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Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de janeiro de 2017.

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Nesta versão d` “O Conto de Inverno”, o Teatro Oficina junta, no mesmo palco, um fantástico elenco de atores e os músicos Manuel Fúria e os Náufragos que atuam, ao vivo, durante a peça.
“O Conto de Inverno”, de William Shakespeare, pertence à série derradeira dos “Romances”, peças inspiradas no folclore intemporal dos contos moralizantes que recuam à antiguidade britânica ou clássica, esta última neste caso. A peça não costuma ser valorizada pela sua intensa carga política, e realismo das suas crueldades, mas antes como um conto admonitório algo fantasioso sobre os males do ciúme e sobre a energia renovadora que a Natureza concede a todas as reconciliações. É uma peça sobre o amor, que atravessa as coordenadas dos tempos e das idades, pondo à prova homens e mulheres na teia complexa dos seus relacionamentos, em tudo o que estes têm de mais digno ou ignóbil.
 
Sexta-feira, 20 janeiro | 19h00
Café Milenário (Largo do Toural)
APRESENTAÇÃO PÚBLICA DA PROGRAMAÇÃO DE 2017 DO TEATRO OFICINA
 
Em 2017, João Pedro Vaz passa a assumir a direção artística do Teatro Oficina. No dia 20 de janeiro, às 19h00, apresenta publicamente a sua primeira programação para o território. Este momento terá lugar no Café Milenário, local simbólico no coração da cidade, de portas abertas, para quem quiser conhecer o novo ciclo da Companhia de Teatro de Guimarães.
In this version of “The Winter`s Tale,” the Teatro Oficina has invited a fantastic cast of actors to share the stage with musicians Manuel Fúria and the Náufragos, who will perform live during the play.
William Shakespeare`s “The Winter`s Tale” is grouped amongst the playwright`s Romances, works inspired by the timeless folklore of stories which harken back to ancient Britain or the Classical period, the latter being the case here. The play is not ordinarily noted for its intense political weight or the realism of its cruelty but rather for being a cautionary tale, albeit fantasized, on the evils of jealousy and the renewing energy that Nature bestows upon all types of reconciliation. It is a play about love, which traverses time and age, putting men and women to the test in a complex web of relationships, revealing that which is worthy or ignoble in what they possess. 
 
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Texto William Shakespeare
Encenação Marcos Barbosa
Tradução para português Fernando Villas-Boas
Tradução para castelhano Roberto Pascual
Assistente de encenação Teresa Coimbra
Cenografia Ricardo Preto
Desenho de Luz Pedro Vieira de Carvalho
Figurinos Susana Abreu 
Vídeo Ricardo Freitas 
Operação de Legendagem Mário Pereira 
Direção Musical Manuel Fúria
Músicos Manuel Fúria e os Náufragos
Interpretação Alheli Guerrero, Anabela Faustino, Carolina Amaral, Xose Barato, Ivo Alexandre, Marcos Barbosa, Marta Pazos, Santi Cuquejo
Produção executiva Teatro Oficina 
Coprodução Teatro Oficina, Centro Dramatico Galego, MIT Ribadavia 2017, Teatro Aveirense
Maiores de 12
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Captain Boy, alter-ego de Pedro Ribeiro, lança o seu álbum de estreia, “1”, no Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor.
Depois do EP homónimo editado em 2015, Captain Boy apresenta o primeiro trabalho de longa duração, a primeira viagem do cantautor, a que deu o nome de “1”. Um álbum sobre fragilidades que começa no número um da capa escrito numa placa de ishihara, que Captain Boy não lê porque é daltónico, e que termina quando chegamos a casa, na última música. Todo o álbum foi gravado na sua forma mais crua, despido de tudo o que é acessório, criando um canal direto entre as gravações e quem o ouve. O concerto de apresentação do disco está marcado para 27 de janeiro, à meia-noite, no Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, a sua cidade natal. Neste concerto, o artista vai mostrar pela primeira vez o seu disco numa atuação que contará com algumas surpresas. Depois de nos últimos dois anos ter apresentado o trabalho em várias cidades em Portugal e Espanha, o vagabundo de voz rouca e guitarra a tiracolo começa o novo ano com a apresentação de “1”, o primeiro do seu percurso. 
Captain Boy is the alter-ego of Pedro Ribeiro. A vagabond with a gravelly voice and a guitar strung around his neck who sings stories which transcend time.

There is a rust-speckled sound quality which Captain Boy exudes in all of his performances, one which makes listeners feel as if they are on some imaginary ship. Like the sea, Captain Boy is unpredictable, transforming all his concerts into a distinct and individual journey. On this occasion, Captain Boy has chosen the CCVF Café Concerto to unveil his first long-playing work, one that the public has been anxiously waiting for. In 2016, the musician heightened his fans’ curiosity with the release of two singles: the first was “Tango,” and then in October of 2016, “Honey Bunny.” And the name “Captain Boy”? It comes from a story by Jules Verne, written in 1878. Dick Sands is a 15-year old sailor who must take the helm of a ship sailing from New Zealand to Valparaiso. To a certain extent, we are all captains and kids…albeit with bigger feet. 

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Pedro Ribeiro (Captain Boy) voz e guitarra
Giliano Boucinha guitarra
Tiago Lemos baixo   
Maurício Medon bateria 
Maiores de 12
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2,00 EUR
Janeiro termina com frio e um fim de semana de teatro de marionetas.
Os mais pequenos podem ver a nova criação para a infância a partir do universo de Peter Pan – “Nunca” – que estará no Espaço Oficina, mas os adultos terão uma surpresa com uma das poucas criações do Teatro de Marionetas do Porto para “gente grande”, o espetáculo “Wonderland”, que sobe ao palco do Grande Auditório do CCVF. No espetáculo “Nunca” embarcamos numa viagem acompanhados por Peter Pan até à Terra do Nunca. Um mundo real, imaginado, onde não se envelhece. A conhecida narrativa é apresentada aqui através da composição de imagens, onde marionetas, cenografia e música nos transportam para além daquilo que é contado por palavras, para um lugar mais próximo da própria ação dramática. Onde a compreensão dará lugar à emoção.
 
Local Espaço Oficina
Horário 27 janeiro (sexta) 10h30 e 15h00, 28 janeiro (sábado) 16h00
Público-alvo maiores de 3
Duração 45 min. 
Lotação limitada
Preço 2,00 eur
January will certainly end with lots of cold, but also with a weekend of puppet theatre.
The ´little ones` will surely want to see a show created especially for young audiences and inspired by the world of Peter pan – “Never” – to be held at the Espaço Oficina, whereas the older set will have a surprise as well with one of the few offerings from the Oporto Marionette Theatre and produced for adults, the show “Wonderland,” which will grace the stage of the Grand Auditorium at the CCVF. In the show “Never,” we set out on a journey to Neverland with Peter Pan. A real world but one that is imagined, where no one ever grows old. The well-known story line is presented here by composing images where the puppets, the scenery and the music transport us beyond what words can express and to a place much closer to the dramatic action, one where understanding will open the door for excitement. 
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Encenação e cenografia Rui Queiroz de Matos
Marionetas Sandra Neves
Música Pedro Cardoso
Desenho de luz Filipe Azevedo
Interpretação Rui Queiroz de Matos
Produção Sofia Carvalho
Design gráfico e assistência de produção Pedro Ramos
Operação de luz e som Filipe Azevedo
Oficina de construção Sandra Neves
Fotografia de cena Susana Neves
Coprodução Teatro de Marionetas do Porto e Centro Cultural Vila Flor
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5,00 EUR
No último fim de semana de janeiro, o Teatro de Marionetas do Porto traz a Guimarães um programa especial composto por dois espetáculos: a sua nova criação para a infância, “Nunca”, que estará no Espaço Oficina, e “Wonderland”, uma das poucas criações do Teatro de Marionetas do Porto para “gente grande”, que sobe ao palco do Grande Auditório do CCVF.
Em “Wonderland”, o Teatro de Marionetas do Porto aborda o universo fantástico e povoado de nonsense do diácono anglicano, fotógrafo e celebrado professor de matemática de Oxford, Charles Dodgson, mais conhecido por Lewis Carroll. Neste espetáculo, as personagens das histórias de Alice no País da Maravilhas libertam-se do jogo da linguagem e emergem na sua dimensão onírica. Personagens que são como cartas que Lewis Carroll joga, inconscientemente, no seu jogo de amor com Alice. “Wonderland” é o sonho de Alice no País da Maravilhas sonhado por nós, adultos. Vamos com ela, atravessamos a floresta luminosa cheia de medos e segredos, inventamos caminhos que antes lá não existiam e deixamos Alice perdida. 
In the final week in January, the Oporto Marionette Theatre brings to Guimarães a special program consisting of two shows: its newest creation for children, called “Never,” which will be shown at the Espaço Oficina, and “Wonderland,” one of their rare productions for “the adult set,” which will grace the stage at CCVF`s Grand Auditorium.
In “Wonderland,” the Oporto Marionette Theatre takes on the fantastic and populous nonsense universe created by Charles Dodgson, the Anglican deacon, photographer and celebrated Professor of Mathematics at Oxford better known under the name of Lewis Carroll. In this show, the characters from Alice in Wonderland free themselves from the game of language and emerge in a more dreamlike dimension. The characters are like the cards which Lewis Carroll is playing with, unwittingly, in his game of love with Alice. “Wonderland” is Alice’s dream in Wonderland, one concocted by us, the adults. Let`s go with her, crossing a bright forest full of fears and secrets, opening up new paths which had never existed before, and in the end get Alice nice and lost. 
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Encenação e cenografia João Paulo Seara Cardoso
Interpretação Micaela Soares, Rui Queiroz de Matos, Shirley Resende, Vitor Gomes
Marionetas Júlio Vanzeler
Música Roberto Neulichedl
Letras de canções Maria de Noronha
Tradução para inglês John Havelda
Figurinos Pedro Ribeiro
Coordenação de movimento Isabel Barros
Desenho de luz António Real e Margarida Alves
Produção Sofia Carvalho
Assistente de produção Pedro Miguel Castro
Assistente de encenação Pedro Ribeiro
Operação de luz e som Filipe Azevedo
Operação de legendagem Pedro Castro
Oficina de construção Rui Pedro Rodrigues (coordenação), Inês Coutinho (pintura), Nuno Valdemar Guedes
Confeção de figurinos Cláudia Ribeiro (coordenação), Celeste Marinho (mestra-costureira), Esperança Sousa (costureira), Catarina Barros (coordenação de adereços), Patrícia Mota (assistente de adereços)
Construção cenográfica Américo Castanheira/Tudo-Faço
Fotografia de cena Susana Neves
Ilustração Júlio Vanzeler
Imagens projetadas Fotografias de Alice Liddell por Lewis Carroll, Pinturas de Claude Monet (alteradas)
Estagiária Ângela Ribeiro
Maiores de 12
Entrada Livre
A partir de 28 de janeiro, quatro novas exposições vão habitar o Palácio Vila Flor e o Centro Internacional das Artes José de Guimarães.
O último sábado de janeiro é marcado por mais uma inauguração conjunta das exposições do Palácio Vila Flor e do Centro Internacional das Artes José de Guimarães. O programa tem início às 17h00, no Palácio Vila Flor, com a abertura de “Bufos”, de José Almeida Pereira, com a participação de Cristina Mateus e Max Fernandes. Às 18h30, as atenções viram-se para o arranque do novo ciclo expositivo do CIAJG que será assinalado pelas exposições “Os Pirómanos”, de Rui Moreira, “Destinerrância - O lugar do morto é o lugar da fotografia”, de Edgar Martins, e “Cosmic, Sonic, Animistic”, a nova montagem da coleção permanente do CIAJG.
Beginning on January 28th, four new exhibitions will come to reside at the Vila Flor Palace and the José de Guimarães International Arts Centre.
The last Saturday in January is the date set for yet another joint inauguration of a group of exhibitions on display at the Vila Flor Palace and at the José de Guimarães International Arts Centre. The program will begin at 5:00pm at the Vila Flor Palace with the opening of the exhibition “Bufos,” by José Almeida Pereira. The inauguration will feature a performance by Cristina Mateus, to take place near the artist’s works. At 6:30pm, attentions will turn to the opening of a new cycle at the International Arts Centre (CIAJG), with the exhibitions “Os Pirómanos,” by Rui Moreira, “Destinerrância – O lugar do morto é o lugar da fotografia,” by Edgar Martins, and “Cosmic, Sonic, Animistic,” a new montage from the CIAJG permanent collection.
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Todas as idades

2,00 EUR / 1,00 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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Contra a fugacidade do tempo, José Almeida Pereira incita a imaginação do observador e convida-o a demorar-se no espaço sensível da sua subjetividade para escapar à luz estroboscópica das imagens.
 As temáticas abordadas nas obras em exposição fazem um retorno aos valores humanos inscritos na pintura, distanciando-se do presente e assumindo esse recuo. As pinturas apresentam-se em camadas de tempo, no contraste entre o preto e branco, o negativo e o positivo, como se se tratasse de uma imagem fotográfica. Cada obra dá ideia de sobreposição, de sedimentação, de trajeto, de um tempo expresso num espaço. O que se coloca diante de nós são simples espectros, pequenos vestígios, rastos de um conjunto de imagens que teimam em permanecer para sempre na memória. Num tempo onde a imagem é comunicação, a sua fixação na retina não é todavia suficiente para formar conhecimento. Desse modo, a obra-prima citada em cada pintura demora-se porque se fecha no olhar como um segredo.
Against time`s fleetingness, José Almeida Pereira incites the observer`s imagination and invites him to linger in the sensitive space of his subjectivity in order to escape image`s stroboscopic light.

The themes in these pieces are an acknowledgement of the human values imprinted in painting, distancing from the present and recognizing that step back. The paintings stand in layers of time, in the contrast between the black and the white, the negative and the positive, as if it was a photographic image. Each piece transmits the idea of overlap, sedimentation, path, of time carved in space. What`s in front of us are mere specters, small remnants, traces of a series of images that insist on staying forever in the memory. In a time when image is communication, its permanence in the retina is not enough to form knowledge. Therefore, the masterpiece quoted in each painting persists because it hides in the look as a secret.

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Horário da Exposição
terça a sábado
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
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Nascido em 1971, Rui Moreira tem vindo a desenvolver um percurso ímpar, extraordinariamente singular, raro no panorama português e internacional da arte contemporânea.
O seu trabalho desenvolve-se quase exclusivamente na área do desenho e constitui-se como um terreno de reflexão política e poética sobre a condição humana. Nesta exposição, concebida em parceria com a EGEAC, o artista apresenta a mais abrangente exposição que alguma vez realizou em Portugal. Nela, poderemos ver um amplo conjunto de desenhos de grande escala – cuja execução, meticulosa e densa, se estende por vários meses, como que incorporando o tempo do quotidiano bem como o tempo da história. O cinema, a poesia, a citação de outros artistas, alguns anónimos, de outros tempos, são referências constantes num trabalho que faz conviver de forma sublime a figura geométrica, a proliferação de formas-simbólicas e a figura humana, afinal o centro de todo o pensamento do artista.
Born in 1971, Rui Moreira has been taking his career down quite an extraordinarily singular path, one that stands out in the panorama of both Portuguese and international contemporary art.
Rui Moreira`s work has focused almost exclusively on drawing and constitutes a field of political and poetic reflection on the human condition. This exhibition, conceived in partnership with EGEAC, represents the artist’s most broad-reaching undertaking ever put on display in Portugal, one in which we can see a significant number of large-scale drawings whose intense and meticulous execution are testament to the painstaking work done over months and months, as if incorporating ordinary time and historical time. Cinema, poetry, and allusions to other artists from other times (some unknown) are the constant references in works which sublimely bring together geometric figures, the proliferation of form-symbols, and the human form – that is, the core of all the artist`s concept. 
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Curadoria Nuno Faria e João Mourão
Parceria e coprodução com EGEAC, Câmara Municipal de Lisboa
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
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Poucos fotógrafos têm, como Edgar Martins, desenvolvido uma reflexão tão poderosa sobre os regimes de visualidade contemporâneos, o uso da fotografia em contexto institucional, a relação da fotografia com a nossa vida e a nossa morte.
A exposição que apresenta no CIAJG resulta de um projeto que foi longamente preparado e que teve duas primeiras e consideravelmente mais pequenas apresentações em Lisboa, no MAAT e na Cristina Guerra Contemporary Art. Trata-se de uma investigação empreendida nos arquivos do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, a instituição que tem jurisdição legal sobre o corpo depois da morte. A reflexão visual que levou a cabo resulta numa exposição poderosa e, por vezes, chocante, do poder da imagem fotográfica e gráfica para reter a memória de um corpo que transpôs ou está prestes a transpor a fronteira que separa a vida da morte, a respiração da petrificação. Nesse sentido, convocando imagens de arquivo – entre fotografias, desenhos e carts, por exemplo, e imagens do autor, a exposição constitui-se como um momento privilegiado para pensarmos o papel da fotografia no mapeamento da morte. 
Few photographers have reached Edgar Martins` level in terms of creating a powerful reflection upon the contemporary regimes of visuality, the use of photography in an institutional context, and how photography relates with our life and death.
The exhibition which Edgar Martins now presents at the José de Guimarães International Arts Centre is the culmination of a project prepared over a long period of time which featured two considerably shorter exhibitions in Lisbon, at the MAAT and at Cristina Guerra Contemporary Art. Martins` research took him to the Archives of the Medical Coroner`s Office, the institution which holds legal jurisdiction over one`s body following death. The resulting visual reflection has resulted in an intense exhibition, at times quite shocking, on the photographic and graphic image`s power to retain the memory of the body, which bridges or is about to bridge the boundary which separates life and death, breathing and ossification. Thus, by using images from the Archive – photos, drawings, and charts, for example – as well as original images, the exhibition constructs a unique moment in which we are called to consider photography as the mapping of death. 
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Parceria com Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
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Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
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Este será um ano de muita movimentação no espaço da coleção permanente do CIAJG com uma constante alternância entre artistas mais novos e mais experientes e com uma grande variedade de propostas, incluindo a apresentação de obras inéditas de José de Guimarães, patrono do Centro.

No primeiro ciclo expositivo de 2017, abordaremos o corpo sob diferentes pontos de vista – o corpo e a morte, o corpo e a guerra, o corpo e a história, a representação do corpo. Vivemos tempos de incerteza, tudo parece mudar velozmente e com direção aleatória. Neste ciclo, falaremos sobre mudança e permanência, mostramos a grande e a pequena escala, o universal e o íntimo. Numa época de dúvida, a memória ganha uma importância fundamental. Assim, são vários os artistas que trabalham com arquivos, que procuram sondar o passado e trazê-lo ao presente para preparar, talvez, a construção do futuro. Possamos fazer também nós, espetadores-atores, essa reflexão!

This year will be quite the active one for Permanent Collection space at the José de Guimarães International Arts Centre-CIAJG, with its offerings alternating between older and more experienced artists, and its wide variety of programs and events in store, which include the display of some never-before-seen works by the Centre`s namesake, José de Guimarães.
In the first exposition cycle of 2017, we will take up the theme of the body from different points of view – the body and death, the body and war, the body and history, and the representation of the body. We are living in uncertain times; everything is changing at a rapid pace and off into random directions. In this cycle, we will talk about change and permanence, and show both the large and the small scale, the universal and the intimate. Living in an epoch of doubt, memory assumes a fundamental importance. Thus we note how various artists are working with archives, which reach out to the past and bring it to the present to prepare perhaps for the future. Let`s see to it that we, the audience-actors, can also arrive at the same perspective!
 
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Arte Africana, Arte pré-Colombiana e Arte Chinesa Antiga da coleção de José de Guimarães. 
Objetos do património arqueológico, popular e religioso. 
Obras de Christine Henry, António Bolota, José de Guimarães, Vasco Araújo, Rui Toscano, Stefano Serafin, Franklin Vilas Boas, Rosa Ramalho, Ernesto de Sousa, Tomás Cunha Ferreira, Musa paradisiaca, Jaroslaw Flicinski 
Stefano Serafin, Arte em Estado de Guerra
Curadoria de Paula Pinto
Com a colaboração de FAST - Foto Archivio Storico Trevigiano della Provincia di Treviso
António Bolota, Sem escala 
Com a colaboração da Galeria Vera Cortês 
Christine Henry, Birds
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-13h00
14h00-19h00
Todas as idades
2,00 EUR
A Plataforma de Criação de Paisagem Urbana é um espaço interativo, na Casa da Memória, que nos leva a pensar na urbanidade da cidade de Guimarães e nas possíveis configurações que esta poderá ter na realidade ou no nosso imaginário.
No dia 29 de janeiro, sob a orientação de Rita Faustino, Guimarães ficará de pernas para o ar! Casas tortas e sem portas? Paredes bicudas e com curvas? Ruas que saltam do chão e se deixam flutuar, tudo pode dar nesta cidade de pernas para o ar!
 
Horário 10h00 para famílias e 11h30 para o público em geral
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Público-alvo Maiores de 4 
Data limite de inscrição 22 de janeiro
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a inscrição através do preenchimento do formulário online disponível neste site.
The Plataforma de Criação de Paisagem Urbana is an interactive space within the Casa da Memória which invites us to think about the urban characteristics of Guimarães and the possible configurations which the city can take on, either in our imaginations or in real terms.

On January 29th, Rita Faustino will be our guide to see just how upended Guimarães can become! Slanted houses without doors? Walls that are pointed and curvy? Streets which leap from the ground and float in the air? Anything can happen in the upside down city! 

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3,00 EUR / 2,00 EUR c/d

Preço Visita ao CIAJG + Visita à Casa da Memória
5,00 EUR / 3,50 EUR c/d

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 12h30
Preços com desconto (c/d)
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Se 2016 foi o ano inaugural da Casa da Memória (CDMG), ao longo do qual foi trabalhada a sua exposição nuclear como um lugar onde se conhecem ou reconhecem memórias de Guimarães, o novo ano de 2017, e no que concerne à Exposição Território e Comunidade, permitirá o aprofundar da diversidade das referências em exposição, colocando-as em paralelo com as, também diferentes, análises e perspetivas de quem a visita.

A CDMG propõe-se concretizar visitas orientadas para determinada unidade temática da exposição, por diversos agentes desta mesma memória em processo e em análise: uma visita guiada à CDMG por um cineclubista trará uma narrativa “memorialista” diferente daquela guiada por um nicolino. E é esta linha que esta casa prossegue, entendendo a Memória, como um processo aberto, participativo, tolerante, incompleto, infinito e democrático e entendendo Guimarães como um imenso universo de memórias, lembranças, recordações.

If 2016 was the inaugural year for the Casa da Memória (CDMG) during which its core exhibition came into being as a place to recognize or discover the memories of Guimarães, then the year 2017 and the exhibition ´Territory and Community` will allow for the creation of a deeper diversity of the references within the exhibit, placing them along a parallel track with the equally different analyses and perspectives of those who visit.

The CDMG is now offering guided visits on individual themes of the exhibition given by different agents of this same memory in process and in analysis: a CDMG guided visit with a Cineclube member would bring a “narrative memory” quite different from that of a Nicoline Festival enthusiast. And this is the line the Casa da Memória wishes to follow, one which understands memory as being an open, participatory, tolerant, incomplete, infinite and democratic process, and one which recognizes Guimarães as an immense universe of memories, remembrances, and recollections. 

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