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3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. Venha conhecer e mergulhar na essência da comunidade viva que identifica e distingue Guimarães!
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors. Come visit and immerse in the essence of the living community that identifies and distinguishes Guimarães!
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Horário 
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Este será um ano de muita movimentação no espaço da coleção permanente do CIAJG com uma constante alternância entre artistas mais novos e mais experientes e com uma grande variedade de propostas, incluindo a apresentação de obras inéditas de José de Guimarães, patrono do Centro.
Na nova montagem da coleção teremos a oportunidade de revisitar um conjunto de peças históricas de José de Guimarães, que não estão visíveis ao público desde 2012. Com efeito, as peças que integraram a intervenção no Museu de Luanda, em 1968, estão entre o núcleo de peças mais relevantes da obra do autor. Em diálogo com estas peças e os núcleos que constituem a coleção permanente, teremos, ainda, uma ampla mostra de peças de Fernando Lanhas, um dos autores centrais da arte portuguesa da segunda metade do séc. XX, e um conjunto de esculturas de Rui Chafes, um dos mais importantes artistas da atualidade.
 
Curadoria de Nuno Faria
Obras de José de Guimarães, Vasco Araújo, f.marquespenteado, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Jaroslaw Fliciński, Rui Chafes, Filipe Feijão, Mestre Caçoila, Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade
Arte Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
This year will be quite the active one for Permanent Collection space at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, with its offerings alternating between older and more experienced artists, and its wide variety of programs and events in store, which include the display of some never-before-seen works by the Centre`s namesake, José de Guimarães.
In the new arrengment of the collection we will have the opportunity to revisit a set of historic pieces by José de Guimarães, which have not been visible to the public since 2012. In fact, the pieces that integrated the intervention in the Museum of Luanda in 1968 are among the nucleus of the most relevant pieces of the author`s work. In dialogue with these pieces and the nucleus that constitute the permanent collection, we will also have a large exhibition of pieces by Fernando Lanhas, one of the central authors of Portuguese Art of the second half of the 20th century, and a set of sculptures of Rui Chafes, one of the most important artists of the present time.
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Mumtazz, uma das mais singulares artistas do panorama nacional, tem vindo a construir um percurso radicalmente heteróclito, profusamente poético e misteriosamente xamânico que exerce uma intensa influência sobre um largo espetro de artistas.
Estreitamente ligado à prática da contracultura, implicado ecologicamente, o trabalho artístico de Mumtazz articula influências e elementos de diferentes culturas, diferentes tempos históricos e as mais diversas linguagens – a poesia, o som, o bordado, a fotografia, a instalação, o efémero, o geométrico e o orgânico. 

Curadoria Nuno Faria
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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
Mumtazz, one of the most unique figures on the Portuguese artistic panorama, has been constructing a radically eccentric, profusely poetic and mysteriously shamanistic trajectory that exerts intense influence on a broad range of artists.
Firmly attached to ecologically implied counterculture practices, Mumtazz`s artistic work articulates the influences and elements of different cultures, different historical eras and the most diverse languages – poetry, sound, embroidery, photography, installations, the ephemeral, the geometrical and the organic.
 
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Depois de “Oracular Spectacular”, dedicamos o segundo tomo desta investigação ao desenho enquanto prática visionária, oracular e animista. A exposição reunirá um conjunto de universos autorais em torno de um entendimento expandido do desenho, por vezes nem sequer materialmente reconhecível enquanto tal.
Curadoria Nuno Faria 
Com Adriana Molder, Andrea Brandão, Carla Filipe, Catarina de Oliveira, Laetitia Morais, Sara Costa Carvalho, Marta Wengorovius, Dayana Lucas, Sara Bichão 
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
Following “Oracular Spectacular”, we are now dedicating our second volume of research to drawing as a visionary, oraclebased and animistic practice. The exhibition will organize a collection of authorial worlds around an expanded understanding of drawing, at times not materially recognizable as such.
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Entrada livre
Ao longo de toda a sua vida, Raimundo Fernandes colecionou centenas de objetos ligados a Guimarães e à sua região.
Acumulou moedas, pintura, escultura, fotografia, medalhística e demais artefactos de temática vimaranense, com especial incidência na figura de Afonso Henriques. Este é o momento em que o espólio de Raimundo Fernandes – ou melhor, parte dele – se mostra e partilha nesta mesma forma e condição, um gabinete de curiosidades onde cabe Guimarães, em si e no mundo, uma causa persistente, obsessiva e memorialista: um atlas de todas as coisas Guimarães
Throughout his life, Raimundo Fernandes has amassed hundreds of objects associated with Guimarães and its regions.

His collection features coins, paintings, sculptures, photography, medals and many other artefacts on the theme of Guimarães, with a keen interest in the figure of Portugal`s first king, Afonso Henriques. This is the moment in which the collection begun by Raimundo Fernandes – or better said, an integral part of him – will be presented in the form of a ´curiosity cabinet` where Guimarães fits snugly, shared with you and the world, and highlighting his continuing memory-based obsession: an atlas of all things Guimarães.

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Todas as idades
COMPRAR BILHETES
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Orquestra de Guimarães propõe um brinde ao Ano Novo com um concerto festivo.
Projeto cultural ambicioso e singular criado pela Câmara Municipal, a Orquestra de Guimarães pretende, com base na excelência, integrar e potenciar o talento de artistas da região, proporcionando-lhes o contacto com a prática musical orquestral sinfónica. Para esta residência artística, a Orquestra de Guimarães propõe um brinde ao Ano Novo com um concerto festivo. Sob a direção do maestro Vítor Matos serão interpretadas algumas das mais célebres obras do período dourado dos bailes Vienenses, assim como uma incursão à icónica obra de Leonard Bernstein com as suas aclamadas danças sinfónicas do musical West Side Story.
The Orquestra de Guimarães makes a special toast to the New Year with a festive concert.
The Orquestra de Guimarães, a cultural entity created by the City of Guimarães, is an ambitious and unique undertaking which, by stressing excellence, encourages and supports the talents of artists and musicians in the region, offering them an outlet for the practice and performance of symphonic and orchestral music. For the present artist-in-residence, Orquestra de Guimarães offers a toast to the New Year with a festive concert. Under the direction of maestro Vítor Matos, some of the most famous works from the golden age of Viennese waltzes will be performed as well as selections from the iconic work by Leonard Bernstein, with his acclaimed symphonic dances from the musical, West Side Story. 
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Orquestra de Guimarães
Direção Vítor Matos
Obras de Strauss, Bernstein, Ruter
Participação Jovens Cantores de Guimarães e Escola de Dança Flávia Portes 
Duração 80 min. aprox. s/intervalo
Maiores de 6
Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
Eduardo Pires de Oliveira, doutor em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e investigador integrado do Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, é o Guia de Visita de janeiro.
Especialista em arquitetura e arte barroca, vem à CDMG lembrar e falar do vimaranense Feliciano Mendes, pai da obra mais importante do barroco colonial Brasileiro – o Santuário de Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas, Minas Gerais, que se começou a edificar em 1757.
January`s Guided Tour will be led by Eduardo Pires de Oliveira, PhD in Art History from the Faculty of Letters of the University of Oporto and researcher at the Institute of Art History at the Faculty of Letters of the University of Lisbon.
A specialist in Baroque architecture and art, he comes to the CDMG to speak about Guimarães native Feliciano Mendes, creator of the most important Baroque monument in Colonial Brazil – the Bom Jesus de Matosinhos, in Congonhas, Minas Gerais State, whose construction was begun in 1757. 
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Todas as idades

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22,00 EUR
A obra-prima do bailado clássico, “A Bela Adormecida”, chega ao Centro Cultural Vila Flor interpretada pela prestigiada companhia Russian Classical Ballet, de Moscovo.
Baseado no conto “La Belle au bois Dormant”, de Charles Perrault, “A Bela Adormecida” é considerado um dos bailados que maior interesse desperta no grande público. Dançado por todas as companhias do mundo, esta obra-prima de Pyotr Tchaikovsky é, sem dúvida, uma das mais belas páginas do ilustre compositor russo. Melodias imperecíveis como “Rosa Adagio” e “Grande Valse Villageoise” revelam o lirismo do autor. A relação da música de Tchaikovsky com a coreografia de Marius Petipa é de tal forma perfeita que seria difícil imaginar outra leitura da partitura. Música e coreografia, numa simbiose genial, fazem com que esta peça seja considerada uma das obras mais emblemáticas da dança clássica.
The masterwork of classical ballet, “Sleeping Beauty”, arrives at the Vila Flor Cultural Center, performed by the prestigious Russian Classical Ballet, from Moscow.
Based on the tale, “La Belle au bois Dormant” by Charles Perrault, “Sleeping Beauty” is considered one of the most crowd-pleasing ballets of them all. Performed by ballet companies all over the world, this masterpiece by Pyotr Ilyich Tchaikovsky is without a doubt one of the composer’s most beautiful works. Timeless melodies such as the “Rosa Adagio” and “Grande Valse Villageoise” reveal the composer`s lyricism.  The relationship between Tchaikovsky`s music and Marius Petipa`s choreography is so perfect that one would be hard pressed to imagine any other reading of the score. Music and choreography in a lovely symbiosis is what makes this piece one of the most beloved and emblematic works in classical ballet. 
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Música Pyotr Ilyich Tchaikovsky
Libreto Ivan Vsevolojsky, Marius Petipa
Coreografia Marius Petipa
Cenografia Russian Classical Ballet
Figurinos Evgeniya Bespalova
Diretora Evgeniya Bespalova 
Estreia 15 de janeiro de 1890, Teatro Mariinsky, em São Petersburgo
Duração 135 min. c/ intervalo 
Maiores de 6
Entrada livre
A sexta edição dos “Encontros para além da História” reúne um conjunto de autores de vários campos do conhecimento e formas de expressão artística para, em torno da figura de Georges Bataille, e em particular do livro "O nascimento da arte", refletir sobre o exercício de uma arte sem tempo, sem geografia e para além da História.
The sixth edition of “Encounters Beyond History” has convened a set of authors from a variety of knowledge backgrounds and modes of artistic expression who will examine the figure of Georges Bataille, and in particular his book, The Birth of Art, reflecting on art that is timeless, placeless, and beyond history.
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Maiores de 12

Entrada livre
Rui Horta Pereira apresentará na emblemática sala da coleção permanente, Gabinete de Desenho, um conjunto alargado de desenhos reunidos em torno da série "Sono", que desvelam uma produção diversificada que coloca em questão a identidade autoral como categoria fixa.
Rui Horta Pereira (Évora 1975). Vive e trabalha em Lisboa. Formado em Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Desde o ano 2000 que o seu trabalho se centra, sobretudo, na escultura e no desenho. Tem realizado mostras individuais com regularidade e participado em inúmeras mostras coletivas. Nos últimos anos, recebeu vários apoios à criação de algumas entidades institucionais, das quais se destacam a Fundação Calouste Gulbenkian e a DGArtes.
 
Inauguração da exposição de Rui Horta Pereira | 16h00
Lançamento de novas edições do CIAJG | 17h00

 

Rui Horta Pereira will present in the emblematic room of the permanent collection, Drawing Cabinet, a large set of drawings brought together around the series Sono (‘Sleep’) which reveals a diversity of production which questions authorial identity as a fixed category.
Born in Évora in 1975, Rui Horta Pereira lives and works in Lisbon. He holds a degree in sculpture from the Faculty of Fine Arts, University of Lisbon and since 2000 his work has centered mostly on sculpture and drawing. He has been offered regular individual shows and has participated in innumerable group exhibitions. In recent years he has received creative grants from institutions, of which The Calouste Gulbenkian Foundation and DGArtes are entities of note. 
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Todas as idades

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10,00 EUR / 7,50 EUR c/d*
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Construído em diferentes cidades ao longo de 2017, “Um D. João Português” chega finalmente ao Centro Cultural Vila Flor que acolherá a estreia absoluta do espetáculo na sua versão integral.
Molière não foi o único autor a dedicar-se à figura de D. João. Ao longo dos séculos, o libertino inspirou obras de Tirso de Molina, Lord Byron e, talvez a mais famosa de todas, a ópera Don Giovanni, de Mozart. Luis Miguel Cintra parte de uma tradução de cordel portuguesa do séc. XVIII, anónima e em que o nome do dramaturgo francês é omisso, e evoca um conjunto de referências culturais e artísticas de vários tempos para construir um espetáculo em que D. João é, mais do que europeu, verdadeiramente português. Construído ao longo de 2017 em quatro cidades, Montijo, Setúbal, Viseu e Guimarães, o espetáculo acompanha o percurso em fuga de D. João e do seu fiel criado Esganarelo, como se de um road movie se tratasse. A vida vai-se revelando no contacto de ambos com as mais diversas realidades, da mais densa reflexão filosófica à entrega aos prazeres mais simples. Constante, porém, é a busca pela total liberdade por parte do protagonista, que tenta escapar a tudo aquilo que possa impedi-lo de viver como bem lhe apetece. Existe, ainda assim, um único limite que talvez não lhe seja possível transpor: a morte.
 
ESPETÁCULO DIVIDIDO EM DUAS PARTES
*Bilhete conjunto, válido para a Parte I (sexta) e Parte II (sábado)
Constructed in different cities throughout the year, 2017, “Um D. João Português” (“A Portuguese Don Juan”) finally arrives at the Vila Flor Cultural Center, which will premiere the piece performed in its entirety.

Molière was not the only playwright to take up the figure of Don Juan. Over the centuries, the famous libertine has inspired works by Tirso de Molina, Lord Byron and perhaps the most celebrated of them all, the opera Don Giovanni by Mozart. In this work, Luís Miguel Cintra is using a translation from 18th century Portuguese cordel literature, from an unknown translator and with the French author`s name omitted. He evokes a number of cultural and artistic references from various epochs to build a play in which Dom Juan is more than European, he is truly Portuguese. Constructed during the year and in four different cities – Montijo, Setúbal, Viseu and Guimarães – the play follows the fleeing Don Juan and his faithful valet Sganarelle as if it were a road movie. The signposts of life reveal themselves to both men as they come into contact with diverse realities, from the most profound philosophical reflections to their being seduced by the simplest pleasures. The constant thread, however, is Don Juan`s pursuit of total freedom, with his attempts to avoid anything which might prevent him from living however he pleases. There is an impediment which he will be powerless to elude: death.

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Intérpretes André Reis, Bernardo Souto, Dinis Gomes, Diogo Dória, Duarte Guimarães, Guilherme Gomes, Joana Manaças, João Jacinto, João Reixa, Leonardo Garibaldi, Levi Martins, Luís Lima Barreto, Luis Miguel Cintra, Maria Mascarenhas, Nídia Roque, Rita Durão, Sílvio Vieira e Sofia Marques
Dramaturgia e encenação Luis Miguel Cintra
Direção de produção Levi Martins
Assistência de produção e encenação Maria Mascarenhas
Luz e som Rui Seabra
Ilustração André Reis
Coprodução Companhia Mascarenhas-Martins, Teatro Viriato e Centro Cultural Vila Flor
Apoios República Portuguesa – Cultura / DGArtes, Câmara Municipal de Montijo, Câmara Municipal de Setúbal, Junta de Freguesia da União das Freguesias de Montijo e Afonsoeiro, Universidade de Lisboa, Teatro Nacional de S. Carlos, APSS – Porto de Setúbal, Maria Gonzaga Guarda Roupa – Peris Costumes, Gigantones e Companhia
Duração Parte I (sexta) 2h30 min. aprox. / Parte II (sábado) 2h30 min. aprox.
Maiores de 12
2,00 EUR
No Domingos em Casa de janeiro, o convite é para bordar memórias.
Pensar, olhar, escutar, criar, fazer, sentir. Na sala, na cozinha, à mesa ou lá fora. Há domingos em que só nos apetece estar em casa, por isso, venham para a Casa. Num domingo por mês, procuramos diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, pessoas, lugares ou objetos, que encontramos no espaço expositivo. No aconchego desta Casa, há encontros entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos. E ideias também. Vamos criar labirintos, inventar histórias, usar barro, linha ou papel, fazer comida, música e promessas, com as mãos, a cabeça e o corpo todo. 
 
Monitoras Adélia Faria, Conceição Ferreira, Isabel Oliveira
Público-alvo Maiores de 5
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 18 de janeiro, através do telefone 253 424 716 ou mediante o preenchimento do formulário disponível no site www.casadamemoria.pt
In January, the invitation is to weave and embroider a memory.
Thinking, seeing, listening, creating, doing, feeling. In the living room, in the kitchen, at the table or outdoors. There are Sundays when all you want to do is stay home. So come to our home, the Casa. One Sunday per month, we go in search of different interpretations of historical facts, traditions, legends, persons, places, or objects that we find in the exhibition space. In the cosiness of the Casa, we offer a space for encounters for families, friend, different generations, artists and artisans. And ideas as well. We will create labyrinths, invent stories, use clay, linen or paper, make food, music and promises, with our hands, our heads and our entire body. 
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Maiores de 5

2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A obra de Pedro Cabral Santo pode ser entendida como doação, algo que espera reações e se dá ao mundo sem restrições, nem limites; nela está implícita a esperança de mudar, procurando um mundo melhor em que, segundo o projeto modernista, a arte seria um dos principais veículos de propagação e uma das dimensões mais importantes da vida.
Nem tudo o que parece é; refletir sobre o corpo de trabalho de Pedro Cabral Santo é observar de modo diferente. Imagine-se um cubo, sólido geométrico conhecido; quando se olha, seja qual for o modo de o agarrar, verifica-se não ser possível ver em simultâneo mais de três faces, apesar de possuir seis. Assim, pode concluir-se o seguinte: não há omnisciência, nem saber absoluto; o visível, representado pelas três faces expostas, mostra-se sob um fundo invisível. Neste sentido, a obra deve ser lida e interpretada para além do óbvio, podendo cada observador acrescentar-lhe as suas ideias e contra-ideias. 
 
Inauguração da exposição
Sábado, 27 de janeiro, às 18h00
 
Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
The art of Pedro Cabral Santo may be perceived as a gift, something which offers itself unrestrictedly to the world; it expresses the hope for change and a search for a better world where, according to the modernist project, art would be considered one of the most important dimensions of life.
Things are not quite what they seem to be; to meditate on the work of Pedro Cabral Santo requires adopting a different point of view. Let us imagine a cube, a well-known geometric figure; when we look at it, we discover that it is impossible to see more than three of its facets at the same time, although the figure is composed of six facets. Therefore, we may extract the following conclusion: there is no such thing as omniscience or absolute knowledge. In this sense, art must be perceived and interpreted beyond the obvious, and each observer may add his own ideas and counter-ideas to it.
fechar todos
10,00 EUR
Recebendo discretamente o Inverno, mais soalheiro este ano que nos demais, deixamos a folha cair e o frio chegar. Confortamo-nos com o que mais nutre o nosso âmago, buscamos comida cuidadora: nada melhor que ficarmos a conhecer o processo do pão, as suas tradições na nossa terra e a sua ligação com a mulher ao longo da história.
Para encerrarmos este ciclo de sazonalidade, temos connosco a investigadora do pão em Portugal, Mouette Barboff, andaremos em torno da doçaria portuguesa com o projeto No Ponto, que nos falará da aplicação do pão na doçaria e, para ajudar a tudo transformar, os cozinheiros e exploradores de ideias comestíveis Álvaro Dinis Mendes e Liliana Duarte, do projeto Cor de Tangerina. Aquecido o forno, está na hora de preparar os codornos e as urtigas. Será o codorno uma pêra? Como apareceu na nossa história? E as picadas das urtigas, serão estas afinal nutritivas? 
Projeto desenvolvido por Liliana Duarte e Cor de Tangerina.

Público-alvo Maiores de 12
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas 
Preço 10,00 eur
Atividade sujeita a inscrição até dia 25 de janeiro, através do telefone 253 424 716 ou mediante o preenchimento do formulário disponível no site www.casadamemoria.pt
We are happy to discreetly welcome the winter this year, sunnier than most, and we’ll let the dry leaves fall and the cold winds blow where they may. We will cheer ourselves with something to feed the soul, a comfort food – nothing better than bread. And here we will learn about bread-making, its traditions in Guimarães and its relationship to women throughout history.
To close out this cycle on the seasons, we have invited a researcher on the topic of bread in Portugal, Mouette Barboff, and we will take up the topic of Portuguese sweets and desserts with the project, No Ponto, which will focus on how bread is used in traditional desserts, with help in transforming the event provided by the cooks and edible idea-explorers, Álvaro Dinis Mendes and Liliana Duarte, from the Cor de Tangerina.
With the oven nice and hot, it’s time to prepare the codornos and the urtigas. Does the cordorno really look pear-shaped? How did it appear in our history? And the thorny bits of the urtiga bread, are they nutritious? 
Project developed by Liliana Duarte, at the Cor de Tangerina.
 
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Maiores de 12

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