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Palácio Vila Flor

16 ABRIL A 31 JULHO

Movimentos Bruxos

Carlos Lima, Dora Vieira e João Alves

“Movimentos Bruxos” é um coletivo constituído por Carlos Lima, Dora Vieira e João Alves, que opera a partir da cidade do Porto. Traçando relações entre paisagens primitivas, contemporâneas e/ou visionárias do espetáculo e da tecnologia, o trabalho destes artistas transfigura um conjunto de visões que entrelaçam a realidade e a fantasia, onde o imaginário cruza o religioso e o metafísico abraçando o incorpóreo. O resultado das suas colaborações é apresentado sob forma de instalações imersivas, cinéticas e cénicas, desenhos, pinturas, esculturas, impressões, objetos mecânicos e falantes, sons e cheiros, que amplificam e modelam os contornos absurdos e fantásticos da realidade quotidiana.

Carlos Lima (1970, Cascais), viveu a sua infância em vários faróis espalhados por Portugal, depois da sua passagem pela Marinha, estudou e trabalhou em Design de Equipamento, Fundição, Computação gráfica, Litografia, Formação e Cenografia. Desde 2001 exerce funções como técnico de Pedra, Metais e Madeira na Faculdade de Belas Artes do Porto.


Dora Vieira (1991, Barcelos). O seu trabalho percorre os domínios da pintura, colagem, vídeo, instalação e música. Licenciada em Artes Plásticas (Multimédia) pela FBAUP, frequentou o programa Erasmus na National Academy of Arts em Sofia, Bulgária. Integra o coletivo Favela Discos e os projetos musicais ‘Bezbog’, ‘MotoRotos’ e ‘Judas Triste’.


João Alves (1983, Porto), pintor boémio-surreal-erótico-primitivo-urbano, trabalha em música, vídeo, ilustração, pintura mural. Membro do coletivo Oficina Arara.


A exposição “Movimentos Bruxos” é um cenário, montado num espaço artificialmente reconstruído em que são reunidos elementos das nossas experiências mundanas. O que se observa são associações improváveis de objetos que geram ideias, mas que também se organizam novas configurações de imagens que pela sua vulgaridade não nos deviam surpreender, do mesmo modo que ao olharmos para a paisagem a partir do interior de um automóvel em plena autoestrada, não nos surpreendemos por contemplar um conjunto de artefactos desprovidos de vitalidade. A exposição transforma o espaço em campo simbólico de dimensões variáveis, cujas formas despoletam divagações sensoriais em imagens pictográficas ainda por desbravar; as coisas que observamos podem ser espectros de muitas imagens, que foram entretanto redefinidas e apropriadas, usadas enquanto denegação. Há nesta apresentação uma espécie de manifestação obscura, enquanto parte de uma totalidade conhecida, mas que se assemelha a uma enorme falsificação.

Ivo Martins


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Sábado 8 maio, 11h00

Visita Orientada à Exposição

Com Rita Senra


Maiores 6 | Duração c. 60 min. | Lotação min.3 / máx. 7 participantes

Preço 2,00 eur mediante inscrição prévia através do e-mail mediacaocultural@aoficina.pt ou do tlf. 253 424 716


Abertura da exposição ao público »

Sexta 16 abril, das 17h00 às 21h00

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Entrada gratuita


➞ Obrigatório o uso de máscara

➞ Obrigatória a desinfeção das mãos à entrada

➞ Distanciamento social de 2 metros

➞ Não é permitido tocar nos objetos

➞ Lotação máx. de visitantes em simultâneo: 10 pessoas

➞ Circulação pela direita


Horário da Exposição

[no âmbito das medidas restritivas 

de combate à Covid-19] 

Terça a Sexta 

10h00 – 17h00  

Sábado

11h00 – 13h00