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3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. Venha conhecer e mergulhar na essência da comunidade viva que identifica e distingue Guimarães!
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors. Come visit and immerse in the essence of the living community that identifies and distinguishes Guimarães!
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Horário 
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
ENTRADA LIVRE
“Jantar de Domingo à Tarde” apresenta um conjunto de objetos e imagens provenientes das coleções particulares de António Oliveira (pai), António Oliveira (filho), Jorge Correia e da Delegação de Guimarães do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços.
Fotografia, cerâmica, mobiliário e documentos permitem-nos recuar às primeiras décadas do século XX em Guimarães — a um tempo em que o mundo de trabalho estava em profunda transformação e o papel reivindicativo do operariado já se fazia sentir.  Entre 1901 e 1931, a Associação de Classe dos Empregados do Comércio de Guimarães, convencionou o descanso semanal aos Domingos, da parte da tarde. Como “memento” deste decreto, passou a organizar um jantar comemorativo por ano. Naquela época, foi essencial lembrar a necessidade do descanso, numa sociedade que trabalhava de sol a sol. Com a realidade e dinâmica contemporânea do mercado de trabalho global, estaremos assim tão longe deste passado? E que reflexões poderemos fazer a partir dele para preparar o nosso futuro. Descansaremos mais, ou menos, agora que vamos sendo paulatinamente substituídos pela inteligência artificial e pela robótica?
 
This ´Late Afternoon Sunday Dinner` will present a series of objects and images from the private collections of António Oliveira (father), António Oliveira (son), Jorge Correia, and from the Delegação de Guimarães do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços.

Photography, ceramics, furniture, and various documents will allow us to travel back in time to the first decades of the 20th century, to a time when the world of work was undergoing a profound transformation and the common labourer was still able to stand up for himself. At the turn of the century, the Associação de Classe dos Empregados do Comércio de Guimarães won workers the right to enjoy time off from work once a week, on Sunday afternoons. And as a ´memento` of this victory, from 1901 to 1931, the Association organized an annual dinner to commemorate. In an era when people toiled from sun-up to sun-down, the need to observe a day of rest was vital. Given the reality and the dynamics of today`s global employment market, are we really so far removed from this distant past? And as we prepare for our future, what reflections might we make on the subject? Will we be spending more time or less time resting once we have become replaced by artificial intelligence and robots?

 
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Horário 
terça a domingo
10h00-13h00 
14h00-19h00
Todas as idades
3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A exposição temporária “Pergunta ao Tempo” é o resultado de um longo processo de reapropriação do património cultural pelas mãos das crianças de turmas do 4.º ano de 13 agrupamentos escolares do concelho de Guimarães.
Dentro da própria exposição permanente da Casa da Memória, os objetos, as histórias, os testemunhos recolhidos pelas crianças coabitam e dialogam com cada um dos núcleos expositivos. O património cultural, na sua materialidade e imaterialidade, a reflexão sobre a memória e as formas como a representamos, recolhemos e tratamos, envolveram todas as crianças, as suas famílias e a comunidade local. A Casa da Memória surge assim como lugar de abrigo e de encontro da comunidade consigo própria.
The temporary exhibition “Pergunta ao Tempo” (“Asking Time”) is the result of a long process of re-appropriation of cultural heritage carried out by 4th grade students from 13 primary schools in the Concelho (County) of Guimarães.
In the Casa da Memória`s permanent collection, the objects, stories, and testimonies collected by the students cohabitate and enter a dialogue with each one of the exhibition areas. Cultural heritage (in its material and intangible nature) and the reflection on memory and the forms we use to represent, collect and treat it, were themes which involved the children, their families and the local community. The Casa da Memória has thus emerged as a place of shelter for the community, one where people can have an encounter with one another.
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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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Fernando Lanhas (Porto, 1923-2012), como todos os arquitetos, sempre quis compreender a geometria do mundo.
A sua formação académica contribuiu tanto para esse objetivo como o ser pintor, desenhador, arqueólogo, paleontólogo, astrónomo, etnólogo e poeta. A sua obra pictórica, que deve ajudar a compreender como pode a pintura concorrer para o conhecimento do mundo, não pode, como veremos, ser separada das muitas outras atividades que o ocuparam durante mais de 50 anos. Enquanto pintor, Fernando Lanhas ocupa um lugar destacado na história da arte portuguesa, sendo apontado como pioneiro do abstracionismo geométrico.
 
Curadoria de Marta Moreira de Almeida
Em parceria com Fundação de Serralves
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
Fernando Lanhas (1923-2012, b. Oporto), like many architects, always wanted to understand the geometry of the world.
His academic studies contributed as much toward this goal as his work as a painter, designer, archaeologist, paleontologist, astronomer, ethnologist, and poet. His pictorial works, which help in understanding how painting can contribute to our knowledge of the world, cannot, as we will see, be separated from the many other activities that occupied his time for more than 50 years. As a painter, Fernando Lanhas holds a special place in the history of Portuguese art for being a pioneer in geometric abstractionism. 
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
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O CIAJG acolhe uma grande mostra composta por peças da coleção de Ivo Martins, em depósito no Museu de Serralves, em que pontificam alguns dos artistas mais relevantes da produção artística nacional das últimas três décadas, enquadrados por núcleos de obras de artistas referenciais tais como Joaquim Bravo, Álvaro Lapa ou Rui Chafes.
A coleção de Ivo Martins constitui-se como uma das mais singulares e consistentes visões do panorama artístico de uma geração de autores e a sua apresentação em Guimarães é um desígnio há muito tempo traçado.
 
Curadoria de Nuno Faria 
Obras de Joaquim Bravo, Álvaro Lapa, Xana, António Palolo, Pedro Casqueiro, Rui Chafes, Pedro Sousa Vieira, Paulo Mendes, Fernando Brito, Fernando José Pereira, Susana Mendes Silva, António de Sousa, Miguel Soares, Armanda Duarte, Fernando J. Ribeiro, Armando Ferraz, Miguel Leal, Cláudia Ulisses, Nuno Ramalho, Carla Filipe, Cristina Mateus, João Queiroz, Susanne S. D. Themlitz, Pedro Cabral Santo, Isabel Carvalho, Gonçalo Ruivo, Jaime Lebre, António Olaio
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
The José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG) welcomes a large exhibition from the personal collection of Ivo Martins from the Serralves Museum which features some of the most relevant artists in Portugal over the last three decades and centered on works of such artistic references as Joaquim Bravo, Álvaro Lapa and Rui Chafes.
The Ivo Martins collection represents one of the most singular and consistent visions of the artistic landscape of a generation of artists and their connection to Guimarães over many years. 
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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Este será um ano de muita movimentação no espaço da coleção permanente do CIAJG com uma constante alternância entre artistas mais novos e mais experientes e com uma grande variedade de propostas, incluindo a apresentação de obras inéditas de José de Guimarães, patrono do Centro.
Na nova montagem da coleção teremos a oportunidade de revisitar um conjunto de peças históricas de José de Guimarães, que não estão visíveis ao público desde 2012. Com efeito, as peças que integraram a intervenção no Museu de Luanda, em 1968, estão entre o núcleo de peças mais relevantes da obra do autor. Em diálogo com estas peças e os núcleos que constituem a coleção permanente, teremos, ainda, uma ampla mostra de peças de Fernando Lanhas, um dos autores centrais da arte portuguesa da segunda metade do séc. XX, e um conjunto de esculturas de Rui Chafes, um dos mais importantes artistas da atualidade.
 
Curadoria de Nuno Faria
Obras de José de Guimarães, Vasco Araújo, f.marquespenteado, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Jaroslaw Fliciński, Rui Chafes, Filipe Feijão, Mestre Caçoila, Missão de Pesquisas Folclóricas de Mário de Andrade
Arte Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
This year will be quite the active one for Permanent Collection space at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, with its offerings alternating between older and more experienced artists, and its wide variety of programs and events in store, which include the display of some never-before-seen works by the Centre`s namesake, José de Guimarães.
In the new arrengment of the collection we will have the opportunity to revisit a set of historic pieces by José de Guimarães, which have not been visible to the public since 2012. In fact, the pieces that integrated the intervention in the Museum of Luanda in 1968 are among the nucleus of the most relevant pieces of the author`s work. In dialogue with these pieces and the nucleus that constitute the permanent collection, we will also have a large exhibition of pieces by Fernando Lanhas, one of the central authors of Portuguese Art of the second half of the 20th century, and a set of sculptures of Rui Chafes, one of the most important artists of the present time.
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Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de setembro de 2017.

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ENTRADA LIVRE
Ano ímpar. Edição ímpar. O Manta chega aos 11 anos de existência mantendo a sua missão intacta: convocar todas as gerações para um só lugar, o jardim do Centro Cultural Vila Flor, vivenciando arte e cultura.
Ao ultrapassar uma marca temporal significativa, decidimos, nesta edição, evocar a memória e o fator longevidade do Manta, como linhas orientadoras para a constituição do elenco que marcará mais um momento de celebração serena do regresso à cidade e abertura da nova temporada. No palco, encontraremos artistas da nova geração com caráter autoral forte, a par de outros já estabelecidos que dispensam qualquer apresentação. Em comum têm entre si o fator “mundo”, isto é, a circulação internacional e a propagação da sua música num contexto universal. De resto, é cada vez mais isso que Guimarães celebra na relva ao primeiro fim de semana de setembro: o cosmopolitismo através da música.
Sobre a memória e a longevidade diremos então que fazer regressar os Dead Combo – 10 anos depois da sua presença na 1ª edição do Manta – é não só especial mas também importante, porque o próprio tempo parece assim validar o olhar artístico criterioso que sempre procuramos manter na forma de pensar a programação. Se acrescentarmos como bónus, a abrir a noite, a atuação da guitarrista e cantora Lula Pena – artista inconfundível e de escassa aparição no país – poderemos talvez perspetivar um momento de rara beleza no jardim do CCVF.
Antes dos consagrados, voz aos novos protagonistas: Noiserv e Lydia Ainsworth. Propostas que nos apresentam a música pop na sua forma mais contemplativa. E se o encantatório universo de David Santos já nos é um pouco familiar – vibração que faz todo o sentido no Manta – já a canadiana Lydia Ainsworth, que tocará em trio, poderá desvendar por que razão a sua carreira vai ganhando um fulgor internacional cada vez maior. Apontada pela imprensa musical como um cruzamento entre Bat For Lashes e Lana Del Rey, Lydia, com o seu novo álbum “Darling of the Afterglow”, prova que é muito mais que isso.
O Manta… o Manta… é aqui que tudo sempre (re)começa para todos nós, não é?
An uneven year but a unique edition. Manta has turned 11 years old and has kept its mission quite intact: to bring all generations together in one spot, the gardens of the Vila Flor Cultural Centre, to enjoy art and culture.
As we step into a new decade, we have decided to evoke the memories created by Manta and its longevity and use them as the guidelines for putting together the elements which will once again mark the moments of quiet celebration for the autumn return to normal city life and our new season. On stage, we will encounter artists from the new generation known for their strong creative forces, very much on par with the more established counterparts for whom no introduction is needed. They have the “world factor” in common, that is, their international appearances and the dissemination of their music in a more universal context, which is, in fact, exactly what Guimarães will celebrate out on the grass during the first weekend of September – the cosmopolitan nature of music. In terms of memory and longevity, let`s just say that the return of Dead Combo 10 years after the group appeared at the 1st edition of Manta is not only special but extremely important as time seems to have validated the discerning artistic eye we have always used when putting together our programming. Almost as a bonus, opening the night, the performance of the guitarist and singer Lula Pena - unmistakable artist with only a few appearances in the country - we can perhaps prospect a moment of rare beauty in the CCVF gardens. Before the headliners, however, come the voices of the new artists Noiserv and Lydia Ainsworth, offering their more contemplative stylings of pop music. And if you find the enchanting universe created by David Santos already a bit familiar– a vibe that Manta is all about – then the Canadian Lydia Ainsworth  (performing in a trio) will show us all why her career has been receiving increasing international attention. Described by the international press as a cross between Bat For Lashes and Lana Del Rey, Lydia, with her new album “Darling of the Afterglow,” proves that she is more than that. 
Manta, Manta, this is where it all begins for us, and always so recurrently. Don`t you think so too?
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Todas as idades

ENTRADA LIVRE
Os jardins do CCVF voltam a acolher o Manta que, no primeiro dia, apresenta Noiserv e Lydia Ainsworth. Dois artistas que nos trazem canções sublimes.
David Santos, reconhecido no meio artístico como Noiserv, vem ao Manta com seu mais recente projeto, “00:00:00:00”, descrito pelo músico lisboeta como “a banda sonora para um filme que ainda não existe, mas que talvez um dia venha a existir”. Um disco diferente do seu repertório que deixa de lado a “orquestra de sons” que sempre o caraterizou para se perder nas teclas do piano. Música bonita para ouvir com a pele a tocar a relva. Segue-se a canadiana Lydia Ainsworth, que aqui mostra o mais promissor electropop dos últimos tempos. Depois de um aclamado primeiro disco (“Right from Real”, 2014), a cantora e compositora sobe ao palco com os temas do mais recente álbum, “Darling of the Afterglow”. Lydia mistura a sua formação clássica e as influências ecléticas, criando uma sonoridade de harmonias cristalinas onde se denota um apurado sentido estético, profundamente sofisticado. Canções simples, mas ao mesmo tempo majestosas e exuberantes. O cenário requintado dos jardins do Centro Cultural Vila Flor servirá como uma luva a uma artista prodigiosa.
The gardens of the CCVF once again welcome Manta, with the first day featuring Noiserv and Lydia Ainsworth, two artists whose songs are simply sublime.
David Santos, perhaps better known under his artistic name Noiserv, has come to Manta with his most recent project, entitled “00:00:00:00”, which the Lisbon-based musician himself describes as “a soundtrack for a film which does not exist yet but which might be made one day”. This album is different from other pieces in his repertory, and so he leaves behind the ´orchestra of sounds` which has always characterized him to go off into the world of piano keyboards, quite the beautiful music to listen to while seated comfortably on the CCVF garden lawn. Next comes Canadian Lydia Ainsworth, who offers us the most promising electro-pop of recent times. On the heels of her acclaimed first album, “Right from Real” from 2014, the singer-songwriter takes to the stage for her most recent album, “Darling of the Afterglow”. Lydia mixes her classical training with eclectic influences to create a harmony of crystalline sound which a remarkable for its keen and deeply sophisticated aesthetic sense. These are simple yet at the same time majestic and exuberant songs. The refined setting of the Vila Flor Cultural Centre gardens will certainly fit this prodigious artist like a glove.
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Todas as idades

Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
Sofia Ribeiro é a Guia de Visita da Casa da Memória de setembro.
Sofia Ribeiro é a Guia de Visita da Casa da Memória de setembro. O seu trabalho musical como Lince, nome do seu projeto a solo, tem sido reconhecido pela crítica e pelo público em todo o país, sendo já um nome incontornável da nova cena musical portuguesa. Sofia nasceu em Guimarães e desde sempre que se tem dedicado às artes: aos 5 anos começou por estudar dança e desde aí estudou música e artes plásticas, fez teatro e cinema como atriz. Na música, passou por We Trust e There Must Be a Place. Como Guia de Visita CDMG falar-nos-á do que lembra e como lembra Guimarães.
Sofia Ribeiro is our guide for the Casa da Memória`s September Guided Tour.

Her solo musical work under the artistic name of Lince has been recognized by critics and by audiences across the country, having now become a prominent name on today`s Portuguese music scene. Sofia was born in Guimarães and has always been dedicated to the arts: at the age of 5 she began studying dance and from an equally young age has studied music and the visual arts, acting as well in theatre and cinema roles. As for music, she has worked with We Trust and There Must Be a Place. For this month`s Guided Tour, she will talk about what and how she remembers Guimarães.

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Todas as idades

ENTRADA LIVRE
Ao segundo dia, o Manta recebe artistas de um carisma singular. Lula Pena, artista envolta em mistério, e os Dead Combo, saídos dos confins da boémia, são os maestros da noite.
Lula Pena apresenta no Manta o seu terceiro álbum, “Archivo Pittoresco”. Mulher do mundo, navega num oceano estranho, com margens de continentes chamados blues, flamenco, chanson française, phado (como ela prefere chamar-lhe), bossa nova e outros, alimentando-se de todos eles e não deixando nenhum intacto. Uma artista rara que faz de cada aparição um acontecimento. Depois desta atuação, os Dead Combo roubam o palco com um concerto que revisitará o disco mais recente, “A Bunch of Meninos”, cuja aura evocará paisagens longínquas e viagens no tempo onde, ora se sentirá a brisa quente de um cenário desértico, ora se sentirá o cheiro de uma taberna burlesca numa rua recôndita de um outro século. Os Dead Combo, com reputada fama em solo nacional e além-fronteiras, têm a capacidade inebriante de contar histórias através do dedilhar rebuscado nas cordas das guitarras, fieis companheiras de todas as horas. Música de encher a alma, poética, quase cinematográfica, cuja narrativa se faz simplesmente com os sons que emanam das guitarras. Não é preciso mais nada.
On the second day, the Manta stage welcomes artists of a unique charisma. Lula Pena, an artist shrouded in mystery, and Dead Combo, out of the confines of bohemia, are the masters of the night.

Lula Pena presents at Manta her third album, “Archivo Pittoresco”. Woman of the world, she navigates in a strange ocean with continent borders called blues, flamenco, chanson française, phado, bossa nova and others, feeding on all of them and leaving none intact. A rare artist who makes each appearance an happening. After this performance, Dead Combo steal the stage with a concert that will revisit the most recent album, “A Bunch of Meninos”, whose aura evokes distant landscapes and travels through time where sometimes you feel the warm breeze of a desert scenery and other times it will take you to a burlesque tavern in a secluded alley from another century. Dead Combo, with renowned fame on national soil and across borders, have the inebriating ability to tell stories by strumming the strings of the guitars, loyal fellows for all the time. Music that fills the soul, poetic, almost cinematographic, whose narrative is done simply with the sounds emanating from guitars. Nothing more is needed.

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Todas as idades

Atividade gratuita
Fernando Távora (1923-2005) é o arquiteto que mais contribuiu no seu tempo para o sucesso internacional do que viria a ser a arquitetura contemporânea portuguesa.
Viveu e lecionou no Porto. Na revitalização do Centro Histórico de Guimarães aplicou o que investigou e defendeu sobre técnicas de construção, intervenção sobre o existente, formas de habitar e organização do espaço público. Nesta visita, o Espalha Memórias percorre cada metro do Centro Histórico atentos a cada centímetro do projeto de Távora e da equipa que com ele colaborou.
 
Guia convidado Ricardo Rodrigues
Ponto de encontro CDMG
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Fernando Távora (1923-2005) was the architect who, during his time, contributed the most to the international success of what would become Portuguese contemporary architecture.
He lived and taught in Oporto, but it was in his renovation project for the Historic City Center of Guimarães that he drew on and defended the concept of building techniques and intervention to preserve existing forms and other ways to live in and organize the public space. In this visit, we will examine every inch of the Historic City Center, attentive to every detail of the project carried out by Távora and the team he worked with.
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Todas as idades

Atividade gratuita
A Rua de Santo António, o Largo do Toural e a Alameda de São Dâmaso, espaços com raiz medieval que acompanham a implantação da muralha, têm vindo, ao longo dos séculos, a ser palco da adaptação da cidade aos tempos e aos usos contemporâneos.
Esta visita procurará dar notícia desta contínua transformação e contextualizará o projeto de reabilitação urbana desenvolvido entre 2009 e 2012, no âmbito da Capital Europeia da Cultura.
 
Guia convidado Maria Manuel Oliveira
Ponto de encontro CDMG
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
The Rua de Santo António, the Largo do Toural Square, and the Alameda de São Dâmaso Square are spaces dating back to medieval times, ones which have witnessed the construction of Guimarães` fortified city walls and also over the centuries have been the stage for the city`s adaptation to various times and uses.
This visit will focus on the continued transformation of the city and will contextualize the project of urban rehabilitation carried out from 2009 to 2012 at the time of Guimarães European Capital of Culture.
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Todas as idades

2,00 EUR
No penúltimo domingo de cada mês, uma das oficinas previstas na mediação da CDMG abre-se ao público geral. Em oficinas que procuram diferentes interpretações para factos históricos, tradições, lendas, lugares ou objetos que encontramos no espaço expositivo, no aconchego da Casa, temos convívio entre famílias, amigos, gerações, artistas e artesãos.
Entre panelas, colheres de pau, os melhores ingredientes e muitas histórias, há coisas a fazer e sítios a ver. Tudo dentro da Casa da Memória. No final, há que provar e saborear. 
 
Com Elsa Martinho
Público-alvo maiores de 6 
Duração c. 90 min.
Lotação mín. 10 / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
As inscrições devem ser efetuadas através do preenchimento do formulário disponível online.

 

On the next to the last Sunday of each month, a workshop is held where the Casa da Memória opens up to the public in a special way. The sessions look at different interpretations of historical facts, traditions, legends, places, or objects that are reflected in the exposition space housed in the Casa, where a truly convivial moment is shared amongst families, friends, people of different ages, artists, and artisans.
In and amongst the pots and pans and wooden spoons, the best ingredients and many stories to tell, there is much to do and many places to see. All inside the Casa da Memória. And in the end, much to taste and enjoy.
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Maiores de 6

COMPRAR BILHETES
12,12 EUR
O Centro Cultural Vila Flor celebra o seu 12º aniversário com um espetáculo verdadeiramente marcante, que assinala também o regresso a Guimarães da conceituada companhia belga Peeping Tom.
“Moeder” (Mãe) é a segunda parte de uma trilogia que se iniciou com “Vader” (Pai), em 2014, e que continuará com “Kinderen” (Filhos), em 2019. Na data de celebração de mais um aniversário do CCVF, a consagrada companhia belga Peeping Tom regressa a Guimarães para nos brindar com um espetáculo “absolutamente fora de série”, segundo a crítica internacional. Se, agora, vamos poder ver “Moeder”, em 2018 fica já a promessa de assistirmos a “Vader”, a primeira criação deste tríptico de peças. Num espaço cénico hiper-realista, “Moeder” cruza o teatro, a dança e o cinema, para nos levar numa viagem à condição humana. A peça cria conexões que inundam o limite entre sofrimento, luto e festejo, entre manter ou deixar ir, estrutura e loucura. Passado, presente e futuro tentam desesperadamente aguentar o tempo cíclico de um arquétipo da natureza humana: a figura da mãe.
 
A NÃO PERDER!
 
Os bilhetes para este espetáculo podem ser adquiridos pelo valor de 12,12 euros, numa alusão ao 12º aniversário do CCVF.
The Vila Flor Cultural Centre celebrates its 12th anniversary with a truly outstanding show which marks the return to Guimarães of the renowned Belgian company, Peeping Tom.
“Moeder” (Mother) is the second part of a trilogy that began with “Vader” (Father) in 2014 and which will continue with “Kinderen” (Children) in 2019. For our celebration of another CCVF anniversary, the prominent Belgian company Peeping Tom returns to Guimarães to toast to us with a show that is “absolutely out of the ordinary”, according to international critics. Whereas we will now be treated to “Moeder” on stage, mark your calendars for 2018 when the first play in the triptych, “Vader”, will be performed in CCVF. In a hyper-realistic stage setting, “Moeder” blends theatre, dance and cinema which together take us on a journey through the human condition. The play creates connections which flood across the limits of suffering, mourning and celebration, between holding onto and releasing something, between structure or madness. The past, the present and the future also desperately try to stand up against the cycles of time of an archetype of human nature: the figure of the mother.
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Produção Peeping Tom Encenação Gabriela Carrizo Assistência à Encenação e Dramaturgia Frank Chartier Criação e performance Eurudike De Beul, Maria Carolina Vieira, Marie Gyselbrecht, Brandon Lagaert, Hun-Mok Jung, Yi-Chun Liu, Simon Versnel, Charlotte Clamens Assistência artística Diane Fourdrignier Composição sonora e arranjos Raphaëlle Latini, Renaud Crols, Glenn Vervliet, Peeping Tom Mistura sonora Yannick Willox, Peeping Tom Desenho de luz Giacomo Gorini, Amber Vandenhoeck Design de guarda-roupa Diane Fourdrignier, Kristof Van Hoorde (estágio), Peeping Tom Cenografia Amber Vandenhoeck, Peeping Tom Construção de cenários KVS-atelier, Peeping Tom Direção técnica Filip Timmerman Técnico de luz Amber Vandenhoeck Técnico de som Hjorvar Rognvaldsson Ensaios vídeo Sulok Swablamban (estágio), Gaspard Rozenwajn  Foley Coach Elias Vervecken Manager de produção Anastasia Tchernokondratenko Manager de digressão Lulu Tikovsky Manager da companhia Quentin Legrand Comunicação e imprensa Sébastien Parizel Coprodução Theater im Pfalzbau (Ludwigshafen), Taipei Performing Arts Center (Taipei), KVS – Koninklijke Vlaamse Schouwburg  (Bruxelas), Grec  Festival  de  Barcelona / Mercat de les Flors (Barcelona), HELLERAU - European Center for the Arts Dresden, Les Théâtres de la Ville de Luxembourg, Maison de la Culture de Bourges,  La Rose des Vents (Villeneuve-d`Ascq), Festival Aperto/Fondazione I Teatri (Reggio Emilia), La Bâtie Festival de Genève Apoio Autoridades Flamengas Distribuição Frans Brood Productions
Moeder é apoiado pelo Theater im Pfalzbau (Ludwigshafen, Alemanha) e Taipei Performing Arts Center (Taiwan), parceiros chave na trilogia Vader, Moeder, Kinderen.
A Peeping Tom agradece a Alexandre Obolensky,  Jean-Philippe Altenloh, Romy Beni, Heidi Ehrhart, Ina Peeters, Elias Vervecken, François Heuse, Theater Froe Froe
Duração 1h30 min. s/intervalo
Maiores de 14
O habitual espaço de apresentação dos Grupos de Teatro de Amadores de Guimarães surge num formato revisto e alargado, com programação do Teatro Oficina.
Depois de uma convocatória aberta aos Grupos de Teatro de Amadores do concelho, foram escolhidas seis novas criações cujas apresentações acontecerão por todo o concelho de Guimarães, culminando num grande final, no CCVF, com os três melhores espetáculos da Mostra.
 
PROGRAMA
 
Sexta 22 setembro | 21h30 
Auditório da Taipas Termal
Greve de Sexo
de Aristófanes
ARCAP Ponte 
 
Sábado 23 setembro | 21h30 
Casa do Povo de Briteiros
Loja de Trabalho para profissionais do espetáculo: teatro
ATRAMA  
 
Domingo 24 setembro | 21h30 
Salão Paroquial de Ponte 
Antígona
de Sófocles 
TERB - Teatro de Ensaio Raul Brandão
 
Sexta 29 setembro | 21h30 
Centro Pastoral de Moreira de Cónegos
Guernica ou a iconografia do fim da esperança
Astronauta Ass. Cultural 
 
Sábado 30 setembro | 21h30 
Espaços Criativos - Brito
Para Quase Sempre
CETE - Convívio e Teatro Experimental
 
Domingo 01 outubro | 21h30 
Convívio Associação Cultural – Guimarães 
Panóplia (título tentativo)
Grupo de Teatro Citânia 
[Encerramento / 23h30 - Anúncio dos 3 melhores espetáculos pelo júri]
 
Quinta 05 a Sábado 07 outubro / 21h30 
Centro Cultural Vila Flor - Guimarães
APRESENTAÇÃO FINAL DOS 3 MELHORES ESPETÁCULOS
 
The usual theatre space which the Grupos de Teatro de Amadores de Guimarães use for their performances has been reviewed and expanded to a new format to include the Teatro Oficina programming. After an open call to the Grupos de Teatro de Amadores of the county, six new creations were chosen with shows that will be performed throughout the county of Guimarães and the grand finale held at the CCVF, with the three best shows from the festival.
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Todas as idades

COMPRAR BILHETES
10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Escrita por Henrik Ibsen, “O Pato Selvagem” é uma peça que aborda a importância da “mentira vital”. É preferível a verdade que destrói ou a mentira que nos mantém à tona?
Um elenco de luxo dá vida ao icónico texto de Henrik Ibsen, “O Pato Selvagem”, escrito em 1884, que surge agora em cena pela apurada visão estética do encenador Tiago Guedes. A peça gira em torno de várias questões morais que a todos assolam e que fazem parte do quotidiano. O que será melhor? Viver em harmonia sob a fina película de uma mentira ou sofrer com a realidade de uma verdade que tudo põe em causa? O texto de Ibsen, aqui com a brilhante encenação de Tiago Guedes, usa a metáfora do pato que, depois de ferido, mergulha num lago agarrando-se às algas do fundo para não mais voltar à superfície. O pato escolhe assim morrer a sobreviver ferido. Considerado por muitos o melhor e mais profundo texto de Henrik Ibsen, “O Pato Selvagem” é uma peça imperdível, carregada de simbolismo, que questiona o significado da verdade nas nossas vidas.
Henrik Ibsen`s “The Wild Duck” is a play which deals with the importance of “the life-saving lie.” What is better – to hear the truth which will destroy everything or to unmask the lie which keeps us all afloat?
A talented cast will bring to life Henrik Ibsen`s iconic play, written in 1884, “The Wild Duck,” presented on stage via director Tiago Guedes` keen aesthetic vision. The play deals with the various moral questions which afflict us all and are part of our daily lives. What is better – to live in harmony under the delicate veneer of a lie or to suffer the reality of a truth which puts everything in jeopardy? Ibsen`s play, brilliantly directed by Tiago Guedes, uses the metaphor of the duck which, after being injured, dives to the bottom of a lake wanting to become entangled in the underwater weeds. The duck prefers to drown itself than to live a crippled life. Henrik Ibsen’s “The Wild Duck,” considered by many to be the playwright`s best and most profound work, is a play not to be missed, infused with symbolism which questions the true meaning of our lives.
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Texto original Henrik Ibsen
Encenação Tiago Guedes
Interpretação Anabela Almeida, Gonçalo Waddington, João Grosso, Lúcia Maria, Margarida Correia, Pedro Gil, Tónan Quito
Música Manel Cruz
Luz Rui Monteiro
Cenografia e figurinos Ângela Rocha
Coordenação de produção Manuel Poças
Coprodução TNDMII
Duração 2h30 min. c/intervalo 
Maiores de 14
COMPRAR BILHETES
7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Atualmente a celebrar 20 anos de percurso criativo, o Útero junta-se às duas cidades que contribuíram para o seu crescimento: Almada e Guimarães.
Para comemorar o 20º aniversário, o Útero retorna aos locais da sua origem, os armazéns na cidade de Almada (Lémauto e Espaço Ginjal) e a Fábrica Asa, em Guimarães, lugares de grande escala que permitiram, e permitem, ao corpo dos criadores e ao público estabelecer lugares emocionais únicos e irrepetíveis. Miguel Moreira e Romeu Runa quiseram estar junto das duas cidades que os viram crescer e que os abraçaram de forma apaixonada: Almada e Guimarães. Duas cidades com histórias diferentes, mas com o mesmo amor pela cultura. Cidades com uma relação forte com as fábricas e os trabalhadores que diariamente lutam pela vida e pela dignidade da sua vida. “Operários” é uma homenagem aos trabalhadores fabris que, tal como os artistas, pensam o mundo na sua imensa fragilidade e força de transformação.
Celebrating the 20th anniversary of their creative path this year, Útero is bringing together two cities which have played an important part in the company`s growth: Almada and Guimarães.
To commemorate their 20th anniversary, Útero is returning to the where it all started, the warehouses of the City of Almada (Lémauto and Espaço Ginjal) and the Fábrica Asa in Guimarães, large-scale venues that have allowed (and still allow) the body of creators and the public to establish unique and unrepeatable emotional spaces with each other. Miguel Moreira and Romeu Runa wanted to show their closeness to the two cities which embraced the company with passion and witnessed its growth: Almada and Guimarães. Two cities with different histories, but with the same love of culture. Cities with deep roots in the working world of factories and the laborers who every day struggle to make a living and fight for their dignity. “Operários” honors factory workers who, like artists, look upon the world in its immense fragility and strength of transformation.
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Com Romeu Runa e Miguel Moreira acompanhados por Sara Garcia, Beatriz Bizarro, Teresa Esteves da Fonseca e ShadowMan
Luz Rui Monteiro
Som e assistente de direção Duarte Moreira
Coaching Rogério de Carvalho
Fotografia Helena Gonçalves
Figurino Miguel Dino Alves
Música Bentes (Pântano), Prokoviev, Strauss
Produção Útero em coprodução com Centro Cultural Vila Flor, Festival Internacional de Almada, Teatro Aveirense
Apoio Câmara Municipal de Almada
Apoio aos ensaios Centro Cultural de Belém, Teatro Nacional S. João, Fábrica Asa, CAAA
O Útero é uma companhia apoiada pelo Estado Português / Direção Geral das Artes
Duração 1h20 min. s/intervalo
Maiores de 16
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