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Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de abril de 2017.

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Entrada livre, até ao limite da lotação da sala*
* Levantamento dos bilhetes no dia do espetáculo (24 de abril), das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 19h00, na entrada dos Serviços Administrativos do CCVF, e a partir das 21h00 na entrada do Grande Auditório do CCVF, no máximo de 2 bilhetes por pessoa.
O 25 de Abril de 1974 permanece como grata recordação sempre viva, após dezenas de anos de opressão e repressão ditatorial.
Esse inolvidável momento da nossa História recente, intensamente vivido, foi antecedido por lutas e sofrimento de gerações de portugueses. A Resistência à ditadura gerou as mais variadas formas de expressão. No entanto, a música terá sido aquela que mais se popularizou e perdurou na nossa memória coletiva. Por isso, para celebrar o 25 de Abril é incontornável recorrer a esse valioso património musical, e especialmente a canção, a qual desempenhou um papel fundamental na luta da resistência e no período revolucionário, enquanto fator de reivindicação e mobilização. No concerto “Sons de Liberdade” deste ano, haverá lugar para a poesia dita, para além da que é cantada, a qual transmite fielmente o espírito da época revolucionária, sendo testemunho da criação literária que o 25 de Abril inspirou, contendo todo o seu imaginário de liberdade.
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Direção Artística e Musical Vasco Silva de Faria
Conceção do Programa Vasco Silva de Faria, Cineclube de Guimarães Música Banda Musical de Pevidém Imagens Cineclube de Guimarães Coros Grupo Coral de Azurém, Grupo Coral de Pevidém, Grupo Coral de Ponte, Orfeão de Guimarães, Orfeão do CCD Coelima, Outra Voz Solistas Ana Silva, Armando Sousa, Francisco Leite Silva, Paulo Rodrigues, Pedro Paredes, TetrAcord Ensemble (Sandra Azevedo, Marisa Oliveira, Leonel Gomes, Guilherme Moreira e Simão Neto), Zé Miguel Poesia por Bruno Laborinho, José João Torrinha
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Entrada livre, até ao limite da lotação da sala*
* Levantamento dos bilhetes no dia do espetáculo (25 de abril), a partir das 21h00 na entrada do Pequeno Auditório do CCVF, no máximo de 2 bilhetes por pessoa.
No dia 6 de janeiro de 1976, um grupo de jovens chega à Base Escola de Tropas Paraquedistas, em Tancos, que havia sido um dos palcos do chamado PREC – Processo Revolucionário em Curso – que marcou a vida portuguesa, sensivelmente, entre 11 de março e 25 de novembro de 1975.
Chegam para cumprir os 18 meses de serviço militar obrigatório. 40 anos depois, encontram-se em redor de uma mesa para recordar tudo o que viveram e que os uniu. Como foi a recruta? Como se divertiam e que novas experiências viveram em conjunto? Como sentiam a situação social, cultural e política que o país atravessava? Que mudanças traria a Constituição da República? Como foi votar, pela primeira vez, para escolher quem nos iria governar? Num espetáculo a dois tempos e com a cena separada entre os episódios de 1976 e o reencontro de 2016, o público será convidado a emergir nas memórias da Revolução, do PREC e dos primeiros passos da democracia portuguesa, numa altura em que a política é ainda a essência de todas as conversas. “PREC no prato!” estreou no dia 20 de outubro no Centro Cultural Vila Flor, no âmbito do Concurso de Apoio à Criação Teatral em que foi um dos três projetos premiados. Já se apresentou em Brito (Espaços Criativos), no Auditório ATC, em Joane, em Figueira de Castelo Rodrigo (no âmbito das comemorações dos 40 anos do poder local democrático) e n’ A Barraca, em Lisboa.
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Encenação e produção Astronauta - Associação Cultural
Dramaturgia Helena AM Pereira
Interpretação António Leite, Francisco Leite Silva, Simão Barros, Francisco Conceição, Tiago Teixeira, Luís Canário Rocha, André Aguiar
Sonoplastia e operação de som Luís Almeida
Desenho de luz Simão Barros
Operação de luz Cândido Barbosa
Voz off José João Torrinha, Luís Almeida e Cândido Barbosa
Vídeo Rui Ribeiro
Maiores de 6
COMPRAR BILHETES
3,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Os El Rupe são um trio que procura refletir e redescobrir-se a si próprio na criação de novas texturas. “Suite 3,14”, o segundo disco do projeto vimaranense, chega agora ao Café Concerto do CCVF.
“Suite 3,14” é o mais recente álbum dos El Rupe, um trabalho que se encontra num mundo em que o natural vive em harmonia com a tecnologia mais avançada. A procura de um número que, paradoxalmente, nos traga humanidade e nos leve de encontro à natureza. É como se estivéssemos numa floresta onde os primatas comunicam com telemóveis, as abelhas usam lentes de contacto e os caracóis andam sobre um aparelho de três rodas. E se, nas cidades, pudéssemos abrir as portas de um elevador e encontrar uma floresta lá dentro? Este álbum trata da procura de um padrão unificador entre dois opostos. A sonoridade de cada música eleva-nos para estes dois sítios que na verdade são o mesmo. 
 
SEXTA 28 ABRIL, 19H00
CONVERSA INFORMAL COM EL RUPE 
MODERADA POR SAMUEL SILVA
El Rupe is a trio whose music strives to reflect and rediscover itself with the creation of new textures. “Suite 3,14” is the second album from this home-town group from Guimarães, which now appears on the CCVF Café Concerto stage.
“Suite 3,14” is El Rupe`s most recent album, a work that is framed in a world where nature lives in harmony with the most advanced technology. It is searching for the paradoxical position which brings us humanity and which takes us to an encounter with nature. It is as if we were in a forest where the primates communicate with mobile phones, the bees use contact lenses, and the snails travel on 3-wheeled vehicles. And in the cities, what if you called an elevator and saw a forest inside when the doors opened up? This album is seeking out the unifying pattern between two opposites. The sonority of each song takes us to both these places, which in fact are the same. 
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Rui Souza hammond e sintetizadores
Samuel Coelho guitarra elétrica
Pedro Gonçalves Oliveira bateria
Maiores de 12 
COMPRAR BILHETES
7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
Local - Black Box / Plataforma das Artes e da Criatividade

Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Neste ringue criado por Marco Martins a partir do texto de Jean Genet, o público não escapa ao espaço de claustrofobia onde as criadas, Beatriz Batarda e Sara Carinhas, planeiam o assassínio da patroa, Luísa Cruz.
Olhar para o quarto, onde se desenrola toda a ação desta peça, é pois olhar para um espaço de enclausuramento forçado onde duas irmãs, privadas de liberdade, se entregam a jogos ilusórios de identidade. A partir do momento em que a patroa (Luísa Cruz), representante do poder e da autoridade, se ausenta, a fantasia rasga-se sem limites no imaginário das duas criadas (Beatriz Batarda e Sara Carinhas), transportando-as para longe das suas vidas, numa fuga urgente ao seu quotidiano miserável. A libertação das duas irmãs, da opressão física e psicológica proporcionada por aquele quarto, feita através de um role-playing frequentemente perverso e sadomasoquista, é o ponto de partida para uma encenação que explora a modernidade da linguagem de Genet nas suas múltiplas possibilidades de interpretação e representação.
 
SÁBADO 29 ABRIL
APÓS O ESPETÁCULO
PAC / CAFETARIA
HÁ CONVERSA COM…
MARCO MARTINS E EQUIPA ARTÍSTICA
MODERADA POR JOÃO PEDRO VAZ
Marco Martins offers the audience no escape from this enclosure, as his creation, based on a play by Jean Genet, depicts the encircling claustrophobic plot crafted by maids Beatriz Batarda and Sara Carinhas, who are planning to kill their employer, Luísa Cruz.
To look at the bedroom where the entire action of the play unfolds is to see the forced imprisonment where two sisters, deprived of their freedom, engage in the illusory games of identity. From the moment that their employer (Luísa Cruz), the figure of authority, leaves the scene, the two maids (Beatriz Batarda and Sara Carinhas) indulge in their fantasy, letting their imaginations run wild and allowing them an urgent escape from their lives daily drudgery and misery. The two sisters` liberation from the physical and psychological oppression of the room by often perverse and sadomasochistic role-playing is the point of departure for the staging, one which explores the modernity of Genet`s language in its multiple possibilities for interpretation and acting.
 
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Texto Jean Genet
Encenação Marco Martins
Tradução Matilde Campilho
Com Beatriz Batarda, Luísa Cruz, Sara Carinhas
Cenografia F. Ribeiro 
Figurinos Isabel Carmona
Movimento Victor Hugo Pontes 
Desenho de Luz Nuno Meira
Assistente de desenho de luz Cárin Geada
Sonoplastia Sérgio Milhano
Direção de Produção Narcisa Costa
Produção Arena Ensemble
Coprodução Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Viriato
Maiores de 16
Um ano passado sobre a abertura da CDMG, a efeméride é assinalada com um programa desenhado para o propósito.
A Casa da Memória assume-se como um centro de interpretação e conhecimento que expõe, interpreta e comunica testemunhos materiais e imateriais que contribuam para um melhor conhecimento da cultura, território e história de Guimarães, trabalhando com e para a comunidade, especialistas e agentes locais, com vista ao desenvolvimento de uma cidadania ativa e participativa.
 
PROGRAMA
 
SÁBADO 22 ABRIL
INAUGURAÇÃO / 16H30
REPOSITÓRIO
 
SÁBADO 22 ABRIL
CONVERSA / 17H00
MEMÓRIAS DA MEMÓRIA 
MARIA MATOS GRAÇA
MEMÓRIA, EXPERIÊNCIA CONSCIENTE
 
SÁBADO 22
OFICINA / 17H00
MNEMOZINE 
CARINA OLIVEIRA
 
DOMINGO 23
OFICINA / 11H00
DOMINGOS EM CASA
MEMÓRIAS DO CHÃO
VERA SANTOS
 
DOMINGO 23
EXPOSIÇÃO / INAUGURAÇÃO ÀS 17H00
MEMENTO (LEMBRA-TE) 
JANTAR DE DOMINGO À TARDE
 
SEGUNDA 24
CONVERSA / 22H00
ONDE ESTAVA NO 25 DE ABRIL DE 1974?   
 
TERÇA 25
VISITAS E OFICINAS / 10H00-13H00 E 14H00-19H00
VISITAR | EXPERIMENTAR
 
TERÇA 25 
VISITA / 16H00
ESPALHA MEMÓRIAS
VISITAS DA CASA PARA A MEMÓRIA, DA MEMÓRIA PARA A CASA
A year has passed since the Casa da Memória opened and our commemoration of the anniversary will be marked by a very special upcoming event.
Casa da Memória is a center of interpretation and knowledge that exposes, interprets and communicates material and immaterial testimonies that contribute for a better knowledge of the culture, territory and history of Guimarães, working with and for the community, experts and local agents, with a view to the development of an active and participatory citizenship.
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Atividade gratuita*
*com limite de participação condicionada ao espaço existente
A pergunta ficou célebre na caricatura de Herman José a Baptista Bastos.
Agora, é tempo de lhe dar resposta, derivando do plano do humor para o vasto campo da memória: onde estávamos a 25 de abril de 1974? O que fazíamos? O que lembramos? Este é um encontro coletivo na sala do Repositório, onde se ouvirão as memórias de um dia inesquecível.
The question became famous in a sketch by Herman José and Baptista Bastos.

Now it is time for the telling of true stories, stepping away from the comical side to enter the vast field of memory – indeed where were you on April 25th, 1974? What were we doing? What do we remember? This will be a collective gathering at the Repository Room where we will hear some memories from that fateful and unforgettable day. 

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Maiores de 12

Atividades gratuitas
No dia 25 de abril, um ano volvido desde a sua inauguração, a CDMG será um espaço habitável por todos quantos queiram vir conhecer os cantos da Casa.
Com atividades em modo contínuo de manhã e de tarde, todos terão a oportunidade de visitar e de experimentar, à medida dos seus interesses, um programa que estimula a descoberta, a pertença e a participação, partindo das referências dos visitantes para a fruição e conhecimento dos conteúdos presentes no discurso expositivo da Casa da Memória. Entre as 10h00 e as 13h00, os participantes poderão criar uma cidade de pernas para o ar e fazer doces ou biscoitos. Entre as 15h30 e as 18h30, poderão contar contos e acrescentar pontos, mexer o corpo e inventar instrumentos. Ao longo de todo o dia poderão também bordar como em Guimarães se faz, sentar numa roda de oleiro para sentir o barro e visitar as exposições permanente e temporária.
 
VISITAS ORIENTADAS
Das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 18h30
 
OFICINAS
10h00 e 11h30
Cidade de pernas para o ar! (performatividade, desenho)
Memórias fabricadas
(caminhos, objetos, histórias)
As voltas da colher de pau (sabores tradicionais)
 
15h30 e 17h00
Tranacantrantana
(som, instrumentos, oralidade)
Quem conta um conto acrescenta um ponto
(objetos, histórias, narração)
 
10h00, 11h30, 15h30 e 17h00
Histórias de cântaros e cantarinhas (olaria)
O fio da conversa (bordado)
On April 25th, the one year anniversary of the Casa da Memória`s inception, we will be open for all of those who would like to get to know our institution better.
With ongoing activities throughout the morning and on into the afternoon, everyone will have the opportunity – as individual interests dictate – to visit and try out activities that will entice the sense of discovery, belonging and participation, based on the comments and references made by visitors for the better enjoyment of the contents on display in the Casa da Memória`s exhibitions. From 10:00am to 1pm the participants can create an upside down city and bake cakes and cookies. From 3:30 to 6:30pm is the time for storytelling and embellishing, dance and body movement and inventing new musical instruments. Throughout the day there will also be instruction on how to produce Guimarães-style embroidery and the chance to sit at the potter’s wheel and mold the clay, in addition to the visits to both the permanent and temporary exhibitions. 
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Todas as idades

Atividade gratuita
Ponto de encontro: Largo do Toural
“Espalha Memórias” é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães.
Da Casa para a Memória ou da Memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês vamos descobrir (ou redescobrir) Guimarães. Do Património industrial ao mundial, das Gualterianas ao Afonso Henriques, por de trás das portas, para “beber um copito” ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.
 
SESSÃO 0 | 25 DE ABRIL | 16H00 
No dia em que a Casa da Memória de Guimarães celebra um ano de existência, o “Espalha Memórias” revela-se pela primeira vez ao público. Numa sessão especial, o ponto de encontro será no Largo do Toural, para um percurso cheio de novidades e reminiscências que marcarão a memória de todos. O final será na Casa da Memória para uma conversa junto a um objeto da exposição, numa celebração coletiva do aniversário e da Liberdade.
“Espalha Memórias” (“Spreading Memories”) is a program of visits beginning at the Guimarães Casa da Memória.
Whether the memories begin inside the Casa da Memória or outdoors, participants will be taken along a series of visits around the city that are known for their history, traditions, novelty, or prominent people from all walks of life. From Guimarães’s industrial past to its world heritage sites, from the Gualteriana Festival to King Afonso Henriques, or behind closed doors for a beverage or to page through a portrait book, this activity is always one noted for good company and delightful shared experiences. 

Session 0 | April 25th | 16H00 
On the day that the Casa da Memória celebrates its first year of existence, the “Espalha Memórias” (“Spreading Memories”) program will be offered to the public for the first time. The meeting point of the special session will be the Largo do Toural Square and will follow a path full of new things and dear reminiscences that will leave a lasting mark on everyone`s memory. The walking tour will conclude in the Casa da Memória for a conversation in appreciation of an object from the exhibition which depicts the collective celebration of this anniversary of freedom in Portugal.
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Ponto de encontro Largo do Toural
Visita por Matilde Seabra e Raul Pereira
Concebido e produzido por Talkie-Walkie e Ondamarela
Todas as idades
2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Contra a fugacidade do tempo, José Almeida Pereira incita a imaginação do observador e convida-o a demorar-se no espaço sensível da sua subjetividade para escapar à luz estroboscópica das imagens.
As temáticas abordadas nas obras em exposição fazem um retorno aos valores humanos inscritos na pintura, distanciando-se do presente e assumindo esse recuo. As pinturas apresentam-se em camadas de tempo, no contraste entre o preto e branco, o negativo e o positivo, como se se tratasse de uma imagem fotográfica. Cada obra dá ideia de sobreposição, de sedimentação, de trajeto, de um tempo expresso num espaço. O que se coloca diante de nós são simples espectros, pequenos vestígios, rastos de um conjunto de imagens que teimam em permanecer para sempre na memória. Num tempo onde a imagem é comunicação, a sua fixação na retina não é todavia suficiente para formar conhecimento. Desse modo, a obra-prima citada em cada pintura demora-se porque se fecha no olhar como um segredo.
Against time`s fleetingness, José Almeida Pereira incites the observer`s imagination and invites him to linger in the sensitive space of his subjectivity in order to escape image`s stroboscopic light.

The themes in these pieces are an acknowledgement of the human values imprinted in painting, distancing from the present and recognizing that step back. The paintings stand in layers of time, in the contrast between the black and the white, the negative and the positive, as if it was a photographic image. Each piece transmits the idea of overlap, sedimentation, path, of time carved in space. What`s in front of us are mere specters, small remnants, traces of a series of images that insist on staying forever in the memory. In a time when image is communication, its permanence in the retina is not enough to form knowledge. Therefore, the masterpiece quoted in each painting persists because it hides in the look as a secret.

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Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Nascido em 1971, Rui Moreira tem vindo a desenvolver um percurso ímpar, extraordinariamente singular, raro no panorama português e internacional da arte contemporânea.
O seu trabalho desenvolve-se quase exclusivamente na área do desenho e constitui-se como um terreno de reflexão política e poética sobre a condição humana. Nesta exposição, concebida em parceria com a EGEAC, o artista apresenta a mais abrangente exposição que alguma vez realizou em Portugal. Nela, poderemos ver um amplo conjunto de desenhos de grande escala – cuja execução, meticulosa e densa, se estende por vários meses, como que incorporando o tempo do quotidiano bem como o tempo da história. O cinema, a poesia, a citação de outros artistas, alguns anónimos, de outros tempos, são referências constantes num trabalho que faz conviver de forma sublime a figura geométrica, a proliferação de formas-simbólicas e a figura humana, afinal o centro de todo o pensamento do artista.
Born in 1971, Rui Moreira has been taking his career down quite an extraordinarily singular path, one that stands out in the panorama of both Portuguese and international contemporary art.
Rui Moreira`s work has focused almost exclusively on drawing and constitutes a field of political and poetic reflection on the human condition. This exhibition, conceived in partnership with EGEAC, represents the artist’s most broad-reaching undertaking ever put on display in Portugal, one in which we can see a significant number of large-scale drawings whose intense and meticulous execution are testament to the painstaking work done over months and months, as if incorporating ordinary time and historical time. Cinema, poetry, and allusions to other artists from other times (some unknown) are the constant references in works which sublimely bring together geometric figures, the proliferation of form-symbols, and the human form – that is, the core of all the artist`s concept. 
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Curadoria Nuno Faria e João Mourão
Parceria e coprodução com EGEAC, Câmara Municipal de Lisboa
Agradecimentos Galeria Jeanne Bucher Jaeger
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Poucos fotógrafos têm, como Edgar Martins, desenvolvido uma reflexão tão poderosa sobre os regimes de visualidade contemporâneos, o uso da fotografia em contexto institucional, a relação da fotografia com a nossa vida e a nossa morte.
A exposição que apresenta no CIAJG resulta de um projeto que foi longamente preparado e que teve duas primeiras e consideravelmente mais pequenas apresentações em Lisboa, no MAAT e na Cristina Guerra Contemporary Art. Trata-se de uma investigação empreendida nos arquivos do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, a instituição que tem jurisdição legal sobre o corpo depois da morte. A reflexão visual que levou a cabo resulta numa exposição poderosa e, por vezes, chocante, do poder da imagem fotográfica e gráfica para reter a memória de um corpo que transpôs ou está prestes a transpor a fronteira que separa a vida da morte, a respiração da petrificação. Nesse sentido, convocando imagens de arquivo – entre fotografias, desenhos e cartas, por exemplo, e imagens do autor, a exposição constitui-se como um momento privilegiado para pensarmos o papel da fotografia no mapeamento da morte. 
Few photographers have reached Edgar Martins` level in terms of creating a powerful reflection upon the contemporary regimes of visuality, the use of photography in an institutional context, and how photography relates with our life and death.
The exhibition which Edgar Martins now presents at the José de Guimarães International Arts Centre is the culmination of a project prepared over a long period of time which featured two considerably shorter exhibitions in Lisbon, at the MAAT and at Cristina Guerra Contemporary Art. Martins` research took him to the Archives of the Medical Coroner`s Office, the institution which holds legal jurisdiction over one`s body following death. The resulting visual reflection has resulted in an intense exhibition, at times quite shocking, on the photographic and graphic image`s power to retain the memory of the body, which bridges or is about to bridge the boundary which separates life and death, breathing and ossification. Thus, by using images from the Archive – photos, drawings, and charts, for example – as well as original images, the exhibition constructs a unique moment in which we are called to consider photography as the mapping of death. 
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Parceria com Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Este será um ano de muita movimentação no espaço da coleção permanente do CIAJG com uma constante alternância entre artistas mais novos e mais experientes e com uma grande variedade de propostas, incluindo a apresentação de obras inéditas de José de Guimarães, patrono do Centro.

No primeiro ciclo expositivo de 2017, abordaremos o corpo sob diferentes pontos de vista – o corpo e a morte, o corpo e a guerra, o corpo e a história, a representação do corpo. Vivemos tempos de incerteza, tudo parece mudar velozmente e com direção aleatória. Neste ciclo, falaremos sobre mudança e permanência, mostramos a grande e a pequena escala, o universal e o íntimo. Numa época de dúvida, a memória ganha uma importância fundamental. Assim, são vários os artistas que trabalham com arquivos, que procuram sondar o passado e trazê-lo ao presente para preparar, talvez, a construção do futuro. Possamos fazer também nós, espetadores-atores, essa reflexão!

This year will be quite the active one for Permanent Collection space at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, with its offerings alternating between older and more experienced artists, and its wide variety of programs and events in store, which include the display of some never-before-seen works by the Centre`s namesake, José de Guimarães.
In the first exposition cycle of 2017, we will take up the theme of the body from different points of view – the body and death, the body and war, the body and history, and the representation of the body. We are living in uncertain times; everything is changing at a rapid pace and off into random directions. In this cycle, we will talk about change and permanence, and show both the large and the small scale, the universal and the intimate. Living in an epoch of doubt, memory assumes a fundamental importance. Thus we note how various artists are working with archives, which reach out to the past and bring it to the present to prepare perhaps for the future. Let`s see to it that we, the audience-actors, can also arrive at the same perspective!
 
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Arte Africana, Arte pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da coleção de José de Guimarães. 
Objetos do património arqueológico, popular e religioso. 
Obras de Christine Henry, António Bolota, José de Guimarães, Vasco Araújo, Rui Toscano, Stefano Serafin, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Ernesto de Sousa, Tomás Cunha Ferreira, Musa paradisiaca, Jaroslaw Flicinski 
Stefano Serafin, Arte em Estado de Guerra
Curadoria de Paula Pinto
Com a colaboração de FAST - Foto Archivio Storico Trevigiano della Provincia di Treviso
António Bolota, Sem escala 
Com a colaboração da Galeria Vera Cortês 
Christine Henry, Birds
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
A Casa da Memória é uma âncora da História e da Cultura de Guimarães, nas suas perspetivas histórica, social, cultural, económica e vivencial.
Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, partilha e reflexão dos vimaranenses com e sobre as suas raízes, tradições e memórias. Na Casa da Memória poderá encontrar histórias, documentos, factos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, das Sociedades Rurais e Festividades à Industrialização do Vale do Ave e à Contemporaneidade. Através de uma leitura cronológica da História é ainda possível conhecer os marcos que modelaram a região de Guimarães e compreender a evolução das suas transformações sociais e geográficas. Mais do que uma visita contemplativa, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência. Venha conhecer e mergulhar na essência da comunidade viva que identifica e distingue Guimarães!
Casa da Memória is an anchor of Guimarães History and Culture, in a historical, social, cultural, economic and experiential perspective.
Located in the old plastic factory Pátria, in Av. Conde Margaride, is a place where citizens of Guimarães share and reflect on their roots, traditions and memories. Casa da Memória brings together a set of stories, documents, facts and objects enabling us to get to know different aspects of the community from Prehistory to the Dawn of Portugal’s Nationhood, from Rural Societies and Festivities to the Industrialization of the Ave River Valley and Contemporary Times. A chronological reading of History provides a linear reference to get to know the landmarks dotting the region and to understand how its social and geographical transformations have evolved. More than a contemplative visit, Casa da Memória offers an experience to the visitors. Come visit and immerse in the essence of the living community that identifies and distinguishes Guimarães!
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Horário 
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
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