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Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação do mês de setembro.

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Celebrar 10 anos de vida de um equipamento arquitetónico da qualidade e da importância do Centro Cultural Vila Flor (CCVF) não poderia nunca confinar-se à sua ordem material, apesar de bela; mesmo à condensação da sua imparável história contada num só dia. Soube-se então, e sabe-se hoje que esse 17 de setembro de 2005 haveria de mudar, elevando, o paradigma artístico da cidade de Guimarães, a níveis de reconhecimento internacional.
Tudo terá começado pelo sonho de inúmeras pessoas ao longo dos tempos, que haveria de ganhar forma mais real e definitiva com o surgimento de um magnífico espaço multifuncional, o CCVF, que respondia como nenhum outro, à ambição de uma fruição cultural sem precedentes. Esse valor imaterial crescente foi construído com base na visão que a cidade implementou, enquanto estratégia para a valorização da cultura, como fator identitário de Guimarães, no plano nacional e internacional e, ainda, enquanto veículo portador de oportunidades para os seus habitantes em geral. Chegados aqui e, antes de voltarmos a sonhar todos juntos sobre o que poderá ser a nova década do CCVF e da cidade no campo cultural, é obrigatório, ao longo do mês de setembro, representar parte das linhas orientadoras da programação deste utópico lugar que todos habitamos e das várias linguagens que constituem o seu mosaico artístico. Como proposta para celebração, que durará um mês inteiro, teremos dois concertos de música no jardim (Manta), um regresso (Manel Cruz) e uma estreia absoluta (Angel Olsen). Uma peça de dança contemporânea (Pântano) em regime de coprodução por uma companhia associada (Útero). No teatro, uma estreia (Pantagruel), que resulta do trabalho do Teatro Experimental do Porto (TEP) com o Teatro Oficina, nossa companhia residente. E fechará como abriu, com uma estreia absoluta (Festival), pela companhia de teatro mala voadora.
 
A primeira convocatória surge logo no primeiro fim de semana de setembro, com o Manta. Um momento perfeito para o início das celebrações com o regresso de Manel Cruz ao jardim do CCVF, seguido de uma estreia absoluta em Portugal da cada vez mais cintilante Angel Olsen. Artistas estes, que representam a linha contemporânea da programação na área da música e a força autoral na arte de escrever canções.
A dança contemporânea terá também a sua manifestação em palco através da coprodução Pântano, pela companhia Útero, uma estrutura associada do CCVF, que tem transportado o nome de Guimarães pelos corredores internacionais, fruto da circulação das suas criações artísticas, algumas delas construídas a partir deste nosso lugar.
Em dia(s) de aniversário, teremos a estreia de Pantagruel uma coprodução da nossa companhia residente, Teatro Oficina, com o Teatro Experimental do Porto que, uma vez mais, assinala e reforça a estratégia de Guimarães, enquanto cidade de criação e a importância da valorização da comunidade artística da cidade, na relação com o universo que a circunda.
As celebrações fecham-se com a nova estreia absoluta de título Festival, uma peça de teatro em regime de coprodução, da autoria da companhia mala voadora. Uma relação de longa data, que simboliza também a capacidade que o CCVF tem tido para construir ligações fortes com os artistas, que se estende à cidade e ao seu projeto cultural corrente.
Música, dança, teatro, com 3 estreias absolutas e outras tantas coproduções, constituem uma amostra representativa da força da criação e da sua pluralidade artística, no caminho percorrido pelo CCVF, durante a sua década de existência. Sigamos nesse esplendor e vibração em contínuo, porque este magnífico edifício foi construído para ser habitado por pessoas: público e artistas.
A arte de sonhar não se esgota aqui, porque nesta celebração reforçamos convicções e valores de um caminho traçado e cumprido, mas também de um futuro à espera de ser trabalhado com a inevitável necessidade de superação dos limites.
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ENTRADA LIVRE
O Manta 2015 abre a nova temporada e dá início à celebração dos 10 anos de vida do Centro Cultural Vila Flor. Um momento simbólico e importante, que representa a visão de um investimento da cidade, consolidado em património material identitário desse olhar contemporâneo que carateriza Guimarães no séc. XXI.
Na verdade, o Manta congrega uma série de valores culturais únicos que fazem deste evento urbano um acontecimento distinto e cada vez mais participado. As dimensões naturais e arquitetónicas presentes na configuração do espaço que acolhe os concertos e a sensação de consumo tranquilo das performances artísticas remetem-nos para uma experiência sem vertigem. Seguindo a linha de programação dos últimos anos, as propostas desta edição repartem atenções entre o plano nacional e internacional. Na sexta-feira (04.09), celebraremos a carreira de um dos mais talentosos escritores de canções da nova vaga, Manel Cruz, ao mesmo tempo que ficaremos a conhecer parte dos seus novos projetos. Uma oportunidade de intersectar o passado e o futuro, com o tempo presente. No sábado (05.09), o Manta promove uma estreia internacional absoluta em Portugal, Angel Olsen, uma artista cintilante e cada vez mais destinada a estatuto planetário, tal como outras figuras que por cá passaram em edições anteriores. Angel, que já esteve no CCVF no outono de 2011, acompanhando Bonnie Prince Billy nas vozes, apresenta-se pela primeira vez em nome próprio com a versão ao vivo do magnífico álbum “Burn Your Fire for No Witness”. O Manta continua a escrever a sua história autêntica e a reunir afetos em torno da cultura e da arte, visões de um mundo que cria valor para a sociedade.
Manta 2015 has begun a new season and it is the first in a series of celebrations commemorating the 10th anniversary of the Vila Flor Cultural Center. An important, symbolic moment, it honors the vision that has strived to invest in the city and to strengthen the heritage and identity of a contemporary perspective which characterizes Guimarães in the 21st century.
Manta 2015 has begun a new season and it is the first in a series of celebrations commemorating the 10th anniversary of the Vila Flor Cultural Center. An important, symbolic moment, it honors the vision that has strived to invest in the city and to strengthen the heritage and identity of a contemporary perspective which characterizes Guimarães in the 21st century. It is true that Manta brings together a set of unique cultural values that make this one-of-a-kind urban event increasingly popular. The natural and architectural dimensions that so clearly configure the concert space and the feeling of quiet enjoyment of the artistic performances offer us an experience where we soar without feeling afraid of heights. Continuing along the same lines as in the last few years, the performances for this edition will feature both Portuguese and international artists. On Friday (Sept. 4th) we celebrate the career of one of the most talented songwriters of the new wave, Manel Cruz, and at the same time we get to hear some of his new work. It’s our chance to see the past and the future intersecting with the present. On Saturday (Sept. 5th) Manta will host the international premiere in Portugal of Angel Olsen, a shining artist who is increasingly destined for worldwide stardom, just as those who have appeared here in earlier editions have done. Angel, who performed at the CCVF in October of 2011 with Bonnie Prince Billy on vocals, will perform solo for the first time under her own name, with a live version of the magnificent album, “Burn Your Fire for No Witness.” Manta continues as the writer of its own authentic history, being the gathering-point for lovers of culture and the arts, where visions of the world are created to enrich society.
 
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Todas as idades

ENTRADA LIVRE
Este é um concerto atípico no trajeto de Manel Cruz. Num momento de intervalo entre projetos, ele propõe-se a misturar passado, o presente e aquele que poderá ser um futuro.
Como um álbum de fotografias de estrada que regista momentos/canções numa visão pessoal do que tem sido o seu percurso. Uma viagem por músicas dos vários projetos em que esteve envolvido, à mistura com músicas nunca editadas. Uma paragem para pôr gasolina, enquanto se vê no mapa o caminho que se fez e para onde se quer ir. Este trabalho surge em jeito de balanço e com prazo de validade que expira em setembro. Com este projeto, Manel Cruz obedece ao desejo de tocar e criar, esse ímpeto que fala sempre mais alto, e assim acontece esta Estação de Serviço. Uma pausa na viagem para abastecer e esticar as pernas. Imperou a vontade “de torcer essas músicas, mexer-lhes e brincar com elas”, como o próprio explica. Os jardins do Centro Cultural Vila Flor serão mais uma Estação de Serviço na longa viagem de Manel Cruz.
 
DJ SET
23h30-02h00
Lovers & Lollypops Soundsystem
This is an atypical concert for Manel Cruz. Currently on break between projects, what he is proposing now is a mixture of the past, the present and what might be in store for the future.
It’s like a photo album of a road trip that records the moments/songs from Manel’s personal vision, something that has been part of his journey all along where he travels via the songs from various projects he has been involved in, but mixed together with unreleased songs as well. It’s a refueling stop where you look at the map noting the places you’ve been and where you want to go. The present work is like a rest stop which will end in September. With the present project, Manel Cruz is fulfilling his longing to play and compose; it’s always this impulse which gets the best of him, and that’s how we have arrived at this ‘Service Station.’ He’s stopped to refuel and to stretch his legs, so to speak. What has won out is the desire “to bend these songs, to mix them up and play with them,” as he himself mentions. The gardens of the Vila Flor Cultural Center are glad to serve as a ‘Service Station’ on the long journey taken by Manel Cruz. 
 
DJ SET
23h30-02h00
Lovers & Lollypops Soundsystem

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Manel Cruz voz, guitarra, melódica
António Serginho bateria, percussão, melódica, vozEdú baixo, voz
Nicô banjo voz
Todas as idades
ENTRADA LIVRE
A cantora, compositora e guitarrista Angel Olsen visita o Manta e promete um concerto inesquecível.
Olsen toca um folk despretensioso, as letras são sinceras e profundas porque cantam as angústias da vida. A voz é a de quem sussurra uma alma dorida onde cabem os desamores e a solidão. As melodias são delicadas, mas impõem um silêncio à audiência que fica siderada quando a ouve. Ao segundo álbum a solo, “Burn Your Fire for No Witness”, Angel Olsen vê a sua carreira descolar em definitivo ao revelar o real talento escondido por detrás de uma timidez solene que, aos poucos, se afirma numa segurança total de quem já faz isto há muito tempo. Este trabalho foi aclamado pela crítica e o público parece rendido ao charme envergonhado que Olsen emana quando sobe ao palco. “Burn Your Fire for No Witness” constou em diversas listas dos melhores álbuns de 2014 e os concertos multiplicam-se. A artista conquista, sem esforço, quem a ouve e quem a vê. Agora, é a vez de conquistar o Manta.
 
DJ SET
23h30-02h00
Isidro Lisboa (Rádio Nova)
Singer, composer, and guitarist Angel Olsen visits Manta and promises an unforgettable concert.
Olsen’s folk style is unpretentious and her lyrics are sincere and deep since they recount stories of the anguish of life. Her voice is that of a whispering, suffering soul, one where futile love and loneliness reside. Her melodies are delicate, causing stillness to cover the audience which sits in awe as they listen to her. With her second solo album, “Burn Your Fire for No Witness,” Angel Olsen is watching as her career definitively takes off, revealing the real, hidden talent behind her solemn shyness which, little by little, is chipped away by her sense of total confidence, one akin to something a seasoned veteran would show. This album has been praised by both critics and the general public, who have surrendered to the bashful charms that Olsen radiates when on stage. “Burn Your Fire for No Witness” has been on several lists of the best albums of 2014 and her concert invitations have been piling up. This is a performer who easily wins over whoever hears her music or attends her concerts, and we are pleased that she is now here in Guimarães to win over the audiences at Manta.
 
DJ SET
23h30-02h00
Isidro Lisboa (Rádio Nova)
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Angel Olsen voz e guitarra
Stewart Bronaugh guitarra
Joshua Jaeger bateria, percussão
Emily Elhaj baixo
Todas as idades
2,00 EUR
Neste sábado, em pleno espaço expositivo do CIAJG, propomos às famílias uma experiência à lanterna. Corpo e imaginação para descobrir o que lá está e nem sempre se vê. Com a ajuda de um pequeno furador vamos ainda desenhar, imaginar…e descobrir nos desenhos a luz e a sombra, o positivo e o negativo.
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães 
Horário 16h00
Duração 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas/ máx. 20 pessoas
Público-alvo dos 4 aos 12 anos
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a marcação prévia com 48h de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
This Saturday, while the exhibition is in full swing, we offer families a workshop entitled Swap your hands and feet. The figures created by José de Guimarães – part painting and part sculpture – are the starting point for this workshop in which arms, legs, torsos, and heads are placed where you will in order to construct new figures.
 
Venue CIAJG José de Guimarães International Arts Centre
Schedule 16h00
Duration 90 min.
Lotation 10 persons (min.) 20 persons (max.)
Price 2, 00 eur
Booking required with 2 days in advance by email servicoeducativo@aoficina.pt
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COMPRAR BILHETES
7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Pântano” aborda a solidão e o sacrifício dos peregrinos. Romeu Runa, Catarina Félix e Francisco Camacho dão corpo ao espetáculo que encerra um ciclo iniciado pelo Útero há cinco anos.
Depois de “The Old King” (2011), “Europa” (2012), “Pele” (2013) e “Under” (2014), “Pântano” encerra um ciclo de criações do Útero alicerçado numa “ideia de paisagem” e na exploração das potencialidades dramatúrgicas de elementos como a água e a luz. “Pântano” é um espaço construído por peregrinos, pessoas que resolvem fazer uma profunda reflexão sobre si mesmos em movimento. “Há um palhaço louco que espera por si próprio. Há uma mulher magra que finge a dança que foi clássica, lugar. Há o homem nu perdido. Eles dançam, perdem-se, esperam. Não sabem o porquê de estar ali.” Organizando-se numa sucessão de quadros, “Pântano” retira-nos da nossa zona de conforto através de movimentos, entre a solidão e o sacrifício, que despertam em nós a urgência de pensar o lugar que ocupamos no mundo. 
 
BILHETE ESPECIAL “Pântano” [Útero] + “Festival” [mala voadora]
10,00 EUR (acesso aos dois espetáculos) COMPRAR
 
APÓS O ESPETÁCULO “PÂNTANO”
CCVF / FOYER DO GRANDE AUDITÓRIO
HÁ CONVERSA COM…
MIGUEL MOREIRA
“Há conversa com...” acontece regularmente após um espetáculo ou no âmbito de uma exposição, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir dos objetos artísticos. Em setembro, teremos uma conversa com Miguel Moreira, do Útero, sobre a sua mais recente criação, “Pântano”.
“Pântano” (“Swamp”) takes up the theme of loneliness and the sacrifice that pilgrims make. Romeu Runa, Catarina Félix and Francisco Camacho bring this show to life, which also rounds out a cycle begun by Útero five years ago.
Following “The Old King” (2011), “Europa” (2012), “Pele” (2013) and “Under” (2014), “Pântano” closes out a cycle of shows from Útero based on “the idea of landscape” and the exploration of the dramaturgical potential of elements such as water and light. “Pântano” (“Swamp”) is a space that has been created by pilgrims, people who have resolved to reflect profoundly upon themselves in movement. “There is a mad clown who is waiting for himself to arrive. There is a thin woman who imitates a classical dance, place. There is a naked man who is lost. They dance, they get lost, they wait. They don’t know why they are there.” Organized as a series of portraits, “Pântano” takes us out of our comfort zone through movements, ones between loneliness and sacrifice, which awaken in us the urgent need to consider what place we occupy in the world. 
 
AFTER THE SHOW
CONVERSATIONS WITH...MIGUEL MOREIRA
“Conversations with...” is an event which takes places regularly and directly follows a theatrical performance or is set within the scope of an art exhibition opening. Its objective and desire is to enhance the vocabulary used among the artists and the public as a way to promote a deeper critical sense and to increase one’s enjoyment of an artist’s or actor’s creation. In September, we’ll be chatting with Miguel Moreira, from Útero, about his most recent creation, “Pântano”.
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Direção/criação Miguel Moreira com a colaboração de Catarina Félix e Romeu Runa Intérpretes Catarina Félix, Francisco Camacho e Romeu Runa (bailarinos) e Carlos Zíngaro (música ao vivo) Cocriadores Allan Falieri, Catarina Félix, Francisco Camacho e Romeu Runa Música de Bentes Projeto shhh e Carlos Zíngaro Luzes João Garcia Miguel, Jorge Rosado Figurinos Peças de Dino Alves Produção Útero Coprodução Centro Cultural Vila Flor, Culturgest, Le CentQuatre – Paris, Teatro Nacional São JoãoTeatros associados Centro Cultural de Ílhavo, Cine-Teatro Avenida, TAGV, Theatro Circo Residência artística Centro Cultural Vila Flor (Guimarães), Eira (Lisboa), O Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo), Le CentQuatre – Paris Companhia Associada EIRA
O Útero está integrado no projeto Guimarães 2013-2016 e é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal, Secretário de Estado da Cultura, DGArtes Maiores de 16
2,00 EUR
Uma visita para desfazer o mito de que os museus são espaços desinteressantes ou apenas para os crescidos. Aqui têm a oportunidade de conhecer um espaço que cruza diferentes tempos e lugares através dos mais diversos objetos de arte, numa visita especial pensada para as diferentes gerações.
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Horário 11h00
Duração 60 a 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas/ máx. 20 pessoas
Público-alvo Maiores de 4 anos
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a marcação prévia com 48h de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt 
This is a visit to undo the myth that museums are boring places, or ones just for grown-ups. Here visitors will have the opportunity to enjoy the spot where different times and places intersect through a wide variety of art objects in a special visit conceived to please people of all generations.
 
Venue CIAJG José de Guimarães International Arts Centre
Schedule 11h00
Duration 90 min.
Lotation 10 persons (min.) / 20 persons (max.)
Price 2,00 eur
Booking is required with 2 days in advance by email servicoeducativo@aoficina.pt 
 
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COMPRAR BILHETES
10,00 EUR / 7,50 EUR c/d

Local Jardim do CCVF
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Coprodução do Teatro Experimental do Porto e do Teatro Oficina, “Pantagruel” marca o 10º aniversário do CCVF. Este é um “espetáculo-comilança”, um desafio ao apetite do público, que será convidado a degustar, de forma extravagante, uma refeição durante a representação.
Obra herética e subversiva, publicada em 1532, Les horribles et épouvantables faits et prouesses du très renommé Pantagruel Roi des Dipsodes, fils du Grand Géant Gargantua (Os horríveis e apavorantes feitos e proezas do mui renomado Pantagruel, rei dos Dípsodos, filho do grande gigante Gargântua), de François Rabelais, configura um mundo libertário, marcado pela escatologia e por um proto-anarquismo, lidando com temas como a guerra, a religião e o uso do Poder. Excessivo e disfórico, é uma espécie de Ubu Roi “avant la lettre”, misturando-se líbido, política, escatologia, utopia e subversão. O herói, Pantagruel, é filho de Gargântua, amante da boa vida, alegre e descomunalmente forte. Ávido de vida, atravessa o mundo movido pelo seu Eros, revelando o desconcerto em que todo o mundo está. 
A co-production of the Teatro Experimental do Porto and the Teatro Oficina, “Pantagruel” celebrates the CCVF’s 10th anniversary. This is a “savoury show,” appealing to the public’s appetite – literally – as the audience will be invited to taste an extravagantly prepared meal during the show.
A heretical and subversive work published in 1532, Les horribles et épouvantables faits et prouesses du très renommé Pantagruel Roi des Dipsodes, fils du Grand Géant Gargantua (The Horrible and Terrifying Deeds and Words of the Very Renowned Pantagruel, King of the Dipsodes, Son of the Great Giant Gargantua”) by François Rabelais creates a libertarian world, marked by scatology and proto-anarchism and dealing with such themes as war, religion, and the use of power. Excessive and dysphoric, he is a type of King Ubu avant la lettre, blending libido, politics, scatology, utopia and subversion. Pantagruel, our hero, is the son of Gargantua, and a jovial, bigger than life bon vivant. Gobbling up life, he travels through a world spurred on by his own Eros, showing his dismay for what is happening in the world.
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Encenação Gonçalo Amorim Adaptação Rui Pina CoelhoTradução Aníbal Fernandes Interpretação Ivo Alexandre, Marcos Barbosa, Catarina Gomes, Diana de Sousa, Raquel de Lima Cenografia e figurinos Catarina Barros Desenho de luz Ricardo Santos Sonoplastia Pedro Lima Assistência de encenação Patrícia Gonçalves
Uma co-produção TEP e Teatro Oficina
O TEP é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal / Secretário de Estado da Cultura / Direcção Geral das Artes e residente do TM Campo Alegre, no âmbito do programa Teatro em Campo Aberto. Maiores de 14

 

No fim de semana de 19 e 20 de setembro, o Centro Cultural Vila Flor abre as suas portas para que os diferentes espaços sejam visitados, (re)descobertos, desvendados. Uma viagem para famílias pelos bastidores de uma casa que celebra 10 anos de vida.
Local CCVF
Horário Sábado 19 | 11h00 e 16h00, Domingo 20 | 11h00
Duração 60 a 90 min.
Lotação mín.10 pessoas, máx.30 pessoas
Público-alvo Maiores de 4 anos
Atividade gratuita, sujeita a marcação prévia com pelo menos uma semana de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
The weekend of the 19th and 20th of September the Vila Flor Cultural Center opens its doors so that its variety of spaces can be visited, (re)discovered, and unveiled. This is a journey for families to explore the back stage of a venue that is commemorating its 10th anniversary.
 
Venue Centro Cultural Vila Flor
Schedule Saturday 19 | 11h00 and 16h00, Sunday 20 | 11h00
Duration 60 to 90 min.
Lotation 10 persons (min.) 30 persons (max.) 
Free entrance
Booking is required with one week in advance by email servicoeducativo@aoficina.pt 
 
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2,00 EUR
Todos juntos, pais e filhos numa experiência de descoberta do corpo e suas possibilidades. Por vezes os pais conduzem, noutras são conduzidos pelas mãos pequeninas que lhes dizem tanto…
Local Sala de Ensaios do CCVF
Horário 10h00 e 11h30 
Público-alvo Sessões das 10h00: 1 a 3 anos; Sessões das 11h30: 3 a 5 anos
Duração 1 a 3 anos: 40 min.; 3 aos 5 anos: 60 min.
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a marcação prévia com uma semana de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
All together – parents and children come together in an experience of discovering the body and all its potential. At times the parents will lead, at others, they will be led by the small hands of their darling little ones…
 
Venue CCVF Rehearsal Room
Schedule 10h00 and 11h30
Target 10h00 Session: 1 to 3 years old | 11h30 Session: 3 to 5 years old
Duration 1 to 3 years old: 40 min | 3 to 5 years old: 60 min.
Price 2,00 eur
Booking is required with one week in advance by email servicoeducativo@aoficina.pt
 
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COMPRAR BILHETES
7,50 EUR / 5,00 EUR c/d

Local_Black Box da
Fábrica Asa
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Festival”, coprodução da mala voadora, do Centro Cultural de Belém e do Centro Cultural Vila Flor, estreia em setembro, em Guimarães.
As narrativas melodramáticas, como as telenovelas por exemplo, culminam com um juízo final: o momento em que os bons, prolongadamente postos a sofrer pelos maus, encontram finalmente a felicidade que merecem. O destino confere-lhes essa felicidade. Em várias religiões, a felicidade só pode ser atingida depois da morte, porque só então se é sujeito a um juízo final e à sorte que ele determinar, desejavelmente boa. Aqui já não se trata do destino, mas de um deus que tudo vê e tudo sabe. Acreditar que alguém detém a verdade é bastante tranquilizador, porque esse alguém na sua omnisciência se encontra em posição de garantir a justiça, mas também porque nos garante que a verdade é uma coisa que existe. Como no CSI. Os sofisticados laboratórios e os incorruptíveis agentes policiais, combinados, dão-nos uma garantia de verdade apenas comparável com aquela que nos pode dar um deus; no final de cada episódio, teremos certamente o inevitável fim feliz (no sentido de justo). “Festival” é um espetáculo em que a mala voadora vai tratar de fins felizes e da morte.
 
BILHETE ESPECIAL “Pântano” [Útero] + “Festival” [mala voadora]
10,00 EUR (acesso aos dois espetáculos) COMPRAR
 
APÓS O ESPETÁCULO “FESTIVAL”
FÁBRICA ASA / BLACK BOX
HÁ CONVERSA COM…
JORGE ANDRADE E JOSÉ CAPELA
“Há conversa com...” acontece regularmente após um espetáculo ou no âmbito de uma exposição, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir dos objetos artísticos. Em setembro, teremos uma conversa com Jorge Andrade e José Capela sobre o novo espetáculo da mala voadora, “Festival”.
“Festival”, a co-production of mala voadora, the Belém Cultural Center and the Vila Flor Cultural Center, will premiere in Guimarães in September.
Melodramatic narratives, such as those seen in soap operas for example, always end with a moment of final reckoning when the good and noble characters are finally able to free themselves from the suffering caused by the evil characters to attain the happiness that they so rightly deserve. Fate is what presents them with this happiness. In certain religions, such supreme joy can only be achieved after death, as this is when one is subject to a final judgement and the fate that such a judgement reserves, supposedly a desirable one. Here it is no longer a question of fate but rather one of a god who sees and knows everything. Believing that someone holds the key to truth is rather reassuring because it is this person, in his omniscience, who is in a position to guarantee justice, and because this is an assurance that the truth is indeed something which exists. Just like on CSI. The sophisticated laboratories and incorruptible police officers together offer us the iron-clad guarantee of truth that is only comparable to that which a god can afford us; moreover, at the end of each episode we are given the inevitable happy ending in terms of justice being served. “Festival” is a show in which the mala voadora group will deal with happy endings and death.
 
CONVERSATIONS WITH...
JORGE ANDRADE AND JOSÉ CAPELA 
“Conversations with...” is an event which takes places regularly and directly follows a theatrical performance or is set within the scope of an art exhibition opening. Its objective and desire is to enhance the vocabulary used among the artists and the public as a way to promote a deeper critical sense and to increase one’s enjoyment of an artist’s or actor’s creation. In September, we’ll be chatting with Jorge Andrade and José Capela about the new show by mala voadora, “Festival”.
 
informação adicional  |  imagens fechar todos
Direção Jorge Andrade com assistência de David Cabecinha Com Anabela Almeida, David Cabecinha, Jorge Andrade e Maria Ana Filipe Cenografia e Figurinos José Capela Luz Daniel Worm d’Assumpção  Vídeo de divulgação Jorge Jácome e Marta Simões Fotografia de cena José Carlos Duarte Produção Joana Costa Santos Gestão Cultural Vânia Rodrigues  Coprodução Centro Cultural de Belém, Centro Cultural Vila Flor e mala voadora Maiores de 12
2,00 EUR
Amassar, torcer, sentir… Será o tempo e espaço para nos sujarmos com um sorriso de orelha a orelha!
Local Sala de Ensaios do CCVF
Horário 10h00 e 11h30 
Público-alvo Sessões das 10h00: 1 a 3 anos; Sessões das 11h30: 3 a 5 anos
Duração 1 a 3 anos: 40 min.; 3 aos 5 anos: 60 min.
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a marcação prévia com uma semana de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
Grab it, twist it, feel it … This is the time and place to get nice and dirty, and with a smile that goes ear to ear!
 
Venue CCVF Rehearsal Room
Schedule 10h00 and 11h30
Target 10h00 Session: 1 to 3 years old | 11h30 Session: 3 to 5 years old
Duration 1 to 3 years old: 40 min | 3 to 5 years old: 60 min.
Price 2,00 eur
Booking is required with one week in advance by email servicoeducativo@aoficina.pt
fechar todos
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 14h00
(Nos domingos 30 de agosto e 6 de setembro, a entrada é gratuita apenas das 10h00 às 12h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
(Durante o horário de funcionamento do festival de gastronomia "Guimarães nas Artes" não se aplica desconto do Cartão Quadrilátero Cultural)
O trabalho de Vasco Araújo tem incidido de forma sistemática sobre a história do colonialismo europeu e os seus efeitos tragicamente duradouros do ponto de vista das dinâmicas relacionais de poder e submissão entre homens de diferentes lugares e diferentes culturas.
O artista traz para o seu terreno de investigação ferramentas e dados usados e recolhidos por outras disciplinas, tais como a História, a Antropologia, a Sociologia, para construir narrativas que se materializam em filme, escultura, pinturas e peças sonoras. Com a exposição individual de Vasco Araújo, “Demasiado pouco, demasiado tarde”, o CIAJG continua e aprofunda a sua vocação de perscrutar e revisitar de um ponto de vista simultaneamente poético e crítico, empático e distanciado, as tensões, os desejos, os afetos ou as angústias que os objetos corporizam e transportam e aquilo que revelam dos homens e da história que construímos. 
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
 
SÁBADO 19 SETEMBRO, ÀS 11H30
APRESENTAÇÃO DO LIVRO “VASCO ARAÚJO / DEMASIADO POUCO, DEMASIADO TARDE” E VISITA GUIADA À EXPOSIÇÃO PELO CURADOR NUNO FARIA
Vasco Araújo é um dos nomes mais proeminentes da geração de artistas nascidos na década de 1970. No dia 19 de setembro, às 11h30, lançamos o livro que documenta a exposição individual que o CIAJG lhe dedica, “Demasiado pouco, demasiado tarde”, seguido de visita guiada à exposição por Nuno Faria, curador da exposição.
Vasco Araújo´s work has focused in a systematic way on the history of European colonialism and its tragically long-lasting effects from the point of view of the relationship dynamics of power and submission between people of different places and different cultures.
In exploring the chosen theme, the artist has used tools and data taken from other disciplines such as history, anthropology, and sociology for his own area of research as a way to construct narratives that materialize in film, sculpture, paintings, and sound pieces. With Vasco Araújo´s solo exhibition, “Too little too late”, the CIAJG maintains and deepens its commitment to examine and revisit – from a point of view that is at the same time both poetic and critical, and empathic yet distanced – the tensions, desires, affections, or the anguish that the objects embody and convey, and that which they reveal about the people and the history that we have built.
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Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 14h00
(Nos domingos 30 de agosto e 6 de setembro, a entrada é gratuita apenas das 10h00 às 12h00)
Preços com desconto (c/d)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
(Durante o horário de funcionamento do festival de gastronomia "Guimarães nas Artes" não se aplica desconto do Cartão Quadrilátero Cultural)
A pintura é a disciplina central da obra vasta e multiforme de José de Guimarães.
É um território amplo e diverso onde surgem, ressurgem e se combinam os signos, a um tempo estranhos e familiares, que o artista criou e desenvolveu a partir dos seus alfabetos ideográficos. A exposição, que cobre um extenso período de tempo, integra pinturas de grande formato de algumas das séries mais emblemáticas do artista da coleção do CIAJG que serão apresentadas em diálogo com as singulares esculturas em papel policromado e com objetos de madeira pintados que o artista realizou no princípio da década de 1970, e constitui uma rara ocasião para reconsiderar a importância e a singularidade desta produção.
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
Painting is the primary medium in the vast and multi-form work of José de Guimarães.

Painting is a broad and diverse territory on which signs emerge, re-emerge and meld, at times strange or familiar, those which the artist has created and developed from his ideographic alphabets. The exhibition, which covers an extensive period of time, comprises large-scale paintings from some of the artist´s most emblematic series held at the CIAJG, which will be presented in a dialogue alongside sculptures in polychromatic paper and painted wooden objects that the artist created in the 1970s. The exhibition offers a rare opportunity to reexamine the importance and singularity of these works.

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Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 14h00
(Nos domingos 30 de agosto e 6 de setembro, a entrada é gratuita apenas das 10h00 às 12h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
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(Durante o horário de funcionamento do festival de gastronomia "Guimarães nas Artes" não se aplica desconto do Cartão Quadrilátero Cultural)
O CIAJG reúne peças oriundas de diferentes épocas, lugares e contextos em articulação com obras de artistas contemporâneos, propondo uma (re)montagem da história da arte, enquanto sucessão de ecos, e um novo desígnio para o museu, enquanto lugar para o espanto e a reflexão.
Para além das exposições de Vasco Araújo e José de Guimarães, relembramos que poderá também (re)visitar a exposição “A Composição do Ar: coleção permanente e outras obras” patente no piso 1 do CIAJG. Recordamos que esta exposição sofreu uma remontagem no dia 18 de julho com a apresentação da obra de Pedro Valdez Cardoso, “Ártico: narrativa e fantasmática”, que reúne uma instalação e um alargado conjunto de desenhos que estabelecem um diálogo com a prática arqueológica. Estas novas propostas juntaram-se aos ex-libris da coleção que continuam em exposição, nomeadamente o tão apreciado e visitado núcleo As Magias, que reúne um alargado conjunto de máscaras africanas. 
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
The CIAJG has brought together works from different times, places and contexts, in articulation with works by contemporary artists, proposing a (re) assembly of art history, as a succession of echoes, and thereby establishing a new purpose for the museum – as a place for wonder and reflection.
In addition to the exhibitions of Vasco Araújo and José de Guimarães, we are reminding everyone that you can also (re)visit the exhibition, “The Composition of the Air: permanent collection and other works” that is open on the 1st floor of the José de Guimarães International Center for the Arts (CIAJG). It should be noted that the exhibition underwent some changes in the month of July to accommodate the presentation of the works of Pedro Valdez Cardoso in “Ártico: narrativa e fantasmática” [Arctic: narrative and phantasmatic] which comprises an exhibit and a diverse set of drawings that establish a dialogue with archaeology. These new pieces will appear alongside the hallmark ex-libris pieces of the collection that will remain on display, namely the renowned and very popular As Magias pieces, which include a large number of African masks. 
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As inscrições para as Turmas de Iniciação Teatral 2015/2016, do Teatro Oficina, já se encontram abertas!
Este ano, voltamos com uma energia nova para as nossas turmas, reforçando a nossa aposta na formação de teatro para toda a comunidade. Teremos uma formação que será feita por um grupo de atores mais extenso, e organizada de forma estruturada durante o ano letivo, para que cada ação modular, contribua para o crescimento artístico dos diferentes grupos. Este ano, além de uma formação mais especializada que em anos anteriores, que permite aos formandos uma compreensão mais profunda da criação artística, inventamos o projeto Protótipo, destinado aqueles alunos que já estão connosco há muito anos. Nesta nova turma, faremos um espetáculo em dezembro, que será criado para circulação durante todo o ano. Ao mesmo tempo, o projeto Protótipo terá formação para que daqui surja a força necessária para a sua independência e autonomia artística e produtiva. Repetiremos a apresentação no final da nossa temporada, de um espetáculo de grande dimensão que envolverá todos os intervenientes no processo. Marcos Barbosa
 
TURMAS
 
PRÓTOTIPO (apenas para alunos com mais de 2 anos de formação)
SEXTA-FEIRA, DAS 19H30 ÀS 22H00 
(Obrigará a ensaios adicionais de 16 de novembro e 15 de dezembro)
 
TURMA ADULTOS INICIAL (a partir dos 19 anos)
SEGUNDA E QUARTA-FEIRA, DAS 19H30 ÀS 21H00 
(Após o 1º trimestre de 2016, este horário implicará ensaios adicionais)
 
TURMA ADULTOS CRIAÇÃO (a partir dos 19 anos, para alunos com mais de 1 ano de formação)
TERÇA E QUINTA-FEIRA, DAS 21H00 ÀS 22H30 
(Após o 1º trimestre de 2016, este horário implicará ensaios adicionais)
 
TURMA ADOLESCENTES (dos 12 aos 18 anos)
TERÇA E QUINTA-FEIRA, DAS 19H00 ÀS 20H30 
(Após o 1º trimestre de 2016, este horário implicará ensaios adicionais)
 
TURMA INFANTIL (dos 8 aos 12 anos)
SEXTA-FEIRA, 18H00 ÀS 19H30
(Após o 1º trimestre de 2016, este horário implicará ensaios adicionais)
 
Formadores Marcos Barbosa e Nuno Preto
Local Espaço Oficina, Av. D. João IV, 1213 Cave, 4810-431 Guimarães
Mensalidade 20 EUR
Inscrição 40 EUR (correspondente ao primeiro e último mês)
Data limite de inscrição 26 de setembro
 
As inscrições para as Turmas de Iniciação Teatral serão aceites até ao dia 26 de setembro e poderão ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor ou neste site através do preenchimento do formulário disponível online. O pagamento poderá ser efetuado no Centro Cultural Vila Flor ou através de cheque enviado por correio para Centro Cultural Vila Flor, Av. D. Afonso Henriques, 701, 4810-431 Guimarães, à ordem de “A Oficina, CIPRL”, sempre até à data limite de inscrições. A inscrição só é considerada válida após efetuado o pagamento. Em caso de desistência, não será devolvida a importância paga no acto de inscrição.  
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