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Centro Cultural Vila Flor
Plataforma das Artes e da Criatividade
Multiusos e Complexo de Piscinas de Guimarães
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PREÇOS COM DESCONTO (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante
Sócios do Convívio Associação Cultural

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Cumprindo vinte e cinco anos de um percurso marcados por uma reconhecida coerência e integridade artística, o Guimarães Jazz apresenta em 2016 um programa com os olhos no futuro e empenhado sobretudo no desvendar de horizontes profícuos para o jazz contemporâneo.
A efeméride que neste ano se celebra, apesar de importante do ponto de vista simbólico, não deve, no entanto, ser usada como pretexto para nos desviarmos do seu aspeto mais fundamental – a noção de que existe um espaço temporal intermédio entre o ponto de partida e o ponto de chegada no qual se desenvolveu um trabalho difícil mas consistente que permitiu que, um quarto de século após a sua edição fundadora, o Guimarães Jazz esteja hoje em posição de reivindicar para si o estatuto de festival de referência no panorama musical português, e que a construção do seu futuro é a sua tarefa mais urgente.
 
O traço mais distintivo do alinhamento apresentado nesta sua 25ª edição será, porventura, o facto de o festival não ceder à tentação da autocelebração, optando antes por focar a sua atenção no novo jazz contemporâneo, representado por um conjunto de projetos e músicos emergentes que, embora não enquadrados em qualquer tendência estilística, acrescentam ao jazz vitalidade, dinâmicas, energia rítmica e multidirecionalidade, cruzando com naturalidade e fluidez diversos idiomas musicais.
 
O saxofonista de ascendência indiana Rudresh Mahanthappa, o trompetista norte-americano Ambrose Akinmusire (que Steve Coleman recrutou para os seus Five Elements), ambos considerados dois dos melhores músicos de 2015 pela prestigiada revista Downbeat, e o saxofonista Donny McCaslin (o líder da banda que gravou Blackstar, o último álbum editado em vida por David Bowie, acompanhado por alguns dos instrumentistas que fizeram parte dessa mesma banda) constituem, por isso, momentos fortes de um cartaz onde sobressai a grande juventude dos músicos envolvidos, algo evidente também no quarteto do baterista Matt Wilson, no qual se incluem o trompetista Kirk Knuffke e o saxofonista Jeff Lederer, e no septeto da flautista Jamie Baum, que estará responsável pelas jam sessions e workshops, atuando ao lado de uma formação composta por um conjunto notável de jovens músicos da cena jazzística norte-americana, bem como por três instrumentistas de jazz polacos.
 
O regresso da Liberation Music Orchestra (fundada pelo já falecido Charlie Haden, que esteve presente no festival em 2006, e agora liderada pela pianista Carla Bley) é o grande projeto “histórico” do jazz presente nesta edição do Guimarães Jazz, cujo alinhamento inclui também o San Francisco Jazz Collective, composto por alguns dos mais reputados músicos do jazz atual, nomeadamente David Sánchez, Miguel Zénon, Robin Eubanks e Matt Penman, entre outros. A terceira edição do projeto de parceria entre o festival e a Porta-Jazz terá como convidado principal o saxofonista João Mortágua, que se apresentará ao lado de outros jovens músicos europeus, e contará com a colaboração do artista plástico Hernâni Reis Baptista.
 
Os vinte e cinco anos do Guimarães Jazz serão assinalados com um concerto dirigido pelo compositor português Marco Barroso, liderando uma formação alargada que incluiu a sua Big Band LUME (que tem percorrido um trajeto ascendente de afirmação no panorama jazzístico português e europeu), a Banda da Sociedade Musical de Pevidém e o Coro BJazz da Escola de Jazz do Convívio, um projeto que tem como objetivo principal estabelecer vasos comunicantes entre o festival e a comunidade local. Será também lançado um livro de síntese da história do festival, pensado como um exercício de homenagem aos músicos e ao público que participou na sua construção, no qual se apresenta uma perspetiva que se pretende factual e objetiva do percurso trilhado pelo Guimarães Jazz desde o momento da sua fundação até ao presente – uma narrativa orientada por aquele que, segundo o sociólogo Zygmunt Bauman, é o espírito do homem moderno: um ser que atravessa o mundo, “dando forma ao informe, conferindo continuidade ao episódico e fazendo do fragmentário um todo”. 
 
Programa
 
Sábado 05
CCVF / Grande Auditório / 22h00
LUME + Banda Musical de Pevidém + BJazz - Coro da Escola de Jazz do Convívio
Direção musical Marco Barroso
Preço 5,00 eur | COMPRAR
 
Quinta 10
CCVF / Grande Auditório / 22h00
SFJAZZ Collective: The Music of Miles Davis & Original Compositions
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
Sexta 11 
CCVF / Grande Auditório / 22h00
Matt Wilson Quartet
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
Sábado 12
CCVF / Pequeno Auditório / 17h00
Quatro a Zero
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
Sábado 12
CCVF / Grande Auditório / 22h00
Rudresh Mahanthappa Bird Calls
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
Domingo 13 
CCVF / Grande Auditório / 17h00
Big Band e Ensemble de Cordas da ESMAE
Composições e Direção musical Jamie Baum
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
Domingo 13 
PAC / Black Box / 22h00
Projeto Guimarães Jazz / Porta-Jazz
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
Quarta 16 
CCVF / Grande Auditório / 22h00
The Jamie Baum American-Polish Septet
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
Quinta 17 
CCVF / Grande Auditório / 22h00
Ambrose Akinmusire Quartet
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
Sexta 18 
CCVF / Grande Auditório / 22h00
Donny McCaslin Quartet 
Preço 15,00 eur / 12,50 eur c/d | COMPRAR
 
Sábado 19 
CCVF / Pequeno Auditório / 17h00
Adam Bałdych & Helge Lien Trio “Bridges”
Preço 10,00 eur / 7,50 eur c/d | COMPRAR
 
Sábado 19 
CCVF / Grande Auditório / 22h00
Charlie Haden´s Liberation Music Orchestra
Com direção de Carla Bley
Preço 17,50 eur / 15,00 eur c/d | COMPRAR
 
Atividades paralelas
 
Terça 15
CCVF / Grande Auditório / 22h00
Documentário
Uma História de Jazz - Capítulo 2º  
 
Quinta 10 a Sábado 12 
Convívio Associação Cultural / 24h00
Jam Sessions
Jamie Baum, Zack Lober, Jeff Hirshfield, Luis Perdomo
 
Quinta 17 a Sábado 19 
CCVF / Café Concerto / 24h00
Jam Sessions
Jamie Baum, Zack Lober, Jeff Hirshfield, Luis Perdomo
 
Dias 14, 15, 17 e 18
Centro Cultural Vila Flor / 14h30-17h30
Oficinas de Jazz
Jamie Baum, Zack Lober, Jeff Hirshfield, Luis Perdomo
 
Assinaturas
 
ASSINATURA GUIMARÃES JAZZ 2016 - Geral
Preço 75,00 eur (acesso a todos os concertos) | COMPRAR
 
ASSINATURA GUIMARÃES JAZZ 2016 - 1ª Semana
Preço 45,00 eur (acesso aos concertos de 05 a 13 de novembro) | COMPRAR
 
ASSINATURA GUIMARÃES JAZZ 2016 - 2ª Semana
Preço 35,00 eur (acesso aos concertos de 16 a 19 de novembro) | COMPRAR
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Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de setembro de 2016.
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O espetáculo “Força Humana”, um projeto de António Fonseca e José Neves, a partir de Os Lusíadas de Luís de Camões (cuja estreia absoluta está agendada para 30 de setembro, na Plataforma das Artes), terá uma oficina associada, dirigida a professores e estudantes do ensino secundário.
Na primeira sessão da oficina, António Fonseca fará uma introdução geral ao poema e ao modo de abordagem, centrado na oralização e na apropriação da linguagem poética. Segue-se um trabalho prático, orientado por António Fonseca e José Neves, que incluirá a leitura partilhada e o ensaio de dois episódios escolhidos. Entre as duas sessões, os participantes serão desafiados a memorizar um fragmento de Os Lusíadas, que será utilizado na segunda sessão da oficina.
 
Datas 26 e 27 setembro 
Horário 18h00-21h00
Local Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade 
Público-Alvo Professores e Estudantes do Ensino Secundário
Nº máximo de participantes 25
Preço Por participante (professor ou aluno) 5,00 eur / Duplas (professor + aluno) 5,00 eur
Data limite de inscrição 22 setembro
 
As inscrições podem ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor, na Plataforma das Artes e Criatividade, ou através do preenchimento do formulário online disponível neste site.
As inscrições só serão consideradas válidas após realizado o pagamento respetivo. O pagamento poderá ser efetuado em numerário no Centro Cultural Vila Flor ou na Plataforma das Artes e Criatividade, através de cheque enviado por correio à ordem de “A Oficina, CIPRL”, ou através de referência multibanco a gerar no ato de inscrição, até à data limite designada para o efeito. Em caso de desistência, o valor apenas será reembolsado se a mesma ocorrer até 48h antes do início da atividade.
The show “Força Humana” (Human Force”), a project by António Fonseca and José Neves, based on “Os Lusíadas” by Luiz de Camões (the premiére is scheduled for September 30th at Platform of Arts and Creativity), will have an associated workshop, specially conceived to teachers and high school students.

In the first session of the workshop, António Fonseca will give a general introduction to the poem and the way of approach, focused on the oralization and on the appropriation of the poetic language. This will be followed by practical work, directed by António Fonseca and José Neves, that includes shared reading and the rehearse of two selected episodes. Between the two sessions, the participants will be challenged to memorize a fragment of “Os Lusíadas”, that will be used in the second session of the workshop.

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“Força Humana” é um projeto de António Fonseca e José Neves, a partir de Os Lusíadas de Luís de Camões, com música de Paulo Furtado, cuja estreia absoluta acontece em Guimarães.
“Força Humana” parte do desejo de encontrar, na vastidão do poema épico, as pistas de decifração do Portugal contemporâneo. Nos quase nove mil versos de Os Lusíadas, poema para ser entoado e não analisado por gramáticos, como disse António José Saraiva, está uma música muito particular que é a língua portuguesa. A pedra de toque deste projeto assenta assim no trabalho de António Fonseca e José Neves, dois atores do prazer das palavras, dois intérpretes capazes de todas as buscas que uma personagem-povo pode propiciar. Depois ainda, a música das palavras dialoga com outras músicas, tão ou mais essenciais, através da partitura de Paulo Furtado, espécie de via múltipla entre uma música que viaja e os sons da contemporaneidade. Ou o espaço de F. Ribeiro povoado pelos figurinos de Nuno Gama, a conferir uma imagem surpreendente, contraditória...
 
APÓS O ESPETÁCULO
PAC / CAFETARIA 
HÁ CONVERSA COM…
ANTÓNIO FONSECA E JOSÉ NEVES
“Força Humana,” a new show from António Fonseca and José Neves, is based on the Lusiads by Luís de Camões and features music by Paulo Furtado, with this performance in Guimarães being the show`s world premiere.
“Força Humana” (“Human Force”) begins with the desire to enter the vastness which is this epic poem and to encounter clues for deciphering modern Portugal. In the nearly nine thousand verses of The Lusiads – a poem meant to be spoken and not analyzed by grammarians, says António José Saraiva – there is a very specific music to the Portuguese language. The touchstone for this project has been laid upon the work of António Fonseca and José Neves, two actors who love words, two performers able to sound the depths of what the nation-character can offer. Furthermore, the music of the words enters a dialogue with the music composed by Paulo Furtado, as fundamental as the spoken word (if not more so), in a type of ´multi-directional pathway` that intertwines the tradition of Portuguese guitar and the forceful electric vibe of the blues, which is yet another thread of emotion so often woven into the fabric of a Portuguese mariner`s life. 
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Força Humana, a partir de Os Lusíadas, de Luís de Camões
Dramaturgia, direção e interpretação António Fonseca e José Neves
Música Paulo Furtado
Espaço cénico F Ribeiro
Figurinos Nuno Gama
Apoio ao movimento Adriana Queiroz
Direção técnica João Teixeira
Direção de produção José Luís Ferreira
Um projeto Antunes Fidalgo Unipessoal
Em coprodução com Teatro Nacional D. Maria II, Centro Cultural Vila Flor, Centro de Arte de Ovar e CAL - Centro de Artes de Lisboa
Maiores de 12
Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de outubro de 2016.

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O “Guimarães noc noc” continua o seu rumo e avança para a 6ª edição que decorre a 01 e 02 de outubro.
Este festival é uma mostra alternativa de arte em espaços não institucionais. Performances, música, multimédia, artesanato, teatro e artes plásticas, percorrem todo o centro da cidade, pelas diversas casas, ateliers, ruas e espaços associativos e comerciais que fazem deste evento um efémero mas intenso roteiro artístico de 2 dias. Para além dos cerca de 400 artistas locais, nacionais e estrangeiros que apresentam mais de 180 projetos, distribuídos por cerca de 70 espaços, existe também um grande envolvimento da comunidade local e associações de Guimarães, o que transforma o “Guimarães noc noc” num evento partilhado que é construído e visitado por um grande número de pessoas. O sucesso do “Guimarães noc noc” foi reconhecido em 2015 com a atribuição do selo EFFE – Europe for Festivals, Festivals for Europe, uma distinção que passa a integrar este festival num guia europeu que representa os melhores festivais europeus dedicados à arte e cultura.
 
Organização Ó da Casa! Associação Cultural
Mais informações em:
“Guimarães noc noc” continues full speed ahead, presenting its 6th edition to take place on October 1st and 2nd.

This festival is an alternative art exhibition held in non-institutional spaces. Performances, music, multi-media, arts & crafts, theatre and the visual arts will be present throughout the city center in a series of houses, workshops, streets, shops and civic associations, which come together to make this event an ephemeral yet powerful 2-day artistic event. In addition to the approximately 400 local, national and international artists presenting more than 180 projects to be dispersed over 70 different venues, there will also be marked involvement from the local community and its civic associations to transform “Guimarães noc noc” into a shared-experience-event that is constructed and visited by a large number of people. “Guimarães noc noc” was so successful that in 2015 it was awarded the EFFE – Europe for Festivals, Festivals for Europe seal, a distinction which features the festival`s inclusion in a European Guidebook of the best European festivals dedicated to the arts and culture.  

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O Centro Cultural Vila Flor foi o palco escolhido para a estreia absoluta da nova criação de João Garcia Miguel. “Nós Matámos o Cão Tinhoso” faz parte do Ciclo Ondas Africanas, um projeto que se baseia no trabalho combinado entre atores, músicos e artistas visuais africanos e portugueses.
O período de formação deste projeto teve por base o livro de contos de Luís Bernardo Honwana, escrito em 1964, considerada uma obra primordial da literatura moçambicana moderna. Destes contos formaram-se duas peças, uma que ficará em Angola e outra a ser realizada em Portugal, cuja estreia absoluta acontece em Guimarães. O primeiro e mais extenso dos contos incluídos no livro de Luís Bernardo Honwana, que inclusive lhe dá o título, “Nós Matámos o Cão Tinhoso”, é narrado através dos olhos e emoções de um menino moçambicano negro, chamado Ginho, que vive numa cidade. A história desenvolve-se à volta de um cão vadio, abandonado e doente, com o corpo coberto de feridas e de aspeto repelente. “Nós Matámos o Cão Tinhoso” insere o leitor em estruturas sociais violentas, através de uma extraordinária capacidade de persuasão que envolve e move o espetador numa superior energia afetiva com o que é narrado.
The Vila Flor Cultural Center is proud to set the stage for the world premiere of the latest creation from João Garcia Miguel. “Nós Matámos o Cão Tinhoso” (“We Killed Mangy-Dog”) is part of the African Waves Cycle, a project which is based on the collaborative work of actors, musicians, and visual artists from both Africa and Portugal.
The collaborative process underlying this project was based on the book of short stories written by Luís Bernardo Honwana in 1964, a collection considered a seminal work in modern Mozambican literature. From these stories two plays have been created, one which will be performed in Angola and the other in Portugal, with its absolute premiere slated for Guimarães. “We Killed Mangy-Dog”, the first and most extensive of the short stories by Luís Bernardo Honwana (which also gives its name to the book), is narrated through the eyes and emotions of a young black Mozambican boy named Ginho, who lives in a city. The story revolves around an abandoned and sickly stray dog whose unpleasant-looking body is covered with sores. “We Killed Mangy-Dog” places the reader within the violent social structures of the time through its extraordinary persuasive ability, which moves the audience, wrapping them up in a deeper emotional energy with the story.
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A partir dos textos Nós Matámos o Cão Tinhoso e Inventário de Imóveis e Jacentes de Luís Bernardo Honwana
Direção e Encenação João Garcia Miguel 
Assistente Encenação Rita Costa
Interpretação e cocriação Sara Ribeiro e Frederico Barata
Música Ricardo Martins e Joana Guerra
Figurinos Sara Ribeiro e João Garcia Miguel
Assistência de Cenografia Rita Prata
Realização de objeto cénico António Cinzas
Apoio técnico à cenografia Rui Viola
Direção Técnica e Desenho de Luz Luís Bombico
Direção de Som Manuel Chambel
Produção Executiva Raquel Matos
Apoio à Produção Tiago Câmara Pereira
Assessoria de Imprensa Alcina Monteiro  e Joana Rosa
Comunicação Alcina Monteiro e Sara Ribeiro
Fotografia, Vídeo, Design João Catarino
A Cia JGM é uma estrutura financiada pela DGArtes, Governo de Portugal, Câmara Municipal de Lisboa e IEFP
Uma coprodução Teatro Cine de Torres Vedras, Câmara Municipal de Torres Vedras, Centro Cultural Vila Flor, Centro Cultural de Ílhavo, Cia Jgm, Teatro-Ibérico, Anim’art, Globo Dikulu e Junta de Freguesia do Beato
Apoios AUDEX, Cine Teatro Louletano e Câmara Municipal de Loulé, Rui Viola Produções, Companhia Olga Roriz
Maiores de 12
Guimarães Cinema Som é um novo conceito de festival de cinema/música em que crianças, curiosos e cinéfilos se juntam lado a lado para escutar, ver e pensar o melhor cinema que a humanidade criou.
O festival compõe-se de secções competitivas de filmes internacionais atendendo ao tratamento artístico do som com a presença dos realizadores, de um concurso de bandas sonoras originais para curtas-metragens mudas, de mostras não competitivas de filmes com música, ao vivo, para grande orquestra ou piano e ainda de um variado leque de workshops, conferências e masterclasses. 
 
SECÇÕES DO FESTIVAL
Manhãs Cinema Som: Sessões de cinema pensadas para o público juvenil. Uma sensibilização para momentos fundadores do cinema e um convite à experiência do cinema mudo com acompanhamento musical ao vivo, a cargo do pianista Filipe Raposo, colaborador regular da Cinemateca Portuguesa. Seguramente, estas matinés aguçarão o apetite dos jovens espetadores para o restante programa do festival.
Sonoras Qualidades: Seleção de obras que se impuseram na cinematografia mundial. Oportunidade para apreciar inovações no domínio sonoro e viajar pelos quatro cantos do cinema. Nesta edição, o festival associa-se também a uma evocação de Abbas Kiarostami.
Mudam-se os Tempos: Uma das grandes apostas deste festival é a exibição de cinema mudo com acompanhamento musical ao vivo ou também exibido com recurso à música original dos filmes. O festival propõe diversas soluções tímbricas e estilísticas, de modo a enriquecer a experiência de obras tão marcantes da 7.ª Arte. 
Retrospetiva Rob Rombout: Contribuir para a divulgação de um dos nomes maiores do documentário atual. É uma grande honra para o festival dar a conhecer melhor a obra deste cineasta. De salientar a oportunidade única para assistir à estreia internacional do último filme de Rob Rombout.
Competição de Curtas: Porque os públicos têm também uma palavra a dizer neste festival. Guimarães Cinema Som apresenta uma Sessão Guimarães Júnior, sessão específica para que o público juvenil escolha a melhor curta-metragem a concurso. No domínio da exploração do som no cinema, em colaboração com as escolas de Guimarães, o festival apela assim à participação dos nossos jovens. Paralelamente, há também lugar a um prémio a ser atribuído pelo público, que terá oportunidade de votar cada curta-metragem apresentada em competição. Por fim, serão também escolhidos filmes por parte do júri internacional do Guimarães Cinema Som.
Apre(e)nder cinema: Um leque diversificado de masterclasses e seminários assegurados por Rob Rombout, António de Sousa Dias, Sérgio Dias Branco e Daniel Moreira. Lugar ainda para uma sessão especial de curtas-metragens, Doc Nomads, projeto associado a Rob Rombout.
 
Organização Papaveronoir – Filmes
Mais informações em:
Guimarães Cinema Som is a new concept for a cinema/music festival in which children, movie lovers and simply anyone curious can come together to hear, watch and ponder the best examples of cinema which have ever been created.
The festival will be made up of sections of international films in competition which will include an artistic treatment of sound, the presence of the directors, a contest for the best original sound track for silent short films, and non-competition films with live music for orchestra or piano. In addition, a variety of workshops, conferences, and master classes will be held. 

Sections of the Festival
Cinema Som Mornings: These are film sessions directed at younger audiences as a way to expose them to the great historic moments in cinema. The audiences will be charmed by the experience of silent films accompanied by live music by pianist Filipe Raposo, who collaborates regularly with the Cinemateca Portuguesa. These morning film sessions will certainly whet the appetite of these young film-goers for the rest of the festival`s offerings. 
Sound Qualities: This is a selection of important works in international cinema, and an opportunity to appreciate innovations in the field of sound and to travel the four corners of the world via film. In this edition, the festival will also highlight the work of Abbas Kiarostami.
Times have changed: One of the highlights of the festival will be the showing of silent films accompanied by live music or original film scores. The festival will display a series of sound and stylistic solutions for the films as a way to enhance the experiences of these remarked examples of the 7th Art. 
Rob Rombout Retrospective: Here we will focus on one of the great names in contemporary documentary film-making. The festival is honored to be able to feature the work of this prominent film-maker and is proud to offer the unique opportunity for audiences to attend the international premiere of Rob Rombout`s most recent film.
Competition in Short Subjects: Because the audiences also have a voice in the festival, Guimarães Cinema Som will present a Guimarães Junior Session in which the younger crowd will be asked to select the best Short Subject in the competition. As a way to explore the concept of sound in cinema and in collaboration with Guimarães schools, the festival will encourage local students to participate. At the same time, there will also be an award given by the public, who will have the opportunity to vote on each Short Subject submission in the competition. Finally, films will be selected by the international Guimarães Cinema Som jury.
Cinema Workshops: Here we offer a wide variety of master classes and seminars with Rob Rombout, António de Sousa Dias, Sérgio Dias Branco and Daniel Moreira. There will also be a special session of short subjects called ´Doc Nomads`, a project associated with Rob Rombout. 
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2,00 EUR
Os sábados em família são uma atividade regular pensada especialmente para as famílias e acontecem todos os segundos sábados do mês. Em outubro vamos experimentar dar sons às palavras, fazer desenhos com letras e criar novos alfabetos.
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Horário 16h00
Público-alvo maiores de 4 anos
Duração 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas/ máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 48h de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt

“Saturdays with the Family” is a regularly occurring event especially for families and held on the second Saturday of every month. In October we are going to experiment with giving sounds to words and with drawing letters and creating new alphabets. 

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5,00 EUR / 3,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Sócios do CAR - Círculo de Arte e Recreio
Cartão Jovem, Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
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Em outubro, o Pequeno Auditório do CCVF acolhe a edição de 2016 da Mostra de Teatro de Amadores, um momento ímpar da celebração do teatro que continua bem vivo no concelho de Guimarães.
Nos dias 20, 21 e 22 de outubro, o Pequeno Auditório do Centro Cultural Vila Flor volta a ser palco para as apresentações dos projetos do concurso de apoio à criação teatral para os grupos de teatro de amadores do concelho de Guimarães. Esta iniciativa é realizada anualmente e tem como objetivo promover a criação, a divulgação e o desenvolvimento de obras da dramaturgia de todas as épocas, apoiar a atividade dos grupos de teatro de amadores do concelho de Guimarães e fomentar o gosto pela fruição e prática artística na área do teatro. Ao longo de três dias, os projetos vencedores sobem ao palco do Centro Cultural Vila Flor para se darem a conhecer ao grande público. Em cena vão estar as peças “PREC no prato!”, da Astronauta – Associação Cultural (20 de outubro), “Para o comboio da meia noite”, da Citânia – Associação Juvenil (21 de outubro), e “Húmus”, do Teatro de Ensaio Raul Brandão (22 de outubro).
In October, the Small Auditorium at the CCVF will host the 2016 edition of the Mostra de Teatro de Amadores, a unique event to celebrate amateur theatre, still quite popular with the people of Guimarães.
On October 20, 21, 22, the Small Auditorium of the Vila Flor Cultural Center will once again host the performances of theatre arts competition featuring amateur theatre groups from the City and County of Guimarães. This event is held annually and its goal is to promote the creation, dissemination and development of plays from all theatrical eras, to support the amateur theatre groups in and around Guimarães, and to expand theatre arts practices and the love of performing. Over the three days of the event, the winning entries will perform for the public on stage at the Vila Flor Cultural Center. The following shows will be appearing on stage: “PREC no prato!”, from Astronauta – Associação Cultural (performing October 20), “Para o comboio da meia noite”, from Citânia – Associação Juvenil (performing October 21), and “Húmus”, from Teatro de Ensaio Raul Brandão (performing October 22).
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Maria Gadú traz ao CCVF o mais recente álbum, “Guelã”. Compositora, cantora e autora de temas que correm o mundo como “Shimbalaiê”, Maria Gadú é um dos nomes maiores da música brasileira da atualidade.
Ao terceiro álbum, Maria Gadú pode orgulhar-se de ter deixado o plano das promessas e ser hoje uma absoluta certeza no plano dos talentos firmados no Brasil. “Guelã”, o seu mais recente disco, apresentado com grande sucesso no Brasil é a prova desse talento maior: letras cuidadas, melodias ricas de imaginação, canções que têm garras para se manterem firmes nos nossos ouvidos por muito tempo. “Guelã” é um trabalho ambicioso que replica um percurso de sucesso, mas também as influências de uma vida na estrada, a correr o mundo a cantar. Poder tocar em diferentes países fora do Brasil abriu-a a novas sonoridades e experiências e este último trabalho é testemunha disso. Apesar do tom solitário, talvez estas canções revelem que, artisticamente, Maria Gadú abriu as suas asas. Afinal de contas, Guelã significa Gaivota. Guimarães vai poder testemunhar isso num espetáculo íntimo, intenso e mágico. Com canções novas e canções de sempre. Imperdível, pois claro.
Maria Gadú brings her most recent album, “Guelã,” to the CCVF. A singer-songwriter whose work has enchanted the world as in her international hit, “Shimbalaiê,” Maria Gadú is one of the top names in today`s Brazilian music scene.
With this her third album, Maria Gadú can pride herself on going from an “up-and-coming” artist to becoming a true star in Brazilian music. Her most recent album, “Guelã,” has become a great success in Brazil and is proof of her massive talent: carefully crafted lyrics, melodies rich in imagination, and songs that entice the listener and stay in the mind for a long time afterwards. “Guelã” is an ambitious work which reflects her path to success, but it also shows the influences of her life on the road, travelling the world to sing. Performing in so many countries outside Brazil has put her in contact with new sounds and experiences, and the present work is testament to this. Despite their solitary tone, these songs might well be showing how Maria Gadú has artistically spread her wings. And the album title? “Guelã” means “seagull.” Guimarães is certain to witness an intimate, intense and magical performance with both her new songs and the old favorites. Not to be missed, of course. 
informação adicional  |  imagens  |  video fechar todos
Maria Gadú guitarra, voz
Federico Puppi violoncelo, voz 
Lancaster baixo elétrico, guitarra, voz
Felipe Roseno percussão, bateria
Maiores de 6
2,00 EUR
Este espetáculo é um retrato-memória da infância escrito a quatro mãos (duas mãos que não param quietas; outras duas que as acompanham e observam), em que há espaço para o medo, o risco, a rua, um cão que ladra (e talvez morda) e um avô à janela capaz de nos proteger pelo canto do olho.
“Caco, porque é que estás a trepar?”, perguntava o meu avô Elísio. “Porque me chamo Caco, Caco, Caco…”, dizia eu a imitar o eco. O meu nome atirado contra uma montanha partir-se-ia em mil bocados. Quero dizer, em cacos. Talvez não seja o nome mais respeitável do mundo. Um nome que é um pedaço de uma coisa partida. Mas é o meu.
 
Local Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade
Horário 16h00 (sábado) 11h00 (domingo)
Público-alvo maiores de 5 
Lotação limitada
Duração 45 min. aprox
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 48h de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
This show is a memory-portrait of childhood written by four hands (two hands that can`t stop moving about and two hands that quietly observe) in which there is room for fear, risk, the street outdoors, a barking dog (which might bite) and a grandfather at the window who protects us from the corner of his eye. “Caco, why are you climbing?” my grandpa Elísio asked.
“Because my name is Caco, Caco, Caco…” I replied, imitating an echo. My name thrown against a mountain would shatter into a thousand tiny pieces. I means shards (=cacos). Maybe that’s not the most respectable name in the world. It`s the name of a piece of something broken. But it`s mine. 
 
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Criação e interpretação Filipe Caldeira
Texto original Isabel Minhós Martins
Apoio à dramaturgia Joclécio Azevedo
Assistência artística Catarina Gonçalves
Cenografia Ana Guedes 
Apoio à cenografia Emanuel Santos
Sonoplastia Rodrigo Malvar
Voz Catarina Gonçalves
Figurinos Jordann Santos
Desenho e operação de luz Miguel Carneiro
Vídeo Teresa Pinto
Apoio à residência Teatro do Frio; Companhia Instável
Agradecimentos Seteventos; Escola Viva
Produção Executiva e Difusão Circular Associação Cultural
Coprodução Maria Matos Teatro Municipal e Teatro Municipal do Porto Rivoli Campo Alegre
Maiores de 5
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10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Um Inimigo do Povo” é um retrato da tensão existente entre o indivíduo e o coletivo, entre a verdade individual e a hipocrisia do coletivo, e a escolha que temos que fazer entre uma e outra, por vezes manipulados pela imprensa e pelo poder.
Em “Um Inimigo do Povo” (1882), o autor Henrik Ibsen expõe, de uma forma direta e crua, a rutura de um homem que descobre uma verdade e, confrontando-a com a cidade, apercebe-se de que esta, manipulada pela imprensa e pelo poder, prefere viver na mentira. Discussões familiares, corrupção, manipulação política, assembleias populares e apedrejamentos, tudo isto acontece quando o Dr. Stockmann, no início da peça, descobre que as águas da estância balnear (fonte de receitas da cidade) estão infetadas. No fim, descobre também que a própria cidade está podre e, mesmo sendo expulso, insiste em ficar para “educar” a sociedade, acreditando que, um dia, os cidadãos podem vir a ser melhores: como indivíduos e como coletivo. Será que isso é possível? Será que cada cidadão é livre na democracia em que participa? Quem tem o poder?
“Enemy of the People” is a portrait of the tension existing between the individual and the group, between one`s individual truth and the hypocrisy of the collective, and the choice we have between one thing or another, which at times is manipulated by the press and by power.
 In “Enemy of the People” (1882), author Henrik Ibsen, in a raw and direct way, deals with the struggle facing a man who discovers a horrible truth, and when he confronts the townspeople with it, he becomes aware of how the populace, manipulated by the press and by the powers-that-be, prefers to live in a lie. Family arguments, corruption, political manipulation, town meetings, and throwing stones – all this occurs when Dr. Stockmann at the beginning of the play discovers that the waters of a bathing complex (crucial to the town`s economy) are contaminated. At the end, he understands that the very town is also rotten, but even after being told to leave the doctor insists on staying “to educate” the public believing that the citizens might one day see the light and become better individuals and a better collective group. Might this be possible? Is each citizen truly free in the democracy in which he participates? Who holds true power?
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Autor Henrik Ibsen
Tradução Francis Aubert, edições Cotovia, 2008
Direção Artística Tónan Quito
Versão cénica e interpretação Filipa Matta, Isabel Abreu, João Pedro Vaz, Pedro Gil, Jorge Andrade (em substituição do Miguel Loureiro), Tónan Quito
Cenografia F. Ribeiro
Desenho de Luz Daniel Worm
Figurinos José António Tenente
Produção HomemBala
Maiores de 12
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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Para o filósofo alemão Martin Heidegger, de cuja obra o título desta exposição é pedido de empréstimo, a produção artística é uma forma de posicionamento do homem perante a natureza.
Perguntamos aqui o que significa produzir arte. Enquanto modo específico de produção, a arte produz o quê? Estando na orla, nas margens, na confluência do mundo industrializado com o mundo natural, na obra de arte “ganha forma o próprio acontecimento da clareira do ser”. Uma forma de esclarecimento. De onde vimos, quem somos, para onde vamos? Talvez a arte trilhe um caminho que não leva a parte nenhuma; um caminho de floresta feito para nos perdemos e, na diversidade da natureza, nos reencontrarmos com a origem e os fundamentos do humano. Esta exposição reúne, assim, um conjunto de aproximações e de diálogos com uma certa ideia de natureza, enquanto tematização do diverso, daquilo que nos é estranho, e de como a podemos vir a traduzir, a compreender e a habitar.
 
Sexta 07 outubro, 18h00
Visita Especial com o Diretor Artístico do CIAJG - Nuno Faria
Atividade gratuita, sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 48h de antecedência através
For the German philosopher Martin Heidegger, whose work has lent its name to the title of the present exhibition, an artistic production is a way of positioning man in the context of nature.

Here we ask what the act of producing art might signify. As a specific mode of production, art produces what exactly? Being on the border, at the shore, at the confluence of the industrial and the natural world, it is said that in the work of art “the very event of the clarity of being takes form.” A type of clarification. Of where we come from, who we are and where we are going? Perhaps art is treading a path which takes us nowhere; we choose to go off the beaten track in a forest in order to go off wandering, and in the diversity of nature we have a reencounter with human origins and foundations. This exhibition thus brings together a set of approximations and dialogues with a certain idea of what nature is in a thematicized exercise on the diverse, on what appears strange to us, and how we might come to translate, understand and inhabit what we experience. 

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Com Alberto Carneiro, Celeste Cerqueira, Filipe Feijão, Franklim Vilas Boas, Ilda David, Maria Capelo, 
Musa paradisiaca + Tomé Coelho, Reis Valdrez 
Curadoria de Nuno Faria
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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A exposição “Objectos Estranhos: ensaio de proto-escultura” tem por objetivo reunir um amplo conjunto de peças do património religioso, popular e arqueológico da região, fazendo-as dialogar com peças de artistas contemporâneos.
Através da extensa paisagem de objetos expostos – que vão desde as pinturas de Mestre Caçoila até ex-votos em cera, passando por peças notáveis de alguns dos mais significativos espólios museológicos do Concelho, como é o caso de S. Torcato, S. Francisco ou Fermentões – pretendemos celebrar a riqueza, a pluralidade e a idiossincrasia de uma terra muito densa, através não só da reunião desses objetos mas, igualmente e sobretudo, de uma plêiade de convidados que, no âmbito e no interior da exposição, ajudarão a perceber as crenças, os hábitos e rituais que organizam a vida das pessoas.
 
Sexta 07 outubro, 18h00
Visita Especial com o Diretor Artístico do CIAJG - Nuno Faria
Atividade gratuita, sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 48h de antecedência através
The exhibition, “Strange Objects: essay on proto-sculpture” will bring together a broad range of pieces from the region`s religious, archaeological and folk heritage, inviting them to enter a dialogue with pieces from contemporary artists.
Through the extensive landscape of the objects on display, which range from the paintings of Mestre Caçoila to wax ex-votos offerings, in addition to some of the most notable pieces from museum collections in the county – as in the case of objects from São Torcato, São Francisco and Fermentões – the intention is to celebrate the wealth, plurality, and the idiosyncrasy of a land whose traditions are a gift. This exhibition is not just bringing together the objects but also a wide range of people who will participate in the event by helping visitors to understand the beliefs, habits, and rituals that serve as the foundation of the lives of the people. 
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Com Mestre Caçoila (pintor aos domingos) e Musa paradisiaca 
Peças das Coleções de Museu de Alberto Sampaio, Sociedade Martins Sarmento, Museu da Agricultura de Fermentões, Venerável Ordem Terceira de São Francisco, Associação Artística da Marcha Gualteriana, Igreja de São Domingos, José de Guimarães / CIAJG e gentis colecionadores particulares 
Curadoria de f.marquespenteado e Nuno Faria
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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“Labirinto e Eco” é o mote da nova montagem da coleção permanente do Centro Internacional das Artes José de Guimarães.
Durante o período de um ano, as salas do piso superior do CIAJG vão acolher um extenso e variado conjunto de intervenções de artistas contemporâneos, convidados a dialogar com os notáveis objetos da coleção de José de Guimarães e outros entretanto reunidos no acervo da instituição. O eco da criação artística propaga-se pelos tempos, numa fascinante e misteriosa viagem que descobrimos com renovado espanto a cada visita que fazemos ao museu, a cada museu. No CIAJG não é diferente. Propomos uma experiência única de visita ou revisitação através do labirinto da história pelo próprio pé do espetador ou pela mão dos monitores do nosso Serviço Educativo.
 
Sexta 07 outubro, 18h00
Visita Especial com o Diretor Artístico do CIAJG - Nuno Faria
Atividade gratuita, sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 48h de antecedência através
“Labirinto e Eco” (“Labyrinth and Echo”) is the name given to the new arrangement of the permanent collection of the José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG).
In the coming year, the exhibition rooms of the upper floor of the CIAJG will welcome an extensive and varied set of contemporary art pieces which are meant to enter a dialogue with notable objects created by the artist José de Guimarães as well as other pieces held in the institution’s collection. The echo of the artistic creation is a sound that carries over the decades and centuries in a fascinating and mysterious journey that unfolds with renewed awe each time we visit the museum, any museum. And the CIAJG is no different. Allow us to propose a unique visitor´s experience through the labyrinth of history – you may tread the path yourself or take the hand of a docent from our Educational Services. 
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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. Muitas são as histórias e as memórias que Guimarães guarda, e que se guardam sobre Guimarães. Venha conhecer e mergulhar na essência da comunidade viva que identifica e distingue Guimarães.
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.

Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal`s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors. Many are the stories and the memories kept by Guimarães, and which are kept with regard to Guimarães. Come visit and immerse in the essence of the living community that identifies and distinguishes Guimarães.

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Horário
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h0
 Todas as idades
Entrada livre
[A Bienal aceita a contribuição de 2 ou 5 euros, com direito a Pin`s da Contextile]
Uma exposição inédita que integra 54 obras, de 51 artistas, selecionadas entre 732 propostas (544 artistas) por um júri internacional composto por Lala de Dios, Cláudia Melo, Lívia Papai, Paula Sá e Paulo Leocádio.
Um retrato da criação de arte têxtil contemporânea no panorama artístico nacional e internacional, com obras provenientes de artistas dos quatro cantos do mundo, de países como Japão, Taiwan, Argentina, Brasil, Estados Unidos, Polónia, Inglaterra, Portugal, entre outros. O júri da bienal atribui, também, um Prémio de Aquisição e menções honrosas.
An original exhibition showing 54 artworks of 51 artists, selected among 732 proposals (544 artists), selected by an international Jury composed by Lala de Dios, Cláudia Melo, Lívia Papai, Paula Sá e Paulo Leocádio.
A portrait of contemporary textile art in the national and international artistic scope, with artworks of artists from all around the world, of countries such as Japan, Taiwan, Argentina, Brazil, United States, Poland, United Kingdom, Portugal, among others.  The jury of the biennial also attributes an Acquisition Prize and honorable mentions.
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Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
Mais informação em www.contextile.pt
Todas as idades
Entrada livre
Local: Casa da Memória

[A Bienal aceita a contribuição de 2 ou 5 euros, com direito a Pin`s da Contextile]
Exposição das artistas Elena Brebenel (Roménia), Inguna Levsa (Letónia) e Sandra Heffernan (Nova Zelândia) resultado de residências artísticas realizadas em junho e julho, nas empresas têxteis Sampedro e MoreTextiles, e na Oficina (bordadeiras).
A Contextile propôs a estas artistas, selecionadas a partir de uma convocatória nacional e internacional (43 artistas candidatos), uma residência tendo como objetivo a criação e produção de obras artísticas a partir das técnicas de Jacquard, Estampagem e Bordado de Guimarães. Estas residências contribuem para a prossecução dos objetivos estratégicos da bienal: aproximar a Indústria Têxtil e o Bordado (de Guimarães) à arte têxtil contemporânea, possibilitando, aos artistas, novas experiências e novas abordagens criativas a partir das diferentes técnicas de manufaturação do têxtil.
Exhibition from the artists Elena Brebenel (Romania), Inguna Levsa (Latvia) and Sandra Heffernan (New Zealand) resulting of artistic residencies occurring in June and July in the textile companies Sampedro and MoreTextiles, and at Oficina (embroiderers).
Contextile proposes to these artists, selected of a national and international call (43 artists candidates), a residency that has as objective the creation and production of artistic artworks from theJacquard, Imprint and Embroidery of Guimarães techniques. These residencies contribute to the prosecution of the biennial strategic objectives: to approach Textile Industry and the Embroidery (of Guimarães) to contemporary textile art, enabling artists of new experiences and new creative approaches, from the different techniques of textile manufacturing. 
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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Mais informação em www.contextile.pt
Todas as idades
Entrada livre
[A Bienal aceita a contribuição de 2 ou 5 euros, com direito a Pin’s da Contextile]
No âmbito da Contextile 2016, o CIAJG apresenta uma ampla mostra individual de Ilda David’ em torno da produção de bordados que a artista vem realizando tendo como mote central, mas não exclusivo, o universo literário de Maria Gabriela Llansol.
Em paralelo, uma remontagem ampliada do núcleo de têxteis pré-colombianos da valiosa coleção deste Centro.
In the Contextile 2016 âmbit, CIAJG presents a vast individual show of Ilda David` around the production of embroidery that the artist has been performing, with the central mot, but not exclusive, on the literary universe of Maria Gabriela Llansol.

 In parallel, an expanded reassembly of the pre-colombian textile of this Centre`s valuable collection core. 

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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Mais informação em www.contextile.pt
Todas as idades
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