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Consulte a edição impressa do programa Guimarães Arte e Cultura através de uma plataforma de visualização digital que permite folhear, de forma atrativa, os conteúdos da programação de fevereiro de 2016.

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O GUIdance, festival internacional de dança contemporânea, marca o calendário cultural de inverno do país pelo 6º ano consecutivo. Uma ideia edificada na antecâmara da Capital Europeia da Cultura, que a atravessou e lhe sobreviveu, consubstanciando-se como património imaterial fundamental para caraterizar a história recente da cidade de criação contemporânea em que Guimarães se está a transformar.
É por isso, desde já, um elemento identitário de uma visão coletiva e comunitária que se expressa através das artes, consolidando a mundividência de um território urbano a viver o presente, mas em permanente preparação do seu futuro. E de um melhor futuro, diga-se.
Nesta era, a da imagem, o corpo coloca-se cada vez mais no centro enquanto veículo de todas manifestações vitais. Quer no domínio existencial, das artes ou até mesma na ocupação do espaço público. É portanto um assunto que a todos nós diz respeito. Algo intrínseco. Uma área de interesse comum que deve carregar o fascínio de uma descoberta permanente.
É assim que olhamos para este festival. Quando o pensamos, pensamo-lo como um “corpo” tão complexo quanto orgânico, mas também tecnológico. Um “corpo” que formula um tempo de encontro com diferentes perspetivas colocados no palco e fora dele, que ampliam o sentido do nosso ser e do cosmos que habitamos.
Para esta 6ª edição, mantivemos as condições fundamentais que fazem do GUIdance um acontecimento cultural com significado, como o são as estreias absolutas e nacionais. A presença de criadores consagrados e outros mais jovens, também eles nacionais e internacionais – alguns são reencontros há muito desejados. A componente formativa. A relação com as escolas e com a comunidade artística. A abertura à participação do público nas várias atividades paralelas. E também como aditamento uma contextualização obrigatória à história do Útero, estrutura associada ao CCVF nestes últimos anos.
Mas deixo-vos a ideia forte e clara que orientou o pensamento programático deste ano: construir um festival de diálogos. Ou seja, a dança contemporânea na sua mais completa relação com as outras artes. Definimos quatro pontos cardeais para incendiar criativamente as 9 peças do programa deste ano. A saber: teatro, música, literatura e artes visuais onde se inclui a fotografia. Teremos Tchekhov, Mapplethorpe, Anish Kapoor, Nitin Sawhney, Brian Eno, Shakespeare, entre outros. E claro, em primeiro plano, grandes criadores deste nosso tempo.
Finalmente, um festival desta importância deve produzir pensamento e reflexão. É exatamente isso que vão encontrar ao virar esta página. Uma nova forma de “ler” os espetáculos. Uma (des)ordem que liberta o nosso olhar das amarras das convenções. Enfim, mais que um jornal, uma publicação para mergulharmos num admirável mundo novo que se abre à fruição, anualmente, no mês de fevereiro, em Guimarães.
Façamos, então, parte deste movimento como um grande corpo que se forma! Rui Torrinha
 
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35,00 eur (acesso a todos os espetáculos + uma visita às exposições patentes no Centro Internacional das Artes José de Guimarães) COMPRAR
GUIdance, the international contemporary dance festival, marks Portugal’s winter cultural events calendar for the sixth consecutive year. The festival began in Guimarães in the years prior to the city’s being named European Capital of Culture in 2012, joining along with and remaining after that exciting, exceptional year to become part of our city’s valued and fundamental intangible cultural heritage, one which has come to characterize the recent history of Guimarães, a city increasingly transforming itself into a focal point of creativity in the field of fine and performing arts.
Thus the festival has become an identity-bearing facet of a collective, community-based vision which expresses itself via the arts, consolidating the worldview of an urban space which is fully living the present but which is continually preparing for the future. And a wonderfully better future at that. 
In the present, image-centered era, the body is increasingly the focal point which serves as the vehicle for all sorts of life-bestowing manifestations, whether in the existential domain, the field of the arts, or even in the use of public spaces. This is a topic which is relevant to all of us. It is something of intrinsic value, an area of common interest which carries with it the limitless fascination of the never-ending sense of discovery. 
This is the way we looked at the festival. When we conceived of it, we thought of it as a “body” – as complete as it is organic, but also technological in nature – a “body” which formulates a time for encountering different perspectives depicted both on stage and off, and which expand the sense of our being and the cosmos in which we reside. 
For this sixth edition of the festival, we sought to uphold the framework which makes GUIdance a noteworthy cultural event, namely: the World Premiere and Portuguese Premiere performances, the presence of both established artists and up-and-coming performers (from both Portugal and abroad, representing in some cases a long-awaited return to GUIdance), the educational component, the relationship with schools and the artistic community, the opening to the public of a variety of parallel activities, and a strong contextualization to the history of the Útero theatre group, an entity closely affiliated with the CCVF in recent years. 
I leave you now with the strong and clear idea which has guided our underlying programming concept: to construct a festival of dialogues, or in other words, contemporary dance in its fullest relationship with the other arts. We have set our four compass points so that they ignite the creativeness of the nine shows being performed this year, focusing on the theatre, music, literature, and the visual arts including photography. We will also have Chekhov, Mapplethorpe, Anish Kapoor, Nitin Sawhney, Brian Eno, and Shakespeare, among others. And of course we will have great creative performers of our age. 
Finally, a festival of this magnitude ought rightly to inspire thought and reflection, and it is exactly this which you will encounter once you turn the page. This is a new way to “read” the shows. It is a (dis)order which releases our individual perspective from the constraints of convention. So what we have here is more than a pamphlet for diving into an admirable new world ready for enjoyment, every year in the month of February in Guimarães. 
Let us thus come together as a body and take part in this grand sense of movement! Rui Torrinha
 
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O GUIdance acolhe a remontagem da peça “Parede”, obra fulcral da Útero e que, em 2002, lançou a companhia.
“Parede” nasce da necessidade de orientação. Existe uma mulher, que provavelmente nunca saberemos quem é, a debater-se com o fim de uma história de amor, que também não conhecemos. Uma mulher sozinha que apenas se consegue situar na ausência do amor que escapou. Há questões existenciais, constitutivas, que arrastam esta nossa “protagonista” na descida aos infernos que é o seu diálogo interior. Não é uma história de amor comum. Parte de uma perspetiva, ainda que de forma não óbvia, de amor transgressor. Paixão fora da norma, paixão imprevista e irresolúvel. O que podem fazer dois corpos que se amam, ainda que dominados por um sentido de erro, senão amar-se? Esta é a questão e a resposta.
 
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GUIdance welcomes the revival of the piece, “Parede” (“Wall”), a pivotal work and premiere creation from the group Útero, first performed in 2002.

“Parede” was conceived out of the need for orientation. There is a woman, whose identity we probably will never discover, struggling with the pain of a failed love story which we also know nothing of. A woman alone who is only able to situate herself in terms of the absence of the love which has eluded her. There are existential and constituent questions which sweep over our “protagonist” as she descends into the hell which is her internal dialogue. This is no ordinary love story. It takes off from a perspective, albeit an obscure one, of a transgressing love. Passion beyond the norm, unpredictable and unresolvable passion. What can two bodies which love each other do, even when dominated by a sense of error, other than love each other? This is the question and the response. 

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Direção Miguel Moreira Dramaturgia Alberto Lopes, Miguel Moreira Texto Ana Vicente Espaço Cénico Alberto Lopes, Miguel Moreira
VÍDEO
Direção Miguel Moreira Produção Eduardo Henrique Desenho de som Alberto Lopes Música original Gabriel Gomes, The Gift Dobragem Gabriel Gomes, O Circo a vapor Luz Carlos António Filmagens Madrid Carlos António Interpretação Maria João Falcão
AO VIVO
Interpretação Teresa Alves da Silva, Carla Ribeiro, Adriana Queirós Luz Celestino Verdades Figurino Eduardo Henrique Mestra de costura Teresa Louro
O Útero é uma companhia apoiada pelo Governo de Portugal-DGARTES
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ESCOLAS DE ARTES PERFORMATIVAS
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(preço apenas aplicável aos espetáculos do GUIdance que se realizam no Grande Auditório do CCVF)
Há 14 anos, Akram Khan uniu esforços com o célebre escultor Anish Kapoor e com o conceituado compositor Nitin Sawhney para apresentar “Kaash”, a primeira obra de grupo com o carimbo da sua companhia.
Deuses hindus, buracos negros, ciclos de tempo, criação e destruição, foram a base para a obra que se viria a desenhar. “Kaash” (palavra hindi que significa “e se”) acentuou a busca de Khan para construir pontes entre os mundos da dança contemporânea e a forma de dança clássica indiana Kathak. Akram Khan pega no início e no fim de tudo e cria esta obra maravilhosa. A peça, que foi um enorme sucesso aquando a sua estreia, está de regresso aos palcos e tem paragem obrigatória na edição de 2016 do GUIdance.
 
ASSINATURA GUIDANCE 2016
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Fourteen years ago, Akram Khan joined forces with the celebrated sculptor Anish Kapoor and the prominent composer Nitin Sawhney to create “Kaash,” the first group work to bear the mark of his dance company.

Hindu gods, black holes, the cycles of time, and creation and destruction were the basis for the work which was about to be born. “Kaash” (the Hindi word meaning “if”) accentuates Khan’s pursuit of building bridges between the worlds of contemporary dance and the forms of classical Indian Kathak dance. Akram Khan takes up the beginning and the end of all and has created this marvelous work. This piece, which enjoyed great success when it premiered in 2002, has returned to the stage and is a must-see performance at this year’s 2016 edition of GUIdance. 

 
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Direção artística e coreografia Akram Khan Música Nitin Sawhney Cenografia Anish Kapoor Desenho de luz Aideen Malone Figurinos Kimie Nakano Música adicional ´Spectre` de John Oswald tocado por The Kronos Quartet Vozes Akram Khan, B C Manjunath Registo de som Bernhard Schimpelsberger Produção Farooq Chaudhry 
Remontagem para 5 intérpretes
Interpretação Kristina Alleyne, Sadé Alleyne, Sung Hoon Kim, Nicola Monaco, Sarah Cerneaux Direção de ensaios Yen-Ching Lin com o apoio de Andrej Petrovic, Eulalia Ayguade Farro, Moya Michael Direção técnica Richard Fagan Tour manager Mashitah Omar Projeto originalmente criado e interpretado em 2002-2004 por Akram Khan, Rachel Krische, Moya Michael, Inn Pang Ooi, Shanell Winlock e Eulalia Ayguade Farro Kaash foi originalmente criado com o apoio de Southbank Centre (London), Tramway (Glasgow), Vooruit (Gent), Sampad (Birmingham), DanceEast (Ipswich), Maison des Arts de Créteil, Wexner Center for the Arts at The Ohio State University com o apoio de Doris Duke Charitable Foundation. Kaash foi também criado com o apoio de The Quercus Trust, The Jerwood Space e Birmingham DanceXchange.
A remontagem de Kaash em 2014 foi apoiada com uma residência na Trinity Laban Conservatoire of Music and Dance, London
Akram Khan é um Artista Associado da Sadler’s Wells, em Londres 
Financiado por Arts Council England
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Em “Je dance parce que je me méfie des mots” aborda-se a relação entre um pai e a sua filha.
Aqui acontece um reencontro, o recuperar de algo perdido. Um reencontro de afetos, mas também um reencontro artístico de duas pessoas separadas por milhares de quilómetros que se medem também por uma distância cultural. Em março de 2011, ano em que um enorme tsunami abalou o Japão, e após 10 anos de ausência, Kaori Ito regressou a casa. Uma sensação invadiu a coreógrafa. Depois de 10 anos fora, Kaori encontrou a casa igual, como se tivesse morrido e os seus pais mantivessem a casa intacta para relembrar que ela pertenceu ali. Como se o tempo estivesse suspenso desde a sua partida. Agora, pai e filha reúnem-se em palco. O pai, escultor, concede à filha a dança de uma vida. Que o espaço seja movido pela reunião destes corpos, moldado pela escultura dele e pela dança dela. A reconciliação pela arte.
 
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In the show “Je dance parce que je me méfie des mots” (“I dance because I am wary of words”) the theme is the reunion of a father and daughter and their attempt to rekindle their relationship.

This re-encounter is the strengthening of a bond, not only of family affection but also between two artists separated by thousands of miles and measured also by cultural distance. In March of 2011, Kaori Ito returned to her native Japan after 10 years of being away, coincidentally the year the country was reeling in the wake of a devastating tsunami. Waves of feelings thus invaded her choreography. After 10 years abroad, Kaori found her home exactly as it was when she left, almost as if she had died and her parents had left her room untouched as a way to commemorate that she once belonged there. As if time had stood still from the moment she left. Now, both father and daughter are on stage together. Mr. Ito, a sculptor, is offering his daughter the dance of a lifetime, and the stage will see the reunion of these two bodies, their movement molded by his sculpture and by her dance. This is reconciliation via art. 

 
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Conceito, texto e coreografia Kaori Ito Interpretação e criação Kaori Ito (filha), Hiroshi Ito (pai) Assistência de coreografia Gabriel Wong Dramaturgia e apoio ao texto Julien Mages Cenário Hiroshi Ito Luz Arno Veyrat
Música Joan Cambon, Alexis Gfeller Consultadoria artística Erhard Stiefel Ator coach Jean-Yves Ruf Figurinos Duc Siegenthlaler (Escola de Alta Costura de Genebra) Fotografia Gregory Batardon Produção e difusão Améla Alihodzic, Playtime and Thierry Tordjman, T&T Productions Produção Associação Himé Produção Le Théâtre Garonne scène européenne - Toulouse, Le Théâtre de Saint- Quentin-en-Yvelines - Scène nationale, ADC de Genève - Suisse, Les Théâtres de la Ville de Luxembourg, La Ménagerie de verre - Paris, Le Lieu Unique - Nantes, Le Klap - Maison pour la danse Marseille, L`Avant-Scène Cognac - Scène conventionnée, Le Channel - Calais and et La Filature - Scène nationale de Mulhouse Apoios Direction régionale des affaires culturelles d`Île-de-France - Ministère de la Culture et de la Communication, La Ville de Genève, La Fondation Sasakawa, Arcadi Île-de-France, la SSA - société suisse des auteurs, Pro Helvetia, La Loterie Romande et La Fondation Ernst Gohner
A Associação Himé é apoiada pela Fundação BNP Paribas em todos os seus projetos
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Neste “Nevoeiro”, de Luís Guerra, os bailarinos ficam desfocados assim como a nossa visão quando se esforça para ver além da neblina.
Este efeito foi conseguido por movimentos rápidos praticados com perícia pelo grupo de bailarinos que se imiscui na bruma que aqui é palco. “O ´Nevoeiro´ surge no período em que vivia em Viana do Castelo. Gostei muito de ali viver e alguma coisa aconteceu. Foi uma altura em que passava muito tempo a desenhar, estava a viajar pouco, tinha disponibilidade para introspeção, mais do que agora que vivo em Lisboa. O título foi o que me chegou primeiro, como me acontece habitualmente. Pensei fazer uma elegia, estava fascinado, adoro o nevoeiro. A questão era: como consigo fazer isso em dança?”
 
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In the show “Nevoeiro” (“The Fog”) by Luís Guerra, the dancers appear in a haze, and our vision grows blurry as it strains to see through the mist.

This effect is achieved via the rapid movements skillfully executed by the performers on the mist-covered stage. “‘O Noveiro’ is from the time when I lived in Viana do Castelo. I liked living there a lot and something happened. This was a time when I was drawing quite a bit, I was not traveling much, and I was prone to introspection, much more than now that I live in Lisbon. It was the title which came to me first, which is what usually happens. I thought I would create an elegy, I was fascinated, I love the fog. The question became: how do I turn this into a dance?”

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Direção e coreografia Luís Guerra Interpretação Jacome Filipe, Lander Patrick , Luís Guerra, Marta Cerqueira Música Ulrich Estreich Luzes e Direção técnica Zeca Iglésias  Produção Luís Guerra Produção até 2014 Bomba Suicida Apoios PACT Zollverein, DeVIR/CaPa, Centro Cultural do Cartaxo & Materiais Diversos, EDIFÍCIO - Fórum Dança & O Rumo do Fumo, DGArtes e O Espaço do Tempo Agradecimentos Pietro Romani, Luiz Antunes, Margarida Dias e Filipe Viegas 
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O duplo título – “Golden Hours” ou “As you like it” – esconde uma peça de teatro na dança, um encontro entre o álbum de Brian Eno “Another Green World” e a comédia de Shakespeare “As you like it”, uma peça sobre um dourado mundo idílico da Floresta de Arden, para onde os amantes fogem vindos de um mundo corrupto.
O que acontece quando as falas rítmicas de Shakespeare e a poética imagética se tornam dança, se transformam em movimento, passos e gestos, assim como a intencionalidade e atenção que emana dos corpos pensantes? Como é ouvir uma dança falada pelo parceiro, que contudo permanece mudo e sem palavras? Uma trama de olhares, mãos e pés que rasgam os corpos enamorados, desvenda um mundo encantado de personagens e os seus modos caprichosos. Para esta performance, De Keersmaeker explora um elenco de onze jovens bailarinos, acendendo os seus expressivos movimentos idiossincráticos através de uma paleta de dança rica, colorida e energética. Atingindo um delicado equilíbrio entre a abstração formal e o gesto concreto, eles dançam a intrincada complexidade por completo, a fantasia e os jogos de sedução, atração, repulsa, mal-entendidos e a tolice. Absorvidos pela intensidade e sensualidade de um brilhante mas gentilmente irónico mundo onde a linguagem não necessita de ser decifrada, mas antes apreendida.
 
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The twin title – Golden Hours or As you like it – uncovers a theater play in a dance, a meeting between Brian Eno`s album Another Green World and Shakespeares queer comedy As You Like it, a play about an idyllic golden world of the Forest of Arden into which lovers flee from a corrupt court.

What happens when the speaking in Shakespeare`s rhythms and poetic imagery becomes dancing, or turns into movements, steps and gestures, as well as intentionality and attention emanating from the thinking bodies? How is listening to a talking-dancing partner, who nonetheless remains mute and wordless, embodied?  A plot of gazes, hands and feet sticking out of enamored bodies unfolds an enchanted world of characters and their whimsical manners. For this performance, De Keersmaeker explores a cast of eleven young dancers sparking their idiosyncratic movement expressions in a rich, colorful and energetic dancing palette. Striking a delicate balance between formal abstraction and concrete gesture, they dance their intricate entanglements through and through, their masquerade and games of seduction, attraction, repulsion, misunderstanding and silliness. One is absorbed by the intensity and sensuality of a bright but gently ironic world whose language doesn`t need deciphering to be grasped, yet isn`t pantomime.

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Coreografia Anne Teresa De Keersmaeker Cocriação e interpretação Aron Blom, Linda Blomqvist, Tale Dolven, Carlos Garbin, Tarek Halaby, Mikko Hyvönen, Veli Lehtovaara, Sandra Ortega Bejarano, Elizaveta Penkova, Georgia Vardarou, Sue-Yeon Youn Música Another Green World (1975), Brian Eno Arranjos Carlos Garbin Consultadoria artística Ann Veronica Janssens Consultadoria dramatúrgica Bojana Cvejić  Desenho de luz Luc Schaltin Figurinos Anne-Catherine Kunz Assistência de figurinos Heide Vanderieck, Dorothée Catry Assistência artística Femke Gyselinck Direção de ensaios Femke Gyselinck, Cynthia Loemij Coordenação artística e planeamento Anne Van Aerschot Direção técnica Joris Erven Som Nicolas Vanstalle Guarda-roupa Valérie Dewaele Técnicos Philippe Fortaine, Wannes De Rydt Produção Rosas Coprodução De Munt / La Monnaie (Brussel/Bruxelles), Kaaitheater (Brussel/Bruxelles), Les Théâtres de la Ville de Luxembourg, Théâtre de la Ville (Paris), Sadler`s Wells (London), Steirischer Herbst (Graz), Opéra de Lille, Ruhrtriennale, Concertgebouw Brugge, Festival Montpellier Danse 2015 Estreia 23.01.2015, Kaaitheater (Brussel/Bruxelles) Agradecimentos Floor Keersmaekers, Klaas Tindemans, Alex Jack, Thierry Bae
Maiores de 12
5,00 EUR
À semelhança das edições anteriores do festival, o GUIdance inclui atividades paralelas que possibilitam a bailarinos e alunos de dança de nível avançado uma dimensão mais participativa através da frequência de masterclasses.
Este ano, as masterclasses serão orientadas por Victor Hugo Pontes e pela Akram Khan Company. A proposta para estas ações de formação consiste na ideia de serem ministradas com fundamento no processo criativo de ambos os espetáculos, uma após a apresentação (Victor Hugo Pontes) e outra antes (Akram Khan Company), com o objetivo de permitirem diferentes ângulos de leitura das peças, que poderão ser visionadas pelos participantes enquanto tarefa complementar da formação a realizar.
 
Sexta 05 fevereiro
CCVF / Sala de Ensaios / 18h30-20h30
MASTERCLASSE COM VICTOR HUGO PONTES
 
Quarta 10 fevereiro
CCVF / Sala de Ensaios / 18h30-20h30
MASTERCLASSE COM AKRAM KHAN COMPANY
 
Público-alvo Profissionais e alunos de dança nível avançado
Nº máximo de participantes 20
Data limite de inscrição 03 de fevereiro (masterclasse com Victor Hugo Pontes) e 08 de fevereiro (masterclasse com Akram Khan Company)
Preço 5,00 eur [com direito a bilhete para o espetáculo do artista que orienta a masterclasse)
 
As inscrições poderão ser efetuadas no Centro Cultural Vila Flor, na Plataforma das Artes e da Criatividade ou neste site através do preenchimento do formulário disponível online.
 
A inscrição carece de análise da informação curricular enviada. Após receber a confirmação da sua inscrição, o pagamento da masterclasse poderá ser efetuado em numerário no Centro Cultural Vila Flor ou na Plataforma das Artes e Criatividade, através de cheque enviado por correio à ordem de “A Oficina, CIPRL”, ou através de referência multibanco a gerar no ato de inscrição, até à data limite designada para o efeito. Em caso de desistência, o valor apenas será reembolsado se a mesma ocorrer até 48h antes do início da atividade.
Like its former editions, GUIdance will include parallel activities that will allow dancers and dance students of advanced level a more engaged participation through the enrolment in masterclasses.
This year, the masterclasses will be directed by Victor Hugo Pontes and Akram Khan Company. These activities consists on the idea of being taught based on the creative process of both shows, one after the presentation (Victor Hugo Pontes) and one before (Akram Khan Company) in order to allow different angles on the reading of the pieces, which can be viewed by participants as an additional task of the workshop in progress. 
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As Talks: conversas pós-espetáculo têm como objetivo aumentar o vocabulário comum entre artistas e públicos e promover o sentido crítico e a capacidade de fruir os objetos artísticos.
Quinta 04 fevereiro
CCVF / Grande Auditório
CONVERSA COM VICTOR HUGO PONTES
 
Quarta 10 fevereiro
PAC / Black Box
CONVERSA COM MIGUEL MOREIRA
 
Sexta 12 fevereiro
CCVF / Pequeno Auditório
CONVERSA COM KAORI ITO
The Talks are post-show conversations whose objective is to expand the vocabulary which is common to both performers and theatre-goers and to promote a more critical spirit and the ability to enjoy artistic performances for all.
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Durante o GUIdance amamos ainda mais a dança!
Acompanhados por alguns dos criadores que integram a edição deste ano, visitaremos as escolas do concelho. Os jovens poderão saber mais sobre o percurso dos nossos convidados: descobrir o que os levou a trabalhar na área da dança, como se tornaram coreógrafos e como encaram hoje uma vida dedicada à criação artística.
 
Terça 02 fevereiro / 10h30
Escola Secundária Santos Simões 
LEONOR KEIL 
 
Quinta 11 fevereiro / 14h45
Escola Secundária Martins Sarmento 
MIGUEL MOREIRA
During GUIdance we love dance even more!
Accompanied by some of the choreographers that comprise this year’s edition, we will visit the county’s schools. Youngsters will be able to learn more about the course of our guests: find out what drove them to work in the field of dance, how they became choreographers, and how they face a life devoted to artistic creation in these days.
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Dizer que é dança pode significar que há música, que há teatro, que há artes visuais, que há contadores de história ou construções formais do movimento.
O que importa é que o corpo é ativado na sua relação consigo próprio, com os outros, com a História, e transportando muitas interrogações. Um corpo que, onde quer que estejamos, afirma que é possível sonhar e há vida para inventar. E o primeiro lugar de criação dessa possibilidade é o do corpo e do seu contexto.O olhar proposto, que quer ser dialogante com quem esteja presente, parte de duas referências em concreto para partilhar uma visão rica e diversificada do que é a dança: “A Sagração da Primavera” (1913) como obra de rutura com normas rígidas e fórmulas estabelecidas de construção do bailado, dando origem ao modernismo, e a diversidade contida no programa deste ano do GUIdance, que é herdeiro das liberdades expressivas e artísticas conquistadas por atos de revolucionários, como é o caso d´ “A Sagração da Primavera”.
 
Quarta 03 fevereiro  Escola Secundária Caldas das Taipas / 11h00
Sexta 05 fevereiro  Asas de Palco / 17h00
Quarta 10 fevereiro Academia de Música e Bailado de Guimarães  / 17h00
Sexta 12 fevereiro Escola Secundária Francisco de Holanda / 10h30
Saying that there is dance may well mean that there is music, theatre, visual arts, or that there are story-tellers or formal constructions of movement.
What is important is that the body becomes activated in its relationship with itself, with others, and with history, and thus it puts forth quite a few questions. Wherever we are, a body affirms that it is possible to dream and that there is a life out there to be invented. The first place where such a possibility is created is with the body and its context.  The perspective proposed, which strives to be a dialogue with whomever is present, begins with two concrete references for sharing a rich and diversified vision of what the dance is: the first being the iconic “The Rite of Spring” (1913) as a revolutionary work which broke away from the rigid norms and established formulas for constructing the dance, thus giving rise to modernism, and the second being the diversity contained in this year’s GUIdance programming, which is heir to the freedom of expression and testament to the artistic victories attained from revolutionary acts, as was the case with the extraordinary “The Rite of Spring.”

 

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Local CCVF / Café Concerto
Luís Guerra é um artista português que se expressa principalmente através da dança e do desenho.

Estudou dança desde muito novo e completou a sua formação artística e académica no Conservatório Nacional. Em relação ao seu imaginário criativo pessoal, estudou coreografia num curso organizado pela Fundação Gulbenkian e começou a assinar os seus próprios trabalhos para palco desde 2005. Simultaneamente, sempre trabalhou regularmente como bailarino, ator e performer para muitos outros diretores, tendo mantido até hoje em dia uma participação frequente nas peças de Tânia Carvalho. Foi destacado pela revista Dance Europe pela sua interpretação em “Olhos Caídos”, peça desta mesma coreógrafa. Para lá do mundo da performance em geral, Luís também produz e expõe os seus desenhos a caneta e lápis que reportam claramente para o seu interesse de longa data no urbanismo, geografia e artes decorativas. 

 
Luís Guerra is a portuguese artist who mainly expresses himself through dance and drawing.
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Local PAC / Black Box
19h00
Em diálogo com as artes visuais e com a exposição de desenhos de Luís Guerra, a dança abre-se ao traço dos alunos da ESAG que registam em momento único, movimentos do ensaio da peça “Nevoeiro” do jovem coreógrafo.
As a way to open a dialogue with the visual arts and the exhibition of Luís Guerra’s drawings, the dance will allow selected ESAG students to display their work as well, thus marking unique moment from the rehearsals of the piece “Nevoeiro” (“The Fog”), created by the young choreographer.
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Entrada livre
24h00
O Café Concerto do CCVF será o ponto de encontro do festival para cruzamento dos artistas com o público, em ambiente de celebração e dança livre ao som de vários Dj’s. A festa é obrigatória!
The CCVF Café Concerto will be the meeting place for both artists and the public to gather in an atmosphere of celebration and free dance to the sound and beat of a series of noted DJs. Don’t miss this fun night out!
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Maiores de 12

2,00 EUR
Este mês vamos dançar pelo museu celebrando o festival GUIdance que enche a cidade de corpos dançantes. Pernas para o ar, dedos a saltar, o corpo a sacudir… Uma oficina para todos os que não sabem dançar.
Local CIAJG – Centro Internacional das Artes José de Guimarães
Horário 16h00
Público-alvo Maiores de 4
Duração 90 min.
Lotação mín. 10 pessoas / máx. 20 pessoas
Preço 2,00 eur
Atividade sujeita a marcação prévia com, pelo menos, 48h de antecedência através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt 
 
 
This month we are going to dance throughout the museum, celebrating the GUIdance festival which will fill the city with all sorts of people dancing. Up, down, turn around, bodies dancing round and round… A workshop for all those who do not quite know how to dance.
fechar todos
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 14h00
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Tendo como ponto de partida a expedição à Serra da Estrela, realizada sob a égide da Sociedade de Geografia de Lisboa, em 1881, que contou com a colaboração da Sociedade Martins Sarmento, a exposição reúne um conjunto de inquéritos ao território em que a fotografia (e em alguns casos o filme) assume particular relevância.
Pondo lado a lado um amplo conjunto de imagens, documentos e publicações, alguns deles não antes vistos em contexto museológico, oferece-nos uma miríade de retratos do território português, tão diversos quanto fascinantes, que nos induzem a uma reflexão sobre nós mesmos e o lugar em que nos foi dado viver. 
 
Elenco: Expedição Científica à Serra da Estrela (1881), Carlos Relvas, Orlando Ribeiro, Inquérito à Arquitetura Regional (1955-1957), levantamentos realizados no âmbito do trabalho do Centro de Estudos de Etnologia (Jorge Dias, Ernesto Veiga de Oliveira, Fernando Galhano e Benjamin Pereira), Alberto Carneiro, Duarte Belo, Álvaro Domingues, Nuno Cera e Diogo Seixas Lopes, Paulo Catrica, Valter Vinagre, André Príncipe, Daniel Blaufuks, Mariana Caló e Francisco Queimadela, Álvaro Teixeira, Jorge Graça, Carlos Lobo, Luís Pavão, Pedro Tropa, Eduardo Brito, Duas Linhas e Sete Círculos, entre outros.  
Projeto sonoro: Carlos Alberto Augusto
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
 
Visitas Orientadas
Horário 10h00 às 18h00, por marcação através do e-mail servicoeducativo@aoficina.pt 
Público-alvo Maiores de 4 anos
Duração 60 a 90 min.
Lotação mín.10 pessoas, máx.20 pessoas
Preço 2,00 eur grupos escolares / 5,00 eur outros públicos
With its point of departure being the Sociedade de Geografia de Lisboa’s 1881 exhibition to the Serra da Estrela mountains, one in which the Sociedade Martins Sarmento also participated, the exhibition will feature surveys of the territory in which photography (and film in some cases) play quite a significant role.
Bringing together a broad range of images, documents, and publications – some never before seen in the context of a formal museum exhibit – this exhibition offers us countless portraits of the Portuguese territory, all as diverse as they are fascinating, inviting us to pause and reflect upon ourselves and the place that we were given to live in. 
 
Featuring: The Scientific Expedition to the Serra da Estrela (1881), Carlos Relvas, Orlando Ribeiro, Survey of Regional Architecture (1951-55), surveys conducted by the Center for Ethnology Studies (Jorge Dias, Ernesto Veiga de Oliveira, Fernando Galhano and Benjamin Pereira), Alberto Carneiro, Carlos Alberto Augusto, Duarte Belo, Álvaro Domingues, Nuno Cera and Diogo Seixas Lopes, Paulo Catrica, Valter Vinagre, André Príncipe, Daniel Blaufuks, Mariana Caló and Francisco Queimadela, Álvaro Teixeira, Jorge Graça, Carlos Lobo, Luís Pavão, Pedro Tropa, Eduardo Brito, Duas Linhas e Sete Círculos, among others.  
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Todas as idades
4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 14h00

Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%



O CIAJG reúne peças oriundas de diferentes épocas, lugares e contextos em articulação com obras de artistas contemporâneos, propondo uma (re)montagem da história da arte, enquanto sucessão de ecos, e um novo desígnio para o museu, enquanto lugar para o espanto e a reflexão.
Para além da exposição “Os Inquéritos [à Fotografia e ao Território] - Paisagem e Povoamento”, que irá inaugurar no dia 17 de outubro, relembramos que poderá também (re)visitar a exposição “A Composição do Ar: coleção permanente e outras obras” patente no piso 1 do CIAJG. Recordamos que esta exposição sofreu uma remontagem no mês de julho com a apresentação da obra de Pedro Valdez Cardoso, “Ártico: narrativa e fantasmática”, que reúne uma instalação e um alargado conjunto de desenhos que estabelecem um diálogo com a prática arqueológica. Estas novas propostas juntaram-se aos ex-libris da coleção que continuam em exposição, nomeadamente o tão apreciado e visitado núcleo As Magias, que reúne um alargado conjunto de máscaras africanas. 
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
The CIAJG has brought together works from different times, places and contexts, in articulation with works by contemporary artists, proposing a (re) assembly of art history, as a succession of echoes, and thereby establishing a new purpose for the museum – as a place for wonder and reflection.
In addition to the exhibition “The Surveys [of Photography and of the Territory]: Landscape and population”, we are reminding everyone that you can also (re)visit the exhibition, “The Composition of the Air: permanent collection and other works” that is open on the 1st floor of the José de Guimarães International Center for the Arts (CIAJG). It should be noted that the exhibition underwent some changes in the month of July to accommodate the presentation of the works of Pedro Valdez Cardoso in “Ártico: narrativa e fantasmática” [Arctic: narrative and phantasmatic] which comprises an exhibit and a diverse set of drawings that establish a dialogue with archaeology. These new pieces will appear alongside the hallmark ex-libris pieces of the collection that will remain on display, namely the renowned and very popular As Magias pieces, which include a large number of African masks. 
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Todas as idades

COMPRAR BILHETES
7,50 EUR / 5,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Da Chick e Xinobi juntos em Guimarães. A mesma data, dois concertos. O público é convidado a subir ao palco para dançar numa noite que promete ser de festa.
O Grande Auditório do Centro Cultural Vial Flor abre-se ao público para uma noite diferente. Todos no palco porque é aqui que se vai fazer a festa. Da Chick e Xinobi, ambos provenientes da companhia discográfica Discotexas, visitam Guimarães e prometem uma noite em que a boa vibe vai fazer a sala rebentar pelas costuras. Da Chick abre a pista de dança com muita energia. Esta miúda que começa a ganhar o seu espaço na cena musical traz o funk da velha escola, o groove eterno da soul e salta ao balanço rítmico do disco com um cocktail na mão, debitando letras açucaradas sobre deliciosas batidas. Segue-se Xinobi, já veterano nestas andanças, que nos faz viajar do funk a um ambiente mais deep, com a coerência de uma banda sonora que une as palmeiras de Miami às noites gélidas de Berlim. Que a festa comece!
 
Da Chick and Xinobi together in Guimarães. Two concerts on the same day. The public is invited to go on stage in a night where the party is a guarantee.
The Grand Auditorium of Vila Flor Cultural Centre opens for the audience in night that will surely be different. All on stage because that’s the place to be and make the party happen. Da Chick and Xinobi, both artist from the label Discotexas, visit Guimarães and promise a night full of good vibes that will make the room burst at the seams. Da Chick opens the dance floor with huge amounts of energy. This girl, who now conquers her own place in the music scene, brings to the stage the old school funk, the eternal groove of soul and jumps to the beats of disco, singing sugary lyrics while holding a cocktail on her hand. Xinobi is the next to own the stage. He is a veteran and needs no introduction. His music will make us travel from funk to a deeper environment, always with a coherence of a soundtrack, capable of taking us in a trip from the warm palm trees of Miami to the cold nights of Berlin. Let’s get this party started!
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DA CHICK
Da Chick (Teresa) voz
Mike El Nite DJ e back vocals
Gonçalo Cabral bailarino e back vocals
André Cabral bailarino e back vocals
Dinis Saxofone soprano
Sandro trompete
João bombardino
XINOBI
Ana Miró voz
Bruno Cardoso guitarra e eletrónica
Cláudio Fernandes guitarra
Vasco Cabeçada baixo
Maiores de 16
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2,00 EUR
Que histórias ficam guardadas em gavetas? O que guarda um guarda-fatos? “Guarda Mundos” é um espetáculo construído sobre um objeto muito particular, o guarda-fatos.
Este objeto é na infância símbolo de refúgio e de portal para uma outra dimensão, capaz de atrair a curiosidade das crianças e as catapultar para o universo da imaginação. A peça explora universos fantásticos através do jogo com peças de roupa, lençóis, peluches, cabides. O resultado é uma viagem vertiginosa com uma paisagem recheada de personagens grotescas, num espetáculo acrobático, com uma forte componente visual e simultaneamente mágico. “Guarda Mundos” é um mergulho no espaço íntimo, uma viagem pelo imaginário individual com uma paisagem recheada de medos, desejos e sonhos.
 
Local Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade
Horário 16h00
Público-alvo Maiores de 6
Duração 60 min
Preço 2,00 eur
What stories lie hidden within a drawer? What secrets might be guarded within a wardrobe? “Guarda Mundos” is a show built upon a very special piece of furniture, a wardrobe.

This object has long been known to symbolize of child’s hiding place, and even a portal to another dimension, able to pique children’s curiosity and catapult them, as in stories, to the world of their imagination. This piece explores the fantastic universes through which games can be played with clothing, linen sheets, stuffed animals, and wire hangers. The result is a head-spinning journey through a landscape full of wild grotesque characters in a show that is acrobatic and sprinkled with visual and magical elements. “Guarda Mundos” asks you to plunge into an intimate space; it is a journey through your own individual imaginary world, along a path which may hold some of your fears, desires, and dreams.

 
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Encenação Bruno Martins
Criação e Interpretação Bruno Martins, Cláudia Berkeley e Luciano Amarelo
Música Original Alberto Fernandes e Rui Souza
Cenografia Sandra Neves
Figurinos Cláudia Ribeiro
Desenho de Luz Valter Alves
Apoio à acrobacia aérea Juliana Moura
Coprodução Teatro da Didascália, Casa das Artes de V. N. de Famalicão, Teatro Municipal do Porto, Centro de Arte de Ovar, Teatro Municipal de Bragança
 
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3,00 EUR
Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Ainda na ressaca do lançamento do novo disco, a 30 de janeiro, os Salto dão um “salto” ao Café Concerto do CCVF para apresentarem o seu mais recente trabalho.
A vida de um músico pode nascer de várias formas. Os Salto tiveram a sorte de nascer na mesma família e de, desde cedo, terem vivido a música em conjunto. Os primos portuenses Guilherme Tomé Ribeiro e Luís Montenegro rapidamente perceberam que juntos poderiam ser uma banda e, em 2006, pisam o palco pela primeira vez. Em 2012, editam a primeira longa-duração. Em 2014, os Salto, a quem se juntam agora Tito Romão e Filipe Louro, revelam-nos parte do resultado destes últimos dois anos repartidos entre o estúdio, a sala de ensaios e os cerca de 70 concertos que os fizeram passar por vários palcos nacionais. Considerados uma das grandes revelações da nova música portuguesa, os Salto apresentaram no final de outubro “Lagostas”, o segundo single do novo álbum que chegou às lojas no início de 2016.
On the heels of the release of their newest album on 30 January, the group Salto will hit the CCVF Café Concerto to perform their most recent work.
The life of a musician can be born in various ways. Salto was lucky in that the group was born within the same family and from quite early on they have experienced music together. Cousins hailing from Oporto, Guilherme Tomé Ribeiro and Luís Montenegro came to understand rather quickly that they could form a band, and in 2006 they took to the stage for the first time. In 2012, they produced their first LP. In 2014, Salto added Tito Romão and Filipe Louro and are now presenting us with the results of the last two years of hard work spent in the studio, rehearsal rooms, and on the road at the approximately 70 concerts they have played across the country. Considered one of the most promising new artists on the Portuguese music scene, Salto in late October 2015 released the song “Lagostas,” the second from their new album which arrived in stores in early 2016.
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Guilherme Tomé Ribeiro guitarra, voz, CPU               
Luís Montenegro  CPU, sintetizador, voz     
Tito Romão bateria           
Filipe Louro baixo
Maiores de 12
Entrada livre
No dia 27 de fevereiro, o Palácio Vila Flor e o Centro Internacional das Artes José de Guimarães inauguram o 1º ciclo expositivo de 2016.
Às 16h30, o Palácio Vila Flor inaugura a exposição “Still There”, de Carlos Lobo, uma vasta mostra de fotografias efetuada pelo artista no Líbano, durante o ano de 2011. Às 19h00, é a vez do CIAJG inaugurar três exposições individuais de Rui Toscano, Francisco Janes e João Grama, que constituem três singulares e poderosas visões do mundo e de modos alternativos de existência. Nestas exposições, os artistas usam meios semelhantes – a fotografia, o vídeo e o som – para abordar, documentar e construir universos utópicos de pequena ou grande escala, em que as dimensões do tempo e do espaço são expandidas e transformadas e tornam-se material para a perceção do espetador. Esta data será ainda marcada pela inauguração da nova montagem da coleção permanente do Centro Internacional das Artes José de Guimarães. 
On 27 February the Palácio Vila Flor and the José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG) will inaugurate the first exhibition cycle of 2016.

At 4:30pm, the Palácio Vila Flor will inaugurate the exhibition by Carlos Lobo entitled, “Still There,” a vast collection of photographs taken by the artist in Lebanon during the course of the year 2011. At 7:00pm, the CIAJG will inaugurate three individual exhibitions – from Rui Toscano, Francisco Janes and João Grama – representing three singular and powerful visions of the world and alternatives for existence. In these exhibitions, the artists use similar media – photography, video and sound – to approach, document, and construct both small and large scale utopia universes in which the dimensions of time and space are expanded and transformed, become more material to the viewer and his perception of the work. This date will also be the occasion for the inauguration of the new arrangement of the permanent works assembled at the José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG). 

 
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Todas as idades

2,00 EUR / 1,00 EUR c/d
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Estive no Líbano entre os dias 5 e 14 de janeiro. Deambulei pelas ruas desertas e movimentadas de Beirute, captando imagens e tentando compreender esta cidade complexa.
Por toda a parte deparava com vestígios da história e de guerras prévias. No dia 12 de janeiro, o governo libanês caiu. Um taxista passou por mim e gritou: Não temos governo! As mesmas ruas estavam agora repletas de militares e o acto de fotografar deixou de ser tão simples como anteriormente. Avancei para a baixa da cidade junto ao mar e tirei a minha última foto em Beirute. Fotografei o mar, de um azul profundo e muito plácido… a vida prossegue.
 
Horário da Exposição
terça a sexta-feira
09h30-13h00 | 14h30-19h00
sábado
10h00-13h00 | 15h00-19h00
I was in Lebanon from the 5th to the 14th of January. I strolled around both the empty and busy streets of Beirut, taking photos and trying to come to grips with this complex city. Traces of history and previous wars were to be found everywhere.
On the 12th of January, the Lebanese government collapsed. A taxi driver passed by and shouted We have no government! Suddenly the same streets were now filled with military soldiers and taking photos as not as simple as before. I walked downtown by the seaside and did my last photo in Beirut. I photographed the sea, deep blue and very placid... still there.  
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Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 14h00
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Com a exposição “Civilizações de Tipo I, II e III”, Rui Toscano prossegue, aprofunda e, em certa medida, expande a investigação em torno do universo de exploração espacial, que o artista havia já abordado em peças isoladas e de um tema ao qual dedicou recentes exposições.

A presente exposição reúne um conjunto de peças inéditas bem elucidativo do vasto espetro de suportes que Rui Toscano explora, que vão do som à luz, passando pela imagem fotográfica, a pintura, o desenho e o vídeo, mas também das estratégias que vem persistentemente desenvolvendo ao longo do seu trabalho, há já mais de 20 anos. A exposição constitui uma parceria com o Museu do Chiado - Museu Nacional de Arte Contemporânea. 

 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
With the exhibition, “Civilizações de Tipo I, II e III”, (“Type I, II and III Civilizations”), Rui Toscano is moving forward with, deepening and to a certain extent expanding his investigation of the universe of the exploration of space, a theme which the artist has already touched upon in isolated works in the past and has dedicated recent exhibitions.
The present exhibition brings together a group of unseen and quite revealing pieces from the vast spectrum of media which Rui Toscano delves into, which range from sound to light and include photographic images, painting, drawing, and video and which incorporate strategies that he has persistently developed along his more than 20 year career. This exhibition is made possible via a partnership with Museu do Chiado – Museu Nacional de Arte Contemporânea.
 
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Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 14h00
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Francisco Janes é um artista português formado no Ar.Co e que, atualmente, vive em Vilnius, na Lituânia.
O trabalho que desenvolve integra o filme, a fotografia e o som para abordar sítios particulares construídos pela mão do homem onde os ciclos da natureza e a ressonância do cosmos se confundem com os rituais humanos de celebração do lugar. 
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
Francisco Janes is a Portuguese artist who studied at Ar.Co and who currently lives in Vilnius, Lithuania.
His most recently developed work is what comprises the film, the photography, and the sound as a way to approach the special places built by the hand of man where the cycles of nature and the resonance of the cosmos meld with the human rituals of the celebration of place.
 
 
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Todas as idades 

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 14h00
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Na exposição “A idade do perigo”, João Grama, artista formado no Ar.Co, sistematiza uma interrogação sobre a aproximação entre as entidades humana e animal, relação arcaica e repleta de estranheza, alteridade e reconhecimento.
Focando a atenção na figura da armadilha, enquanto artifício que propicia o encontro, João Grama demanda paisagens e lugares longínquos, no mar ou na montanha, no litoral ou no exterior, para refletir sobre a temporalidade e a metafísica da existência. 
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
In the exhibition entitled “A idade do perigo” (“The age of danger”), João Grama, an artist who studied at Ar.Co, systemizes the inquiry of the closeness between human and animal entities, the archaic and fully unusual relationships of alternation and recognition.

Focusing his attention on a type of trap which might serve as a pretense to spark an encounter, João Grama recalls faraway landscapes and places, both at sea or in the mountains, on the shore or on the inland plains, as a way to reflect the temporality and the metaphysics of existence. 

 
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Todas as idades

4,00 EUR / 3,00 EUR c/d
(bilhete permite visitar as exposições patentes em todas as salas do CIAJG)

Entrada gratuita crianças até 12 anos / domingos de manhã, das 10h00 às 14h00
Preços com desconto (c/d)
Cartão Jovem Municipal, Cartão Jovem, Menores de 30 anos e Estudantes
Cartão Municipal de Idoso, Reformados e Maiores de 65 anos
Cartão Municipal das Pessoas com Deficiência; Deficientes e Acompanhante

Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
“Labirinto e Eco” é o mote da nova montagem da coleção permanente do Centro Internacional das Artes José de Guimarães.
Durante o período de um ano, as salas do piso superior do CIAJG vão acolher um extenso e variado conjunto de intervenções de artistas contemporâneos, convidados a dialogar com os notáveis objetos da coleção de José de Guimarães e outros entretanto reunidos no acervo da instituição. O eco da criação artística propaga-se pelos tempos, numa fascinante e misteriosa viagem que descobrimos com renovado espanto a cada visita que fazemos ao museu, a cada museu. No CIAJG não é diferente. Propomos uma experiência única de visita ou revisitação através do labirinto da história pelo próprio pé do espetador ou pela mão dos monitores do nosso Serviço Educativo.
 
Horário da Exposição
terça a domingo
10h00-19h00
“Labirinto e Eco” (“Labyrinth and Echo”) is the name given to the new arrangement of the permanent collection of the José de Guimarães International Arts Centre (CIAJG).
In the coming year, the exhibition rooms of the upper floor of the CIAJG will welcome an extensive and varied set of contemporary art pieces which are meant to enter a dialogue with notable objects created by the artist José de Guimarães as well as other pieces held in the institution’s collection. The echo of the artistic creation is a sound that carries over the decades and centuries in a fascinating and mysterious journey that unfolds with renewed awe each time we visit the museum, any museum. And the CIAJG is no different. Allow us to propose a unique visitor´s experience through the labyrinth of history – you may tread the path yourself or take the hand of a docent from our Educational Services. 
 
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Cartão Quadrilátero Cultural_desconto 50%
Com Satie.150, a pianista Joana Gama assinala os 150 anos do nascimento de Erik Satie. Em Guimarães, a apresentação do recital terá a participação especial dos alunos da Academia de Música Valentim Moreira de Sá e da Academia de Bailado de Guimarães.
Neste recital, a obra do compositor francês é intercalada com a de compositores que com ele partilham o gosto pela desformalização da música, ainda que com resultados distintos: John Cage, grande admirador e divulgador da música de Satie, junta-se a nomes como Carlos Marecos, Arvo Pärt, John Adams e Alexander Scriabin, este último contemporâneo de Erik Satie e também amante do esoterismo. Durante o ano de 2016, com o apoio da Antena 2, e através de uma série de eventos e concertos, Joana Gama levará Satie.150 a doze localidades portuguesas, incluindo Guimarães, cujo programa é apresentado em parceria com o Cineclube de Guimarães, a Academia de Música Valentim Moreira de Sá e a Academia de Bailado de Guimarães. 
 
QUINTA 25, 21h45
CCVF / PEQUENO AUDITÓRIO 
SATIE.150: “ENTR´ACTE” E “À NOUS LA LIBERTÉ”, DE RENÉ CLAIR
 
No dia 25 de fevereiro, no âmbito do projeto “Satie.150”, de Joana Gama, o Cineclube de Guimarães exibirá os filmes “Entr´Acte” e “À Nous la Liberté”, de René Clair. 
 
Bilheteira da responsabilidade do Cineclube de Guimarães
 
SEXTA 26, 18h00
ACADEMIA DE MÚSICA VALENTIM MOREIRA DE SÁ
PALESTRA SOBRE SATIE.150, DE JOANA GAMA 
 
No dia anterior ao concerto no CCVF, com o objetivo de contextualizar a celebração em torno desta figura singular na História da Música, Joana Gama fará uma palestra sobre Erik Satie na Academia de Música Valentim Moreira de Sá.

Entrada livre
With Satie.150, the pianist Joana Gama commemorates the 150th anniversary of the birth of Erik Satie. Her performance in Guimarães will include the participation of students from the Valentim Moreira de Sá Musical Academy and the Academia de Bailado de Guimarães (Guimarães Dance Academy).
In this dance recital, the work of the noted French composer is interspersed with works from those who shared his taste for de-formalizing music and who also achieved notable results: John Cage, a great admirer and proponent of Satie’s, as well as Carlos Marecos, Arvo Pärt, John Adams and Alexander Scriabin, the last of whom was a contemporary of Erik Satie’s and a lover of esotericism. With the support of the radio station Antena 2, Joana Gama will take her Satie.150 show throughout the country in a series of 12 concerts in 2016, which includes Guimarães where the program will be presented in partnership with the Cineclube de Guimarães, the Valentim Moreira de Sá Academy of Music, and the Guimarães Dance Academy (Academia de Bailado de Guimarães).
 
SATIE.150: SHOWING OF THE FILM “ENTR’ACTE” BY RENÉ CLAIR
On the 25th of February, the Cineclube de Guimarães will show the films “Entr’Acte” and “À Nous la Liberté” by René Clair.
 
WORKSHOP ON SATIE.150, WITH JOANA GAMA 
On the day prior to the CCVF concert and film, Joana Gama will present a talk on Erik Satie at the Academia de Música Valentim Moreira de Sá as a way to contextualize the celebration of this unique figure in music history. 
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Programa
Sonneries de la Rose + Croix (Air du Grand Prieur) - Erik Satie
China Gates - John Adams
Gnossienne nº1 - Erik Satie
Três Prelúdios sobre o Mar - Carlos Marecos
Gymnopédie nº1 - Erik Satie
Für Alina – Arvo Pärt
Embryons Desséchés - Erik Satie
Dream - John Cage
Sonatine bureaucratique - Erik Satie
Vers la flamme - Alexander Scriabin
Cinéma - Erik Satie
Apoio Antena 2
Maiores de 6
 
 
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