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Sala de Conferências

SÁBADO 8 FEVEREIRO, 16H00

Debate | Pensar, Sentir, Dançar I
Escritas do Mundo Onde Vivemos
Com Vera Mantero, Jonathan Uliel Saldanha, Rui Tavares. Moderação Cláudia Galhós

“A Vítima”. Stravinsky chegou a considerar este título para aquele que viria a ser o bailado histórico, revolucionário, e que ficaria conhecido como “A Sagração da Primavera” (1913). O historiador Modris Eksteins conta o episódio no seu livro “Sagrações da Primavera: A Grande Guerra e o nascimento da Idade Moderna” (de 1989). Eksteins associa a vítima de Stravinsky ao soldado desconhecido que as duas Grandes Guerras dizimaram e que permanecem anónimos para a história. Partindo de “A Sagração da Primavera” apresenta a dança da morte, com “a sua ironia orgíaca-nihilista”, como “um dos símbolos supremos do nosso século centrífugo e paradoxal, em que no mesmo instante que está a lutar pela liberdade adquire o poder da derradeira destruição”. Esse bailado revolucionário surge assim como emblemático de ruturas radicais que o mundo viveu, muito para além da dança e dos seus protagonistas.


No século XXI, na décima edição do festival GUIdance, é ainda de dança de morte que falamos? Se sim, que morte? Ou que mortes? E o que resta do humano?


Estes são tempos de crise, como são todos os tempos. Crise de habitação, crise ecológica, crise da democracia, crise da aceitação da diferença, crise do ressurgimento de extremismos, crise da representação política… A edição de 2020 do GUIdance dá conta dos sintomas dos tempos atuais, através de criadores de uma dança artisticamente emancipada preocupados com o mundo que coabitamos. De modo diverso, estas criações articulam numa mesma vivência artística – poética, filosófica, musical, visual, literária –, propostas para pensar e sentir o mundo onde vivemos, a partir de perspetivas muito distintas. Com a dança como linguagem de encontro, propomos duas conversas para promover a troca de olhares e ideias entre artistas, pensadores e sensibilidades de mundos diferentes, assinalando a diversidade que volta a marcar o tom do festival e a significativa presença da criação no feminino.

Entrada livre, até ao limite da lotação da sala

Debate

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