeto pela primeira vez em Portugal. A segunda semana será preenchida pelo regresso a Guimarães do incontornável Jan Garbarek (num concerto que contará com a presença do percussionista indiano Trilok Gurtu), pela atuação da baterista norte-americana Allison Miller (acompanhada por músicos de grande qualidade, como Myra Melford, Ben Goldberg e Kirk Knuffke, entre outros) e, finalmente, pela apresentação do espetáculo “Real Enemies”, liderado pelo idiossincrático Darcy James Argue e executado pela sua big band Secret Society (também uma estreia em solo nacional), um projeto musical inovador com uma dimensão de reflexão política sobre o mundo de vigilância e paranoia digital em que vivemos hoje.
A edição do Guimarães Jazz 2017 incluirá também, para além do programa principal de grandes concertos, duas atuações no Pequeno Auditório do CCVF – a banda VEIN, que contará com a colaboração do reputado saxofonista Rick Margitza, e o quarteto de Jeff Lederer e Joe Fiedler, acompanhado pela vocalista Mary LaRose, grupo que será responsável pelas tradicionais jam sessions e oficinas de jazz, bem como pela direção da Big Band e do Ensemble de Cordas da ESMAE. Por fim, o projeto de parceria entre o Guimarães Jazz e a Porta-Jazz volta a conhecer um novo capítulo, desta vez incidindo numa relação de cruzamento disciplinar entre música e teatro, que contará com a colaboração do dramaturgo Jorge Louraço Figueira, da atriz Catarina Lacerda e dos músicos Nuno Trocado, Tom Ward, Sérgio Tavares e Acácio Salero. 
Ivo Martins
 
PROGRAMA
 
Quarta 08 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Com Orquestra de Guimarães
5,00 eur | COMPRAR
 
Quinta 09 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
An exciting musical trip through 100 years of Jazz recording
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Sexta 10 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Andrew Cyrille, Richard Teitelbaum, Ben Monder, Ben Street
“The Declaration of Musical Independence”
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Sábado 11 novembro
CCVF / Pequeno Auditório / 18h30
10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Sábado 11 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
Loafer`s Hollow
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Domingo 12 novembro
CCVF / Grande Auditório / 17h00
5,00 eur | COMPRAR 
 
Domingo 12 novembro
PAC / Black Box / 21h30
10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Quinta 16 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
17,50 eur / 15,00 eur c/d | COMPRAR 
 
Sexta 17 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Sábado 18 novembro
CCVF / Pequeno Auditório / 18h30
10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR 
 
Sábado 18 novembro
CCVF / Grande Auditório / 21h30
“Real Enemies”
15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR 
 
ATIVIDADES PARALELAS
 
Segunda 06 a Sábado 18 novembro
Vários locais da cidade
Animações Musicais
 
Quinta 09 a Sábado 11 novembro
CCVF / Café Concerto / 24h00-02h00
Jam Sessions
Jeff Lederer, Joe Fiedler, Mary LaRose, George Schuller, Nick Dunston
 
Segunda 13 a Sexta 17 novembro
CCVF / 14h30-17h30
Oficinas de Jazz
Jeff Lederer, Joe Fiedler, Mary LaRose, George Schuller, Nick Dunston
 
Quinta 16 a Sábado 18 novembro
Convívio Associação Cultural / 24h00-02h00
Jam Sessions
Jeff Lederer, Joe Fiedler, Mary LaRose, George Schuller, Nick Dunston
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA GERAL
70,00 eur (acesso a todos os concertos) | COMPRAR
 
ASSINATURA 1ª SEMANA
40,00 eur (acesso aos concertos de 08 a 12 de novembro) | COMPRAR
 
ASSINATURA 2ª SEMANA
30,00 eur (acesso aos concertos de 16 a 18 de novembro) | COMPRAR
One of Guimarães Jazz`s most distinguishing features is being a festival with a concept behind it: a primordial concept common to every editions, subdivided each year in sub-concepts and musical ideas expressed through the festival’s programme.
In its previous edition, Guimarães Jazz celebrated its twenty-fifth anniversary and re-affirmed the importance of questioning its own history, based on the idea according to which to think History is, in a sense, one of the strategies to make History. In 2017, however, we are celebrating the one-hundred years of the first studio recording identified with a musical genre practically unknown at the time, and yet to be fitted into a musical category – jazz. Even though the recording itself is irrelevant in strictly musical terms, the Original Dixieland Jass Band`s recording was, in symbolic terms, the foundation of an autonomous musical style. From that moment on, the history of jazz would change dramatically, since the documentation of the music held important consequences in the development of an inherently volatile genre, which was always, since its beginning, based on improvisation and real-time performance.
To celebrate such ephemeris means to question and problematize the notion of heritage on a narrative and musical level, therefore proposing an alternative organization of historical events. This concept constitutes the matrix from which all the connections between the different projects presented in this year`s edition of Guimarães Jazz and justifies the generational and stylistic transversality of its line-up. Operating within a context characterized by the multidisciplinarity, politemporality and polysemy of the musical phenomena, the festival suggests a panoramic view of the past in order to achieve a cultural transformation. That implies looking attentively to the distinct temporal strata of which contemporaneity is made and to identify in it the signs of the still unknown future jazz. Mapping memory means radiographing the present.
Eclectic, open and transversal, Guimarães Jazz aims to establish itself as the diffusor pole of a wide meditation about the future of jazz and, in a broader sense, of every other musical and artistic practices of the twenty-first century. However, neither this narrative intention, nor the concept behind it, distract the festival from its fundamental mission of promotion of jazz, presenting musical projects which, beyond the pertinence of the artistic proposal itself, allow us to put the festival`s audience in contact with high-quality musicians, even if they are not band-leaders.
Guimarães Jazz’s opening concert of this year`s edition features extraordinary guitarist Nels Cline, presenting his highly-praised album “Lovers”, accompanied by the Orchestra of Guimarães. The centennial of the first jazz recording are explicitly evocated at the festival`s second concert, presenting the project “Jazz - The Story”, by the All Star Orchestra, a remarkable ensemble featuring, among others, saxophonists Vincent Herring and James Carter and bassist Kenny Davis. This concert will be followed by two of the festival`s highlights, demonstrative of Guimarães Jazz`s generational and stylistic amplitude: first, the legendary avant-garde and free jazz drummer Andrew Cyrille, interpreting the album “The Declaration of Musical Independence” (which was considered one of 2016 best jazz records), and the group Mostly Other People Do The Killing, one of the most innovative and challenging jazz projects of the new millennium, and which will perform in Portugal for the first time in septet. The second week includes the return to the festival of the great saxophonist Jan Garbarek (in a concert featuring virtuoso Indian percussionist Trilok Gurtu), by the performance of Boom Tic Boom band led by North-American drummer Allison Miller (alongside highly-regarded musicians such as Myra Melford, Ben Goldberg and Kirk Knuffke, among others) and, finally, by Darcy James Argue`s project “Real Enemies”, performed by the big band Secret Society, an idiosyncratic and defying musical and artistic proposition of strong political content about the world of digital paranoia and vigilance in which we live today.
The festival`s programme will also include, besides the great concerts, two other performances at the CCVF Small Auditorium – the group VEIN, featuring renowned saxophonist Rick Margitza, and the quartet led by Jeff Lederer and Joe Fiedler, featuring vocalist Mary LaRose, a group that will also be responsible for conducting the jam sessions and workshops, was well as for the directing ESMAE`s string ensemble and big band. Lastly, the partnership project between Guimarães Jazz and the association Porta-Jazz will meet a new chapter, this time focusing on the intersection of music and theatre by a group of musicians formed by Nuno Trocado, Tom Ward, Sérgio Tavares and Acácio Salero, collaborating with writer Jorge Louraço Figueira and actress Catarina Lacerda.
Ivo Martins
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Maiores de 12

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5,00 EUR
Nels Cline (n. 1956, Los Angeles, EUA) é um guitarrista norte-americano de notáveis recursos técnicos e grande versatilidade estilística, com um percurso sólido tanto dentro do campo mais restrito do jazz, como nas áreas do rock experimental e da improvisação livre.
Associado a correntes jazzísticas mais exploratórias, em virtude das inúmeras colaborações que foi mantendo ao longo do tempo com músicos relacionados com as tendências de vanguarda, como Zeena Parkins, Alan Licht e Elliott Sharp, o seu trabalho adquiriu na última década grande notoriedade e tornou-se conhecido de um público mais abrangente, em grande parte devido à sua colaboração com a banda de country alternativo Wilco, que contribuiu para que Nels Cline seja hoje em dia reconhecido, mesmo fora do perímetro do jazz, como um dos mais importantes guitarristas contemporâneos. Recentemente, o guitarrista assinou pela prestigiada Blue Note, editora pela qual publicou o álbum “Lovers”, uma obra orquestral inspirada nos standards do cancioneiro americano e na música de Bill Evans e Henry Mancini, e que constituirá o centro da sua atuação no Guimarães Jazz. Neste trabalho, considerado pelo autor um dos mais pessoais, Nels Cline debruça-se sobre um heterodoxo repertório, baseado tanto em composições originais do guitarrista como em composições e canções de compositores, bandas e músicos tão diversos como Annette Peacock, Paul Francis Weber, Gabor Szabo, Michel Portal e Arto Lindsay, entre outros, propondo ao ouvinte uma visão panorâmica sobre a sua cosmologia musical, ao mesmo tempo que, com a sua idiossincrática montagem, sugere uma invulgar narrativa da história da música do século XX. Originalmente composto para uma formação alargada de vinte e três músicos, no Guimarães Jazz, porém, “Lovers” será interpretado por um quinteto, que incluirá o guitarrista português Eurico Costa, acompanhado pela Orquestra de Guimarães, com direção musical de Michael Leonhart.
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA GERAL
70,00 eur (acesso a todos os concertos) | COMPRAR
 
ASSINATURA 1ª SEMANA
40,00 eur (acesso aos concertos de 08 a 12 de novembro) | COMPRAR
 
ASSINATURA 2ª SEMANA
30,00 eur (acesso aos concertos de 16 a 18 de novembro) | COMPRAR
Nels Cline (Los Angeles, USA, 1956) is a technically gifted and stylistically versatile guitarist with a consistent career both in jazz as well as in other musical territories, namely experimental rock and free improvisation.
Frequently associated with more exploratory trends of modern jazz, in reard to his collaborations with avant-garde musicians such as Zeena Parkins, Alan Licht and Elliot Sharp, Cline`s work has earned worldwide recognition and significantly expanded his audience in consequence of his collaboration with alt-country band Wilco. Nowadays, Nels Cline is considered one of the most important contemporary guitarists, not only of jazz but of contemporary music in general. Recently, Nels Cline signed with the prestigious label Blue Note and released his work “Lovers”, a big band project inspired by the American standards and songbook, as well as by the music of Bill Evans and Henry Mancini, and which will be the theme of his performance in Guimarães Jazz. This album, considered by the guitarist as one of his most personal works, plunges into a heterodox repertoire composed both by Cline`s original compositions and by compositions and songs by very different composers, bands and musicians, such as Anette Peacock, Paul Francis Weber, Gabor Szabo, Michel Portal and Arto Lindsay, among many others. “Lovers” provides a panoramic perspective through Cline`s musical cosmology, while at the same time offering the listeners an idiosyncratic montage of the history of music of the twentieth century. Originally composed for an orchestra of twenty three musicians, in Guimarães, however, “Lovers” will be performed by a quintet, featuring the Portuguese guitarist Eurico Costa, accompanied by the Guimarães Orchestra, with musical direction by Michael Leonhart.
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Nels Cline guitarra
Michael Leonhart trompete, direção musical
Alex Cline bateria
Devin Hoff contrabaixo, baixo elétrico 
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Orquestra de Guimarães
Álvaro Pereira violino
Carina Albuquerque violoncelo
Luís Alves oboé
Pedro Martinho fagote
Domingos Castro clarinete sib
Paulo Martins clarinete baixo
Ângelo Fernandes trompete 
Tiago Rebelo trompete 
David Silva trombone
Vítor Castro vibrafone
Ingrid Sotolarova celesta
Catarina Rebelo harpa
Eurico Costa guitarra
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Maiores de 12
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15,00 EUR/ 12,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
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Sócios do Convívio Associação Cultural
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Em 2017, o mundo celebra a efeméride dos cem anos decorridos desde a edição, em 1917, do primeiro registo discográfico identificado especificamente com um novo género musical – o jazz – que, à época do seu nascimento, nem sequer beneficiava de uma precisão terminológica que o pudesse identificar estilisticamente.
Criado a partir de uma base sonora informal, baseada sobretudo nos padrões rítmicos exportados pelos escravos africanos para os Estados Unidos da América e nos cânticos dos trabalhadores negros rurais que constituíram também a base do blues, e pese embora a importância da improvisação em tempo real na criação desta música, o jazz evoluiu até ao ponto de ser cristalizado numa gravação sonora (de autoria da Original Dixieland Jass Band), estabelecendo-se assim definitivamente enquanto género musical autónomo e iniciando a partir daí o processo de reconhecimento artístico que viria, décadas mais tarde, a consagrá-lo como uma das mais importantes formas musicais inventadas no século XX. É precisamente a celebração desta efeméride o objetivo primordial do projeto Jazz – The Story, um ensemble liderado pelo prestigiado saxofonista Vincent Herring e formado por alguns dos mais requisitados instrumentistas do jazz contemporâneo, tais como o trompetista Jon Faddis, o saxofonista James Carter e o baterista Carl Allen, entre outros. Narrado pelo vocalista Nicolas Bearde, este espetáculo constitui simultaneamente uma comovente evocação do extraordinário legado artístico do jazz e uma eloquente revisitação do seu património musical, realizada por um conjunto de talentosos instrumentistas e que, após a sua estreia em janeiro deste ano no clube nova-iorquino Birdland, iniciou uma digressão pela Europa. Guimarães será um dos destinos dessa digressão, tendo sido o Guimarães Jazz um dos destinos escolhidos para apresentar esta dignificante síntese da história de uma das mais marcantes manifestações artísticas contemporânea – o jazz.
 
ASSINATURAS
 
ASSINATURA GERAL
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In 2017, the world is celebrating the centenary of the first studio recording of a new musical genre – jazz – which, at the time of its birth, was not stabilized in terminological terms susceptible of identifying it as a specific style of music.

Based on an informal musical background – the rhythmic patterns brought to the United States of America by African slaves and the chants sung by black farm workers –, which were also the roots of other great North-American genre, the blues, and, although real-time improvisation played a very important role in the creation of this kind of music, jazz has evolved to the point of its crystallization in a sound recording (performed by the Original Dixieland Jass Band), therefore establishing itself as an autonomous musical genre and initiating the process of artistic recognition which, some decades later, would lead to its affirmation as one of the most important musical forms invented in the twentieth century. The celebration of such ephemeris is the main objective of the project Jazz – The Story, an ensemble led by the saxophonist Vincent Herring and formed by some of the most distinguished jazzmen of the present, such as trumpeter Jon Faddis, saxophonist James Carter and drummer Carl Allen, among others. The ensemble Jazz – The Story was conceived as the vehicle of a musical journey through one hundred years of jazz, since its primordial origins to its most extreme and intellectually sophisticated manifestations, following every evolutionary stages, from ragtime to fusion jazz, from swing to the post-bop declinations. Narrated by vocalist Nicolas Bearde, the Jazz – The Story project constitutes simultaneously a moving evocation of jazz`s extraordinary legacy and an eloquent reinterpretation of its musical heritage, performed by a group of talented musicians now touring in Europe after the debut, in January, in the New York jazz club Birdland. Guimarães is one of the destinies of this tour, and Guimarães Jazz one of the festivals chosen to present this dignifying synthesis of the history of one the most outstanding and prolific artistic manifestations of contemporaneity – jazz.

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Vincent Herring saxofone alto, soprano, flauta, clarinete, direção musical
Jon Faddis trompete
Jeremy Pelt trompete 
Eric Alexander saxofone tenor 
James Carter saxofone tenor, saxofone barítono, flauta, clarinete
Wycliffe Gordon trombone, shells
Mike LeDonne piano
Kenny Davis contrabaixo, baixo elétrico 
Carl Allen bateria
Nicolas Bearde voz, narração
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Maiores de 12
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De descendência haitiana, embora nascido nos Estados Unidos da América, Andrew Cyrille (n. 1939) é atualmente considerado um dos mais influentes bateristas do jazz contemporâneo.
Associado às correntes mais vanguardistas do jazz das décadas de sessenta e setenta do século passado, Cyrille é sobretudo conhecido pela colaboração com o incontornável Cecil Taylor, provavelmente o pianista mais importante do free jazz norte-americano. No entanto, uma análise do percurso do baterista, tanto enquanto líder de formação como sideman, permite-nos concluir que estamos perante um músico de grande visão artística e detentor de uma linguagem e estilo pessoais que lhe permitiram desenvolver um trabalho musical de enorme abrangência e solidez artística, a solo ou acompanhado por alguns dos mais relevantes músicos contemporâneos, tais como Walt Dickerson, Butch Morris e Bill Frisell, além do já mencionado Cecil Taylor. A carreira de Andrew Cyrille foi recentemente, após alguns anos de semiobscuridade e relativo esquecimento, objeto de um processo de reabilitação por parte da crítica e do público especializado do jazz, em grande parte devido ao álbum “The Declaration of Musical Independence”, editado em 2016 pela reputada ECM e gravado por uma formação de músicos notáveis na qual se inclui o pioneiro da eletrónica Richard Teitelbaum, o contrabaixista Ben Street e o guitarrista Bill Frisell (que, no entanto, será substituído por Ben Monder no concerto que apresentamos no Guimarães Jazz). Neste trabalho, o qual constituirá o tema principal deste espetáculo, Cyrille, um baterista com uma linguagem impressionista e textural, desenvolve uma música situada num ponto intermédio entre a música escrita e a improvisação, na qual são exploradas as dimensões atmosféricas e evocativas das composições, as quais são sublinhadas pela capacidade interpretativa dos extraordinários instrumentistas que o acompanham. 
 
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Born in the United States of America and of Haitian descent, Andrew Cyrille (b. 1939) is considered one of the most influential drummers of contemporary jazz.

Often associated with the avant-garde jazz trends of the sixties and the seventies of the twentieth century, Cyrille has gained wide recognition due to his collaboration with Cecil Taylor, probably the most important pianist of North-American free jazz. However, a careful analysis of the drummer`s career, both as leader as well as sideman, leads us to the conclusion that Cyrille, besides being a great free jazz drummer, is also a musician with an unique artistic vision and with a personal style of playing and composing which allowed him to build a body of work of great consistency, as soloist and alongside with some of the most relevant musicians of contemporary jazz, such as Walt Dickerson, Butch Morris and Bill Frisell, besides the aforementioned Cecil Taylor. After several years of relative obscurity, Andrew Cyrille`s career has recently experienced a kind of rebirth, and the drummer was rescued from forgetfulness due to his critically acclaimed album “The Declaration of Musical Independence”, released in 2016 by the prestigious record label ECM and recorded by a remarkable set of musicians featuring electronic music pioneer Richard Teitelbaum, bassist Ben Street and guitarist Bill Frisell (who, in Guimarães Jazz 2017 edition, will be replaced by Ben Monder). In this album, which will be the main focus of this concert, Cyrille, a drummer of an impressionistic and textural musical language, develops a music somewhere between written composition and improvisation, punctuated by the extraordinary interpretative capacities of the instrumentalists who accompany him.

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Andrew Cyrille bateria
Richard Teitelbaum sintetizador, piano 
Ben Street contrabaixo
Ben Monder guitarra
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Formado por três talentosos instrumentistas suíços com um percurso relevante nas áreas do jazz e da música clássica, o trio VEIN apresentar-se-á no Guimarães Jazz acompanhado de Rick Margitza, versátil e prolífico saxofonista norte-americano que, ao longo da sua carreira, colaborou com nomes fundamentais do jazz, tais como Miles Davis, Chick Corea, Maria Schneider e Martial Solal, entre outros.
Praticante de uma música intimista e vinculada ao cânone tradicional do jazz e com influências da música clássica, este trio foi fundado em 2006 e manteve desde então uma atividade regular, tanto em termos de registos discográficos como em atuações ao vivo, tendo marcado presença em alguns dos mais prestigiados festivais de jazz europeus. Para além do trabalho composicional dos seus membros, o grupo tem desenvolvido algumas parcerias de longo curso com músicos como os improvisadores Dave Liebman e Greg Osby, e é neste método criativo que se pode também enquadrar a colaboração com Rick Margitza. Caracterizada sobretudo pela subtileza melódica e rítmica e pela precisão e clareza das suas composições, a música do trio encontra no saxofone tenor de Rick Margitza, à semelhança do que acontece na colaboração com o também saxofonista Dave Liebman, um veículo de expansão sonora, permitindo-lhe explorar matizes e intensidades emocionais habitualmente menos presentes no som do grupo. O tom impressionista que marca habitualmente a música dos VEIN é, portanto, reconfigurado pela capacidade expressiva de Margitza, um improvisador experimentado e de grande capacidade técnica, sendo portanto legítimo esperar deste concerto uma música que à sofisticação do jazz de sensibilidade europeia do grupo suíço alia a pulsação do grande jazz da tradição norte-americana.
 
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ASSINATURA GERAL
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Formed by three highly-educated Swiss musicians with a solid career in jazz and in classical music, the trio VEIN will perform in Guimarães alongside with Rick Margitza, a versatile and prolific North-American saxophonist who has collaborated with great jazz artists, such as Miles Davis, Chic Corea, Maria Schneider and Martial Solal, among others.
VEIN, a trio interested in exploring the classical jazz canon through an intimate music influenced by classical music, was founded in 2006, and since then has sustained a regular activity, recording and performing live in some of the most reputed European jazz festivals. Besides working on their own original compositions, the group has established long-term artistic partnerships with improvisers Dave Liebman and Greg Osby, and the collaboration with Rick Margitza appears in the context of this working method. Recognizable by its melodic and rhythmic subtlety, and by the precision and rigor of its compositions, VEIN`s music uses Rick Margitza`s tenor saxophone sound as a vehicle of sound expansion and as a mean of exploring emotional shades and intensities which are usually absent of the group`s music. The impressionist tone of VEIN`s compositions is therefore reconfigured by the expressive abilities of Margitza, an experienced improviser of remarkable technical ability. In that sense, in Guimarães Jazz it is legitimate to expect from this concert a music which allies the sophisticated jazz of European sensibility to the vibrant pulse of the jazz of North-American tradition. 
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Michael Arbenz piano
Thomas Lähns contrabaixo
Florian Arbenz bateria
Rick Margitza saxofone tenor
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Maiores de 12
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Fundada em 2003 pelo contrabaixista e compositor Moppa Elliott, a banda Mostly Other People Do The Killing tem vindo a afirmar-se progressivamente como um dos mais desafiantes projetos da cena jazzística contemporânea.
Originalmente um quarteto, desta formação fez parte, desde o seu início, o multifacetado trompetista Peter Evans, que, no entanto, abandonou a banda em 2014. Esta mudança conduziu a uma reconversão do quarteto em septeto após a integração de quatro novos instrumentistas, entre os quais o Steve Bernstein, que fez parte dos Lounge Lizards, a banda seminal de John Lurie cuja abordagem pós-moderna do jazz constitui uma das grandes inspirações da banda nova-iorquina, que se apresenta pela primeira vez em Portugal neste seu novo formato. No Guimarães Jazz, os Mostly Other People Do The Killing, coletivo de instrumentistas sofisticados e de notáveis recursos técnicos, formado por Moppa Elliott, Jon Irabagon, Kevin Shea e Steven Bernstein, pelo pianista Ron Stabinsky, o guitarrista Brandon Seabrook e o trombonista Dave Taylor, irão apresentar o seu mais recente álbum, Loafer`s Hollow, editado em fevereiro deste ano. Neste trabalho, Moppa Elliott, o compositor principal da banda nova-iorquina, prossegue a sua exploração de uma música simultaneamente angular e fluida, composta de sistemas multi-referenciais, inspirados nas técnicas literárias dos escritores a quem algumas das peças são dedicadas (entre eles, Thomas Pynchon e David Foster Wallace), usando-os de modo a permitir uma livre digressão por diversos idiomas e estilos jazzísticos sem que a música não soe nunca formulaica ou formalista, mas antes inovadora e desafiante.
 
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70,00 eur (acesso a todos os concertos) | COMPRAR
 
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40,00 eur (acesso aos concertos de 08 a 12 de novembro) | COMPRAR
 
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30,00 eur (acesso aos concertos de 16 a 18 de novembro) | COMPRAR
Founded in 2003 by bassist and composer Moppa Elliott, the band Mostly Other People Do The Killing is considered one of the most defying projects of the contemporary jazz scene.
Originally a quartet, this formation included in its first incarnation the multifaceted trumpeter Peter Evans, who left the group in 2014. This incident led to the conversion of the quartet into a septet, with the addition of four new musicians to the band, among whom the renowned trumpeter Steve Bernstein, who was a member of the Lounge Lizards, John Lurie`s influential band whose post-modern approach to jazz is one of the great inspirations of Moppa Elliott`s band, which will perform for the first time in Portugal as a septet. In Guimarães Jazz, the band Mostly Other People Do The Killing, a collective formed by sophisticated instrumentalists of remarkable technique, featuring the aforementioned musicians Moppa Elliott, Jan Irabagon, Kevin Shea and Steve Bernstein, as well as pianist Ron Stabinsky, guitarist Brandon Seabrook and trombonist Dave Taylor, will present their most recent album, Loafer`s Hollow, released in February 2017. In this work, Moppa Elliott, the main composer of the group, explores a music that is simultaneously angular and fluid, based on multi-referential systems inspired by the literary techniques used the writers to whom some of the pieces are dedicated (namely, Thomas Pynchon and David Foster Wallace) in order to pursue free digressions through several different musical languages and styles, therefore creating a music which is never sounds formulaic or formalist, but rather innovative and defying.
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Moppa Elliott contrabaixo
Steven Bernstein trompete, slide trompete
Dave Taylor trombone, trombone baixo
Jon Irabagon saxofones tenor e soprano 
Ron Stabinsky piano, sintetizador 
Brandon Seabrook guitarra, banjo, eletrónicas
Kevin Shea bateria
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A vertente pedagógica do Guimarães Jazz é uma das dimensões mais importantes do festival, e este projeto de direção da big band e do ensemble de cordas da ESMAE, atualmente uma das mais prestigiadas instituições académicas especializadas no ensino da música em Portugal, constitui, a par com as oficinas de jazz, um dos eixos estruturantes dessa vocação formativa.
Iniciada, nos moldes atuais, em 2012, esta parceria mantém este ano a sua proposta de residência e trabalho de colaboração entre os alunos da ESMAE e o compositor designado para os dirigir, papel que este ano será assumido pelo saxofonista Jeff Lederer, um músico bem conhecido do Guimarães Jazz, e pela vocalista nova-iorquina Mary LaRose. Assim sendo, o Guimarães Jazz voltará a proporcionar a um grupo de jovens músicos (de jazz e de música clássica) uma experiência profissional de elevada exigência, colocando-os em contacto com os métodos de criação musical de dois músicos reputados da cena jazzística nova-iorquina da atualidade, com uma relevante atividade na direção orquestral.
 
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Guimarães Jazz`s educational activities are one of the festival`s most important dimensions and the project with the big band and the string ensemble of ESMAE, currently one of Portugal`s most prestigious jazz schools, is, in parallel with the workshops, one of the main axis of that pedagogical vocation.

This partnership, which began in 2012, continues to propose a residency and collaboration between ESMAE`s students and the composer invited to direct them, a role that, in 2017, will be assumed by the saxophonist Jeff Lederer, a well-known musician of the festival`s audience, and by New York based vocalist Mary LaRose. Therefore, Guimarães Jazz will provide again to a group of young musicians a highly demanding creative and professional experience, by putting them in contact with the methods of musical composition practiced by two of the most reputed musicians of New York`s jazz scene, with a relevant experience directing large jazz ensembles.

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Jeff Lederer e Mary LaRose direção musical
Big Band e Ensemble de Cordas da ESMAE
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Maiores de 12
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LOCAL Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade
No contexto da parceria entre o festival Guimarães Jazz e a associação Porta-Jazz, surge este projeto de cruzamento música-teatro: uma relação milenar que, estabelecendo-se segundo múltiplas lógicas, é central à prática performativa.
Durante uma semana de residência artística, o dramaturgo Jorge Louraço Figueira escreve um texto e a atriz Catarina Lacerda interpreta-o, em colaboração com um quarteto liderado por Nuno Trocado (guitarra), com Tom Ward (saxofones, flauta, clarinete baixo), Sérgio Tavares (contrabaixo) e Acácio Salero (bateria). O assunto central da residência é a exploração dos caminhos do som e da palavra, no confronto entre contribuições pré-definidas e improvisadas, com vista à conjugação, coletiva e coerente, das várias propostas individuais. Tudo sob o signo do jazz – que vive, ele próprio, da conjugação coletiva e coerente de várias propostas individuais.
 
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This year`s edition of the partnership between Guimarães Jazz and the association Porta-Jazz is based on the intersection between music and theatre: an old relationship which, although following many different paths, is essential to performative arts.
During a week of artistic residency, playwright Jorge Louraço Figueira will write a text and actress Catarina Lacerda will perform it in collaboration with a quartet led by Nuno Trocado (guitar) and featuring musicians Tom Ward (saxophones, flute, bass clarinet), Sérgio Tavares (bass) and Acácio Salero (drums). The main theme of the residency is the relation between sound and word, confronting both pre-determined as well as improvised contributions in order to collectively conjugate all the individual inputs in a coherent way. The main guideline is jazz – a style of music which, in its purer form, is nothing more than attempt to conjugate different inputs into a musically coherent way.
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Nuno Trocado guitarra
Tom Ward saxofones, flauta, clarinete baixo
Sérgio Tavares contrabaixo
Acácio Salero bateria
Jorge Louraço Figueira dramaturgia
Catarina Lacerda interpretação
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A edição do Guimarães Jazz 2017 testemunhará o regresso do saxofonista norueguês Jan Garbarek (n. 1947, Noruega), considerado um dos mais distintivos representantes do chamado “som ECM”, relativo à prestigiada editora com o mesmo nome.
Com uma longa carreira de quase cinquenta anos, não apenas no jazz mas também no campo da música clássica e da world music, Garbarek é hoje consensualmente reconhecido como um nome incontornável da música contemporânea, enquanto compositor e como membro de formações marcantes das últimas décadas, ao lado de eminentes figuras do jazz como Keith Jarrett, Ralph Towner, John Abercrombie, Kenny Wheeler ou Charlie Haden, entre outros. A aproximação de Jan Garbarek aos territórios da world music, motivada pela ambição do saxofonista de expansão dos horizontes da sua música, tornou-se progressivamente mais profunda com o passar do tempo, tendo dado a origem a relações de cumplicidade artística com diversos músicos não-ocidentais, praticantes de uma música firmemente ancorada nas raízes da sua tradição cultural e musical. É esse o caso deste quarteto que apresentamos no Guimarães Jazz, o qual inclui, para além do próprio Garbarek e alguns dos seus habituais colaboradores, nomeadamente o contrabaixista Yuri Daniel (músico com uma conhecida ligação a Portugal), o teclista Rainer Brüninghaus e o virtuoso percussionista indiano Trilok Gurtu. Instrumentista de notáveis recursos técnicos, Trilok Gurtu colaborou ao longo dos anos com uma lista impressionante de nomes incontornáveis do jazz, como Don Cherry, Joe Zawinul, Dave Holland, Pharoah Sanders ou John McLaughlin, bem como de outras latitudes musicais, como o rock, a pop, a música eletrónica e a world music, entre os quais Youssou N`Dour, Salif Keita, Cesária Évora, Bill Laswell, Gilberto Gil, entre muitos outros. A sensibilidade musical de Jan Garbarek, centrada numa abordagem textural e abstratizante do jazz, encontra neste quarteto um ponto de confluência de linguagens capaz de criar uma música evocativa e expansiva, desenvolvida a partir de um diálogo aberto e sem fronteiras entre sons e idiomas culturais, e que constituirá, sem dúvida, um dos pontos altos desta edição do Guimarães Jazz.
 
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In 2017, Guimarães Jazz`s audience will witness the return to the festival of Norwegian saxophonist Jan Garbarek (b. 1947, Norway), considered one of the most distinguished representatives of the so-called “ECM sound”.
A musician with a career of almost fifty years in jazz and also in the fields of classical and world music, Garbarek is nowadays a leading figure in contemporary music, both as composer as well as member of influential groups of the last decades, alongside with other prominent jazz musicians such as Keith Jarrett, Ralph Towner, John Abercrombie, Kenny Wheeler or Charlie Haden, among others. Garbarek`s approximation to world music, propelled by his ambition of expanding the horizons of his own music, became more and more intense with time and was materialized through several relationships of artistic complicity with non-occidental musicians, practitioners of a music rooted in their specific cultural and musical backgrounds. Such is the case of the quartet we present in Guimarães Jazz, formed by three of Garbarek`s usual collaborators, namely bassist Yuri Daniel (musician with a well-known connection with Portugal), pianist Rainer Brüninghaus and virtuoso Indian percussionist Trilok Gurtu. A musician of remarkable technical abilities, Gurtu has collaborated throughout his career with an impressive list of jazz luminaries, such as Don Cherry, Joe Zawinul, Dave Holland, Pharoah Sanders or John McLaughlin, as well as with musicians of other musical latitudes (rock, pop, electronic music or world music), among whom Youssoun N`Dour, Salif Keita, Cesária Évora, Bill Laswell, Gilbert Gil and many others. Jan Garbarek`s musical sensibility, focused on a textural and abstract approach to jazz, finds in this quartet a confluence point of multiple musical languages, capable of creating an evocative and expansive music based on an open and borderless dialogue between sounds and cultural idioms.
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Jan Garbarek saxofone
Trilok Gurtu bateria e percussão
Rainer Brüninghaus teclados, piano 
Yuri Daniel contrabaixo
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Baterista de grande sensibilidade melódica e compositora talentosa com uma linguagem livre e flexível, próxima das correntes da improvisação, Allison Miller é uma das mais proeminentes figuras da cena jazzística nova-iorquina da última década.
A par de uma intensa atividade enquanto colaboradora de prestigiados músicos contemporâneos, tais como Ani DiFranco, Natalie Merchant, Ben Goldberg e Marty Ehrlich, entre outros, Miller apresenta já um relevante currículo enquanto líder, sobretudo no contexto do grupo Boom Tic Boom, com o qual atuará na edição deste ano do Guimarães Jazz. A estreia discográfica dos Boom Tic Boom deu-se com o álbum homónimo, editado em 2010 e composto quase exclusivamente por composições originais de Allison Miller. Posteriormente, a banda lançou um segundo registo de estúdio (No Morphine, No Lilies, de 2013), com a mesma formação original mas agora contando também com a participação de alguns músicos notáveis como o trompetista Steve Bernstein e o violoncelista Erik Friedlander, no qual se nota uma maior ambição orquestral. Em 2016, foi publicado o álbum Otis Was a Polar Bear, o qual constituirá o foco principal de atenção do concerto que o grupo protagonizará no Guimarães Jazz, onde Allison Miller se apresentará acompanhada de Myra Melford, do contrabaixista israelita Haggai Cohen (em substituição do contrabaixista original, Todd Sickafoose) do violinista Charles Burnham (em substituição de Jenny Scheinman) e dos dois mais recentes membros desta formação: o cornetista Kirk Knuffke e o clarinetista Ben Goldberg, dois dos mais extraordinários instrumentistas do jazz atual. Desta formação, composta por notáveis músicos, é legítimo esperar uma música vital e pulsante na qual as composições de Miller e a improvisação confluem harmoniosamente e desafiam os limites das convenções modernas sobre o que é ou o que pode ser o jazz hoje, no instável território da modernidade.
 
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A drummer of great melodic sensibility and a talented composer with a versatile style close to improvised music trends, Allison Miller is one the most highlighted musicians from New York`s jazz scene of the last decade.
In parallel to an intense activity as collaborator of many renowned contemporary musicians, such as Ani DiFranco, Natalie Merchant, Ben Goldberg and Marty Ehrlicht, among others, Miller also has a relevant career as leader, mainly in the context of the group Boom Tic Boom, with whom she will perform in this year`s edition of Guimarães Jazz.
Boom Tic Boom`s debut studio album, released in 2010 and properly entitled Boom Tic Boom, was almost exclusively devoted to Miller`s original compositions. No Morphine, No Lilies (2013), the band`s second album, consisted in a more ambitious effort in terms of arrangements and instrumentation, and was recorded with a larger ensemble featuring, besides its original members, the participation of some remarkable musicians such as trumpeter Steve Bernstein and cellist Erik Friedlander. In 2016, Boom Tic Boom released the work Otis Was a Polar Bear, which will be the main focus of the concert we will present at Guimarães Jazz and where Allison Miller will be accompanied by Myra Melford, Israeli bassist Haggai Cohen (replacing the group’s original bassist Todd Sickafoose), violinist Charles Burnham (replacing Jenny Scheinman) and two of its most recent effective band members: cornetist Kirk Knuffke and clarinetist Ben Goldberg. Formed by remarkable instrumentalists, this group will certainly play a vibrant and pulsating music, based simultaneously on Miller’s compositions and on improvisation, a music which defies the limits of the modern conventions about what jazz is or can be within the unstable territory of modernity.
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Allison Miller bateria 
Myra Melford piano
Haggai Cohen contrabaixo
Charles Burnham violino
Kirk Knuffke corneta
Ben Goldberg clarinete
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A formação que terá, na edição de 2017 do Guimarães Jazz, a responsabilidade de conduzir as jam sessions e as oficinas de jazz será liderada pelo saxofonista Jeff Lederer, o qual já atuou por diversas ocasiões no festival, integrado em diferentes grupos, e pelo trombonista Joe Fiedler, dois dos mais interessantes músicos da atual cena jazzística norte-americana.
Os jovens instrumentistas que participarão nas oficinas e nas jam sessions terão, assim, a oportunidade, de usufruir uma experiência de trabalho criativo com músicos de elevada qualidade técnica envolvidos num dos contextos mais fervilhantes da criação jazzística contemporânea. Como é habitual, além das atividades formativas, este grupo realizará uma atuação ao vivo integrado no programa de grandes concertos do Guimarães Jazz.
 
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The group that, in this year`s edition of Guimarães Jazz, will have the responsibility of conducting the jam sessions and the workshops is led by saxophonist Jeff Lederer, who in the past played at the festival for more than occasion, and by trombonist Joe Fiedler, two of the most interesting musicians from the New York jazz scene.
Both the audience and the students who will participate in the workshops and the jam sessions will therefore have the opportunity to work with highly-educated musicians representing one of the most defying contexts of contemporary jazz. As usual, besides its educational activities, the group will also perform in concert.
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Jeff Lederer saxofone, clarinete
Joe Fiedler trombone
Mary LaRose voz
George Schuller bateria
Nick Dunston contrabaixo
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Maiores de 12
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O Guimarães Jazz encerrará a sua edição de 2017 com a estreia em Portugal de um dos mais inventivos e originais projetos de big band da atualidade: a Secret Society, um ensemble de dezoito músicos liderado por Darcy James Argue, um compositor jovem e idiossincrático, com uma singular visão musical e artística, que se tem afirmado como um dos valores emergentes do jazz contemporâneo.
As composições complexas e multidimensionais de Darcy James Argue revelam um conhecimento profundo das big bands da “era dourada” do jazz e dos seus métodos de construção melódica e rítmica, que em Real Enemies é atualizado por uma miríade de influências e contaminações estéticas – desde o pós-rock e o funk até à música minimal contemporânea, do cinema político norte-americano ao escritor William S. Burroughs, de Duke Ellington a Philip Glass. Nesse sentido, pode dizer-se que a multi-referencialidade é um dos traços distintivos da música deste compositor, na qual é desenvolvida uma linguagem composicional própria que, sendo percecionada como um detonador de associações entre elementos diferentes musicais e discursivos, parece emular as estratégias criativas usadas na colagem, no caso da arte, ou da montagem, no cinema. Intensamente imaginativas, as composições de Real Enemies revelam-nos estarmos perante um compositor inquieto e vigilante, determinado a compor música comprometida com o presente da sociedade e da arte, e isso apenas bastaria para atestar a sua pertinência. No entanto, a superlativa qualidade das composições de Darcy James Argue elevam este seu projeto ao patamar da excelência artística, que o Guimarães Jazz terá o privilégio de testemunhar.
 
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Guimarães Jazz will close its 2017 edition with one of the most inventive and original big bands of the twenty-first century, which will be playing in Portugal for the first time: the Secret Society, an ensemble of eighteen musicians led by Darcy James Argue, a young and idiosyncratic composer of an unique musical and artistic vision, who has established himself as one of the most promising names of contemporary jazz.
Darcy James Argue`s complex and multidimensional compositions are indicative of the composer`s deep knowledge of the big bands of the “golden age” of jazz and of its methods of melodic and rhythmic composition, which in Real Enemies are reconfigured through a myriad of musical influences and aesthetical contaminations – from post-rock to funk and minimal music, from the political cinema of the seventies to William S. Burrroughs, from Duke Ellington to Philip Glass. In that sense, one may be allowed to say that one of the most distinctive features of the composer`s music is its multireferentiality, in the sense that Argue`s compositions are perceived as a trigger of links and associations between different musical and textual elements, therefore emulating the creative strategies of collage and montage.
Widely imaginative, disquiet and vigilant, Darcy James Argue is a composer determined to create art committed to the here and now, and that only would suffice to prove its relevance. However, the exceptional musical quality of Darcy James Argue musical work also contributes to enhance this project to the level of artistic excellence.
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Durante o mês de novembro, Guimarães vive ao ritmo do jazz.
Nestas animações musicais, o jazz surge em contextos quotidianos menos previsíveis, procurando envolver a população naquele que é o principal festival da cidade. A música também visita as escolas e vai ao encontro de todos aqueles que queiram desfrutar do festival. Porque o Guimarães Jazz é de todos e para todos.
During the month of November, life in Guimarães will be sprinkled and spiced with the sounds of jazz rhythms.
In these entertaining moments, jazz will emerge in the most unpredictable daily contexts in an attempt to involve the population of Guimarães in its main music festival. Schools will be filled with music, and music will seek out those who want to be reached by the Festival. This is because Guimarães Jazz is for everyone and by everyone. 
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Todas as idades

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2,50 EUR
(Café Concerto do CCVF)
As jam sessions conferem ao Guimarães Jazz uma das suas facetas identificadoras.
A sua componente de improvisação revela o lado mais informal do jazz, permitindo que o público menos conhecedor desta música a possa ouvir num ambiente mais direto e próximo dos músicos. Este ano, as jam sessions no Café Concerto do CCVF e na Associação Cultural Convívio serão lideradas pelo saxofonista Jeff Lederer e pelo trombonista Joe Fiedler, dois dos mais interessantes músicos da atual cena jazzística norte-americana. Da formação fazem ainda parte a vocalista nova-iorquina Mary LaRose, o conceituado baterista e compositor com uma já longa e prolífica carreira na música, George Schuller, e o jovem contrabaixista norte-americano Nick Dunston.
 
QUINTA 09 A SÁBADO 11
CCVF / Café Concerto | 24h00-02h00
 
QUINTA 16 A SÁBADO 18
Convívio Associação Cultural | 24h00-02h00

 

The jam sessions at Guimarães Jazz represent one of the Festival`s most identity-giving aspects.
This improvisational component reveals jazz`s more informal side, allowing the audience that is perhaps less familiar with the music the chance to enjoy a more direct and closer environment with the musicians. This year, the jam sessions at the CCVF Café Concerto will be conducted by saxophonist Jeff Lederer and trombonist Joe Fiedler, two of the most interesting performers on the American jazz scene. Rounding out the group will be New York native Mary LaRose on vocals, the celebrated drummer and composer recognized for his long and prolific career, George Schuller on percussion, and finally on bass, the young and talented Nick Dunston.
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Jeff Lederer saxofone, clarinete
Joe Fiedler trombone
Mary LaRose voz
George Schuller bateria
Nick Dunston contrabaixo 
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As oficinas de jazz são uma experiência única de trabalho criativo com músicos de elevada qualidade técnica, envolvidos num dos contextos mais fervilhantes da criação jazzística contemporânea.
Tal como as jam sessions, são dirigidas pelos músicos residentes que se deslocam propositadamente dos EUA a convite do festival, fixando-se em Guimarães durante duas semanas. Este ano, as oficinas de jazz serão orientadas por Jeff Lederer, saxofonista e clarinetista inovador e heterodoxo, e Joe Fiedler, um dos mais conceituados trombonistas norte-americanos da atualidade, com uma impressionante carreira de mais de vinte anos. Jeff Lederer e Joe Fiedler vão estar acompanhados pela vocalista nova-iorquina Mary LaRose, pelo jovem contrabaixista Nick Dunston e pelo consagrado baterista e compositor George Schuller.
 
Datas 13 a 17 novembro
Horário 14h30-17h30
Local Centro Cultural Vila Flor
Data limite de inscrição 08 novembro
Nº máximo de participantes 25
Inscrição gratuita (sujeita ao pagamento de uma caução no valor de 25,00 euros que será reembolsada caso o participante esteja presente em pelo menos 80% da atividade ou em caso de desistência até ao dia 09 de novembro)
 
As inscrições poderão ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor ou através do preenchimento do formulário de inscrição disponível neste site. As inscrições só serão consideradas válidas após efetuado o pagamento da respetiva caução, sendo aceites por ordem de pagamento até ao limite dos lugares disponíveis. O pagamento da caução poderá ser feito em numerário no Centro Cultural Vila Flor ou através de cheque/vale postal enviado por correio à ordem de “A Oficina, CIPRL”, até à data limite de inscrição, sendo o valor reembolsado caso o participante esteja presente em pelo menos 80% da atividade ou em caso de desistência até ao dia 09 de novembro.
The jazz workshops are unique opportunities to experience creative collaboration with highly skilled musicians in one of the most exciting contexts in the contemporary jazz scene.
As with the jam sessions, these workshops will be led by the musicians in residence who have travelled from the United States specifically on the invitation of Festival, staying in Guimarães for two weeks. This year, the workshops will be given by Jeff Lederer, innovator on the saxophone and clarinet as well as heterodox, and Joe Fiedler, one of today`s most prominent trombone performers in the US, with an impressive career spanning more than 20 years. Jeff Lederer and Joe Fiedler will be joined by vocalist and New York native Mary LaRose, by the young bass player Nick Dunston, and by renowned drummer and composer George Schuller. 
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Ana não é uma mulher. É antes o projeto a solo de Gabriel Salgado, que foi buscar o nome a um prefixo de origem grega que significa repetição.
O termo, que começa por causar estranheza, serve afinal de sumário eficaz para explicar este projeto construído à volta de uma guitarra dedilhada em camadas sucessivas com a ajuda de uma loop station. Ana é música de loops,
na esteira de outro projeto vimaranense, Gobi Bear, de Diogo Alves Pinto, de quem Gabriel Salgado é amigo há longos anos. Foi Gobi Bear também o principal instigador da primeira incursão de Ana pelo estúdio, no final do ano passado. Desse processo acabou por resultar Abril, o seu EP de estreia. O registo de três canções, editado em Janeiro, servia sobretudo de retrato do quotidiano do seu criador. Um ano intenso de concertos, ensaios e exposição pública fizeram no crescer. E o primeiro LP, cuja edição está prevista para o último trimestre deste ano, promete mostrá-lo mais maduro e reflexivo.
Ana is not a woman. Rather, Ana is the brainchild of Gabriel Salgado, who has named his solo project after the prefix in Greek which means ´repetition`.
The name, which at first seems odd, in the end turns out to be quite the succinct way to explain how the music is constructed in successive layers of deftly-fingered classical guitar superimposed via a loop station. Ana is music done in loops, akin to yet another local Guimarães musician, Gobi Bear, the alter-ego of Diogo Alves Pinto, a long-time friend of Gabriel Salgado`s. It was also Gobi Bear who encouraged Ana to try his first studio recordings at the end of last year,
which resulted in Abril, Ana`s debut EP. The three songs recorded and released in January served above all to paint a portrait of the musician`s daily life. An intense year of concerts, rehearsals, and exposure to the public helped Ana to grow. And the first LP, slated for release at the end of the year, promises to show a more mature and reflective artist.
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Gabriel Salgado guitarra clássica, loops, efeitos
Diogo Alves Pinto sintetizadores
Maiores de 12
Entrada livre
Ao longo de toda a sua vida, Raimundo Fernandes colecionou centenas de objetos ligados a Guimarães e à sua região.
Acumulou moedas, pintura, escultura, fotografia, medalhística e demais artefactos de temática vimaranense, com especial incidência na figura de Afonso Henriques. Este é o momento em que o espólio de Raimundo Fernandes – ou melhor, parte dele – se mostra e partilha nesta mesma forma e condição, um gabinete de curiosidades onde cabe Guimarães, em si e no mundo, uma causa persistente, obsessiva e memorialista: um atlas de todas as coisas Guimarães
 
Inauguração da Exposição
Sábado, 04 de novembro, às 16h00
Throughout his life, Raimundo Fernandes has amassed hundreds of objects associated with Guimarães and its regions.

His collection features coins, paintings, sculptures, photography, medals and many other artefacts on the theme of Guimarães, with a keen interest in the figure of Portugal`s first king, Afonso Henriques. This is the moment in which the collection begun by Raimundo Fernandes – or better said, an integral part of him – will be presented in the form of a ´curiosity cabinet` where Guimarães fits snugly, shared with you and the world, and highlighting his continuing memory-based obsession: an atlas of all things Guimarães.

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Todas as idades
Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
Nascido em Guimarães em 1943, Raimundo Fernandes, profissional do sector têxtil, é um colecionador de referência de Guimarães.
Em dia de inauguração do “Memento – Raimundo Fernandes, Um Colecionador de Guimarães” – que melhor Guia de Visita que não o próprio colecionador: da exposição Território e Comunidade para o seu próprio (e espantoso) gabinete de curiosidades, Raimundo Fernandes partilha e explica as suas memórias de colecionador e vimaranensista. 
Born in Guimarães in 1943, textile worker Raimundo Fernandes is a prominent collector in Guimarães.

On the day which inaugurates the exhibition entitled “Memento – Raimundo Fernandes, A Collector of Guimarães” there is no better leader for this month`s Guided Tour than the man himself. From the exhibition Território e Comunidade (“Territory and Community”) to his very own (and amazing) Curiosity Cabinet, Raimundo Fernandes will share and explain his memories, ones of a collector and authority on the City of Guimarães.

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Todas as idades
COMPRAR BILHETES
7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Concebido e dirigido pela encenadora Raquel Castro, “O Olhar de Milhões” é um dos espetáculos resultantes do programa de estímulo à criação artística nas áreas do teatro e da dança promovido pela Rede 5 Sentidos, de que o Centro Cultural Vila Flor é membro.
É o maior cruzeiro do mundo e está prestes a levantar âncora em direção ao infinito azul. Desenganem-se aqueles que pensam que se trata apenas de mais um navio de cruzeiro. As caraterísticas do Olhar de Milhões conferem-lhe o estatuto de um mega resort flutuante – o maior da Europa – e o único capaz de proporcionar a derradeira experiência, ilimitada e total. Para além das aclamadas atrações Ultimate Abyss, Fetiche Arena, Wind Tunnel, Chemical Enhanced Racing, Mummy`s Milk Shot, Full Communication Zone, há novidades para todos os perfis, a não perder. Porque só se vive uma vez.
Written and directed by theatre director Raquel Castro, “O Olhar de Milhões” (“The Gaze of Millions”) is a show resulting from the Rede 5 Sentidos program of promoting and stimulating artistic creation in the fields of theatre and dance, of which the Vila Flor Cultural Center is a member.

The largest cruise ship in the world is about to raise anchor and head off into the blue horizon. You would be wrong if you thought that this was just another ordinary cruise ship. The features of the Olhar de Milhões afford it the status of a type of floating mega-resort – the largest in Europe – and the only one able to provide the ultimate total experience without limits. Beyond the acclaimed attractions of Ultimate Abyss, Fetish Arena, Wind Tunnel, Chemical Enhanced Racing, Mummy`s Milk Shot, and Full Communication Zone, there are novelties for all profiles, and not to be missed. Because you only live once. 

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Criação e Direção Artística Raquel Castro
Texto Joana Bértholo a partir de improvisações dos intérpretes
Interpretação Anaisa Lopes, David Marques, João Villas Boas, Marco da Silva Ferreira e Teresa Coutinho
Assistência à Criação Filipa Matta
Apoio Teórico Ana Bigotte Vieira
Desenho de Luz Rui Monteiro
Cenografia José Capela
Sonoplastia e Música Original Miguel Mendes
Produção Barba Azul
Produção Executiva Vítor Alves Brotas
Coprodução Rede 5 Sentidos - Teatro Viriato, Teatro da Guarda, Maria Matos Teatro Municipal, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Virgínia, Centro de Artes de Ovar, Teatro Académico Gil Vicente, Teatro Micaelense, Teatro Nacional de São João, Teatro Municipal do Porto, O Espaço do Tempo
Espetáculo apoiado por República Portuguesa Cultura / Direção-Geral das Artes
Maiores de 16

 

 

Atividade gratuita*
com limite de participação condicionada ao espaço existente
Deixamos para trás as memórias da Revolução Industrial do século XIX e as lembranças mais recentes do Estado Novo – e a sua relação com a indústria – para embarcarmos numa nova etapa do Ciclo de Conversas sobre a Têxtil. Chegamos ao tempo em que a ciência e a técnica penetram naturalmente na indústria.

Socialmente, a cultura científica e tecnológica, bem como a sensibilização para a ciência são ainda insuficientes. Num mundo em transformação política e económica, a queda de muros, o mercado global e o aparecimento de novas moedas transformou um paradigma com décadas de existência. E a mudança repercutiu-se numa crise sem paralelo. É o tempo dos paradoxos: as grandes fábricas encerram, milhares de operários ficam desempregados, inicia-se o processo de desindustrialização e desmantelamento. Uma parte da história começa a apagar-se da memória daqueles que a viveram. Ao mesmo tempo, surgem as novas universidades e o mundo parece oferecer oportunidades de mudança com a ciência e a tecnologia no centro da nova era. Nesta sessão vamos tentar perceber como a indústria têxtil se tornou uma espécie de Fénix.

 
We have left behind the memories of the 19th century Industrial Revolution and the more recent recollections from the Estado Novo period – and its relationship with industry – to address a new era in our cycle of talks on the textile industry. Thus, we have arrived at a time in which science and technical aspects have made their way quite naturally into the industry.

Socially speaking, the scientific and technological culture, along with general sensitization to scientific pursuits, have shown themselves to be lacking. In a world in political and economic transformation, the pulling down of walls, the global market and the appearance of new currencies have transformed a decades-old paradigm. And the change has caused repercussions, creating a crisis without parallel. It is the time of paradoxes: the large mills have closed, thousands of workers have been made redundant, and the processes of de-industrialization and dismantling have begun. A part of history has started to be erased from the memory of those who have lived it. At the same time, new universities have emerged and the world seems to be offering opportunities for change, with science and technology at the center of this new epoch. In this session, we will try to understand how the textile industry has become a type of phoenix arising from the ashes. 

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Maiores de 12
2,00 EUR
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
“Trana cantrantana, trana, trana, trana” – é assim que se pode trautear o ritmo e som de uma caixa em Guimarães. Vamos construir instrumentos de percussão com materiais inusitados e experimentar ritmos com as mãos, com os pés e com a boca.
 
Público-alvo Maiores de 5 
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 16 de novembro, através do telefone 253 424 716 ou do e-mail casadamemoria@aoficina.pt
On the next to the last Sunday of every month, one of the workshops at the Casa da Memória in Guimarães – CDMG opens to the general public. In workshops which seek out new interpretations of historical facts, traditions, legends, or places and objects in the CDMG exhibition space, in the cosy setting of the Casa, we offer conviviality for families, friends, different generations, artists and artisans.
“Trana cantrantana, trana, trana, trana” – this is show we beat out the rhythm and sounds of a drum in Guimarães. It’s time to come together to build percussion instruments from unusual materials and try out new rhythms by using our hands, feet and mouth.
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10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Paulo Ribeiro traz ao CCVF o seu mais recente espetáculo, uma criação na qual presta uma homenagem ao universo de Jiří Kylián – um dos seus coreógrafos de referência.
Um passeio com Jiří Kylián. É assim que Paulo Ribeiro apresenta a sua nova criação de homenagem a um coreógrafo que respira o presente e exala a intemporalidade, alguém que carrega uma mão divina. Um coreógrafo que é – para Paulo Ribeiro – uma referência maior, com quem quer comunicar, partilhar, passear intensamente. Em “Walking with Kylián. Never Stop Searching”, Paulo Ribeiro aproxima-se de Jiří Kylián, do que está por trás das suas obras, para refletir sobre a diversidade das suas linguagens coreográficas, especialmente, sobre a diferença entre elas; mas também sobre a eficácia da linguagem e do pensamento no ato da criação. Uma coreografia para cinco intérpretes e a mão de Deus... 
Paulo Ribeiro brings his most recent performance to the CCVF, a creation in which he pays homage to the world created by Jiří Kylián – one of his top choreographers of reference.
Let`s take a walk with Jiří Kylián. This is what Paulo Ribeiro is offering in his new creation in honor of a choreographer who breathes in the present and exhales timelessness, someone who seems to possess a divine hand. A choreographer who, for Paulo Ribeiro, is the utmost reference, a person with whom he wants to communicate, share and walk, all intensely. In “Walking with Kylián. Never Stop Searching,” Paulo Ribeiro approaches Jiří Kylián and comes closer to what is behind his works to reflect upon the diversity of his stage language, especially what is different about them, and on the efficacy of language and of thought in the act of creation. The choreography is for five performers and the hand of God…
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Coreografia Paulo Ribeiro
Desenho de Luz Nuno Meira
Interpretação André Mesquita, Ana Jezabel, Miguel Oliveira, Teresa Alves da Silva e mais um intérprete a designar
Produção Companhia Paulo Ribeiro
Coprodução Centro Cultural Vila Flor, Direção Regional da Cultura da Madeira, Teatro Nacional São João, Teatro Viriato e São Luiz Teatro Municipal
Maiores de 12
Entrada livre
Exposição dos autores selecionados ao Prémio BIG e Prémio BIG Revelação.
Exposição dos autores selecionados ao Prémio BIG e Prémio BIG Revelação: Abigail Ascenso, Alex Gozblau, Ana Biscaia, Ana Braga, André Carrilho, André Ruivo, Ângela Vieira, António Jorge Gonçalves, Bárbara R., Carolina Celas, Cinara Pisco, Constança Araújo Amador, Cristiano Salgado, Cristina Valadas, Daniela Gomes, Esgar Acelerado, Evelina Oliveira, Fatinha Ramos, Filipe Abranches, Gonçalo Viana, Hélder Oliveira, Helena Zália, Inês Machado, Inês Oliveira, João Vaz de Carvalho, Joana de Rosa, Joana Estrela, Joanna Latka, João Fazenda, João Maio Pinto, José Manuel Saraiva, Luís Manuel Gaspar, Mariana, a miserável, Nuno Saraiva, Paulo Buchinho, Rachel Caiano, Renata Bueno, Ricardo Ladeira Carvalho, Ricardo Reis, Rui Vitorino Santos, Sara Bandarra, Sebastião Peixoto, Susa Monteiro, Susana Lima, Susana Matos, Tiago Albuquerque, Tiago Baptista, Tiago Guerreiro, Tina Siuda, Yara Kono.
 
Inauguração da Exposição com a presença de diversos autores
Sábado, 14 de outubro, às 15h00
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Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
Exhibition of the artists selected for the BIG Award (the Bienal de Ilustração de Guimarães) and the BIG Best New Artist.
The artists selected for the BIG Award (the Bienal de Ilustração de Guimarães) and the BIG Best New Artist are: Abigail Ascenso, Alex Gozblau, Ana Biscaia, Ana Braga, André Carrilho, André Ruivo, Ângela Vieira, António Jorge Gonçalves, Bárbara R., Carolina Celas, Cinara Pisco, Constança Araújo Amador,Cristiano Salgado, Cristina, Daniela Gomes, Esgar Acelerado, Evelina Oliveira, Fatinha Ramos, Filipe Abranches, Gonçalo Viana, Hélder Oliveira, Helena Zália, Inês Machado, Inês Oliveira, João Vaz de Carvalho, Joana de Rosa, Joana Estrela, Joanna Latka, João Fazenda, João Maio Pinto, José Manuel Saraiva, Luís Manuel Gaspar, Mariana, a miserável, Nuno Saraiva, Paulo Buchinho, Rachel Caiano, Renata Bueno, Ricardo Ladeira Carvalho, Ricardo Reis, Rui Vitorino Santos, Sara Bandarra, Sebastião Peixoto, Susa Monteiro, Susana Lima, Susana Matos, Tiago Albuquerque, Tiago Baptista, Tiago Guerreiro, Tina Siuda, Yara Kono.
 
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 Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
O desenho é senhor absoluto de toda a sua obra, dos cenários e figurinos para ópera, teatro e bailado à medalhística, da pintura mural, cerâmica, vitral e tapeçaria à ilustração editorial.
Traçada sempre a guache, a sua obra gráfica mais abundante está compreendida entre as décadas de 60 a 90. Luís Filipe de Abreu, o ilustrador homenageado pela BIG - Bienal de Ilustração de Guimarães, interpretou as grandes sagas da literatura portuguesa e universal, revelando sempre um apurado entendimento da condição humana, quer na edição de livros ou em medalhas para as Coleções Philae. É na qualidade narrativa das suas composições, na virtuosa caligrafia a permitir todas as audácias na perspetiva, no traço nervoso e intermitente, de espessura palpável, e no ritmo musical dos seus jogos gráficos, que reside muito do valor singular de Luís Filipe de Abreu na história das artes visuais portuguesas.

Curadoria Jorge Silva
Inauguração da Exposição com a presença de Luís Filipe de Abreu
Sábado, 14 de outubro, às 11h00
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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
 
CICLO DE PALESTRAS "A TEIA DA ILUSTRAÇÃO"
Ciclo de palestras dedicadas à ilustração e destinadas ao público em geral, alunos do ensino secundário e universitário e artistas interessados. Com a curadoria de Pedro Moura, investigador e ensaísta.
 
Sábado 21 outubro | 15h00 Leonor Riscado
Sexta 24 novembro | 10h30 Mattia Denisse 
Sábado 09 dezembro | 15h00 Paul Hardman
 
Local Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade
Participação gratuita, sujeita a inscrição prévia em http://big.guimaraes.pt
Disponibilidade condicionada à lotação máxima da sala
Graphic design holds absolute reign over all of Luís Filipe de Abreu`s work, from his sets and staging for opera, theatre and ballet to his designs on medals and bank notes, his mural paintings, ceramics, stained glass windows and tapestries, and even paperback book cover illustrations.
Always done in gouache, his most prodigious graphic work spanned the period of the 1960s to the 1990s. Luís Filipe de Abreu, the illustrator being honoured by the BIG Award (the Bienal de Ilustração de Guimarães) has undertaken the great sagas of both Portuguese and world literature, revealing his ever-acute understanding of the human condition, be it in the book publications or medals produced for the Philae Collections. It is the narrative quality of the illustrator`s compositions, his virtuoso calligraphy – expressing all the boldness of perspective, edgy and erratic tracing and palpable thickness – and the musical rhythm of his graphic interplay that embodies so much of Luís Filipe de Abreu’s unique value to the history of the visual arts in Portugal.
 
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
No último ciclo de 2017, o Centro Internacional das Artes José de Guimarães apresenta percursos essenciais na cena artística nacional, através de exposições seguramente surpreendentes.
Mumtazz, uma das mais singulares artistas do panorama nacional, tem vindo a construir um percurso radicalmente heteróclito, profusamente poético e misteriosamente xamânico que exerce uma intensa influência sobre um largo espetro de artistas. Estreitamente ligado à prática da contracultura, implicado ecologicamente, o trabalho artístico de Mumtazz articula influências e elementos de diferentes culturas, diferentes tempos históricos e as mais diversas linguagens – a poesia, o som, o bordado, a fotografia, a instalação, o efémero, o geométrico e o orgânico. 

Curadoria Nuno Faria
 
Inauguração do último ciclo expositivo de 2017 do CIAJG
Sexta, 27 de outubro, às 21h30
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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
 
In the final cycle slated for 2017, José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG) presents the essential artist journeys on the current national scene with these assuredly surprising exhibitions.
Mumtazz, one of the most unique figures on the Portuguese artistic panorama, has been constructing a radically eccentric, profusely poetic and mysteriously shamanistic trajectory that exerts intense influence on a broad range of artists. Firmly attached to ecologically implied counterculture practices, Mumtazz`s artistic work articulates the influences and elements of different cultures, different historical eras and the most diverse languages – poetry, sound, embroidery, photography, installations, the ephemeral, the geometrical and the organic.
 
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Depois de “Oracular Spectacular”, dedicamos o segundo tomo desta investigação ao desenho enquanto prática visionária, oracular e animista. A exposição reunirá um conjunto de universos autorais em torno de um entendimento expandido do desenho, por vezes nem sequer materialmente reconhecível enquanto tal.
Curadoria Nuno Faria 
Com Adriana Molder, Andrea Brandão, Carla Filipe, Catarina de Oliveira, Laetitia Morais, Sara Costa Carvalho, Marta Wengorovious, Dayana Lucas, Sara Bichão 
 
Inauguração do último ciclo expositivo de 2017 do CIAJG
Sexta, 27 de outubro, às 21h30
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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
Following “Oracular Spectacular”, we are now dedicating our second volume of research to drawing as a visionary, oraclebased and animistic practice. The exhibition will organize a collection of authorial worlds around an expanded understanding of drawing, at times not materially recognizable as such.
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Este será um ano de muita movimentação no espaço da coleção permanente do CIAJG com uma constante alternância entre artistas mais novos e mais experientes e com uma grande variedade de propostas, incluindo a apresentação de obras inéditas de José de Guimarães, patrono do Centro.
Na nova montagem da coleção teremos a oportunidade de revisitar um conjunto de peças históricas de José de Guimarães, que não estão visíveis ao público desde 2012. Com efeito, as peças que integraram a intervenção no Museu de Luanda, em 1968, estão entre o núcleo de peças mais relevantes da obra do autor. Em diálogo com estas peças e os núcleos que constituem a coleção permanente, teremos, ainda, uma ampla mostra de peças de Fernando Lanhas, um dos autores centrais da arte portuguesa da segunda metade do séc. XX, e um conjunto de esculturas de Rui Chafes, um dos mais importantes artistas da atualidade.
 
Curadoria de Nuno Faria
Obras de José de Guimarães, Vasco Araújo, f.marquespenteado, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Jaroslaw Fliciński, Rui Chafes, Filipe Feijão, Mestre Caçoila, Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade
Arte Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
This year will be quite the active one for Permanent Collection space at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, with its offerings alternating between older and more experienced artists, and its wide variety of programs and events in store, which include the display of some never-before-seen works by the Centre`s namesake, José de Guimarães.
In the new arrengment of the collection we will have the opportunity to revisit a set of historic pieces by José de Guimarães, which have not been visible to the public since 2012. In fact, the pieces that integrated the intervention in the Museum of Luanda in 1968 are among the nucleus of the most relevant pieces of the author`s work. In dialogue with these pieces and the nucleus that constitute the permanent collection, we will also have a large exhibition of pieces by Fernando Lanhas, one of the central authors of Portuguese Art of the second half of the 20th century, and a set of sculptures of Rui Chafes, one of the most important artists of the present time.
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3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. Venha conhecer e mergulhar na essência da comunidade viva que identifica e distingue Guimarães!
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors. Come visit and immerse in the essence of the living community that identifies and distinguishes Guimarães!
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Horário 
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
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