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Jovem letrista brasileiro, Filipe Catto é um compositor que não teme a palavra e segreda ao público sentimentos inconfessáveis. Esse atrevimento ou despudor, dependendo da perspetiva, dão-lhe um cunho quase ingénuo e juvenil, contudo sedutor.
Filipe Catto tem aura de poeta, a fazer lembrar um jovem Rimbaud que veste calças de ganga e calça sapatilhas. A sua voz afinada de timbre raro não obedece às demandas do mercado, mas antes escorre a alma que lhe vai por dentro. As músicas de Filipe Catto cantam o amor sem regra, seu tema de eleição, servindo-se de influências como o tango, o samba-canção e o blues. Ao Centro Cultural Vila Flor, Filipe Catto traz o espetáculo “Voz & Violão” onde o músico se apresenta na sua essência: voz, presença e talento. Um concerto intimista que convida apenas mais um instrumentista em palco (Alexandre Bernardo). 
A young musician from Brazil, Filipe Catto is a songwriter who does not fear lyrics and who entrusts his audience with his confessions of dark secrets. This may well be an act of daring or of indecency, depending on one’s perspective, and in so doing it lends the performance an almost innocent and child-like (and almost seductive) air.
Filipe Catto gives off the aura of a poet, reminding us of a young Rimbaud who wears jeans and sneakers. His finely tuned and rare voice does not bow before the demands of the market, instead he lets the soul inside flow outward. Filipe Catto’s songs speak of love without rules, his favorite topic, and his influences range from tango to song-samba to the blues. At the Vila Flor Cultural Center, Filipe Catto brings us the show “Voice and Guitar” where music in its essence is on display in his voice, his presence, and his talent. This promises to be an intimate concert; joining Filipe Catto on stage is musician Alexandre Bernardo.
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Filipe Catto voz e violão
Alexandre Bernardo viola e guitarra elétrica
Maiores de 12
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LOCAL: Palco do Grande Auditório
O Centro Cultural Vila Flor é palco para a estreia absoluta de “Under”, a mais recente criação do Útero.
Depois de várias semanas em residência artística na cidade de Malmö (Suécia), bem como em Londres, “Under” chega a Guimarães. Nesta nova criação, o Útero Associação Cultural prossegue o caminho artístico apresentado nas suas últimas obras – “The Old King” (2011), “Europa” (2012) e “Pele” (2013). A água surge como elemento emocional e a luz como lugar de contemplação, os corpos são invertidos ou soterrados no imaginário do espetáculo e a música assume um papel central ao aglutinar todos os outros elementos. Inspirado em ambientes da obra de Michelle Borremans e Berlinde De Bruyckere, “Under” desafia-nos a fechar os olhos, a meditar e olhar para dentro de nós, para descobrir o mundo, para descobrir a nossa pedra, o nosso lugar.
 
SÁBADO 22 NOVEMBRO
APÓS O ESPETÁCULO “UNDER”
HÁ CONVERSA COM… 
MIGUEL MOREIRA
 
Promovido pelo Serviço Educativo, Há conversa com... acontece regularmente após um espetáculo ou no âmbito de uma exposição, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir os objetos artísticos. Em novembro, após a estreia do espetáculo “Under”, é a vez de Miguel Moreira conversar com o público sobre a sua mais recente criação.
The Vila Flor Cultural Center welcomes the World Premiere of “Under”, the most recente artistic creation from Útero.
After several weeks as Artists-in-Residence in the city of Malmö, Sweden, and after some time in London, “Under” has arrived n Guimarães. This newly created show from the Útero Cultural Association has taken the artistic path of its recent predecessors, – “The Old King” (2011), “Europa” (2012) and “Pele” (2013). Water serves as the primary emotional element and light as the place for contemplation, bodies are put upside down or buried within the show’s imaginary world and music takes on the central role of bringing everything together. Inspired by the atmospheres created in the works of Michelle Borremans and Berlinde De Bruyckere, “Under” challenges us to close our eyes, to mediate, and to look inside ourselves to discover the world, to discover our magical stone, and to find our very own special place.
 
SATURDAY NOVEMBER 22
AFTER THE SHOW "UNDER"
CONVERSATIONS WITH… 
MIGUEL MOREIRA
Promoted by Educational Services, Conversations with...” is an event which takes places regularly and directly follows a theatrical performance or is set within the scope of an art exhibition opening. Its objective and desire is to enhance the vocabulary used among the artists and the public as a way to promote a deeper critical sense and to increase one’s enjoyment of an artist’s or actor’s creation. In November, following the premiere of the show “Under”, it will Miguel Moreira’s turn to speak with the public about the essence of his most recent production.
 
 
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Produção Arts Council England/British Council - Artists International Development Fund (UK), Malmö Kulturstöd and Konstnärsnämnden, projektbidrag (Suécia), Útero (Portugal) Produzido em parceria e residências artísticas Espaço do Tempo (Portugal), Inkonst, Malmo (Suécia), Free to Fall (UK) Direção Miguel Moreira  Bailarinos/cocriadores Dan Watson, Khamlane Halsackda, Sebastian Langueneur  Assistência de direção e codireção Catarina Felix  Música Bentes Luz Jorge Rosado Coaching Luz João Garcia Miguel Produtor Inglês Lee Smikle  Produtor Sueco Hanna Falk Produtor português Útero | O Útero está integrado no projeto Guimarães 2012-2016 e é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal - Secretário de Estado da Cultura/ DGArtes
Maiores de 16
 
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Que maçã era aquela que envenenou a Branca de Neve? Era orgânica, tinha pesticidas ou era geneticamente modificada?
E como é que o Rei Midas transformava tudo em ouro? Tinha um olhar de alquimista? E de que são feitas as estrelas? Serão as estrelas do mesmo material do sapatinho de cristal da Gata Borralheira, do interior do meu telemóvel, da espada do Lancelot ou da varinha mágica que a minha mãe usa na cozinha para fazer sopa? Num mundo que depende de uns materiais que parecem ter os dias contados e de outros que parecem regenerar-se infinitamente, fábulas elementares é um espetáculo híbrido, entre um laboratório de físico-química e uma conversa íntima sobre de que são feitas as coisas com que brincamos e construímos as nossas histórias.
 
Local Pequeno Auditório do CCVF
Público-alvo dos 9 aos 12 anos
Horário 23 novembro às 16h00, 24 novembro às 10h30 e 15h00, 25 novembro às 10h30
Duração 45 min.
Lotação 50 pessoas (espetáculo decorre no palco)
What kind of apple was it that poisoned Snow White? Was it organic, did it have pesticides or was it genetically modified?
And how did King Midas turn everything he touched into gold? Did he have some alchemist’s eye for things? And what are the stars made of? Are the stars of the same type of material as the glass slipper, something from Puss in Boots, something from inside my mobile phone, Lancelot’s sword, or something whipped up by the wand-style stick blender my mother uses to make soup? In a world which depends on disposable things or on other objects which seem to clone themselves and regenerate, Elementary Fables is a hybrid show, somewhere between a chemistry & physics lab and an intimate conversation about what our playthings are made of and the stuff used to build our very own stories.
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O Café Concerto empresta o seu palco para o serpentear do corpo e música de Jibóia.
Óscar Silva, o homem que veste as escamas deste réptil, já é conhecido do público pelos seus ritmos exóticos carregados de um psicadelismo que promete viagens para destinos que destilam aromas de especiarias. Óscar Silva já trabalhou com vários artistas, mas a Jibóia entrelaça-se frequentemente com Ana Miró (Sequin, que recentemente pisou o nosso palco) com quem explora os territórios pérsicos da música e que é parceira neste último projeto, "Badlav", que chega agora até nós. Jibóia desliza até Guimarães prometendo ritmos alucinantes numa atuação que se compara ao desvario de um encantador de serpentes.
The CCVF Café Concerto is lending its stage to the serpentine movements – both body and music – of their musical guest, Jibóia.
Óscar Silva, the man who dons the reptilian scales, is already well known for his exotic rhythms, ones heavy with the psychedelic groove of journeys to places which are perfumed with enticing spices. Óscar Silva has already worked with a variety of artists, but Jibóia means that he frequently entwines himself with Ana Miró (from the show “Sequin”, performed last month here at the CCVF), who explores the more Persian landscapes of music and who has joined in on his latest project, “Badlav” which we now are proud to feature. Jibóia wends its way to Guimarães and promises intoxicating rhythms in a performance which rivals the fascinating art of the snake charmer.
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Óscar Silva teclados, guitarra e beats
Ana Miró voz
Maiores de 12
2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
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Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
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Esta exposição resume a argumentação valorativa de um ideal de verdade, cuja crítica política e social implícita se manifesta através do talento do artista.
Em “Rien”, a nudez e a crueldade latente em muitos pormenores registados tornam-se mais percetíveis e intensas a cada olhar, propondo a interiorização do sofrimento, da dor, da solidão, da decadência, do abandono, da segregação, como motor de busca de uma nova realidade não corrompida, nem injusta. O preto e branco das fotografias devolve à imagem a sua essência primordial. A acumulação seletiva exercida pela atenção do sujeito, pelo seu olhar, transforma cada fotografia num exemplar único e insubstituível, que permite compreender a diferença entre realidade e encenação do real. Entre o facto captado e o observador, a visão de André Cepeda imprime uma eminente dimensão sociopolítica, materializada num sincero e introspetivo ato de contestação.
 
Horário da Exposição
terça a sábado, 09h30-13h00 | 14h30-19h00
domingos e feriados, 14h00-19h00
 
VISITAS ORIENTADAS
Horário terça a sábado, das 10h00 às 19h00 
Público-alvo Maiores de 4 anos
Duração 60 a 90 min.
Lotação mín.10 pessoas, máx.20 pessoas
Preço 2,00 eur
As visitas orientadas estão sujeitas a marcação através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
 
Terça, 04 de novembro, às 18h30
Visita especial para professores com o artista André Cepeda
Entrada gratuita, sujeita a marcação através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
This exhibition summarizes the evaluative argumentation of an ideal of truth, whose implicit political and social criticism is manifested through the artist´s talent.
The latent sense of nudity and cruelty found in many recorded details become more perceptible and intense before each gaze, proposing internalization of suffering, pain, loneliness, decay, abandonment, segregation, as a driving force to find a new reality that is neither corrupt nor unjust. The photographs black and white tonalities return the image to its primal essence. The selective accumulation exerted by the subject´s attention, his gaze, transforms each photograph into a unique and irreplaceable specimen, which makes it possible to understand the difference between reality and artificially staged events. Between the recorded fact and the observer, André Cepeda´s vision imprints an eminently socio-political dimension, materialized via a sincere and introspective act of contestation.
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 14h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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O CIAJG reúne peças oriundas de diferentes épocas, lugares e contextos em articulação com obras de artistas contemporâneos.
Ao longo de um percurso pelas oito salas que constituem o piso 1 do edifício, os visitantes poderão rever alguns dos ex-libris das coleções, mas também descobrir novas peças que integram as constelações de objetos e imagens organizadas a partir de tipologias como: arcaico/contemporâneo; acontecimento/história; estranho/ familiar; erudito/popular; material/imaterial.
 
Arte Tribal Africana, Arte Pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da Coleção de José de Guimarães, Objetos do Património Arqueológico, Popular e Religioso, Obras de Artistas Contemporâneos: Vasco Araújo, Franklin Vilas Boas, João Botelho, Otelo Fabião, Jarosław Flicinski, José de Guimarães, f.marquespenteado, Rosa Ramalho, Ernesto de Sousa.

CIAJG - José de Guimarães International Arts Centre brings together pieces from different times, places and contexts in connection with work by contemporary artists. Throughout the eight rooms that shape the building’s first floor, visitors can, in this new cycle of exhibits, revisit some of the collections’ showpieces, and, at the same time, find new pieces which are part of constellations of objects and pictures organised using taxonomies such as: archaic/contemporary; event/history; unfamiliar/familiar; erudite/popular; material/immaterial.

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Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 14h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
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A presente exposição revisita “Parque”, o mais amplo e complexo projeto de Ricardo Jacinto (Lisboa, 1975) realizado até à data, e investe o território inexplorado que ficou desenhado quando o extenso coletivo de artistas e músicos que se reuniu em torno do autor se desmembrou.
Constituindo-se seguramente como uma das mais fascinantes obras produzidas no contexto da arte contemporânea portuguesa na última década, “Parque” define-se como um espaço de criação coletiva e comunitária e desenvolveu-se praticamente sem interrupções entre 2001 e 2007, articulando um conjunto de três peças performativas principais com um conjunto de apresentações mais informais que documentavam as fontes, os materiais e os conceitos que consubstanciaram o projeto. Ricardo Jacinto cruza no seu trabalho escultura, arquitetura e música para criar peças em que o espectador é convocado para experiências percetivas intensas e, por vezes, inusitadas. 


Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00

SÁBADO 10 JANEIRO / 22H00
Concerto “PARQUE: Wsongs” (Ricardo Jacinto)

DOMINGO 11 JANEIRO / 11h00
Visita à exposição e apresentação do catálogo Ricardo Jacinto / Parque: Os Cones e Outros Lugares, com Nuno Faria, Delfim Sardo e Rui Horta

The present exhibition revisits “Parque”, the broadest and most complex project by Ricardo Jacinto (Lisbon, 1975) to date and invests in the uncharted territory that emerged when the wide-ranging collective of artists and musicians which associated with the artist disbanded.
Certainly one of the most fascinating works produced in the context of contemporary Portuguese art from the previous decade, “Parque” defines itself as a space for collective and community-based artistic creation, and it operated practically without interruption between 2001 and 2007, producing a set of three main performance plays with a group of more informal presentations which documented the sources, the materials, and the concepts underlying the project. Ricardo Jacinto intertwines sculpture, architecture, and music in his work to create pieces in which the viewer is drawn in by intense and sometimes unexpected experiences of perception.
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Curadoria Nuno Faria 
Todas as idades
4,00 eur / 3,00 eur c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 14h00)
Preços com desconto (c/d)
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A “Escola do Porto” tem uma história oficial que começa em Carlos Ramos, é estruturada por Fernando Távora e internacionalizada primeiro por Álvaro Siza e depois por Eduardo Souto de Moura.
Na sombra desta “Escola do Porto” existe um “Lado B”, um lado outro, de estórias que escaparam às teses e aos livros. São estórias esquecidas, estórias secundárias, algumas inconsequentes outras rasuradas, estórias que tentámos pensar com um conjunto de entrevistas nem sempre concordantes entre si e que, no seu desacordo, evidenciam uma realidade mais complexa, com posições mais marginais. Desacordos que põem em causa a linearidade da história oficial e a imagem homogeneizadora da ideia de “Escola do Porto”. Estas estórias oscilam entre dois polos: entre a utopia social e política fortemente influenciada pelo Maio de 68; e a utopia formal e disciplinar que caracterizou o pensamento radical na década de 70. A narrativa proposta centra-se na geração que iniciou os estudos na ESBAP em 1970, e que opôs marxistas, leninistas, ou maoistas a trotskistas, situacionistas ou anarquistas.
 

Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00

SÁBADO 25 OUTUBRO / 22H00
Apresentação do catálogo da exposição Escola do Porto: Lado B / Uma história oral (1968-1978)

TERÇA 28 OUTUBRO / 18H30
Há convesa com… Pedro Bandeira & Joaquim Moreno
O Serviço Educativo propõe, desde setembro, conversas regulares no âmbito de várias disciplinas e vertentes da programação. Há conversa com... acontecerá regularmente após um espetáculo ou no âmbito de uma exposição, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir os objetos artísticos. Em outubro, há conversa no CIAJG com Pedro Bandeira e Joaquim Moreno, em torno da exposição "Escola do Porto: Lado B | Uma história oral (1968-1978)".

QUARTA 26 NOVEMBRO / 18H00
Visita à exposição Escola do Porto: Lado B / Uma história oral (1968-1978) por Matilde Seabra, seguida de conversa com Jacinto Rodrigues e Eduardo Jorge Fernandes

SÁBADO 10 JANEIRO / 11H00
Mesa redonda com Eduardo Jorge Fernandes, Gonçalo Canto Moniz, Jorge Figueira e Raquel Paulino
Perspetivas sobre a Escola do Porto nos anos ‘70

SÁBADO 10 JANEIRO / 16H00
Caroline Maniaque Benton conversa com Joaquim Moreno
Contracultura nos anos ‘60 a ‘80

The history of the “Oporto School,” which begins with Carlos Ramos, is framed by Fernando Távora and then given international exposure by the award-winning Álvaro Siza and later, Eduardo Souto de Moura.
Within the shadow of the “Oporto School” there is a “B side,” the less visible side, of those stories which don’t end up in the academic theses, papers and books. These are forgotten stories, secondary stories, some of no consequence, others white-washed, stories that we have tried to recover with a series of interviews which do not always mesh with each other, and for that reason, they end up showing a more complex reality with jockeying along the sidelines which allow us to question the linearity of the “official story” and the homogenized image that the concept of the “Oporto School” favors. The present exhibition balances between the two extremes: the social and political utopia greatly influenced by the events of May 1968 and the formal and disciplinary utopia which characterized the radical thinking of the 1970s. In a non-linear way, the proposed narrative is centered on the generation which began its studies at ESBAP in 1970 and which opposed Marxist, Leninist or Maoists to Trotskyites, situationists or anarchists. 
 
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Curadoria Pedro Bandeira
Todas as idades
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