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Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura 10 através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de outubro de 2014.

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10,00 EUR / 7,50 EUR c/d
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Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%

Cartão Continente_desconto 50%
A maravilhosa história de amor, a relação entre a poesia e o teatro, o drama e a comédia, indissociáveis como Cyrano e o seu nariz, tornam esta peça imediatamente popular.
Cyrano não partilha dos ambientes psicológicos, simbolistas e realistas de Hedda Gabler, Menina Júlia ou de Ivanov, seus contemporâneos. Nem habita as ruas sombrias, românticas ou góticas que iluminaram o século de Edmond Rostand. Mas Cyrano tem um dos narizes mais famosos do mundo que, tal como o do Major Kovaliov (“O Nariz de Gogol”), ultrapassa largamente a dimensão meramente física. A protuberância grotesca que vive no meio da sua cara é o embaraço do seu amor por Roxanne. Será por meio das palavras que empresta a Cristian, o jovem e belo cadete por quem Roxanne se apaixona, que Cyrano declarará, em alexandrinos, a mais bela, trágica e intemporal declaração de amor. 
 
 
A apresentação do espetáculo "Cyrano de Bergerac" está integrada na campanha Vamos ao Teatro. Os portadores do Cartão Continente (mediante a sua apresentação na bilheteira do CCVF), poderão usufruir de um desconto de 50% na aquisição do bilhete para o espetáculo. Cada cartão só poderá ser usado uma única vez, dando a oportunidade de usufruir do desconto ao detentor do cartão e a um acompanhante. Esta campanha está limitada ao número de lugares disponíveis na sala.
A marvelous story of love and the intertwining of poetry and theatre and drama and comedy, forever associated with the character of Cyrano and his prominent nose, are what make this play a crowd-pleaser from the start.
Cyrano doesn’t share much with the psychological, symbolic and realistic worlds of the likes of his contemporaries, Hedda Gabler, Miss Julia or Ivanov. Neither does he inhabit the dark, romantic or gothic streets that illuminated the century of the author Edmond Rostand. Nevertheless, Cyrano has one of the world’s most famous noses (as does Major Kovaliov, in “The Nose” by Gogol) and its significance goes very much beyond its mere physical size. The outlandish protuberance occupying the center of his face mocks his love for Roxanne, and it is through the words he gives to Cristian, the young, handsome cadet whom Roxanne loves, that Cyrano will be able to attest, in poetry, to the most beautiful, tragic and timeless declaration of love.
 
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Texto Edmond Rostand Tradução João Paulo Esteves da Silva Encenação Bruno Bravo Assistência de Encenação Inês Pereira Música Sérgio Delgado Cenário e Figurinos Stéphane Alberto Desenho de Luz André Calado Apoio ao Movimento Carlos Pereira Caracterização Jorge Bragada para Face Off Apoio ao Francês Nazaré Silva Operação Técnica Roger Madureira Construçao de Cenário David Paredes Assistente de Figurinos Sandra Ferreira Fotografias e Vídeos Promocionais Eduardo Breda Direção de Produção Paula Fernandes Coprodução Primeiros Sintomas / Teatro Maria Matos Elenco António Mortágua, Carolina Salles, Eduardo Breda, José Leite, Miguel Sopas, Paulo Pinto, Ricardo Neves-Neves, Sofia Vitória Elenco Adicional 30 participantes da comunidade local Maiores de 12

 

 
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3,00 EUR
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Projeto a solo de José Alberto Gomes, Blac Koyote nasceu da vontade de explorar novas sonoridades eletrónicas em nome próprio.
Blac Koyote vem ao Café Concerto do CCVF mostrar, através da música, a urgência de construir um espaço só seu, batida sobre batida, camada sobre camada, melodia sobre melodia, experiência em cima de experiência, num lugar onde confluem todas as eletrónicas que povoam o seu imaginário construído no confronto com influências várias. O artista, que já tinha lançado o primeiro longa duração homónimo em 2011, colaborou pontualmente em outros projetos como Sensible Soccers e la la la Ressonance e também em bandas sonoras para cinema e teatro. No passado mês de maio, Blac Koyote editou um novo trabalho, “Quiet Ensemble”, com edição limitada em vinil, através da PAD/Easy Pieces. Fruto de praticamente dois anos de ponderações e escolhas, “Quiet Ensemble” revela-se um disco mais coeso, introspetivo e minimalista.
 
A solo show by José Alberto Gomes, Blac Koyote stemmed from his desire to explore new electronic sounds on his own.
Blac Koyote comes to the CCVF Café Concerto to show through music the urgency which exists to build something that is yours and yours alone, beat upon beat, layer upon layer, melody upon melody, and experience upon experience, in a place where all things electronic that inhabit the imagination and are built out of the confrontation of various influences will converge. The artist, who in 2011 produced his first LP, a namesake, has collaborated with other musician, such as Sensible Soccers and la la la Ressonance, as well as on scores for films and plays. Last May, Blac Koyote released “Quiet Ensemble” in limited edition vinyl with PAD/Easy Pieces. The fruit of practically two years of pondering and selecting, “Quiet Ensemble” is a more cohesive, introspective and minimalistic album. 
 
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José Alberto Gomes eletrónica
André Covas eletrónica
Jorge Queijo bateria
Mariana Gomes vídeo
Maiores de 12
 
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2,00 EUR
“O que é uma coisa é?”, de Inês de Carvalho, é um espetáculo para a primeira infância criado a convite do Serviço Educativo d´A Oficina, em que a cenografia e o som são a engrenagem de um percurso teatral sensorial.
Um itinerário feito de fora para dentro e a partir das escolhas e sensibilidades de cada pequeno espectador, seguindo um percurso cenográfico que evolui através de materiais e lugares concretos, desde a chegada ao teatro até ao lugar da cena. Numa paisagem sonora gerada por um contrabaixo e pelo misterioso som das coisas, uma atriz e um músico acendem desejos e desenham ritmos, através dos seus corpos e vozes. 
 
Local Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade
Horário 24 outubro | 10h00 e 15h00 e 25 outubro | 11h00 e 16h00
Público-alvo dos 2 aos 4 anos
Duração 45 min.
What a thing is is: a sensory path through the theatre where the audience is invited to enter and participate in the creation and the expansion of the scenic spaces.
The itinerary has been drawn up like this: you start from abroad and being away and then you return home. The show takes up the choices and sensibilities of each audience member, following a scene-based path that evolves via materials and concrete places, from one’s very arrival at the theatre to the scene itself. In a sound landscape made by a bass and the mysterious sounds of things making noise, an actress and a musician will spark desires and design rhythms through their bodies and voices.
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ENTRADA LIVRE
No dia 25 de outubro inaugura-se um novo ciclo expositivo no Palácio Vila Flor e no Centro Internacional das Artes José de Guimarães.
O programa tem início às 18h00, no Palácio Vila Flor, onde será inaugurada a exposição "Rien", de André Cepeda. Às 22h00, é a vez do Centro Internacional das Artes José de Guimarães (CIAJG) inaugurar o 4º ciclo expositivo de 2014 com as exposições "Parque: os cones e outros lugares", de Ricardo Jacinto, e "Escola do Porto: Lado B / Uma história oral (1968-1978)". Na ocasião, será lançada a publicação que documenta a exposição "Escola do Porto: Lado B". O ambiente desta noite promete terminar, mais uma vez, em celebração. No dia seguinte, não perca a oportunidade de visitar as exposições com maior contemplação, pois a entrada no Palácio Vila Flor e no CIAJG será livre durante todo o dia de domingo.
On October 25th, a new cycle of exhibitions at the Palácio Vila Flor and at the José de Guimarães International Center for the Arts is slated to begin.
The evening’s program is set to begin at 6pm at the Palácio Vila Flor with the inaugural ceremony of the exhibition “Rien” by André Cepeda. Then at 10pm, all eyes turn to the José de Guimarães International Center for the Arts (CIAJG) for the inauguration of the 4th exhibition cycle of 2014 with "Parque: os cones e outros lugares", by Ricardo Jacinto, and "Escola do Porto: Lado B | Uma história oral (1968-1978)". The celebratory evening will also see the presentation of a catalog of the exhibition. The evening promises to end in true festive style. On the following day, don’t miss out on your chance to visit the exhibitions more closely as admission to both the Palácio Vila Flor and the José de Guimarães International Center for the Arts is free of charge all Sunday long.
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Todas as idades 

2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

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Esta exposição resume a argumentação valorativa de um ideal de verdade, cuja crítica política e social implícita se manifesta através do talento do artista.
Em “Rien”, a nudez e a crueldade latente em muitos pormenores registados tornam-se mais percetíveis e intensas a cada olhar, propondo a interiorização do sofrimento, da dor, da solidão, da decadência, do abandono, da segregação, como motor de busca de uma nova realidade não corrompida, nem injusta. O preto e branco das fotografias devolve à imagem a sua essência primordial. A acumulação seletiva exercida pela atenção do sujeito, pelo seu olhar, transforma cada fotografia num exemplar único e insubstituível, que permite compreender a diferença entre realidade e encenação do real. Entre o facto captado e o observador, a visão de André Cepeda imprime uma eminente dimensão sociopolítica, materializada num sincero e introspetivo ato de contestação.
 
Horário da Exposição
terça a sábado, 09h30-13h00 | 14h30-19h00
domingos e feriados, 14h00-19h00
 
VISITAS ORIENTADAS
Horário terça a sábado, das 10h00 às 19h00 
Público-alvo Maiores de 4 anos
Duração 60 a 90 min.
Lotação mín.10 pessoas, máx.20 pessoas
Preço 2,00 eur
As visitas orientadas estão sujeitas a marcação através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
 
Terça, 04 de novembro, às 18h30
Visita especial para professores com o artista André Cepeda
Entrada gratuita, sujeita a marcação através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt
This exhibition summarizes the evaluative argumentation of an ideal of truth, whose implicit political and social criticism is manifested through the artist´s talent.
The latent sense of nudity and cruelty found in many recorded details become more perceptible and intense before each gaze, proposing internalization of suffering, pain, loneliness, decay, abandonment, segregation, as a driving force to find a new reality that is neither corrupt nor unjust. The photographs black and white tonalities return the image to its primal essence. The selective accumulation exerted by the subject´s attention, his gaze, transforms each photograph into a unique and irreplaceable specimen, which makes it possible to understand the difference between reality and artificially staged events. Between the recorded fact and the observer, André Cepeda´s vision imprints an eminently socio-political dimension, materialized via a sincere and introspective act of contestation.
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4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 14h00)
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
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A presente exposição revisita “Parque”, o mais amplo e complexo projeto de Ricardo Jacinto (Lisboa, 1975) realizado até à data, e investe o território inexplorado que ficou desenhado quando o extenso coletivo de artistas e músicos que se reuniu em torno do autor se desmembrou.
Constituindo-se seguramente como uma das mais fascinantes obras produzidas no contexto da arte contemporânea portuguesa na última década, “Parque” define-se como um espaço de criação coletiva e comunitária e desenvolveu-se praticamente sem interrupções entre 2001 e 2007, articulando um conjunto de três peças performativas principais com um conjunto de apresentações mais informais que documentavam as fontes, os materiais e os conceitos que consubstanciaram o projeto. Ricardo Jacinto cruza no seu trabalho escultura, arquitetura e música para criar peças em que o espectador é convocado para experiências percetivas intensas e, por vezes, inusitadas. 
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
The present exhibition revisits “Parque”, the broadest and most complex project by Ricardo Jacinto (Lisbon, 1975) to date and invests in the uncharted territory that emerged when the wide-ranging collective of artists and musicians which associated with the artist disbanded.
Certainly one of the most fascinating works produced in the context of contemporary Portuguese art from the previous decade, “Parque” defines itself as a space for collective and community-based artistic creation, and it operated practically without interruption between 2001 and 2007, producing a set of three main performance plays with a group of more informal presentations which documented the sources, the materials, and the concepts underlying the project. Ricardo Jacinto intertwines sculpture, architecture, and music in his work to create pieces in which the viewer is drawn in by intense and sometimes unexpected experiences of perception.
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Curadoria Nuno Faria 
Todas as idades
4,00 eur / 3,00 eur c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã (10h00 às 14h00)
Preços com desconto (c/d)
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A “Escola do Porto” tem uma história oficial que começa em Carlos Ramos, é estruturada por Fernando Távora e internacionalizada primeiro por Álvaro Siza e depois por Eduardo Souto de Moura.
Na sombra desta “Escola do Porto” existe um “Lado B”, um lado outro, de estórias que escaparam às teses e aos livros. São estórias esquecidas, estórias secundárias, algumas inconsequentes outras rasuradas, estórias que tentámos pensar com um conjunto de entrevistas nem sempre concordantes entre si e que, no seu desacordo, evidenciam uma realidade mais complexa, com posições mais marginais. Desacordos que põem em causa a linearidade da história oficial e a imagem homogeneizadora da ideia de “Escola do Porto”. Estas estórias oscilam entre dois polos: entre a utopia social e política fortemente influenciada pelo Maio de 68; e a utopia formal e disciplinar que caracterizou o pensamento radical na década de 70. A narrativa proposta centra-se na geração que iniciou os estudos na ESBAP em 1970, e que opôs marxistas, leninistas, ou maoistas a trotskistas, situacionistas ou anarquistas.  
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
 
TERÇA 28 OUTUBRO / 18H30
HÁ CONVERSA COM…
PEDRO BANDEIRA & JOAQUIM MORENO
 
O Serviço Educativo propõe, desde setembro, conversas regulares no âmbito de várias disciplinas e vertentes da programação. Há conversa com... acontecerá regularmente após um espetáculo ou no âmbito de uma exposição, com o desejo de aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e de promover o sentido crítico e a capacidade de fruir os objetos artísticos. Em outubro, há conversa no CIAJG com Pedro Bandeira e Joaquim Moreno, em torno da exposição "Escola do Porto: Lado B | Uma história oral (1968-1978)".
The history of the “Oporto School,” which begins with Carlos Ramos, is framed by Fernando Távora and then given international exposure by the award-winning Álvaro Siza and later, Eduardo Souto de Moura.
Within the shadow of the “Oporto School” there is a “B side,” the less visible side, of those stories which don’t end up in the academic theses, papers and books. These are forgotten stories, secondary stories, some of no consequence, others white-washed, stories that we have tried to recover with a series of interviews which do not always mesh with each other, and for that reason, they end up showing a more complex reality with jockeying along the sidelines which allow us to question the linearity of the “official story” and the homogenized image that the concept of the “Oporto School” favors. The present exhibition balances between the two extremes: the social and political utopia greatly influenced by the events of May 1968 and the formal and disciplinary utopia which characterized the radical thinking of the 1970s. In a non-linear way, the proposed narrative is centered on the generation which began its studies at ESBAP in 1970 and which opposed Marxist, Leninist or Maoists to Trotskyites, situationists or anarchists. 
 
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Curadoria Pedro Bandeira
Todas as idades
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“Águas Livres” é o mais recente álbum de Pedro Lucas, onde se apresenta em nome próprio, um trabalho produzido por Walter Benjamin entre Londres e Alvito.
Neste projeto encontra-se uma ligação clara à herança da canção de língua portuguesa, tratada com um certo vagar brasileiro, narrativo por vezes, e com um espírito clássico: dos arranjos, do álbum completo, da balada sincera e das histórias de amor. O artista colaborou também, ao vivo e em estúdio, com os Salto e com Manuel Fúria. Pedro Lucas já tocou em diversas salas e festivais como no Centro Cultural de Belém, Optimus Alive, Meo Sudoeste, Rock in Rio, entre outros. É chegada a vez de Guimarães ouvir na acolhedora sala do Café Concerto do CCVF a voz melosa de Pedro Lucas.
With “Águas Livres” Pedro Lucas himself presents his most recent album, produced by Walter Benjamin between London and Alvito.
This project shows the clear bond between the legacy of songs sung in Portuguese, handled with a certain Brazilian-style meandering, narrative at times, and a classical spirit: in the arrangements, the complete album, the sincere ballads and the love stories. Pedro Lucas collaborated both live and in the studio with the group Salto and with Manuel Fúria. He has also played on a variety of stages and at festivals such as the Belém Cultural Centre, Optimus Alive, MEO Sudoeste, and Rock in Rio, among others. Now it’s Guimarães’ turn to enjoy Pedro’s mellow voice at the cozy CCVF Café Concerto.
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Pedro Lucas voz, guitarra acústica, guitarra elétrica
Luís Nunes teclados, guitarra elétrica
Nuno Lucas baixo
António Vasconcelos Dias bateria
Maiores de 12
3,50 eur
3,00 eur (até 25 anos, + de 65 anos)
1,00 eur (membros, professores, alunos Alliance Française e sócios do Cineclube de Guimarães)
Entrada gratuita para escolas (apenas nas sessões escolares)
O Centro Cultural Vila Flor volta a acolher a Festa do Cinema Francês que conta a sua 15ª edição.
Organizada pela Embaixada de França, o Institut Français du Portugal e a rede das Alliances Françaises em Portugal, a Festa do Cinema Francês festeja este ano o seu 15° aniversário. Ultrapassou-se mais uma etapa. A Festa cresceu. Expandiu-se. Tendo estado no ano passado em sete cidades do país, este ano serão perto de vinte as cidades anfitriãs. Em Guimarães, esta iniciativa marca presença no Centro Cultural Vila Flor e na Plataforma das Artes e da Criatividade entre os dias 31 de outubro e 04 de novembro.
 
PROGRAMA
 
Sexta, 31 outubro
21H45 | LIBRE ET ASSOUPI
De Benjamin GUEDJ | 2013 | Ficção | 1h33
Local Plataforma das Artes e da Criatividade
 
Sábado, 01 novembro 
21H45 | HOPE
De Boris Lojkine | 2014 | Drama | 1h26
Local Plataforma das Artes e da Criatividade
 
Domingo, 02 novembro 
21H45 | EASTERN BOYS
De Robin Campillo| 2013 | Drama | 2h08
Local Centro Cultural Vila Flor
 
Segunda, 03 novembro 
10H00 | SUR LE CHEMIN DE L’ECOLE (sessão escolar)
De Pascal Plisson | 2013 | Documentário | 1H17
14H30 | LES PROFS (sessão escolar)
De Jean-François Martin-Laval | 2013 | Ficção | 1h28
21H45 | LA COUR DE BABEL
De Julie Bertuccelli | 2014| Documentário | 1h29
Local Centro Cultural Vila Flor
 
Terça 04, novembro 
10H00 | LE PÈRE FRIMAS + L’OEIL DU LOUP (sessão escolar)
De Youri Tcherenkov | 2012| Animação | 26 min.
14H30 | LES VACANCES DU PETIT NICOLAS (sessão escolar)
De Laurent Tirard| 2014 | Comédia| 1h37
21H45 | COMME UN LION
De Samuel Collardey| 2012 | Drama | 1h42
Local Centro Cultural Vila Flor
The Vila Flor Cultural Centre is happy to once again host the French Cinema Festival, for its 15th edition.
Organized by the French Embassy, the Institut Français in Portugal and the network of Alliance Française institutions in Portugal, the French Cinema Festival this year is proud to announce its 15th anniversary. And better than celebrating a landmark date is the fact that the Festival has grown. It has indeed expanded from last year’s event being hosted in seven cities to this year’s achievement of being welcomed to nearly twenty cities. In Guimarães, the festival will be held at the Vila Flor Cultural Center and at the Platform for the Arts and Creativity from Oct 31st to Nov 4th.
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Maiores de 6 (todas as sessões, exceto Libre et assoupi, Hope, Eastern Boys que são Maiores de 12)

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